terça-feira, 23 de abril de 2024
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
VOLTE À IGREJA: Uma forma de prevenção ao aumento da solidão, sugere psiquiatra
Com a popularização da internet e o uso cada vez maior das redes sociais, um antigo problema de ordem social que já era prejudicial, a solidão, se tornou alvo de grande preocupação por parte dos profissionais de saúde em todo o mundo, como o Cirurgião Geral dos Estados Unidos Dr. Vivek H. Murthy.
Vivek concedeu uma entrevista onde apontou a solidão como uma preocupação de saúde pública nos Estados Unidos, algo que, segundo o médico, muitas pessoas não admitem por não se sentirem confortáveis com a exposição.
"Este é um problema com o qual muitas pessoas lutam nas sombras porque se sentem envergonhadas. E isso também se aplica a mim", disse ele, revelando que também enfrentou o mesmo problema em algumas fases da vida, mas que conseguiu superar com a ajuda da esposa e a socialização.
Igreja é importante
De acordo com a CBN News, o psiquiatra Daniel Amen concorda com Vivek. Para o especialista, a solidão tem desencadeado uma "onda" de problemas de ordem emocional especialmente nos mais jovens.
Amen explicou que, na prática, é como se as pessoas estivessem substituindo os relacionamentos humanos pelo virtual, mesmo que sem perceber e se dar conta dos prejuízos de saúde mental.
"Acredito que estamos no início de uma onda de problemas cerebrais e de saúde mental nos jovens, e isso acontece porque estamos mais desconectados do que nunca, desconectados de nossas próprias famílias, porque quando as pessoas estão juntas, seus rostos ficam enterrados em seus aparelhos", disse ele.
Para o psiquiatra, ser membro de uma igreja ajuda a combater a solidão, já que a tendência é que exista maior envolvimento com a comunidade local, o que ele recomenda fortemente.
"Volte para a igreja. Envolva-se", disse o especialista.
"Envolva-se com grupos. Temos que voltar. E realmente, não há lugar melhor para resolver isso do que a igreja."
Fonte: Gospel+
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
Oficina G3 se manifesta após polêmica por Duca Tambasco tocar na posse de Lula
Tudo começou depois que o baixista Duca Tambasco tocou no show em comemoração à posse do presidente Lula (PT).
A banda de rock gospel Oficina G3 publicou uma nota em sua página oficial do Instagram após ter sido envolvida em uma grande polêmica.
Tudo começou quando o baixista Duca Tambasco tocou ao lado de Leonardo Gonçalves no Festival do Futuro, show que aconteceu em comemoração à posse do presidente Lula (PT).
Diante disso, o pastor Anderson Silva criticou o músico e cobrou um posicionamento da banda, chegando a sugerir que as igrejas não contratassem mais o grupo, caso não se manifestasse ou tivesse uma postura progressista como a do integrante Duca Tambasco.
O pastor Felippe Valadão, líder da Lagoinha no Rio de Janeiro, seguiu os passos do pastor Anderson Silva e cobrou do Oficina G3 um posicionamento sobre o fato do baixista da banda, Duca Tambasco, ter se apresentado junto com Kleber Lucas e Leonardo Gonçalves na posse do presidente Lula (PT).
Felippe usou seu perfil no Twitter para questionar quem vai explicar o episódio. O pastor ainda perguntou no mesmo post: "A banda concorda com isso?"
Através de uma nota, a banda Oficina G3 disse que o posicionamento dos seus integrantes não reflete o da banda, e que há 30 anos de ministério, o objetivo do G3 é "pregar apenas a mensagem de Jesus descrita na Palavra".
A nota diz também que "jamais em nossa história misturamos política ou qualquer coisa que tenha um viés político ao nosso ministério."
Leia na íntegra:
"Pessoal, depois de toda a polêmica que surgiu nos últimos dias, e depois de horas de conversa, aconselhamentos e orações, achamos por bem nos manifestarmos.
A banda Oficina G3 é um ministério de mais de 30 anos de existência formado atualmente por Juninho Afram, Jean Carlos e Duca Tambasco.
Ao longo dessa jornada, diversas pessoas passaram pela banda, sejam músicos, técnicos e demais profissionais do meio musical.
Contudo, jamais em nossa história misturamos política ou qualquer coisa que tenha um viés político ao nosso ministério.
Sendo assim, o posicionamento político de qualquer um dos membros não representa o posicionamento da banda, que repetimos, não tem e jamais terá cunho político, pois essa instituição prega apenas a mensagem de Jesus descrita na Palavra.
Em nosso ministério falamos única e exclusivamente do amor de Deus, da mensagem da salvação através de Jesus e da consolação do Espírito Santo.
Essa sempre foi e sempre será a nossa única mensagem. Aqueles que nos acompanham durante toda nossa história sabem disso.
Contudo, o Oficina G3 é formado por indivíduos que possuem pensamentos, posicionamentos e opiniões políticas que não são, e jamais serão objeto de expressão de nossa mensagem como banda.
Finalizando, precisamos cuidar para que a polarização, linchamentos virtuais e a cultura do cancelamento que atingiram níveis insuportáveis em nossa nação não destrua relacionamentos, famílias e instituições.
Esperamos que essa nota encerre de uma vez por todas essa discussão, pois não nos manifestaremos novamente sobre esse assunto publicamente, mas, se preciso, no devido processo legal.
No amor de Jesus,
Oficina G3"
Fonte: Fuxico Gospel via Folha Gospel
quarta-feira, 22 de junho de 2022
‘Não represento os evangélicos’, diz Leonardo Gonçalves ao cantar em igreja LGBT
O cantor Leonardo Gonçalves se apresentou em uma igreja LGBT e durante sua apresentação declarou que não representa os evangélicos. Em resposta, o pastor Anderson Silva e a vereadora Sonaira Fernandes pontuaram indícios de apostasia.
Um trecho da apresentação do cantor – que assumiu uma postura de ativista político de esquerda – traz um discurso em que os evangélicos são descritos como hostis ao movimento que gerou a igreja LGBT onde ele se apresentava:
“Vocês estão me agradecendo por eu aceitar o convite porque vou sofrer críticas por estar aqui. Mas, o que – entre 1 bilhão de aspas – sofri ou sofro por estar aqui não chega a 1% da maneira como vocês foram tratados, e têm sido tratados. Eu não represento o povo evangélico”, disse o artista.
A igreja LGBT onde ele se apresentou é liderada por Lanna Holder e Rosania Rocha, que adotam uma interpretação das Escrituras que nega a reprovação à homossexualidade, a partir de uma conveniente distorção dos sentidos dos textos sobre o tema.
Nem mesmo o pastor Ed René Kivitz, que recentemente pediu uma “atualização” da Bíblia, negou que as Escrituras reprovam a homossexualidade. Como forma de contornar a contundência da Palavra contra os desvios LGBT, o líder da IBAB afirmou que os “dois ou três textos bíblicos” que reprovam o estilo de vida dos homossexuais são “insuficientes”.
Apostasia
Nesse contexto, o pastor Anderson Silva comentou as declarações do cantor observando que Leonardo Gonçalves “segue o desvio teológico liberal humanista como tantos outros artistas como Marcos Almeida, Jotta A, Priscila Alcântara e Os Arrais”.
Silva pontua que todos eles “possuem o direito de crer e desviarem para onde quiserem”, mas que deveriam ser coerentes com suas escolhas e abrir mão de sua principal fonte de receita: “Devolvam todo dinheiro que vocês fizeram nas costas da igreja evangélica que vocês desprezam”.
“Sejam honrados!”, cobrou o pastor, acrescentando que vivemos um “tempo de apostasia”.
“Agarre-se a fé, os dias são maus! Qualquer pastor evangélico que contratar ou convidar Leonardo Gonçalves estará traindo Jesus, a Bíblia e a verdade!”, finalizou Anderson Silva.
Já Sonaira Fernandes (Republicanos-SP), vereadora na capital paulista e membro da Assembleia de Deus, não escondeu sua frustração com a postura do artista: “Leonardo Gonçalves só esqueceu de mencionar as seletas páginas da Bíblia que diz que a igreja é exclusiva daqueles que confessam e abandonam seus pecados”.
“Que saudade do Leonardo Gonçalves crente, que cantava Getsêmani, Ele Vive, que cantava Sublime. Eu espero que um dia, Leonardo, você volte a ser crente”, acrescentou a vereadora.
Na legenda de sua publicação no Instagram, Sonaira enfatizou que a Igreja de Cristo segue fiel às Escrituras e não será influenciada por ventos de doutrina: “O povo de Deus não será enganado pelas ideologias modernas, o Evangelho de Cristo Jesus é glorioso e não aplaude nossos erros, ao contrário, pede que renunciemos aos nossos pecados. Leonardo Gonçalves abandonou a sã doutrina e está a serviço dos paradigmas da militância LGBT dentro da igreja cristã”.
Fonte: Gospel+Justiça autoriza detento com tornozeleira eletrônica a frequentar igreja no DF
Homem cumpre pena em regime domiciliar pelo crime de tráfico de drogas.
A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) autorizou que um detento que cumpre pena em regime domiciliar frequente a igreja. O preso usa tornozeleira eletrônica e vai poder ir a cultos religiosos duas vezes por semana.
De acordo com a decisão, divulgada nesta terça-feira (21) pelo TJDFT, o homem foi condenado a seis anos e seis meses de reclusão pelo crime de tráfico de drogas. Parte da pena foi cumprida em regime fechado e, em maio de 2021, ele progrediu ao semiaberto.
“O benefício foi concedido diante da comprovada vulnerabilidade dos três filhos menores e do enteado dele, portador de hidrocefalia congênita”, informou o TJDFT.
Inicialmente, a Justiça negou o pedido do preso para ampliar o raio de abrangência da tornozeleira eletrônica para que ele pudesse participar dos cultos. No entanto, ele recorreu e foi contemplado.
No processo, o detento disse que queria frequentar a Igreja Assembleia de Deus que fica perto da casa dele. Ele citou os direitos à assistência religiosa ao preso e a participação em atividades que permitam o retorno ao convívio social.
De acordo com o processo, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Procuradoria de Justiça do DF manifestaram pelo provimento parcial do recurso, para que sejam autorizadas as idas aos cultos por, no máximo, duas vezes na semana. Na decisão, a Justiça levou em consideração o direito à assistência religiosa previsto em lei.
“Não consiste em óbice ao direito de assistência religiosa o fato de o penitente se encontrar em cumprimento de pena em prisão domiciliar humanitária, sobretudo quando submetido à monitoração eletrônica, instrumento que permite o controle de horário do condenado e a delimitação da área percorrida”, diz a decisão.
Desta forma, o colegiado autorizou a ampliação da rota do deslocamento do sistema de monitoração eletrônica, para abranger o caminho e os horários do culto do detento. Ele poderá frequentar os cultos às terças-feiras e aos domingos, das 19h30 às 21h30.
Fonte: G1 via Folha Gospel
sábado, 12 de março de 2022
“Eu sou e sempre fui um cantor cristão”, se defende Leonardo Gonçalves
O cantor Leonardo Gonçalves reagiu à repercussão de sua participação em ato com Caetano Veloso
Após repercussão – incluindo muitas críticas – por sua participação no Ato pela Terra, o cantor Leonardo Gonçalves reagiu com um desabafo nas redes sociais sobre “rótulos” que lhe são atribuídos.
O cantor integrou o grupo de artistas que militaram em favor das terras indígenas, em um ato liderado por Caetano Veloso.
Leonardo iniciou uma sequência de posts no Twitter dizendo que uma de suas maiores lutas pessoais é pelo “direito de ter o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão”.
– Uma de minhas maiores lutas pessoais hoje em dia é pelo direito de ter sobre mim (e meu trabalho) o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão. Eu sou – e sempre fui! – um cantor gospel/evangélico/cristão. Ou como eu gostava de me definir: um cantor brasileiro de música religiosa – escreveu.
Na visão do artista, o título de gospel, evangélico ou cristão lhe é negado pelo fato de ele defender pautas consideradas progressistas.
– Querem me negar o título de gospel/evangélico/cristão não por algum aparente problema moral ou escândalo; tampouco por questões teológicas e/ou espirituais; mas unicamente por eu defender pautas de direitos humanos (em especial antirracistas) e de proteção ambiental.
O cantor também compartilhou as estatísticas do vídeo com o trecho de seu discurso na manifestação, que foi postado em seu perfil no Instagram. De acordo com os dados, dentre quase 400 mil visualizações, cerca de 159 mil foram de usuários que não lhe seguem.
– Bem-vindos ao evangelicalismo brasileiro de 2022 – finalizou.
Fonte: Pleno News





quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
Silas Malafaia diz que presença de Ciro Gomes em culto evangélico é “hipocrisia”
Silas Malafaia ainda fez piada da aliança entre Ciro Gomes e Cabo Daciolo.
O pastor Silas Malafaia criticou, nesta terça-feira, 1º, a ida de Ciro Gomes (PDT) e do ex-deputado e ex-presidenciável Cabo Daciolo a um culto em Fortaleza no domingo.
Segundo Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, um dos principais aliados de Jair Bolsonaro (PL), políticos do espectro progressistas e até fora dele se aproximam do cidadão evangélico por conveniência eleitoral. Sobraram ataques até para Sergio Moro (Podemos) e para Manuela D’Avila (PCdoB).
"Não é só o Ciro [que faz campanha em igreja], não. É Moro. É aquela do PCdoB do Rio Grande do Sul que o nome me falhou à memória. Vamos começar a temporada da hipocrisia. Gente que não crê, gente que nunca teve em igreja evangélica, só em época de eleição, fazendo graça. É uma vergonha".
Malafaia ainda fez piada da aliança entre Ciro e Daciolo, que é evangélico e, apesar de ainda não ter se filiado oficialmente ao PDT, promete ajudar na campanha do pedetista.
O pastor ironizou as interações que Daciolo faz com a torcida de seu seu time de futebol, o Vasco da Gama. Em 2018, quando era presidenciável, ele "previu" que o clube não seria rebaixado para segunda divisão do campeonato brasileiro. E, realmente, não foi naquele ano. A queda, contudo, viria em 2020.
"Eu fico com vergonha de ver essas fotos [de Ciro e Daciolo no culto]. Ainda mais de saber quem o levou. Eu tenho que rir mais ainda. É o cara que disse que o Vasco seria campeão e que não seria rebaixado. Tem que rir mesmo", disse.
Fonte: Com informações de Veja e CN7 via Folha Gospel
quarta-feira, 26 de maio de 2021
Justiça mantém decisão que proibiu delegado de frequentar congregação religiosa
Por unanimidade, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus impetrado por um delegado de polícia contra decisão judicial que o proibiu de frequentar os eventos e rituais de uma igreja mórmon, sob pena de multa de R$ 10 mil para cada ato de descumprimento.
O delegado e sua esposa foram acusados de comportamento agressivo e desrespeitoso com o líder e outros membros de um ramo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, sediado em Vitória da Conquista (BA). O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) confirmou a tutela antecipada requerida pela entidade religiosa com o objetivo de impedir o acesso do delegado.
No habeas corpus apresentado ao STJ, o delegado alegou que houve a perda de objeto da ação movida pela igreja, ilegitimidade ativa da autora e constrangimento ilegal decorrente da decisão impugnada, a qual teria cerceado seu direito de locomoção, ao impedi-lo de entrar na congregação.
Ameaças
Ao negar o habeas corpus, o relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, explicou não haver constrangimento ilegal na decisão da Justiça da Bahia.
“A decisão está concretamente fundamentada nas provas apresentadas e se revela proporcional à gravidade dos fatos, os quais demonstraram que o comportamento do réu estava trazendo sérios riscos à integridade física e psíquica dos integrantes da igreja”, explicou.
O magistrado frisou que, nos autos, há relatos de que o delegado, que possui porte de arma de fogo devido à sua profissão, “chegou a apontar a arma e ameaçar um líder religioso da referida congregação, após o encerramento de um culto, na frente de diversas pessoas, inclusive crianças”.
Bellizze informou que os fatos deram origem a três ações penais, para apuração de dois crimes de ameaça e um de injúria, além de ter sido instaurado procedimento administrativo disciplinar na Corregedoria da Polícia Civil da Bahia, a fim de apurar os eventos ocorridos no templo religioso.
Liberdade de culto
“Embora a Constituição da República de 1988 consagre a liberdade de culto religioso como direito fundamental (artigo 5º, inciso VI), vale destacar que não existe direito absoluto no ordenamento jurídico pátrio. Assim, o exercício da liberdade de culto do réu encontra limite no respeito aos demais direitos e garantias fundamentais previstos constitucionalmente, dos quais se destaca o direito à integridade física e psíquica dos demais membros da Igreja, que estava sendo colocado em risco com a presença do paciente na congregação”, afirmou.
O ministro acrescentou que não houve restrição à liberdade de culto do delegado, já que a decisão do TJBA o proibiu apenas de comparecer à unidade religiosa em que ocorreram os fatos, mas não o impediu de frequentar congregação diversa, pertencente à mesma Igreja, como já estaria acontecendo, de acordo com o tribunal estadual.
“Em relação às alegações de perda de objeto e ilegitimidade ativa da associação religiosa autora, não se revela possível a análise pela via estreita do habeas corpus, a qual não comporta dilação probatória, devendo o impetrante impugnar tais matérias pelos meios recursais próprios perante as instâncias ordinárias”, concluiu o relator.
Fonte: STJ via Folha Gospel
.jpeg)



