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sábado, 12 de março de 2022

“Eu sou e sempre fui um cantor cristão”, se defende Leonardo Gonçalves


O cantor Leonardo Gonçalves reagiu à repercussão de sua participação em ato com Caetano Veloso

Após repercussão – incluindo muitas críticas – por sua participação no Ato pela Terra, o cantor Leonardo Gonçalves reagiu com um desabafo nas redes sociais sobre “rótulos” que lhe são atribuídos.

O cantor integrou o grupo de artistas que militaram em favor das terras indígenas, em um ato liderado por Caetano Veloso.

Leonardo iniciou uma sequência de posts no Twitter dizendo que uma de suas maiores lutas pessoais é pelo “direito de ter o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão”.

– Uma de minhas maiores lutas pessoais hoje em dia é pelo direito de ter sobre mim (e meu trabalho) o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão. Eu sou – e sempre fui! – um cantor gospel/evangélico/cristão. Ou como eu gostava de me definir: um cantor brasileiro de música religiosa – escreveu.

Na visão do artista, o título de gospel, evangélico ou cristão lhe é negado pelo fato de ele defender pautas consideradas progressistas.

– Querem me negar o título de gospel/evangélico/cristão não por algum aparente problema moral ou escândalo; tampouco por questões teológicas e/ou espirituais; mas unicamente por eu defender pautas de direitos humanos (em especial antirracistas) e de proteção ambiental.

O cantor também compartilhou as estatísticas do vídeo com o trecho de seu discurso na manifestação, que foi postado em seu perfil no Instagram. De acordo com os dados, dentre quase 400 mil visualizações, cerca de 159 mil foram de usuários que não lhe seguem.

– Bem-vindos ao evangelicalismo brasileiro de 2022 – finalizou.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Igreja é invadida por militantes que impedem realização da Missa e vereador petista é apontado como líder do ataque


A Igreja do Rosário em Curitiba, foi alvo de um ataque neste domingo (06/02) por militantes de esquerda que impediram o início da Missa e agrediram verbalmente os idosos presentes. O vereador Renato Freitas, do Partido dos Trabalhadores, foi apontado como um dos líderes da invasão.

A denúncia foi publicada nas redes sociais pelo vereador Eder Borges (PSD/PR) que promete representar contra o petista na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Curitiba já nesta segunda-feira (07/02).

Um vídeo gravado durante a invasão mostra os militantes de esquerda entrando na Igreja do Rosário e aterrorizando os fiéis que rezavam à espera do começo da Missa.

Na falta de justificativa para a barbárie, os militantes de esquerda utilizaram como motivação para o ataque o assassinato do imigrante congolês Moïse Kabagambe, na cidade do Rio de Janeiro, sem explicar que relação os idosos que aguardavam a Missa e a Igreja teriam com o crime.

O vereador Renato Freitas aparece inflamando a militância dentro da igreja. Imagem:
Reprodução do YouTube.

O vereador petista Renato Freitas tem dedicado seu mandato a ataques aos evangélicos, às forças policiais e agora, incluiu a Igreja Católica no rol de seus alvos.

Os templos religiosos – sobretudo católicos – têm sido alvo constante de militantes de esquerda em várias países da América Latina, como Chile, Colômbia, Argentina e México, mas no Brasil ainda não havia um episódio relevante deste método de terror.

Fonte: Nova Iguaçu 24h

Veja o vídeo do ataque:

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