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domingo, 24 de março de 2024

Senado debate o cristianismo como manifestação da cultura nacional



Audiência pública contou com a participação do pastor Douglas Batista, presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e outros religiosos e juristas convidados



Na manhã desta quinta-feira (21), o senado federal realizou uma audiência pública interativa da Comissão de Educação e Cultura (CE), com a finalidade de debater o reconhecimento do cristianismo como manifestação da cultura nacional. A proposta está prevista no PL 4.168/2021 e é de iniciativa da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).


O debate contou com a participação presencial de religiosos e juristas convidados, tais como o pastor Douglas Batista (presidente do Conselho de Educação e Cultura da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil – CGADB); a Dra. Edna V. Zilli (presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE; o presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), Thiago Rafael Oliveira; o jurista Ives Gandra Martins (professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie); o Padre Luciano Silva (assessor para a Cultura na Comissão Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB); entre outros.


Representando a maior denominação evangélica do Brasil, o pastor Douglas Batista, presidente do Conselho de Educação e Cultura da CGADB, reiterou a posição das Igrejas Assembleias de Deus, de que "o projeto de lei de autoria do deputado Vinicius Carvalho, que pretende reconhecer o cristianismo como uma manifestação cultural, não deve prosperar como se encontra na redação original, portanto, a CGADB se manifesta contrária à redação original do projeto de lei, sob três argumentos: o cristianismo não pode ser confundido como uma manifestação cultural; o cristianismo é uma religião monoteísta fundada na Bíblia Sagrada e a religião difere da cultura e não pode ser regulada pelo Poder estatal”, o pastor ressalta que a "finalidade é demonstrar as diferenças entre cultura, religião, a relação e competência do Estado com cada uma delas".


O posicionamento da ANAJURE sobre o tema, foi de que "o cristianismo vai além de uma mera manifestação cultural, sendo a religião com mais adeptos no Brasil e no mundo. Portanto, apesar da natureza nobre da pauta, esta deveria ser alterada ou rejeitada".


Fonte: CPAD News


Veja abaixo o vídeo da audiência na íntegra:


domingo, 25 de fevereiro de 2024

MANIFESTAÇÃO PELO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO - Domingo - 25.02.2024 -


Incansável pregador do evangelho desde a sua juventude, o pastor Silas Malafaia é reconhecido no Brasil e no exterior por seu ministério frutífero e expressivo até mesmo no meio secular. O pastor Silas Malafaia coordena e apresenta o programa Vitória em Cristo, que está há 40 anos ininterruptos na televisão brasileira. Transmitido para várias cidades do Brasil, aos sábados, às 9h, pela RedeTV, o programa anuncia o evangelho e defende os princípios e valores da Palavra de Deus.




sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Oficina G3 se manifesta após polêmica por Duca Tambasco tocar na posse de Lula



Tudo começou depois que o baixista Duca Tambasco tocou no show em comemoração à posse do presidente Lula (PT).


A banda de rock gospel Oficina G3 publicou uma nota em sua página oficial do Instagram após ter sido envolvida em uma grande polêmica.

Tudo começou quando o baixista Duca Tambasco tocou ao lado de Leonardo Gonçalves no Festival do Futuro, show que aconteceu em comemoração à posse do presidente Lula (PT).

Diante disso, o pastor Anderson Silva criticou o músico e cobrou um posicionamento da banda, chegando a sugerir que as igrejas não contratassem mais o grupo, caso não se manifestasse ou tivesse uma postura progressista como a do integrante Duca Tambasco.

O pastor Felippe Valadão, líder da Lagoinha no Rio de Janeiro, seguiu os passos do pastor Anderson Silva e cobrou do Oficina G3 um posicionamento sobre o fato do baixista da banda, Duca Tambasco, ter se apresentado junto com Kleber Lucas e Leonardo Gonçalves na posse do presidente Lula (PT).

Felippe usou seu perfil no Twitter para questionar quem vai explicar o episódio. O pastor ainda perguntou no mesmo post: "A banda concorda com isso?"

Através de uma nota, a banda Oficina G3 disse que o posicionamento dos seus integrantes não reflete o da banda, e que há 30 anos de ministério, o objetivo do G3 é "pregar apenas a mensagem de Jesus descrita na Palavra".

A nota diz também que "jamais em nossa história misturamos política ou qualquer coisa que tenha um viés político ao nosso ministério."

Leia na íntegra:

"Pessoal, depois de toda a polêmica que surgiu nos últimos dias, e depois de horas de conversa, aconselhamentos e orações, achamos por bem nos manifestarmos.

A banda Oficina G3 é um ministério de mais de 30 anos de existência formado atualmente por Juninho Afram, Jean Carlos e Duca Tambasco.

Ao longo dessa jornada, diversas pessoas passaram pela banda, sejam músicos, técnicos e demais profissionais do meio musical.

Contudo, jamais em nossa história misturamos política ou qualquer coisa que tenha um viés político ao nosso ministério.

Sendo assim, o posicionamento político de qualquer um dos membros não representa o posicionamento da banda, que repetimos, não tem e jamais terá cunho político, pois essa instituição prega apenas a mensagem de Jesus descrita na Palavra.

Em nosso ministério falamos única e exclusivamente do amor de Deus, da mensagem da salvação através de Jesus e da consolação do Espírito Santo.

Essa sempre foi e sempre será a nossa única mensagem. Aqueles que nos acompanham durante toda nossa história sabem disso.

Contudo, o Oficina G3 é formado por indivíduos que possuem pensamentos, posicionamentos e opiniões políticas que não são, e jamais serão objeto de expressão de nossa mensagem como banda.

Finalizando, precisamos cuidar para que a polarização, linchamentos virtuais e a cultura do cancelamento que atingiram níveis insuportáveis em nossa nação não destrua relacionamentos, famílias e instituições.

Esperamos que essa nota encerre de uma vez por todas essa discussão, pois não nos manifestaremos novamente sobre esse assunto publicamente, mas, se preciso, no devido processo legal.

No amor de Jesus,

Oficina G3"

Fonte: Fuxico Gospel via Folha Gospel

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