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sábado, 31 de dezembro de 2022

COMUNHÃO DIÁRIA, O SEGREDO DA IGREJA PRIMITIVA



COMUNHÃO DIÁRIA, O SEGREDO DA IGREJA PRIMITIVA (At. 2:42-47)

Verão, 12º mês de 2022. (Pr. José Verneques)


Mesmo se passando quase 20 séculos de existência, o maior e principal modelo de Igreja a seguir, é o da Igreja Primitiva, dos primeiros seguidores de Jesus Cristo.

A igreja primitiva comprovou sua força longânima não porque dispunha de homens fortes fisicamente, ou porque tinha conhecimento secular ou alguma influência política e religiosa, a primeira comunidade dos santos se consolidou porque tinha como principal arma a COMUNHÃO com Deus e com os irmãos. Ela soube como nenhuma outra igreja local preservar-se UNIDA como um jardim fechado, isso não significa que não havia problemas ou divergências na primeira comunidade dos santos, mas sim, que ela tinha a capacidade de superar tais dificuldades pela força da comunhão.                         

A comunidade de fé era uma crescente família que se REUNIA DIARIAMENTE, tinham PRAZER EM ESTAR JUNTOS para partir o pão, orar e comungar (At. 2:42), a mesa era o ponto central, pois ainda não havia altar como temos hoje. 

Não havia naqueles primeiros dias e meses de sua natividade algum tipo de preocupação ou disputa por cargos, títulos e/ou posições eclesiásticas, até porque em primeiro momento eles ainda não existiam. Todos os cristãos tinham a plena consciência de que eram “APENAS SERVOS” e se empenhavam a servir uns aos outros em amor e satisfação, ninguém ficava triste por ter “PERDIDO” algum tipo de cargo naquela comunidade, pois eles ainda não haviam sido criados e o alvo maior era, (como ainda deve ser) a adoração a Deus por meio do SERVIÇO CRISTÃO.

Com o tempo e com o crescimento simultâneo de pessoas alcançadas pelo Evangelho de Cristo, as necessidades foram surgindo e exigindo que a igreja se organizasse, e com isso os títulos genéricos foram aparecendo, mas sempre com o único propósito de servir uns aos outros. 

Com essa filosofia de COMUNIDADE, a agenda do Império Romano não tinha forças para influenciar e desfazer os interesses do Reino naquela comunidade de cristãos daqueles dias. Ela, a agenda romana, não conseguia distrair a irmandade fragmentando-a e separando-a por meio de divertimentos e, com isso dissipar o culto diário a Deus, posto que os cristãos TIVESSEM ALEGRIA PERENE EM SE REUNIR E CULTUAR AO SENHOR DIARIAMENTE. A força, o segredo, era A UNIÃO DA IGREJA LOCAL (At. 2:44), apesar de Mateus usar a palavra grega ekklesía, fazendo referência a todos os salvos, Paulo usa o termo ekklesía para se referir às igrejas locais, que na verdade não passavam de grupos de cristãos que se reuniam para adorar, estudar a Escritura e serem discipulados no templo e nas casas (At. 5:42).

Os primeiros seguidores de Jesus aprenderam cedo que se reunirem juntos para cultuar era um imperativo irrevogável para que a igreja local permanecesse viva (At. 2:1,42; Hb. 10:25). Isso fora de tal importância que quando a perseguição surgiu, destruindo o templo e caçando cristãos em toda parte, eles continuaram a se reunir e cultuar a Deus, em casas, às escondidas, em cavernas e até mesmo em catacumbas.

E foi pela PERSEVERANÇA NA DOUTRINA e na COMUNHÃO que a Igreja cresceu, enfrentou desafios, soube lidar com as dificuldades e superou todas as adversidades até estes dias, e assim será, até que o Senhor venha!

SOLI DEO GLÓRIA



Pr. José Verneques é Escritor, conferencista, Pastor Presidente da Assembleia de Deus Ministério Paulista com sede no Bairro de Cocaia - Zona Sul da Capital Paulista e Diretor Primeiro Secretário da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros - COMADESPE.



domingo, 2 de janeiro de 2022

Relacionamento com Deus está entre os propósitos para 2022, revela pesquisa


Saúde, fé e finanças são os três tópicos mais comuns dos propósitos de ano novo, de acordo com uma nova pesquisa da Lifeway Research.


Um relacionamento com Deus está entre os três assuntos mais comuns nos propósitos de Ano Novo, além de saúde e finanças, especialmente entre os americanos mais jovens, de acordo com uma nova pesquisa da Lifeway Research.

A pesquisa online, questionou 1.005 americanos sobre os tópicos que eles "abordaram com um propósito de ano novo no passado". A pesquisa, realizada entre 3 e 14 de setembro, teve margem de erro de mais ou menos 3,3 pontos percentuais.

A pesquisa Lifeway Research descobriu que 44% dos entrevistados disseram que já fizeram um propósito sobre sua saúde no passado. Além disso, 29% disseram que fizeram um propósito sobre seu relacionamento com Deus, e outros 29% fizeram um propósito sobre suas finanças.

Aqueles com idades entre 18-34 (35%) e 35-49 (35%) eram mais propensos a fazer da fé o assunto de seus propósitos de Ano Novo do que aqueles com 50-64 (25%) e 65 anos ou mais (17%).

Cerca de metade (48%) dos cristãos que assistem a um culto de adoração pelo menos quatro vezes por mês disseram que fizeram um propósito sobre seu relacionamento com Deus. Em contraste, apenas 20% dos que frequentam menos de uma vez por mês o fazem.

Os americanos negros (41%) são mais propensos a ter feito um propósito sobre Deus do que os americanos brancos (27%), e os não afiliados religiosamente eram muito mais propensos a ter feito um propósito sobre dinheiro (36%), tempo (29%) ou trabalho (22%) do que sobre Deus (14%).

"Os propósitos de ano novo refletem as mudanças que as pessoas aspiram fazer", afirmou o diretor executivo da Lifeway Research, Scott McConnell, em um comunicado. "A pandemia de Covid-19 pode ter forçado ou encorajado mais pessoas a fazer mudanças fora do lembrete anual que um novo ano traz. Mas um propósito de Ano Novo ainda é algo que a maioria dos americanos fez em algum momento de suas vidas."

"Fazer um propósito de Ano Novo não revela quem ou o que uma pessoa está contando para fazer essa mudança em sua vida, nem o quão bem-sucedidas esses propósitos são" acrescentou McConnell. "Mas os números mais altos vistos entre os adultos mais jovens, aqueles que frequentaram pelo menos alguma faculdade e cristãos que frequentam a igreja indicam que eles têm maior motivação para fazer essas mudanças, pelo menos na forma dos propósitos de Ano Novo."

Entre todos os americanos, outros tópicos de propósitos populares incluem aqueles sobre relacionamentos com um membro da família (26%), uso do tempo (22%), trabalho (18%) e relacionamentos com um amigo (15%).

A Lifeway Survey vem na esteira de um estudo anterior conduzido este ano pelo pesquisador evangélico George Barna e o Family Research Council, que descobriu que apenas 6% dos americanos têm uma “visão de mundo bíblica”.

Um estudo anterior realizado no ano passado revelou que a identidade religiosa mais comum entre os jovens adultos nos Estados Unidos é "nenhuma", e que a maioria dos americanos não vê a fé em Deus como necessária para que alguém seja moral e tenha bons valores.

No entanto, em meio à pandemia, mais americanos provavelmente diriam que o surto "reforçou" sua fé religiosa, descobriu a Pew Research . Quase três em cada 10 americanos (28%) relataram uma fé pessoal mais forte por causa da pandemia. As vendas da Bíblia também aumentaram durante a pandemia COVID-19, de acordo com a Lifeway Christian Resources.

David Jeremiah, pastor sênior da Shadow Mountain Community Church em El Cajon, Califórnia, e apresentador do programa de rádio "Turning Point", disse ao The Christian Post em uma entrevista anterior que, em meio à pandemia, a Igreja está "mais responsiva agora do que eu. lembre-se sempre, exceto para a possível exceção de 11 de setembro."

"O que aprendemos com tudo isso é que Deus não precisa de um prédio para haver uma igreja", disse ele.

"Quando tudo em que confiamos é tirado e ficamos com nós mesmos, temos que fazer as perguntas difíceis. 'Se é isso, o que acontece comigo agora?' Há um interesse renovado no Evangelho e um desejo de saber o que a Bíblia tem a dizer."

Folha Gospel com informações de The Christian Post

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

A importância da união e comunhão na Igreja - Pr. Carlos Roberto - AD Cubatão (SP)



O Pr. Carlos Roberto Silva, líder da AD Cubatão, ministra palavra que versa sobre união, comunhão e unidade da igreja, baseada no Salmos 133.

A mensagem foi ministrada no Culto Geral de Celebração da Ceia do Senhor na AD Cubatão (on Line) para a Igreja Sede e Congregações em 05.09.2020.


ASSISTA AQUI

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PARA QUEM ACHA QUE NÃO TEM SENTIDO IR À IGREJA PARA CONGREGAR


TEM SENTIDO IR À IGREJA PARA CONGREGAR?


Um frequentador de uma igreja escreveu a seguinte mensagem para um jornal:

-Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido umas 3.000 pregações, mas com exceção de uma ou outra, eu não consigo lembrar da maioria delas. Por isso, acho que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando seu tempo!

Essa matéria divulgada no jornal gerou uma grande discussão, resultando em uma sábia resposta de um outro leitor, que igualmente foi divulgada:

- Estou casado há mais de 30 anos e durante esse tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 9.000 refeições. Mas, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriam, me alimentaram e me deram a força necessária para fazer minhas atividades. Sem essas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos, fracos, desanimados ou até mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à igreja para alimentar minha vida, minha alma e a da minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais!"

"Portanto, não deixemos de nos reunir como igreja, mas encorajamos - nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Grande Dia."(Hebreus 10:25)

"Busque hoje alimentar-se do Espírito Santo de Deus." (Romanos 8:14)

O problema hoje e que muitos cristãos estão sem apetite espiritual. A igreja precisa voltar a ter fome de Deus!

"Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus." (Mateus 4:4)

Autor desconhecido

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

COMUNHÃO VIRTUAL É PRECÁRIA E PERIGOSA



Por Ev. Izaldil Tavares de Castro


A tecnologia da comunicação tem afetado todo o sistema de relacionamento social no mundo. Muitas pessoas não contam com a proximidade de dez amigos, mas contam centenas (ou milhares) de amigos (?) virtuais. Entre o indivíduo e a proximidade com o semelhante está a moderna "tecnologia da amizade".

Diz o Salmo 133.1: "Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!" Evidentemente o salmista não dispunha dos aparelhos e das tecnologias à disposição deste tempo. Todavia, já saboreava a vida social entre os irmãos. E conclui: "Porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre" (v.5).

Continue lendo esse excelente texto diretamente no Blog do autor.

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