sábado, 19 de novembro de 2022
Kleber Lucas lança música gospel com Caetano Veloso
segunda-feira, 25 de abril de 2022
Justiça mantém absolvição de Marco Feliciano por chamar Caetano Veloso de pedófilo
Em 2017 Marco Feliciano disse que Caetano Veloso cometeu pedofilia
A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a absolvição do deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) na ação em que o pastor era acusado pelo cantor e compositor Caetano Veloso de cometer crimes de calúnia, difamação e injúria.
O acórdão foi publicado nesta quarta-feira (20/4).
O caso começou no ano de 2017, quando Marco Feliciano disse que Caetano Veloso cometeu pedofilia contra a esposa Paula Lavigne, pois o casal teria tido a primeira relação sexual quando ela tinha 13 anos, e ele, 40.
Em 2018, durante entrevista concedida a uma rádio, o deputado federal declarou: "Eu questionei ele [Caetano Veloso] – uma pessoa pública, uma pessoa em que as pessoas se espelham – e ele pontuou, com requintes de orgulho, que fez sexo com uma menina de 13 anos. Hoje, a lei diz que isso é crime".
Em 9 de setembro de 2021, a 6ª Vara Criminal de Brasília rejeitou as queixas-crime apresentadas por Caetano Veloso e absolveu o deputado. O cantor recorreu e alegou que "travestir o debate político em discurso de ódio é a prática recente que mais tem contribuído para tornar a política um campo de intolerância e violência".
Mas o relator do caso, desembargador do TJDFT Asiel Henrique de Sousa, entendeu que as falas de Feliciano "estão inseridas em contexto de debate público que se travou à época". "A prova dos autos não demonstra a presença do elemento subjetivo dos tipos penais de injúria ou de difamação", afirmou. Os demais desembargadores votaram com Sousa.
Fonte: Metrópoles via Folha Gospel
sábado, 12 de março de 2022
“Eu sou e sempre fui um cantor cristão”, se defende Leonardo Gonçalves
O cantor Leonardo Gonçalves reagiu à repercussão de sua participação em ato com Caetano Veloso
Após repercussão – incluindo muitas críticas – por sua participação no Ato pela Terra, o cantor Leonardo Gonçalves reagiu com um desabafo nas redes sociais sobre “rótulos” que lhe são atribuídos.
O cantor integrou o grupo de artistas que militaram em favor das terras indígenas, em um ato liderado por Caetano Veloso.
Leonardo iniciou uma sequência de posts no Twitter dizendo que uma de suas maiores lutas pessoais é pelo “direito de ter o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão”.
– Uma de minhas maiores lutas pessoais hoje em dia é pelo direito de ter sobre mim (e meu trabalho) o rótulo/selo de gospel/evangélico/cristão. Eu sou – e sempre fui! – um cantor gospel/evangélico/cristão. Ou como eu gostava de me definir: um cantor brasileiro de música religiosa – escreveu.
Na visão do artista, o título de gospel, evangélico ou cristão lhe é negado pelo fato de ele defender pautas consideradas progressistas.
– Querem me negar o título de gospel/evangélico/cristão não por algum aparente problema moral ou escândalo; tampouco por questões teológicas e/ou espirituais; mas unicamente por eu defender pautas de direitos humanos (em especial antirracistas) e de proteção ambiental.
O cantor também compartilhou as estatísticas do vídeo com o trecho de seu discurso na manifestação, que foi postado em seu perfil no Instagram. De acordo com os dados, dentre quase 400 mil visualizações, cerca de 159 mil foram de usuários que não lhe seguem.
– Bem-vindos ao evangelicalismo brasileiro de 2022 – finalizou.
Fonte: Pleno News





terça-feira, 14 de setembro de 2021
Marco Feliciano ganha ação judicial movida por Caetano Veloso
O deputado e pastor Marco Feliciano (Republicanos-SP) ganhou a ação judicial movida pelo cantor Caetano Veloso. O cantor tinha acusado o parlamentar de injúria, difamação e calúnia, mas não teve as queixas acatadas pelo juiz Nelson Ferreira Junior, do TJDF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal).
Além disso, Caetano foi condenado a pagar R$ 6 mil em honorários para os advogados de Feliciano. O músico sentiu que teve sua imagem prejudicada quando o pastor o acusou de estupro de vulnerável e o chamou de “pedófilo”.
Em 2017, o deputado escreveu no Twitter: “Por que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não pede a prisão de Caetano Veloso? Estupro é crime imprescritível”. A vítima em questão seria Paula Lavigne, que teria começado a se relacionar com o cantor quando ela tinha 13 anos, e ele, 40.
Notificado que o músico buscaria uma ação legal, Feliciano foi novamente às redes sociais: “Todos nós sabemos que isso é crime, isso é estupro de vulnerável, isso é pedofilia e o Caetano se incomodou com isso e mandou uma notificação extrajudicial”.
A equipe jurídica de Caetano ressaltou no processo que os supostos ataques do deputado continuam públicos nas redes sociais. O pastor voltou a repetir essas falas meses depois, já em 2018, em um programa de rádio.
O juiz, no entanto, não reconheceu elementos que comprovem crime contra a honra do músico, inclusive falou que Feliciano fez “exercício legítimo da liberdade de criticar” e o absolveu.
O processo tinha passado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, quando o deputado tentou conseguir foro especial pelo seu cargo. Como as declarações foram feitas fora do ambiente em que Feliciano é parlamentar, o pedido foi negado.
A decisão de hoje levou em consideração a condição financeira de Caetano, “renomado cantor, conhecido, inclusive, internacionalmente”, e o condenou a pagar R$ 3 mil em cada ação movida contra o parlamentar tratando desse caso. Como eram duas, o músico pode chegar a pagar R$ 6 mil.
O parlamentar comemorou a decisão no Twitter.
Fonte: UOL via Folha Gospel
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Clipe de Daniela Mercury que critica a ministra Damares tem quase o triplo de deslikes
Contando com a participação de Caetano Veloso, o single "Proibido o Carnaval" faz uma crítica à ministra Damares Alves.
Fonte: Guiame








