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quarta-feira, 22 de junho de 2022

“O aborto não elimina o parto”: Líderes comentam caso de menina grávida após estupro



“As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo?”, questionou uma deputada de SC.


O caso de uma menina de Santa Catarina, que foi estuprada aos 11 anos, trouxe de novo à tona a polêmica sobre o aborto. Isso porque a criança foi impedida de interromper a gestação.

A mãe da menina só descobriu a gravidez após 22 semanas (5 meses e meio). A criança foi então encaminhada a um hospital de Florianópolis para que um aborto fosse realizado, mas a equipe médica se recusou, já que as normas internas do hospital permitiam o ato até a 20ª semana. O caso foi parar na justiça.

A juíza responsável pelo caso, Joana Ribeiro Zimmer, concluiu que o aborto de um bebê com 22 semanas seria um homicídio e encaminhou a menina a um abrigo após um pedido da Vara da Infância. Agora ela está sendo duramente criticada por seu posicionamento. 

Mas, segundo a juíza, a decisão foi uma medida protetiva para manter a criança longe do agressor e também evitar o aborto de uma gravidez em estágio avançado. Há suspeitas de que o estupro tenha ocorrido dentro da própria casa.

Entenda o caso

O estupro aconteceu no começo do ano, mas quando a mãe descobriu a gravidez já era tarde para a realização de um aborto dentro dos parâmetros da lei, já que o bebê estava em estágio avançado de desenvolvimento. 

A mãe alega que realmente estava decidida pelo aborto como forma de proteção à filha, conforme o G1. “Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, disse Joana na decisão.

juíza ainda explica que o aborto só não foi realizado “porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”.

A magistrada ainda escreveu na decisão que a menina passou por três avaliações médicas recentes e que, em nenhuma delas, falou-se em risco para a saúde da menor. 

Por outro lado, a advogada da menina, Daniela Felix, insiste em dizer que já havia uma decisão da Justiça que autorizava o aborto. Porém, como a criança foi encaminhada a um abrigo, isso impediu que a decisão fosse executada. 

Na última decisão sobre o caso, nesta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Vale lembrar que a menina agora está em sua 29ª semana de gestação (mais de 7 meses). 

Juíza Joana Ribeiro Zimmer. (Foto: Agência Alesc/Lar Legal Tijucas)

Defensores do aborto

A ex-coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo, explica que pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou má formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.

Vinte e duas semanas e dois dias não faria nenhuma diferença quanto a viabilidade, também, e nem deveria ter sido enviado para um juiz. A lei já autoriza. O hospital credenciado deve obrigatoriamente disponibilizar um médico para realizar o procedimento. Interpretam a lei como querem”, ela disse.

Opinião de pastores e pessoas pró-vida

O pastor André Valadão se manifestou em seu Instagram. Ao ser questionado pelos seus seguidores sobre a decisão da juíza, ele disse que “ela está certíssima”. 

Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, disse. 

Depois ele respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha? “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma”, reforçou.

Uma vida não deve ser assassinada! Não temos este direito. Bate coração, bate uma vida!”, escreveu ainda. 

Os abortistas estão realmente preocupados com a trágica situação da menina grávida aos 11 anos ou vislumbraram apenas mais uma oportunidade de disseminar a defesa do assassinato intrauterino?”, questionou também a deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo.

Segundo a deputada, tanto o parto quanto o aborto são traumáticos para uma criança de 11 anos que já sofreu também com o trauma do estupro. “Um aborto não elimina o parto. Um aborto não é mágica que faz o bebê sumir”, considerou.

Após o aborto, ela continuou explicando, que o bebê deverá ser retirado morto de dentro da menina. “Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, detalhou. 

As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, lançou as perguntas. 

Juíza se retira do caso

Após a repercussão do caso, Joana Ribeiro Zimmer disse que não se manifestará sobre a audiência realizada e que as informações “foram vazadas de forma criminosa”. 

Ela explicou que o caso tramita em segredo de justiça e que busca garantir a devida proteção integral à criança. Em seguida, informou que está deixando o caso, pois foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, conforme informações do G1. 

Ela disse ainda que aceitou a promoção e o convite que havia sido feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal da Justiça disse, na última quarta-feira (15), que “a juíza recebeu a promoção por merecimento”.

Com o julgamento do STF pelo não reconhecimento do direito ao esquecimento, qualquer manifestação sobre o assunto à imprensa poderá impactar ainda mais e para sempre a vida de uma criança. Por essa razão, seria de extrema importância que esse caso continue a ser tratado pela instância adequada, ou seja, pela Justiça, com toda a responsabilidade e ética que a situação requer e com a devida proteção a todos os seus direitos e garantias constitucionais”, a juíza escreveu em nota.

Fonte: Guiame

sábado, 11 de abril de 2020

Sarah Farias passa por cesárea e bebê vai à UTI: Estamos bem

Cantora falou sobre a situação nas redes sociais e pediu orações

A cantora Sarah Farias informou através de suas redes sociais que foi submetida a uma cesárea de emergência, na sexta-feira (10), para realizar o parto da pequena Aurora após um exame mostrar uma alteração nas artérias uterinas.
Meus queridos no último exame de Doppler da Aurora foi percebida uma alteração nas artérias uterinas e por isso precisamos de uma cesárea de emergência – escreveu.
Por conta da situação, Aurora precisou ser encaminhada para a UTI, mas, segundo Sarah, ela está bem. A cantora ressaltou que seu quadro de saúde também é bom e pediu orações pelas duas.
Estamos bem e precisando das orações. Obrigada pelo carinho de vocês – declarou.
Sarah disse ainda que Aurora apresenta um quadro estável, mas sem previsão de alta da UTI. Até a próxima segunda-feira (13), a bebê deve fazer alguns exames por conta de complicações detectadas no coração.
A gente já sabia dessas complicações, mas ela estava bem e crescendo até que o Doppler deu alterado e tivemos que passar pela cesárea com 34 semanas. Cremos que Deus está conosco e fará a sua perfeita e soberana vontade – completou.
Fonte: Pleno News

sábado, 1 de outubro de 2016

Pai emociona internautas ao consagrar filha após o parto

Casal não poderia ter filhos, mas Deus operou um milagre

O nascimento de um filho é um momento emocionante e o nascimento de Anna Clara, filha do casal Flávia Afonso e Marcos Vinícius não foi diferente.
Pelas redes sociais o vídeo do nascimento da criança tem feito grande sucesso, pois além da emoção de vermos uma criança nascer, somos impactados com a oração que o pai faz assim que recebe a pequena nos braços.
Anna Clara nasceu em 2011, mas o vídeo de nascimento tem feito sucesso agora no Facebook, sendo compartilhado milhares de vezes.
Ao pegar a pequena no colo, Marcos ergue-a para os céus e ora: “Te apresento e consagro a ti nessa hora, Jesus, a Anna Clara, a sua serva. Que possa enchê-la de unção, intrepidez, ousadia, que possa abençoá-la muitíssimo, alargar suas fronteiras, apartá-la de todo mal.”
A oração não termina aí. Quem vê o vídeo até o final ouve o pai pedindo que as mãos de Deus estejam sempre com sua filha. “Que as Tuas potentes mãos sejam sempre com ela, pai. Em nome de Jesus, que ela seja cheia do Teu Espírito Santo”.
Marcos agradece a Deus pela vida da filha, pois o casal não podia ter filhos. “Eu e a mãe dela Te agradecemos por essa benção, em nome de Jesus, porque ela é um milagre. Saber que não poderíamos tê-la, mas o Senhor nos concedeu essa benção. Te agradecemos em nome de Jesus. Amém! ”, finalizou.
O vídeo dessa oração foi visto mais de 3,7 milhões de vezes.

Fonte: Gospel Prime

Assista:


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