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segunda-feira, 4 de agosto de 2025

População Evangélica no Censo IBGE 2022 - Uma análise do Blog Olhar Cristão



População Evangélica no Censo IBGE 2022 é analisada por João Cruzue em publicação do Blog Olhar Cristão.



A população evangélica do Brasil, contatada no Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE em 2022, divulgada com atraso em 06 de junho de 2025 foi de 47.418.024 (26,90%) fiéis.

Contudo, ao que tudo indica, o IBGE não incluiu 26.775.432 habitantes na base estatística  religiosa, por esse motivo, João Cruzue do Blog Olhar Cristão, fez esta inclusão mantendo a mesma proporção do  IBGE, e assim,  chegou a 54.619.477 cristãos

Parabéns ao blog Olhar Cristão, que fez jus ao nome, e seu editor João Cruzue que, com a experiência de 16 nos atuando como Auditor, publica de a elucidação de forma clara com dados técnicos e precisos.

Vale a pena ler a matéria completa com uma análise técnica, e conheça todos os detalhes, diretamente no blog de origem.


Clique aqui: OLHAR CRISTÃO

sábado, 7 de junho de 2025

Baladas, festivais e expedição gospel: evangélicos expandem presença em ambientes considerados 'do mundo'




Movimento é impulsionado por jovens, redes sociais e estética 'descolada' de igrejas como a Lagoinha. Para especialistas, estratégia tem como objetivo a acomodação cultural. Entre 2010 e 2022, evangélicos passaram de 21,6% para 26,9% da população, segundo o Censo.




Baladas, festivais, expedições, carnaval e a expansão da música gospel para gêneros como trap e funk: nos últimos anos, vem crescendo a adesão de evangélicos a espaços culturais historicamente considerados "do mundo" e "profanos" por igrejas mais tradicionais.

De cultos na D-Edge, casa noturna tradicional de música eletrônica em São Paulo, ao bloco de carnaval gospel e ao Legendários (expedições religiosas com linguagem motivacional), a ocupação de ambientes seculares por grupos cristãos vem ganhando cada vez mais visibilidade — especialmente com o uso das redes sociais e o crescimento da comunidade evangélica no Brasil.

De acordo com o Censo 2022 divulgado na sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2010 e 2022 a quantidade de evangélicos cresceu 5,2 pontos percentuais, passando de 21,6% para 26,9% da população (veja mais abaixo).

Para Nina Rosas, especialista em Estudos da Religião e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), este movimento não é recente e ocorre, pelo menos, desde os anos 90. Mas, com o crescimento dos evangélicos no país e o uso das redes sociais, ele tem ficado mais visível.

1 em cada 4 brasileiros é evangélico; percentual é maior entre mais jovens, mostra IBGE

Segundo apuração, a ocupação progressiva desses ambientes seculares se dá por alguns fatores, como:
  • Descentralização da autoridade religiosa;
  • Sacralização de ambientes considerados profanos;
  • Adoção da lógica de mercado;
  • Teologia da Prosperidade;
  • Liberação de usos e costumes (leia mais abaixo).
Esta presença já é vista na cultura e, principalmente no mundo digital. Nas redes sociais, influenciadores evangélicos acumulam milhares de seguidores e mostram suas rotinas. São vídeos de "Get Ready With Me" (trend "arrume-se comigo"), de lazer e, principalmente, apresentando as igrejas. As próprias igrejas também têm presença forte nas redes sociais. 

Fundada pela família Valadão, a Igreja Batista da Lagoinha em Alphaville já acumula mais de 700 mil seguidores somente no Instagram, enquanto a Hillsong São Paulo tem mais de 170 mil.

No culto realizado na D-Edge e que foi acompanhado pela imprensa, por exemplo, a quantidade de celulares e câmeras profissionais gravando o evento para ser postado nas redes sociais era quase equivalente à de pessoas presentes.

As baladas gospel já viraram até trend no TikTok, com vídeos que ultrapassam milhares de visualizações. Um deles foi gravado por Karen Santos, de 25 anos, em janeiro deste ano. Ele alcançou mais de 68 mil curtidas. No vídeo, ela mostra um DJ no evento Vira Brasil, o festival de Réveillon de música gospel da Lagoinha com ingressos que custaram até R$ 3.500 na área VIP.

"O vídeo foi no Vira Brasil, primeiro evento de virada de ano de uma igreja em um estádio, que levou várias figuras do mundo gospel. Quem aparece no vídeo é o DJ PV, que tem as batidas de música como qualquer outro DJ, porém ele usa louvores", conta ela.

"Ele usa batidas 'do mundo' e músicas evangélicas justamente para trazer o jovem para dentro da igreja. A batida não tem nada a ver com a música. O que a gente leva em consideração é a letra que estamos cantando", afirmou Karen.

"Eletrônico gospel, pagode gospel, sertanejo gospel fazem com que mais pessoas interajam com a religião e adorem a Deus", completa.

Karen se converteu em 2021, após se casar com um evangélico. Há dois anos, ela começou a frequentar a Lagoinha Alphaville. "Aqui é um pouco diferente da igreja tradicional. O pessoal pode vestir o que quiser, ouvir o tipo de música que quiser, não é uma coisa muito fechada. É uma igreja mais desconstruída", conta.

Vida noturna gospel

A Balada Sky, voltada totalmente para o público evangélico, chega à 14ª edição neste ano em Guarulhos, na Grande São Paulo, e Jundiaí, no interior. Segundo João Batista Ribeiro, promotor do evento e DJ, ela é considerada "a maior white party cristã do Brasil".

Geralmente, a festa começa por volta de 22h e vai até 6h. O público é embalado, principalmente, pelos DJs que fazem remixes de músicas gospel, tocando eletrônica, funk e trap. Bandas convidadas também fazem parte da programação.

"Durante um bom tempo a igreja evangélica no geral resumia suas atividades apenas a encontros litúrgicos. Porém, acreditamos que a igreja deve se posicionar como um agente influenciador na sociedade e promover não apenas cultos e reuniões, mas também atividades que possam gerar relações interpessoais em sua comunidade", afirma João Batista.

"A igreja não é só templo, mas sim a reunião de pessoas para fazer atividades que estreitam essas relações. Isso inclui festas e baladas seguindo os valores e princípios da comunidade", completa.

Há oito anos, a Balada Colors — que se autointitula a maior festa gospel neon de São Paulo — também transforma igrejas em pistas de dança com iluminação de luz negra e tintas fluorescentes à disposição do público.
Em maio, a festa chega à 9ª edição. Será realizada na Igreja da Lagoinha Campus 2, em Santo André, no ABC Paulista. A maioria do público é formada por jovens cristãos entre 18 a 26 anos que se divertem ao som de diversos ritmos, que vão de eletrônica e trap até reggae e pagode — e sem bebida alcoólica.

Para Paulo Flávio Ferreira, um dos líderes jovens da Lagoinha e coordenador da festa, esse tipo de evento é uma forma de "falar de Deus para as pessoas" e um exemplo de que "é possível unir Deus e a alegria sem os dogmas da religião que só trazem culpa".

"A igreja, como comunidade cristã que tem seus princípios e valores, precisa entender que o seu compromisso não é apenas em promover cultos aos domingos. Mas poder gerar uma programação que seja sadia aos seus frequentadores: encontros de orientação, comunhão, festas para diversão, ações sociais para ajudar necessitados", exemplifica Paulo.

O uso do entretenimento como porta de entrada para a igreja não é um fenômeno recente, como apontaram os especialistas ouvidos pela reportagem. Caso do estudante Kayke Macoy, de 21 anos, que frequentou matinês organizadas em igrejas evangélicas durante a adolescência em São Paulo. 
Kayke conta que as festas — que ele classificou como "balada do bem" — eram regadas a muita música e comida, além da adoração a Deus. "É como qualquer outra balada, porém sem exagero, sem nenhuma bebida alcoólica, sem nenhum tipo de droga. A vibe das pessoas é superpositiva. Todo mundo muito alegre, animado. Um ambiente seguro."

'Coisas de Deus' e 'coisas do mundo'

No universo evangélico, a fronteira entre o sagrado e o profano sempre foi bem definida. Essa distinção rígida entre "coisas de Deus" e "coisas do mundo" impulsionou a criação de versões religiosas para práticas culturais populares.
Segundo o teólogo e pastor André Anéas, doutor pela PUC-SP, essa dinâmica tem levado ao movimento de "sacralização" de espaços classificados como profanos e incompatíveis com a fé cristã.

"O ser humano quer se divertir, quer lidar bem com o seu corpo, quer ter corporeidade, quer ter lazer, quer ter show, quer ter cultura. [...] Só que, na cabeça do evangélico, ele só pode fazer aquilo que é sagrado. Daquilo que é profano, ele está fora", diz Anéas.

É dessa forma que surgem fenômenos como os blocos de carnaval gospel, baladas evangélicas e a bateria de samba Batucada Abençoada, da Igreja Bola de Neve. "Tenho que sacralizar as coisas para embalar numa embalagem evangélica ou gospel para se tornar mais atrativo — e esse pessoal sabe fazer isso muito bem", observa o pastor.

A expansão do número de evangélicos no Brasil também ampliou a demanda por produtos culturais e espaços de lazer que dialoguem com esse público. Para Anéas, a ocupação de espaços antes considerados "do mundo" responde a uma pressão geracional, com jovens buscando expressar sua fé de forma mais plural — ainda que dentro dos limites impostos pelas igrejas.

"As igrejas estão absorvendo essas estratégias [de mercado] porque dá dinheiro. Então elas usam realmente estratégias de marketing e de comunicação para as pessoas poderem ter o melhor tipo de experiência dentro do ambiente eclesiástico. E os jovens, obviamente, têm também estratégias voltadas para eles."

Apesar da roupagem moderna e jovem, Anéas pontua que, do ponto de vista teológico, essas igrejas seguem sendo "bem fundamentalistas, bem radicais no pensamento, na maneira de pensar a fé.", ao mesmo tempo em que ele também reitera que há uma perda dos valores primordiais do protestantismo. "O mundo evangélico é cada dia menos, senão nada, protestante. Porque no protestantismo, a rigor, você não tem sagrado e profano. Tudo é sacralizado", conclui.

Igrejas de parede preta

Para Nina, essa adesão em ambientes antes considerados "do mundo" é vista, principalmente, nas chamadas "igrejas de parede preta", como a Igreja Batista da Lagoinha.
"A Lagoinha vem nessa toada de renovação das igrejas protestantes — que foram muito influenciadas por vertentes pentecostais. A Lagoinha surge na década de 60, uma igreja mais antiga, e vai adotando uma série de práticas que hoje a gente chama de 'parede preta'. Temos inúmeras igrejas que podem ser caracterizadas dentro desse novo movimento. A Lagoinha é uma delas — não todas as suas filiais ou unidades, mas boa parte, como a de Alphaville, de Niterói, algumas Lagoinhas bem expressivas e grandes, e como a do próprio André Valadão em Orlando", afirma a especialista em Estudos da Religião e professora da UFMG.

A Lagoinha assume uma pegada mais "jovial", principalmente influenciada pela igreja australiana Hillsong. Segundo Nina, as igrejas com esse tom incorporaram práticas da Hillsong, sobretudo de louvor e adoração com apresentações musicais nos palcos, organização de eventos, shows, gravações de CDs, DVDs, corpos de bailarinos.

Para chegar ao presente

A especialista cita Christina Rocha, que estuda a Hillsong e deu o nome de "cristianismo descolado" às práticas da igreja, que se manifesta na estética, a presença nas redes sociais - principalmente dos pastores - e uma nova forma de lidar com doutrinas.

O cristão perde as suas caricaturas e se mostram indistintos da cultura local, com uma forma mais livre de se vestir, se posicionar, pregando um igualitarismo, indistinção e, principalmente, a casualidade.

"É uma maneira de se distinguir dentro do próprio grupo evangélico e religioso, o que marca uma aproximação com o estilo que Cristina chama de 'cosmopolitismo', essas tendências de se entender como cidadão do mundo. Isso não significa que se é menos religioso do que antes — e esse é um ponto importante a se marcar. Em vez de vermos uma resistência, uma forma de fugir ou negar o mundo, vemos um passo em direção à acomodação", afirma Nina.

E esse passo em direção as práticas do mundo, além de ser vista como uma maneira de atrair o público jovem é também "permitir que esses jovens permaneçam, construam suas identidades, busquem grupos de apoio e vivam a experiência da juventude no contexto contemporâneo", segundo Nina.

A busca pela juventude está funcionando. Segundo o IBGE, quando se olha por faixa etária, o percentual de evangélicos sobe entre os mais jovens. Entre os brasileiros de 10 a 14 anos, 31,6% se declaram evangélicos. Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, são 28,9%.

Infográfico - Religiões por faixa etária, segundo o Censo 2022. — Foto: Arte/g1



Por Deslange PaivaLetícia Dauer, g1 SP — São Paulo

Fonte: G1


MEU COMENTÁRIO:

Em que pese o portal fonte da notícia pertença a um grupo que, via de regra, não defenda os evangélicos, nem demonstre qualquer simpatia por essa ala da sociedade, particularmente, não percebo juízo de valor por parte da jornalista que pesquisou e escreveu sôbre o fato.

Entre os especialistas em ciência da religião e o pastor entrevistado, fica clara a coerência em seus comentários, por ser realmente o que se comenta entre nós evangélicos, entre discordâncias e concordâncias. 

Quanto ao que penso, desde já antecipando que sei que existem quem discorda, afinal de contas ainda estamos tentando viver uma democracia com liberdade de expressão, ainda sou do tempo em que crente era crente, descrente era descrente, ímpio era ímpio e desviado era desviado, profano era profano e sagrado era sagrado, portanto não havia mistura.

Crente se portava como crente, dava testemunho de crente e o que passasse disso, era de procedência maligna. Quem aceitava a Jesus, se portava como tal automaticamente, sem qualquer problema, apenas ouvindo o ensinamento da Palavra de Deus através de seus pastores locais. Assim a igreja cresceu e chegou até aqui. Simples assim...

São temas polêmicos dos dias de hoje, mas ao mesmo tempo são tão simples, que não carecem de qualquer discussão para quem pensa diferente, tem igreja para todo gosto; lá na frente, no grande Dia do Senhor, todos veremos se essa conta fecha ou não.

Para que possamos analisar, ressalto e reverbero abaixo, somente que os próprios entrevistados acima declararam:

"Em vez de vermos uma resistência, uma forma de fugir ou negar o mundo, vemos um passo em direção à acomodação", afirma Nina;

"E esse passo em direção as práticas do mundo, além de ser vista como uma maneira de atrair o público jovem é também "permitir que esses jovens permaneçam, construam suas identidades, busquem grupos de apoio e vivam a experiência da juventude no contexto contemporâneo", segundo Nina;

"Ao mesmo tempo em que Anéas também reitera que há uma perda dos valores primordiais do protestantismo. "O mundo evangélico é cada dia menos, senão nada, protestante. Porque no protestantismo, a rigor, você não tem sagrado e profano. Tudo é sacralizado", conclui.

Analiso que, com toda essa pluralidade e liberdade, em pese continuemos crescendo, o que se projetava de "maioria evangélica" no Brasil para 2030, já se adia para 2.050, isso é, se o índice de crescimento não diminuir, assim como na última década.

Ora, se esse crescimento não for fundamentado na Palavra, de forma que produza novas criaturas (¹⁷ Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. - 2 Coríntios 5:17), já avistamos o risco eminente de uma enfermidade chamada "inchaço", por falta de essência.

Como um crente assembleiano, para não ficar só nas minhas palavras, vou deixar alguns versículos da Bíblia para a nossa meditação:


Consagração a Deus. Humildade e fidelidade no uso de seus dons"¹ Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. ² E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus".  - Romanos 12: 1-2

"¹¹ Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ¹² ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, ¹³ aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo,"  - Tito 2:11-13

Cada um deve levar a sua cruz - "²³ E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. ²⁴ Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida a salvará. ²⁵ Porque que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo? ²⁶ Porque qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do Homem, quando vier na sua glória e na do Pai e dos santos". - Lucas 9:22

Perseverança no meio das provações, segundo o exemplo de Cristo - "¹ Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta, ² olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. ³ Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. ⁴ Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado. ⁵ E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor e não desmaies quando, por ele, fores repreendido; ⁶ porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. ⁷ Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija? ⁸ Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois, então, bastardos e não filhos. ⁹ Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? ¹⁰ Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. ¹¹ E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela." - Hebreus 12:1-11

Vosso conservo em Cristo
Pr. Carlos Roberto Silva

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Norte é a região mais evangélica do Brasil com 36,8% da população, diz IBGE



Segundo o Censo Demográfico 2022, os estados com mais evangélicos são Acre (44%), Rondônia (41%) e Amazonas (39%).


O perfil religioso do Brasil mudou na última década. Agora, os evangélicos são 26,9% da população, ou seja, 1 em cada 4 brasileiros segue a fé evangélica, segundo o Censo Demográfico 2022: Religiões, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nesta sexta-feira (6).

A região com mais evangélicos é a Norte (36,8%), seguido pelo Centro-Oeste (31,4%). Já no Nordeste, 22,5% se declaram evangélicos e a maioria ainda é católica (63,9%). Na região Sul, a maior parte da população também é católica (62,4%).

A maior proporção de brasileiros espíritas se concentra na Região Sudeste (2,7%). Já a maior parte dos seguidores da Umbanda e Candomblé estão nas regiões Sul (1,6%) e Sudeste (1,4%).

Os que se declararam sem religião estão mais presentes no Sudeste (10,5 %), onde também a porcentagem de outras religiosidades é maior (4,9%).

Em relação aos estados, o maior número de evangélicos está no Acre (44%), seguido por Rondônia (41%), Amazonas (39%), Amapá (36%), Espírito Santo (35,4%), Pará (35,2%), Roraima (34%), Goiás (32,5%), Mato Grosso do Sul (32,4%), Rio de Janeiro (32%) e Tocantins (31%).

A menor quantidade de evangélicos se encontra no Piauí (15,6%) e em Sergipe (18,2%). Enquanto isso, os católicos são maioria no Piauí (77,4%).

A maior proporção de espíritas foi encontrada no Rio de Janeiro (3,5%), enquanto a maior porcentagem de praticantes de Umbanda e Candomblé foi registrada no Rio Grande do Sul (3,2%).

Já Roraima registrou a maior quantidade de pessoas sem religião (16,9%), de outras religiosidades (7,8%) e de adeptos de tradições indígenas (1,7%).

O catolicismo foi a religião predominante em todas as grandes regiões do país. 

Mais de 200 cidades são de maioria evangélica

Com o crescimento recorde da fé evangélica no país, 244 cidades já são de maioria evangélica. Em 58 municípios, os evangélicos representam mais da metade da população, como Santa Maria de Jetibá (73%), no Espírito Santo, e Arroio do Padre (88%), no Rio Grande do Sul.

As maiores porcentagem de evangélicos estão em municípios com colonização alemã ou pomerana.

Fonte: Guiame


Evangélicos triplicam presença em 30 anos, aponta Censo




O número de adeptos da religião evangélica cresceu 4,7 pontos percentuais em 12 anos


O grupo evangélico chegou a 26,9% da população brasileira com 10 anos ou mais em 2022, segundo o Censo Demográfico do IBGE divulgados nesta sexta-feira (6). O dado representa um salto expressivo em relação aos 9% registrados em 1991.

O avanço dos evangélicos tem sido contínuo ao longo das últimas décadas. Em 2000, já representavam 15,1% da população. Em 2010, subiram para 21,6%. Agora, ultrapassam um quarto do país.

Desta forma, o evangelicalismo é a única religião que cresce de forma constante desde a década de 1940, quando tinham apenas 2,7% dos fiéis.

Esse crescimento ocorre de forma inversamente proporcional à queda do catolicismo, que historicamente era dominante. Em 1872, os católicos representavam 99,7% dos brasileiros. Em 2022, esse número caiu para 56,7%. A maior queda foi registrada entre 2010 e 2022, quando perderam quase 9 pontos percentuais.

Outros grupos religiosos aparecem com percentuais menores. Os espíritas representam 1,8% da população, as religiões afro-brasileiras (como umbanda e candomblé) 1%, e os que se declaram sem religião somam 9,3%, mais do que o dobro do que era em 2000 (3,6%).

Confira aqui:


Fonte: IBGE via Pleno News

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Evangélicos crescem no México, revela censo


De acordo com o Censo de População e Habitação de 2020 do México, o número de pessoas filiadas à religião católica romana caiu 5% desde 2010, enquanto o cristianismo evangélico cresceu 3,7% no mesmo período.

O relatório foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (INEGI), que realiza esta pesquisa uma vez a cada década (a primeira foi em 2000).

A pergunta específica feita sobre a fé foi: “Qual é o nome da sua religião?”.

Os cristãos evangélicos passaram de 7,5% da população em 2010 para 11,2% em 2020 . O México agora tem mais de 14 milhões de cristãos evangélicos (o número exato é 14.095.307).

A religião católica registrou 97 milhões de pessoas segundo esse censo, uma queda de 5% em relação a dez anos atrás. A população católica caiu de 82,7% em 2010 para 77,7% em 2020 .

As cinco regiões com mais católicos são Estado do México, Jalisco, Cidade do México, Veracruz e Guanajuato.

Um total de 248 mil pessoas disseram se identificar com outros grupos religiosos, como o judaísmo (58.876), o islamismo (7.982), as espiritualidades africanas (40.799) ou o espiritismo (36.764), entre outros.

De acordo com o último censo do país latino-americano, mais de 10,2 milhões de pessoas dizem não ter religião, enquanto 3,1 milhões se dizem agnósticos.

O Instituto Nacional de Estatística do México disse que o relatório afirma que a categoria “religião” está incluída no censo para “ajudar a reconhecer a diversidade de crenças que permeia o país e para ajudar a apoiar o planejamento de políticas que levam à tolerância, respeito e não discriminação no nosso país”.

Folha Gospel com informações Evangelical Focus

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Convenção Batista Brasileira vai realizar censo denominacional


Os Batistas contam com 13.436 igrejas e somam 1,7 milhões de evangélicos

Atualmente os Batistas contam com 13.436 igrejas e somam 1,7 milhões de evangélicos vinculados à Convenção Batista Brasileira (CBB). Diante deste universo a denominação vai realizar em 2016 o I Censo Batista para traçar um perfil de seus fiéis.
De acordo o jornal da CBB, o censo será um retrato de corpo inteiro da denominação Batista com o levantamento do perfil e características das igrejas, abrangendo questões de amplas consultas e debates entre os representantes da Convenção. O levantamento será realizado sob a responsabilidade da Junta de Missões Nacionais (JMN).
Segundo a CBB, a partir dessas informações será possível traçar metas e objetivos mais precisos para avanço da denominação e os resultados serão utilizados, principalmente, para criar uma base de cadastros único das igrejas e congregações Batistas da CBB; mapear o real cenário Batista e conhecer a estrutura e a força do trabalho em cada município brasileiro.Dentre os aspectos que serão abordados no censo estão a localização dessas igrejas, a distribuição da faixa etária, o perfil e formação do pastor, quais trabalhos têm sido desenvolvidos com diferentes públicos, o nível de envolvimento missionário de cada igreja, entre outros.
Com informações do O Jornal Batista via Ultimato e JM Notícias
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