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quarta-feira, 12 de outubro de 2022

André Janones vai solicitar a expulsão do Pr. André Valadão da Batista da Lagoinha



O deputado federal André Janones (Avante) afirmou, nesta segunda feira (10), que vai pedir o desligamento do pastor André Valadão da Igreja Batista da Lagoinha.

A igreja é comandada pelo pai de André, o também pastor Marcio Valadão.

O deputado afirmou também que o pedido será simbólico, pois sabe que ele não será aceito.

Janones, que diz ser membro da Igreja desde 2016, entrou em atrito com André Valadão no Twitter após o primeiro turno das eleições 2022.

O deputado é apoiador de Lula (PT), enquanto Valadão trabalha pela reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Logo após os resultados do primeiro turno eleitoral, Valadão intensificou a campanha para a reeleição de Bolsonaro. Segundo Janones, o pastor chegou a questionar o resultado das urnas e divulgar informações falsas, um dia após os resultados do primeiro turno, no último dia 03.

Na dia seguinte, após a divulgação de um vídeo antigo com Jair Bolsonaro discursando na maçonaria, Janones divulgou um vídeo de Valadão declarando que evangélicos, no seu entender, não deveriam frequentar a sociedade secreta. Na legenda, o deputado provocava o pastor, insinuando que ele havia abandonado o apoio à candidatura de Bolsonaro.

"Como cristão, faço questão de parabenizar ao querido irmão de fé, pastor @andrevaladao por vir a público se manifestar contra o envolvimento de nós, evangélicos, com a maçonaria!", escreveu.

"Errar é humano, porém reconhecer o erro é sublime! Você foi gigante agora pastor!!!".

Desde então, a troca de farpas entre Janones e Valadão se intensificou.

Valadão afirmou, nesta segunda, 10, que votar em Lula era dizer "sim aos furtos" e "incentivar a ideologia de gênero".

André Janones, por sua vez, respondeu a Valadão acusando o pastor de mentir e de assediar mulheres de sua congregação.

Após, viria a declaração de Janones de que pediria a expulsão do pastor da Lagoinha.

Com informações Folha Gospel 

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Aluna é expulsa de escola e chamada de ‘herege’ por discordar de 'ideologia trans'


A estudante do 6ª ano no Reino Unido ainda foi cercada por 60 garotas, aos gritos e xingamentos.

Uma aluna do 6ª ano no Reino Unido diz que foi expulsa de sua escola por defender o sexo biológico e discordar da “ideologia trans”, depois de uma palestra sobre o tema.

A adolescente foi tratada “como uma herege” por questionar os argumentos da palestrante, que é parlamentar na Câmara dos Lordes e falou na escola sobre “transfobia no Parlamento”.

De acordo com o site Daily Mail, a estudante (que teve a identidade preservada) foi cercada por até 60 garotas que gritaram, xingaram e cuspiram nela, a levando ser incapaz de respirar bem e desmaiar. 

A aluna, de 18 anos, disse ao The Times que questionou a palestrante após ela defender que a teoria trans estaria acima da definição do sexo feminino pela biologia.

“Quando questionei isso, ela disse que não era uma questão de semântica. Ela disse que as pessoas trans não têm direitos humanos básicos neste país. Depois falei com ela e pedi desculpas se fui rude”, contou a aluna.

Aluna é rotulada como “herege”

Inicialmente, a adolescente foi apoiada pelos professores, mas foi abandonada ao ser acusada de transfobia por outros alunos, segundo o relatório. 

A partir de então, o tratamento da estudante na escola mudou. Ela foi repetidamente intimidada e foi informada de que seria mandada para trabalhar na biblioteca, se dissesse algo provocativo nas aulas. Ela acabou saindo da escola em setembro.  

Um professor da escola disse ao site Transgender Trend que a aluna “discordou respeitosamente” da palestrante, mas ela argumentou: “Simplesmente não é permitido discordar, ainda que respeitosamente.”

Ele então continuou: “Questionar seus princípios básicos é simplesmente heresia e os hereges de uma forma ou de outra precisam ser expostos, atacados e eliminados. Mesmo que sejam figuras notáveis ​​e aparentemente intocáveis ​​como JK Rowling.”

O professor passou a alertar sobre o risco do “fundamentalismo religioso”, alertando que isso representa um 'perigo' para as escolas. 

JK Rowling e a própria palestrante defendem a aluna

A escritora britânica JK Rowling, conhecida por escrever a série de livros “Harry Potter” e por sua visão conservadora a respeito dos gêneros, saiu em defesa da estudante no Twitter.

“Totalmente vergonhoso. Adicione isso à pilha oscilante de evidências de que pessoas na educação e na academia, que deveriam ter o dever de cuidar dos jovens, sucumbiram a um surto de fanatismo quase religioso. O crime da garota? Dizer que o 'sexo existe'”, postou em 17 de maio.

A parlamentar que palestrou na escola, que também preferiu não se identificar, defendeu o direito da estudante de discordar dela.

“Falei sobre uma ampla gama de questões de direitos humanos”, disse ao The Mail. “Uma jovem discordou de alguns dos meus pontos de vista e foi tratada com a mesma cortesia que todos os outros participantes.”

Ela acrescentou: “Eu não estava ciente de quaisquer consequências de nossas interações e pensei que tínhamos terminado em termos amigáveis.”

O secretário de Educação do Reino Unido, Nadhim Zahawi, descreveu a briga como “extremamente preocupante”. “As escolas têm a responsabilidade de proteger essa aluna”, disse. “Isso não deveria estar acontecendo.”

Fonte: Guiame

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Deputados da Assembleia de Deus que foram na manifestação pró-Bolsonaro, podem ser expulsos do PDT da Bahia


Os parlamentares informam que a sigla sabia que eles se posicionariam de acordo com sua crença

Dois deputados do PDT da Bahia podem ser expulsos do partido por terem participado da manifestação que aconteceu no dia 7 de setembro.

O deputado federal Alex Santana e o deputado estadual Samuel Júnior, ambos ligados à Assembleia de Deus, serão encaminhados para o Conselho de Ética a pedido do deputado federal Félix Mendonça, presidente da sigla na Bahia, que pede a expulsão dos dois.

Além da participação no ato pró-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Alex acumula desentendimento com o PDT por votar 100% com o governo, nunca com o partido. As informações são do jornal A Tarde.

Os parlamentares, porém, disseram que desde quando entraram para o partido deixaram claro que “em questões que ferisse os princípios doutrinários ficariam com a igreja”.

Em nota à imprensa, o deputado Samuel Júnior reforçou que suas ações políticas correspondem ao que a liderança da AD indica. “Se eu ir a um ato de 7 de setembro vestido de verde e amarelo cantar o hino nacional é traição, vamos discutir. Agora, não tenha dúvida que o meu partido é o pastor Valdomiro [Pereira]. E ele simpatiza com o presidente”.

Fonte: JM Notícia

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