quarta-feira, 21 de setembro de 2022
Menina de 11 anos grávida pela 2ª vez após estupro fará aborto
quarta-feira, 22 de junho de 2022
“O aborto não elimina o parto”: Líderes comentam caso de menina grávida após estupro
“As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo?”, questionou uma deputada de SC.
O caso de uma menina de Santa Catarina, que foi estuprada aos 11 anos, trouxe de novo à tona a polêmica sobre o aborto. Isso porque a criança foi impedida de interromper a gestação.
A mãe da menina só descobriu a gravidez após 22 semanas (5 meses e meio). A criança foi então encaminhada a um hospital de Florianópolis para que um aborto fosse realizado, mas a equipe médica se recusou, já que as normas internas do hospital permitiam o ato até a 20ª semana. O caso foi parar na justiça.
A juíza responsável pelo caso, Joana Ribeiro Zimmer, concluiu que o aborto de um bebê com 22 semanas seria um homicídio e encaminhou a menina a um abrigo após um pedido da Vara da Infância. Agora ela está sendo duramente criticada por seu posicionamento.
Mas, segundo a juíza, a decisão foi uma medida protetiva para manter a criança longe do agressor e também evitar o aborto de uma gravidez em estágio avançado. Há suspeitas de que o estupro tenha ocorrido dentro da própria casa.
Entenda o caso
O estupro aconteceu no começo do ano, mas quando a mãe descobriu a gravidez já era tarde para a realização de um aborto dentro dos parâmetros da lei, já que o bebê estava em estágio avançado de desenvolvimento.
A mãe alega que realmente estava decidida pelo aborto como forma de proteção à filha, conforme o G1. “Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, disse Joana na decisão.
A juíza ainda explica que o aborto só não foi realizado “porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”.
A magistrada ainda escreveu na decisão que a menina passou por três avaliações médicas recentes e que, em nenhuma delas, falou-se em risco para a saúde da menor.
Por outro lado, a advogada da menina, Daniela Felix, insiste em dizer que já havia uma decisão da Justiça que autorizava o aborto. Porém, como a criança foi encaminhada a um abrigo, isso impediu que a decisão fosse executada.
Na última decisão sobre o caso, nesta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Vale lembrar que a menina agora está em sua 29ª semana de gestação (mais de 7 meses).
Defensores do aborto
A ex-coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo, explica que pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou má formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.
“Vinte e duas semanas e dois dias não faria nenhuma diferença quanto a viabilidade, também, e nem deveria ter sido enviado para um juiz. A lei já autoriza. O hospital credenciado deve obrigatoriamente disponibilizar um médico para realizar o procedimento. Interpretam a lei como querem”, ela disse.
Opinião de pastores e pessoas pró-vida
O pastor André Valadão se manifestou em seu Instagram. Ao ser questionado pelos seus seguidores sobre a decisão da juíza, ele disse que “ela está certíssima”.
“Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, disse.
Depois ele respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha? “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma”, reforçou.
“Uma vida não deve ser assassinada! Não temos este direito. Bate coração, bate uma vida!”, escreveu ainda.
“Os abortistas estão realmente preocupados com a trágica situação da menina grávida aos 11 anos ou vislumbraram apenas mais uma oportunidade de disseminar a defesa do assassinato intrauterino?”, questionou também a deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo.
Segundo a deputada, tanto o parto quanto o aborto são traumáticos para uma criança de 11 anos que já sofreu também com o trauma do estupro. “Um aborto não elimina o parto. Um aborto não é mágica que faz o bebê sumir”, considerou.
Após o aborto, ela continuou explicando, que o bebê deverá ser retirado morto de dentro da menina. “Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, detalhou.
“As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, lançou as perguntas.
Juíza se retira do caso
Após a repercussão do caso, Joana Ribeiro Zimmer disse que não se manifestará sobre a audiência realizada e que as informações “foram vazadas de forma criminosa”.
Ela explicou que o caso tramita em segredo de justiça e que busca garantir a devida proteção integral à criança. Em seguida, informou que está deixando o caso, pois foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, conforme informações do G1.
Ela disse ainda que aceitou a promoção e o convite que havia sido feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal da Justiça disse, na última quarta-feira (15), que “a juíza recebeu a promoção por merecimento”.
“Com o julgamento do STF pelo não reconhecimento do direito ao esquecimento, qualquer manifestação sobre o assunto à imprensa poderá impactar ainda mais e para sempre a vida de uma criança. Por essa razão, seria de extrema importância que esse caso continue a ser tratado pela instância adequada, ou seja, pela Justiça, com toda a responsabilidade e ética que a situação requer e com a devida proteção a todos os seus direitos e garantias constitucionais”, a juíza escreveu em nota.
Fonte: Guiame
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Menina paralítica é curada ao cantar o hino da harpa "Cristo, cura sim"
Aos 3 anos, Lindaura se lembrou do hino número 7 da Harpa Cristã e creu que Jesus poderia lhe curar.
Neste ano, a Igreja brasileira comemora os 100 anos da Harpa Cristã, a coletânea de louvores congregacionais que passou por gerações e conquistou o coração dos cristãos no Brasil.
Considerada como música sacra, os hinos de autoria de compositores estrangeiros e brasileiros, têm sido protagonistas de muitos testemunhos sobrenaturais. É o caso de Lindaura Moreira de Figueiredo Santos, do Rio de Janeiro.
Lindaura nasceu em uma família cristã e, aos oito meses, já dava seus primeiros passos. Porém, mais tarde, ela foi diagnosticada com poliomielite e parou de andar.
Os pais, André e Josefa Moreira Figueiredo, viveram momentos de angústia e dor com a doença da filha.
Sem muitas opções de tratamento na época, a menina perdeu seus movimentos e ficou paralítica. Quando Lindaura tinha 3 anos, a mãe a levou a um tratamento de fototerapia, na esperança que a saúde da filha melhorasse.
(Foto: Site Harpa Cristã).
Em um dia de tratamento, a menina se recusava a sair para mais uma sessão e disse para a mãe que não queria ir.
Mesmo com pouca idade, Lindaura se lembrou do hino número 7 da Harpa Cristã, chamado “Cristo cura sim”, e começou a cantar para a mãe: “Cristo cura, sim/ Cristo cura, sim/Seu amor por nós é imenso/ Ele cura, sim!”.
Com a fé pura de uma criança, ela disse: “Mãe, Cristo não cura?”. E continuou cantando. “Virei para minha mãe e pedi para chamar o irmão Zé para orar”, lembrou Lindaura, em entrevista ao site Harpa Cristã.
A fé pura de uma criança
O “irmão Zé” se tratava do presbítero José, da igreja onde a família congregava, a Assembleia de Deus em Bayeux, na Paraíba.
O pedido da menina foi atendido e José foi até sua casa. “Galeguinha (porque eu era loiríssima) você crê que Cristo cura sim? Então vamos orar”, disse ele.
“Após a oração, o milagre aconteceu. Aleluia! Me lembro disso chorando. Ele olhou para mim e disse: ‘Levanta e anda!’”, testemunhou Lindaura.
No mesmo instante, a menina foi curada, se levantou e começou a andar novamente. “Nunca mais parei. Naquele dia, Deus me curou da poliomielite! É por isso que eu amo andar e falar de Jesus!”, declarou a cristã.
Hoje, com 59 anos, Lindaura é grata por ter conhecido Jesus e os hinos da Harpa Cristã desde sua infância.
Ao lado do esposo, o pastor Ozéias Moreira dos Santos, ela lidera a igreja Assembleia de Deus, no bairro Dona Branca em Queimados (RJ).
Fonte: Guiame
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Mulher tenta esganar menina em banheiro de igreja e alega possessão demoníaca
Uma menina foi alvo de uma tentativa de homicídio dentro de uma igreja na cidade de Contagem (MG).
Uma mulher que estava nas dependências do templo tentou esgana-la e alegou estar possuída pelo demônio.
O caso foi registrado no último sábado, 13 de novembro, na Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) do bairro Jardim Laguna, em Contagem, cidade que integra a região metropolitana de Belo Horizonte.
Por volta das 10h45, uma menina frequentadora da igreja, foi ao banheiro e chegando lá se deparou com a agressora, de 37 anos, que a agarrou e tentou esgana-la. Aos gritos, a criança pediu socorro.
Quando a mãe chegou ao banheiro, encontrou a filha assustada dizendo que a mulher havia agarrado seu pescoço. A Polícia Militar foi acionada e informou que o pescoço da menina havia ficado com marcas de dedo da tentativa de esganadura.
Ao ser levada pela delegacia, a mulher acusada afirmou que foi possuída por uma entidade maligna que teria ordenado que ela matasse a menina, e por isso realizou o ataque, segundo informações do portal O Tempo.
Não foram divulgadas informações sobre a identidade da mulher que alegou a possessão demoníaca, tão pouco se ela era frequentadora ou visitante da IASD onde a tentativa de homicídio ocorreu.
Fonte: Gospel+
quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Menina de 11 anos é abusada por idoso com permissão do pai
Testemunhas contam que abusador dava dinheiro ao pai da criança
Um homem de 74 anos foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (18), por abusar sexualmente de uma menina de 11 anos, em Carapicuíba, no estado de São Paulo. De acordo com reportagem da RecordTV, os estupros aconteciam com a permissão do pai da vítima.
Vizinhos relataram que já vinham desconfiando dos abusos há mais de um mês. Eles chegaram a filmar a criança na companhia do agressor, que é aposentado. Ainda segundo eles, a menina ia à casa do abusador quase todos os dias.
Já nesta semana, um vizinho conseguiu flagrar, por meio de uma abertura no muro, a criança sentada no colo do criminoso. Foi então que populares arrombaram o portão do imóvel e resgataram a menina, que estava assustada e chorando.
Questionada pelas testemunhas se o homem estava abusando dela, a vítima confirmou.
À polícia, os vizinhos afirmaram que o pai da criança tem problemas mentais e recebia dinheiro do criminoso para que pudesse cometer os abusos. A mãe da criança já morreu.
O pai foi levado para prestar depoimento, mas foi liberado. Ele não retornou para casa após o interrogatório.
Fonte: Pleno News






