Mostrando postagens com marcador Ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ciência. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Astronauta da NASA diz que a ciência ‘não contradiz’ o cristianismo


Jeffrey Williams reflete sobre a relação da ciência com as Escrituras e aponta para a criação de Deus.


O astronauta Jeffrey Williams da NASA, que mantinha o recorde americano de dias cumulativos no espaço, diz acreditar que a ciência e a Bíblia estão em harmonia, não em conflito.

Na última quinta-feira (19), Williams participou da abertura de uma nova exposição no Museu da Bíblia, na cidade de Washington (EUA).

A exposição "Escritura e Ciência: Nosso Universo, Nós Mesmos, Nosso Lugar", vai até janeiro de 2024 e explora a relação entre ciência e religião.

O astronauta afirmou que há uma "percepção pública de que a ciência e a Bíblia estão em conflito".

"Tão cedo na minha carreira, ainda nos anos 90, passei muito tempo estudando o tema. A ciência moderna como a conhecemos, realmente surgiu da convicção de que a Bíblia era verdadeira e que Deus é o Criador, como Ele se revelou nas Escrituras", relatou Williams.

Segundo Williams, os primeiros cientistas (Johannes Kepler, Isaac Newton, Michael Faraday e James Clerk Maxwell), eram impulsionados pela fé. 

"Foi isso que deu origem à ciência moderna. A fé apenas comprovou meu entendimento sobre isso", informou ele.

Afirmação de fé

De acordo com o portal Christian Headlines, viajar para o espaço proporcionou a Williams uma "profundidade" de compreensão de certas passagens bíblicas que ele não tinha anteriormente. 

O astronauta mencionou a "obra de Deus como criador" e "Sua obra de sustentar Sua criação".

"Há uma sensação de que é preciso muito mais profundidade, se você quiser obter significado e magnitude ao olhar através das lentes das Escrituras", disse Williams.

"Portanto, foi uma experiência incrível sair do planeta e depois olhar para trás, para a parte do universo que chamamos de lar, que é exclusivamente provida para nossa habitação — como diz o profeta Isaías", concluiu Williams.

O astronauta  afirmou que acredita que sua profissão foi um chamado de Deus. Ele participou de quatro missões espaciais de 2000 a 2016, primeiro no ônibus espacial Atlantis e as três seguintes a bordo de um foguete russo Soyuz para a Estação Espacial Internacional. 

Em 2010, Williams lançou um livro falando sobre fé, onde mostra seus registros do espaço. Foi intitulado, The Work of His Hands: A View of God’s Creation from Space —  (tradução livre: O Trabalho de Suas Mãos: Uma Visão da Criação de Deus do Espaço).

Seus 534 dias cumulativos no espaço estão em segundo lugar entre os americanos e anteriormente em primeiro lugar antes de ser quebrado pela colega astronauta Peggy Whitson.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headlines via Folha Gospel

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Geração Z mais propensa a dizer que religião e ciência são compatíveis, mostra estudo


Mais de um terço da geração Z acha que ciência e religião são compatíveis

As gerações mais jovens são menos propensas a ver um conflito entre fé e ciência, ou uma crença na evolução e em Deus, de acordo com um novo estudo importante na Grã-Bretanha.

geração Z com idades entre 16 e 24 anos também é mais propensa do que qualquer outra faixa etária a apreciar a contribuição da religião para as discussões sobre ética, segundo o estudo Theos.

Analisando os dados do YouGov, Theos descobriu que a Geração Z é mais propensa do que outras faixas etárias a pensar que a religião tem um lugar no mundo moderno – 57% da Geração Z em comparação com 47% da Geração Y e da Geração X.

Mais de um terço da geração Z (37%) acha que ciência e religião são compatíveis – em comparação com 30% do público britânico e 26% da geração X.

Quase dois terços (64%) acham que é possível acreditar tanto em Deus quanto na evolução – pelo menos 10% a mais do que qualquer outra faixa etária.

Mais de dois terços (68%) disseram que era possível ser religioso e um bom cientista – também 10% superior a outras faixas etárias.

A maioria (62%) discordou que a religião não tem nada de útil a dizer sobre ética – muito mais do que Millennials (53%), Gen X (45%) e Boomers (53%).

Mais de três quartos (79%) disseram que havia evidências fortes e confiáveis ​​para a teoria da evolução, enquanto quase metade (44%) discordou que a ciência será capaz de explicar tudo um dia.

Comentando os resultados, Theos disse que eles sugeriram que as gerações mais jovens têm uma “perspectiva mais equilibrada” quando se trata da relação entre ciência e religião.

Nick Spencer, membro sênior da Theos, diz que “Nossa pesquisa revelou que o debate entre ciência e religião foi distorcido ao ser visto através de algumas lentes estreitas – como evolução versus criação ou Big Bang versus Deus".

Há uma conversa muito mais rica a ser realizada e nossas entrevistas com especialistas e com o público em geral, principalmente os mais jovens, sugerem que estamos indo na direção certa”.

Chris Done, professor de Astrofísica e Física Teórica (Universidade de Durham), disse: “Acho que o estudo mostra que há muito menos conflito para quem teve que pensar um pouco sobre isso, seja um cientista praticante ou um membro praticante de uma comunidade de fé.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

domingo, 24 de outubro de 2021

“O ateísmo está morto”: Autor diz que arqueologia e ciência apontam a existência de Deus


Segundo o jornalista Eric Metaxas, o ateísmo não tem nenhum tipo de apoio científico, arqueológico ou histórico.

O jornalista, autor de best-sellers e apresentador de rádio, Eric Metaxas, disse que a ciência, a arqueologia e a história apontam para um Criador divino, agora mais do que nunca. Ele afirma que o “ateísmo está morto”. 

Inspirado na capa da Revista Time de 1966, onde se destacou a pergunta: “Deus Está Morto?”, Metaxas lançou o livro “O Ateísmo Está Morto?

Literalmente, nunca fiquei tão animado com um livro”, disse em entrevista à CBN News. 

Inspiração nas evidências

A pergunta fez o autor refletir. Ele disse que sempre esbarrou em “evidências ultrajantes” sobre a existência de Deus e apontou para dois exemplos específicos.

O primeiro é a descoberta bíblica de Sodoma. Por volta de 1.650 a.C., uma cidade a leste do Jordão, Tall El-Hammam, foi destruída por um meteoro. Os cientistas agora acreditam que a cidade pode ser o local bíblico conhecido por Sodoma, a antiga cidade destruída por sua maldade. 

A outra tem a ver com a ideia de onde veio a vida. Nós sempre falamos sobre evolução, mas nunca falamos sobre 'quatro bilhões de anos atrás’. Os cientistas dizem que a vida surgiu no planeta Terra como ‘células individuais', mas ninguém pode realmente explicar como isso aconteceu”, disse.

Ciência e fé

Para Metaxas, “chegamos a um lugar na ciência e na história” que nos leva às respostas. “Antes isso não era possível, mas agora podemos saber que a ciência é compatível com a fé cristã e que, de fato, foi a fé cristã que levou à ciência moderna”, admitiu.

E é uma tremenda ironia quando você pensa nesta narrativa secular com a qual temos lidado desde Darwin”, continuou.

O escritor observa que ciência, arqueologia e história simplesmente não apóiam o ateísmo. “Portanto, vivemos com esse tipo de mito, essa mentira de que a ciência e os cientistas estão em desacordo com a fé. Isso é totalmente falso”, rebateu.

“O ateísmo é incompatível com a ciência”

Eu daria um passo adiante e citaria John Lennox, o grande matemático, que escreveu sobre esse assunto, e eu o cito muito no livro. Ele diz que, além de haver compatibilidade entre ciência e fé, o ateísmo é incompatível com a ciência”, citou.

Isso é um choque. É uma manchete. Você sabe, é o tipo de manchete 'homem morde cachorro'. Metaxas diz que a questão para 2021 não é se “Deus está morto?”, e sim “O ateísmo está morto?”.

A ciência pelo menos aponta para um Deus Criador, uma inteligência tremenda. Os maiores ateus do século 20, Antony Flew, Jean-Paul Sarte, Albert Camus, todos estes que levaram o ateísmo mais a sério, acabaram percebendo que era mais racional acreditar em um Deus do que em nenhum Deus”, acrescentou.

Metaxas finaliza dizendo que que seu livro não é apenas para cristãos, mas que o escreveu pensando em qualquer pessoa que esteja lutando com as maiores questões da vida. 

Eric Metaxas é jornalista do New York Times e deixou de ser agnóstico para defender a fé cristã. Atualmente, ele é palestrante, apresentador de rádio, pastor e reconhecido como escritor cristão.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Padre cientista desenvolve vacina contra o Covid-19: “Fé e a razão são dons de Deus”

No mundo inteiro, a expectativa pelo surgimento de vacinas eficazes contra o novo coronavírus é praticamente unânime, e na linha de frente das pesquisas que buscam essa finalidade está um padre cientista, doutor em biologia molecular, que agora trabalha para desenvolver um imunizante que possa ser distribuído aos menos favorecidos.

Se trata do padre Nicanor Robles Austriaco, um filipino naturalizado nos Estados Unidos, onde atua não só como clérigo, mas também como cientista e professor. Ele afasta a ideia de que ciência e religião são incompatíveis.

Conheci Nosso Senhor quando fazia meu doutorado (Ph.D.) em Biologia no MIT (Massachusetts Institute of Technology), nos Estados Unidos. Então, me tornei cientista antes de ser ordenado sacerdote. É ‘estranho’, mas não precisa ser. Como São João Paulo II lembrou à Igreja, a fé e a razão são dons de Deus”, disse ele durante entrevista para o Aleteia.

O padre explicou que as vacinas até então já produzidas são seguras e devem ser utilizadas para a proteção da população, especialmente das pessoas mais suscetíveis a desenvolver quadros graves do Covid-19.

As vacinas que são consideradas seguras durante os ensaios clínicos são consequentemente seguras. Todos devem se vacinar para se proteger e para proteger seus entes queridos”, disse ele.

Atualmente o líder religioso trabalha em um projeto de pesquisa chamado Pagasa, que em filipino significa Esperança e tem como objetivo desenvolver um imunizante contra o Covid-19. Para o padre Nicanor, seu grande desejo é que todos, especialmente os mais pobres, possam ter acesso ao medicamento.

Os pobres são amados pelo Senhor. Devemos disponibilizar gratuitamente as vacinas contra a Covid-19 para eles. Esta é a medida ética a tomar, porque precisamos prover ajuda aos mais necessitados, e é a medida científica a tomar, porque os pobres geralmente vivem em áreas densamente povoadas que tendem a abrigar o vírus”, disse ele.

Para que todos possam ter acesso ao medicamento, o padre Nicanor está tentando desenvolver um imunizante de baixo custo. “Sou biólogo molecular de levedura e estou tentando desenvolver um sistema de aplicação de vacina de levedura para Covid-19 que seja mais barato e fácil de implementar do que as vacinas-padrão disponíveis hoje”, explica o clérigo.

É uma ideia que pode parecer maluca, mas há muitas pesquisas científicas sugerindo que essa abordagem usando levedura poderia funcionar. Eu coloquei o meu laboratório neste projeto depois de estudar sobre os desafios que o povo filipino teria para adquirir e distribuir vacinas desenvolvidas no primeiro mundo. Iniciamos o desenvolvimento da vacina e levará muitos meses para determinar se ela é eficaz em modelos animais”, conclui Nicanor.

Fonte: Gospel+

domingo, 10 de janeiro de 2021

A Terra girou mais rápido em 2020 do que em qualquer outro ano desde 1960

O planeta Terra teve 28 dias mais curtos em 2020; para cientistas, 2021 será ainda mais reduzido

Em 2020, a Terra bateu um recorde: fez sua rotação mais rápida desde 1960, quando relógios atômicos precisos foram lançados, em 28 dias diferentes.

    Nosso planeta faz sua rotação a cada 86.400 segundos (24 horas). Existem dias, porém, que pode existir uma variação em milissegundos — motivo por trás do fenômeno do “dia mais curto” — devido a fatores como a pressão atmosférica, ventos e correntes ocêanicas.

    De acordo com o site Time and Date, a Terra registrou esse fenômeno 28 vezes em 2020. Em 19 de julho de 2020, aconteceu o dia mais curto de todos, com a Terra completando sua rotação 1,4602 milissegundos mais cedo do que o normal.

    Antes disso, o dia mais curto registrado foi por volta de 15 anos atrás, em 5 de julho de 2005.

    O Tempo Universal Coordenado (UTC), fuso horário de referência para todas as zonas horárias do mundo, é ajustado por cronometristas internacionais quando o tempo de rotação da Terra se diferencia em 0,4 segundos do UTC.

    Para fazer a regularização, eles adicionam um segundo bissexto ao final dos meses de junho ou dezembro. Na véspera de 2017, por exemplo, tivemos um segundo a mais antes de dizer adeus ao ano de 2016.

    Cientistas acreditam que 2021 será ainda mais curto, tão curto que é possível que um segundo seja retirado ao invés de adicionado.

    A expectativa é que os dias astronômicos deste ano tenham, em média, 0,5 milissegundos a menos. Isso significa que, ao longo do ano, teríamos por volta de 19 milissegundos a menos no tempo astronômico.

    É bem possível que um salto negativo seja necessário se a taxa de rotação da Terra aumentar ainda mais, mas é muito cedo para dizer se isso é provável que aconteça”, disse o físico Peter Whibberley, do Laboratório Nacional de Física do Reino Unido, ao The Telegraph.

    Whibberley também disse ao Telegraph que a discussão do segundo bissexto negativo pode levar a extinção da técnica de adicionar segundos bissextos.

    Fonte: Exame

    quarta-feira, 24 de julho de 2019

    Brasileiros consideram líderes religiosos mais confiáveis que cientistas

    O estudo foi uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

    Os brasileiros confiam mais nos líderes espirituais do que nos cientistas. Com 69%, o grupo religião deixou para trás ciência & tecnologia que ficou em quarto lugar (62%) no grau de confiança dos entrevistados.
    Quais os impactos que a pesquisa científica traz para a sua vida e para a do restante dos brasileiros? A partir desta pergunta, uma pesquisa nacional visou verificar a percepção sobre ciência e tecnologia (C&T) e a contribuição (ou não) que estas têm na sociedade e no dia-a-dia das pessoas.
    O estudo foi uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e foi elaborado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social que presta serviços à pasta.
    O levantamento apontou um maior ceticismo dos brasileiros em relação à ciência em relação a anos anteriores. Dos entrevistados, 31% disseram ver só benefícios nesta modalidade de conhecimento, contra 54% em 2015.
    O levantamento deste ano mostrou uma reversão do movimento de crescimento de uma avaliação positiva nas últimas edições, como mostra o gráfico.
    A pesquisa também questiona os entrevistados sobre temas de interesse. Ciência & Tecnologia fica em quarto lugar (62%), abaixo de medicina saúde (79%), meio ambiente (76%) e religião (69%). O documento indica uma variação conforme a escolaridade. Quanto menor o tempo de estudo, menor a atenção para a produção científica.
    Já entre os com maior instrução formal, o interesse cresce. Essa relação se reproduz também no recorte geracional, com o tema ganhando maior preferência entre os mais velhos do que entre os mais jovens.
    O levantamento também identificou as práticas de visita a equipamentos relacionados ao conhecimento científico. O índice dos entrevistados que visitaram bibliotecas caiu de 30% para menos de 20% entre 2015 e 2019.
    A ida a zoológicos, parques ambientais ou jardins botânicos também diminuiu, de 40% para 24% no mesmo período. O passeio em museus de artes caiu de 16% para 9% nos últimos quatro anos.

    Metodologia

    O levantamento entrevistou 2.200 pessoas em todas as regiões do país, com recortes específicos por gênero, idade, escolaridade, renda e residência.
    De acordo com os autores, a pesquisa manteve categorias e perguntas de edições anteriores e compatíveis com outros estudos internacionais sobre o mesmo tema.
    Fonte: Exame via JM Notícia

    terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

    Mais de mil cientistas contestam publicamente a teoria da evolução


    Cientistas do mundo todo assinaram uma declaração alegando a dissidência da teoria de Charles Darwin


    Mais de 1.000 cientistas de todo o mundo assinaram uma declaração expressando publicamente seu ceticismo sobre a teoria da evolução darwinista. As informações são do Evolution News, uma publicação online do Discovery Institute, que promove a teoria do design inteligente.
    Somos céticos quanto às afirmações de que a capacidade de mutação aleatória e seleção natural é responsável pela complexidade da vida. Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwiniana deveria ser estimulado”, diz a declaração, publicada no site Dissent From Darwin.
    Como nenhum cientista pode mostrar como o mecanismo de Darwin consegue produzir a complexidade da vida, todo cientista deve ser cético”, disse o biólogo Douglas Axe, diretor do Instituto Biológico. “O fato de a maioria não admitir isso expõe o efeito doentio da pressão dos pares sobre o discurso científico”.
    O Discovery Institute publicou pela primeira vez a dissertação científica contra o darwinismo na revista New York Review of Books, em 2001, contestando as declarações falsas sobre a evolução darwiniana feitas na série “Evolution”, da rede americana PBS. Os produtores da série afirmaram que “todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira”.
    Na ocasião, Bruce Chapman, presidente do Conselho do Discovery Institute, encontrou 100 cientistas PhD para assinarem a declaração inicial de dissidência. Percebendo que havia mais cientistas em todo o mundo que eram céticos sobre a evolução darwinista, o Instituto manteve a lista e continuou agregando novos pesquisadores.
    Hoje, a lista de signatários inclui 15 cientistas da Academia Nacional de Ciências em países como Rússia, República Tcheca, Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. Muitos dos signatários são professores ou pesquisadores de importantes universidades e instituições internacionais de pesquisa, como a Universidade de Cambridge, o Museu de História Natural de Londres, a Universidade Estatal de Moscou, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Stellenbosch na África do Sul, o Instituto de Paleontologia Humaine na França, a Universidade Ben-Gurion em Israel, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o Instituto Smithsonian, a Universidade Yale e Universidade de Princeton.
    Como bioquímico, fiquei cético em relação ao darwinismo quando fui confrontado com a extrema complexidade do código genético e suas muitas estratégias mais inteligentes para codificar, decodificar e proteger suas informações”, disse o Dr. Marcos Eberlin, fundador do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massa e membro da Academia Brasileira de Ciências.
    Fonte: CPAD News

    quarta-feira, 12 de setembro de 2018

    A maioria dos cientistas que mudaram a história eram cristãos, diz físico do MIT


    Físico Ian Hutchinson acredita que separar ciência e fé pode limitar a compreensão da realidade

    Embora a ciência seja considerada superior sobre outras formas de compreensão por alguns pesquisadores, há um consenso entre os estudiosos que separar as questões científicas e religiosas é um grande erro.
    De acordo com o físico Ian Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear no Massachusetts Institute of Technology (MIT), o cientificismo — que considera a ciência superior à religião, filosofia, arte e ciências humanas — é "incapaz de provar questões intangíveis".
    "[O cientificismo] não prova que existem valores como justiça, misericórdia e amor. No entanto, essas são realidades que todos nós reconhecemos e consideramos muito importantes", disse Hutchinson no Fórum Veritas, em uma palestra voltada a universitários cristãos.
    "O mesmo acontece com as questões teológicas. Elas são importantes, são vitais, mas não são suscetíveis de serem investigadas pela ciência", acrescenta o físico, que é cristão.
    Em seu argumento contra o cientificismo, Hutchinson observou que muitas figuras importantes na história da ciência eram cristãos devotos. "As pessoas que fundaram a Revolução Científica no século 17 eram religiosas em geral, a maioria cristãs", destacou.
    "Elas certamente acreditavam que, muito do que sabemos, vem de fontes externas à ciência. Eram pessoas que acreditavam em milagres, em geral. No mínimo, acreditavam no milagre da ressurreição", acrescenta o físico.
    Em sua carreira como cientista, Hutchinson encontrou abertura para examinar questões religiosas através do diálogo sobre Ciência, Ética e Religião promovido pela Associação Americana para o Avanço da Ciência. Criado em 1995, o programa  busca estimular a "comunicação entre as comunidades científicas e religiosas".
    O físico ainda destaca que a ideia de que a ciência e a fé entram em conflito foi rejeitada pelos historiadores especializados em história da ciência.
    "Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos como algo falso para a história. Cristãos sérios, incluindo o clero, foram predominantes no desenvolvimento da ciência moderna por séculos", disse ele no Fórum Veritas em abril.
    "Mas o mito ainda exerce poderosa influência, tanto sobre secularistas quanto sobre cristãos. É sustentado pela afirmação de que não há evidência para o cristianismo, mas isso não é verdade", ressaltou.
    Fonte: CPAD News

    segunda-feira, 23 de julho de 2018

    “Gênio” de 11 anos se forma e declara: “vou provar pela ciência que Deus existe”

    Evangelista Franklin Graham parabenizou o jovem pela capacidade e pela fé

    Um menino de 11 anos, que se formou na faculdade no sábado (21), revelou que irá se tornar um astrofísico para provar a existência de Deus.
    William Maillis é o aluno mais jovem a se formar no St. Petersburg College, na Flórida. Ele já tem garantido uma vaga na Universidade de South Florida para aprofundar seus estudos.
    Maillis começou a faculdade em 2016, depois de se formar no ensino médio com apenas nove anos de idade. Seu pai – que é um padre ortodoxo, revelou que seu filho mostrava habilidades incomuns para a matemática desde os dois anos de idade.
      "Todo mundo recebe dons de Deus. Eu fui dotado de habilidade para ciência e história", disse o menino gênio à CNN. "Quero provar que Deus existe através da ciência. Para que o mundo todo possa saber.Seu objetivo é concluir o doutorado quando tiver 18 anos.
      Inteligência impressionante
      A história do menino teve grande repercussão na imprensa. O evangelista Franklin Graham o elogiou por que, além da "inteligência impressionante", William "não hesitou em falar sobre Deus".
      "Obrigado William, por querer que as pessoas conheçam a Deus. A infinita criação de Deus é um sinal para a humanidade de Sua existência e testifica do Seu poder e grandeza. Espero que você sempre mantenha seu foco nEle", escreveu em seu perfil do Facebook, lembrando ainda da passagem de Provérbios 3:5-6: "Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas".
      Fonte: Gospel Prime

      quarta-feira, 20 de setembro de 2017

      Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia


      Derrubando Mitos lança mão da ciência em defesa da Bíblia



      Após intensa pesquisa histórica e científica, Cristina Beloni Alencar disseca o livro de Gênesis e mostra que estudos seculares comprovam relatos bíblicos.


       
      Muito já se escreveu sobre a Bíblia. Como fonte central de toda a fé cristã, é quase impossível se manter neutro diante de uma obra tão reveladora e que encerra tanto conhecimento.

      A jornalista e teóloga Cristina Beloni Alencar, em seu livro Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia – Jornalismo Investigativo Bíblico, disseca os principais pontos que são motivo de controvérsia, apresentando, por meio de intenso trabalho histórico e documental  a defesa de fatos chaves para a história da humanidade. 

      Com linguagem clara e repleta de convicção, acontecimentos como a criação do universo e do homem, o surgimento das espécies, existência dos dinossauros,  aspectos geológicos e culturais como a multiplicidade de idiomas e surgimento das nações e etnias são abordados,  sempre com o cruzamento de evidências históricas, científicas, geográficas e arqueológicas que corroboram e evidenciam as verdades bíblicas, em uma fascinante viagem  aos principais temas do livro de Gênesis.
       
      "Os fatos bíblicos causam até hoje muita controvérsia, devido à desafiadora simplicidade de suas colocações. A questão é que ninguém consegue ficar neutro diante da Bíblia, ou a aceita como palavra de Deus ou rejeita completamente. Por meio de evidências objetivas e científicas, mostro nestas páginas que sim, a Bíblia sempre tem razão", diz Cris. 
       
      Em nosso contexto de pós-modernidade, o teólogo Luiz Sayão ressalta que "o mérito do livro está na retomada deste inescapável diálogo-confronto entre a Bíblia e a realidade secular, iniciado desde o surgimento do racionalismo e iluminismo europeus e continuado até os dias de hoje".
       
      O mergulho nos mares de Derrubando Mitos, Compreendendo a Bíblia não deixará o leitor imune ao desafio de digerir e investigar os temas bíblicos, instigando o aprofundamento nas escrituras e derrubando preconceitos e  a rejeição, muitas vezes, vindos de sofismas e desconhecimento do Livro dos livros.
       
       Sobre a autora

      Cristina Beloni Alencar iniciou suas pesquisas bíblicas assim que se converteu ao Cristianismo. A curiosidade a fez buscar conhecimentos em diversas áreas acadêmicas, desde o Jornalismo ao curso de Teologia, com ênfase em arqueologia bíblica. Pesquisadora associada à Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), pertence à Sociedade Brasileira do Design Inteligente no Brasil. Foi coordenadora de redação da Revista Eclésia e atualmente trabalha para uma ONG internacional que apoia cristãos perseguidos e cursa mestrado em Missões Transculturais.

      Ficha Técnica
      AD Santos Editora
      Derrubando Mitos: compreendendo a Bíblia
      ISBN: 978.85.7459-414-9
      Páginas: 240
      Formato: 14 X 21cm
      Preço: R$ 35,00

      COMO ADQUIRIR:

      Com informações:
      Jussara Teixeira
      Assessoria de Imprensa
      Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...