terça-feira, 1 de agosto de 2023
Aluna denuncia intolerância religiosa de professor, que teria a proibido de levar Bíblia para a aula
terça-feira, 12 de julho de 2022
Aluna é agredida por ‘trans’, após criticar a sua presença em banheiro feminino
O vereador Nikolas Ferreira veio a público novamente, após uma polêmica envolvendo a sua irmã, mas dessa vez para denunciar outro caso sobre o uso de banheiro feminino por alunos “trans”. Segundo o parlamentar, uma aluna chegou a ser agredida em uma escola de Maringá, no Paraná.
O caso ocorreu no Colégio Instituto de Educação de Maringá na última quinta-feira (7). Tudo começou quando uma aluna e a sua amiga resolveram se posicionar contra o uso do banheiro feminino por transexuais do sexo masculino.
Elas fizeram uma queixa a uma pedagoga, que resolveu ampliar a discussão com todos os alunos, fazendo uma votação. A maioria decidiu que os trans masculinos devem utilizar apenas os banheiros femininos, concordando com as duas alunas que fizeram a reclamação inicial.
[ATUALIZAÇÃO em 11/07/22 às 20h02: A Secretaria Estadual de Educação (SEED) negou que uma pedagoga da instituição tivesse realizado a votação com os alunos. A iniciativa teria partido de uma “estudante, sem autorização da direção”, que “fez uma pesquisa informal”, diz uma nota publicada no final desta segunda-feira (11).]
Insatisfeito com a decisão e constrangido, o aluno trans resolveu tirar satisfação com a aluna e sua amiga no lado de fora da escola, enquanto elas esperavam um ônibus. A discussão foi gravada por outros alunos. Na gravação é possível ver o momento em que a jovem de 17 anos foi agredida.
Em nota, o Colégio Instituto de Educação de Maringá afirmou que “logo que os fatos chegaram ao conhecimento da direção, os responsáveis dos(as) alunos(as) vítimas de violência foram orientados(as) a registrar boletim de ocorrência junto às autoridades policiais e, ato contínuo, foi realizado contato com a patrulha escolar solicitando uma reunião de orientação com as famílias dos(as) envolvidos(as), esta reunião ocorreu, logo na manhã do dia seguinte”, informou o RicMais.
Pelas redes sociais, Nikolas Ferreira comentou: “Alunas do Instituto de Educação de Maringá, reclamaram do uso do banheiro feminino por alunos que se identificam como mulheres e os alunos trans espancaram as meninas no fim da aula. Se fosse o contrário, a histeria seria coletiva. Entendem a minha luta?”
“Transfobia”
Recentemente, Nikolas Ferreira compartilhou um vídeo da sua irmã, uma adolescente de 16 anos, que se viu constrangida com a presença de um aluno trans masculino no banheiro feminino da sua escola.
Por causa disso, o parlamentar passou a ser acusado de “transfobia” por uma vereadora do PSOL e uma entidade de ativismo LGBT. O caso foi parar no Ministério Público, onde vem sendo analisado a partir de então. Assista o vídeo da agressão em Maringá, abaixo:
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Aluna é expulsa de escola e chamada de ‘herege’ por discordar de 'ideologia trans'
A estudante do 6ª ano no Reino Unido ainda foi cercada por 60 garotas, aos gritos e xingamentos.
Uma aluna do 6ª ano no Reino Unido diz que foi expulsa de sua escola por defender o sexo biológico e discordar da “ideologia trans”, depois de uma palestra sobre o tema.
A adolescente foi tratada “como uma herege” por questionar os argumentos da palestrante, que é parlamentar na Câmara dos Lordes e falou na escola sobre “transfobia no Parlamento”.
De acordo com o site Daily Mail, a estudante (que teve a identidade preservada) foi cercada por até 60 garotas que gritaram, xingaram e cuspiram nela, a levando ser incapaz de respirar bem e desmaiar.
A aluna, de 18 anos, disse ao The Times que questionou a palestrante após ela defender que a teoria trans estaria acima da definição do sexo feminino pela biologia.
“Quando questionei isso, ela disse que não era uma questão de semântica. Ela disse que as pessoas trans não têm direitos humanos básicos neste país. Depois falei com ela e pedi desculpas se fui rude”, contou a aluna.
Aluna é rotulada como “herege”
Inicialmente, a adolescente foi apoiada pelos professores, mas foi abandonada ao ser acusada de transfobia por outros alunos, segundo o relatório.
A partir de então, o tratamento da estudante na escola mudou. Ela foi repetidamente intimidada e foi informada de que seria mandada para trabalhar na biblioteca, se dissesse algo provocativo nas aulas. Ela acabou saindo da escola em setembro.
Um professor da escola disse ao site Transgender Trend que a aluna “discordou respeitosamente” da palestrante, mas ela argumentou: “Simplesmente não é permitido discordar, ainda que respeitosamente.”
Ele então continuou: “Questionar seus princípios básicos é simplesmente heresia e os hereges de uma forma ou de outra precisam ser expostos, atacados e eliminados. Mesmo que sejam figuras notáveis e aparentemente intocáveis como JK Rowling.”
O professor passou a alertar sobre o risco do “fundamentalismo religioso”, alertando que isso representa um 'perigo' para as escolas.
JK Rowling e a própria palestrante defendem a aluna
A escritora britânica JK Rowling, conhecida por escrever a série de livros “Harry Potter” e por sua visão conservadora a respeito dos gêneros, saiu em defesa da estudante no Twitter.
“Totalmente vergonhoso. Adicione isso à pilha oscilante de evidências de que pessoas na educação e na academia, que deveriam ter o dever de cuidar dos jovens, sucumbiram a um surto de fanatismo quase religioso. O crime da garota? Dizer que o 'sexo existe'”, postou em 17 de maio.
A parlamentar que palestrou na escola, que também preferiu não se identificar, defendeu o direito da estudante de discordar dela.
“Falei sobre uma ampla gama de questões de direitos humanos”, disse ao The Mail. “Uma jovem discordou de alguns dos meus pontos de vista e foi tratada com a mesma cortesia que todos os outros participantes.”
Ela acrescentou: “Eu não estava ciente de quaisquer consequências de nossas interações e pensei que tínhamos terminado em termos amigáveis.”
O secretário de Educação do Reino Unido, Nadhim Zahawi, descreveu a briga como “extremamente preocupante”. “As escolas têm a responsabilidade de proteger essa aluna”, disse. “Isso não deveria estar acontecendo.”
Fonte: Guiame


