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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Temida tribo de “quebradores de crânios” é alcançada pelo Evangelho, na Amazônia

Há diversos povos indígenas vivendo no Brasil. Muitos já foram alcançados pelo Evangelho de Jesus Cristo, tendo a oportunidade de evoluir moralmente suas concepções de mundo e abandonar algumas práticas terríveis, como o infanticídio.
Apesar dos avanços missionários, algumas tribos continuam muito fechadas ao Evangelho, e uma delas era a "Skull Splitter", conhecida em português como “Rachadores de Crânios”.
Entretanto, segundo informações de Larry Buckman, um experiente missionário da Renew Outreach, a realidade espiritual dessa tribo mudou radicalmente, após os anciãos do grupo decidirem enviar cinco dos seus membros para encontrar os missionários, a fim de saber mais a respeito do "Filho de Deus".
"Eles enviaram cinco caras", disse o missionário. "Por que eles decidiram caminhar 10 dias direto para o norte para encontrar alguém? Eles não tinham como saber que havia alguém lá em cima [em outra região]. É claro que o Espírito Santo estava liderando eles."
"À noite eles ficavam possuídos por demônios, batiam em suas esposas e abriam suas cabeças com seus porretes".
"Homem mais velho da tribo a teve em primeiro lugar. Se ela deixar o jovem tê-la em primeiro lugar, ela a espancará", relatou Bob, um missionário que encontrou a tribo há mais de 50 anos atrás.
Ele contou a Larry o que viu em seu encontro, explicando que a tradição da tribo era espancar às mulheres que tinham relações sexuais com seu pretendente a casamento, antes de fazer sexo com o líder da tribo.
"Eles quase nos mataram", disse Bob. Porém, os cinco membros da tribo chegaram ao rio Palimi-ú em setembro de 2012 e lá encontraram os missionários Paul e Bethany, que já viviam na região há 14 anos, estudando o idioma local e traduzindo o Novo Testamento.
Apesar do encontro assustador, os missionários logo perceberam que o motivo da viagem era outro. "Estamos cansados ​​de viver da maneira que sempre vivemos", disseram a Paul e Bethany um dos indígenas, segundo o Christian Post.
"Nós estamos matando pessoas e nos drogando. Queremos viver uma vida diferente. Alguém nos contou sobre o Filho de Deus. Você sabe quem é?", perguntou eles. Desde então os homens ouviram sobre o Evangelho, foram batizados em seguida e levaram às Boas Novas aos demais da tribo.
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 26 de março de 2018

Feiticeiros se rendem a Jesus e tribo deixa de fazer sacrifícios de crianças em Uganda


Com a visita de missionários brasileiros, uma tribo de Uganda reconheceu Jesus Cristo e viveu uma grande transformação

A cidade africana de Kasese, a oeste de Uganda, é composta por tribos que há anos vêm realizando uma das práticas mais assombrosas da magia negra: o sacrifício humano de crianças e adolescentes.
Movido pelo forte desejo de mudar essa realidade, o pastor Joel Engel visitou a região com uma equipe durante a implementação do Projeto Daniel no país. Esta área abriga os povos pigmeus, canibais e feiticeiros que prestam culto literalmente a Satanás.
"Esse é o lugar mais endemoniado da terra. Ali se encontram três reinos e três demônios que se materializam — as pessoas os veem. Para eles, o Diabo é real", disse Engel em entrevista ao Guiame, que também acompanhou a viagem missionária.
Quando chegaram no local, que faz parte do Reino de Rwenzururu, o pastor Engel percebeu seria iniciada uma intensa batalha espiritual. "Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]", relata.
Diante de autoridades e representantes dos reinos da região, Engel começou sua mensagem de maneira diplomática, mas tinha a intenção de denunciar a matança de crianças e adolescentes. "Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir", observa.
Naquele instante, o pastor teve uma visão de Jesus que o deixou impactado. "De repente, eu senti no meu espírito Jesus sorridente dizendo: 'Obrigado por ter vindo'. Eu pensei: 'Como pode Jesus agradecer por termos vindo?' Eu não entendi aquilo. Mas a impressão que eu tive no meu espírito é que Ele estava esperando há muito tempo por aquele momento", ele conta.
"Saber que Jesus estava esperando que eu fosse àquele lugar e dissesse o que eu tinha que dizer, me esquentou. Eu simplesmente fui tomado e sentia vontade apenas de desafiar esse demônio que estava ali se alimentando de crianças há tantos milênios. Uma fúria brotou dentro de mim", lembra o pastor.
Mudando o tom de seu discurso, Engel deixou a diplomacia de lado passou a desafiar a situação daquelas tribos e os demônios a quem elas prestavam culto. "Eu senti que se eu obedecesse a Deus e desafiasse Satanás, nós venceríamos. Se eu quisesse amenizar ou fazer algo democraticamente, nós não sairíamos vivos", relata.
Depois de pregar o Evangelho, Engel abraçou cada um daqueles feiticeiros e afirma que "parecia que nesse aperto os demônios saltavam para fora". "Saindo os demônios daquelas pessoas, elas se tornaram dóceis. Depois daquele momento, parece que todos eles eram amigos", destaca.
Ao final da ministração, cerca de 90% das pessoas que estavam ali dobraram seus joelhos e reconheceram Jesus Cristo como Senhor.
Mudança de reino

Depois que a equipe se retirou de Kasese, as pessoas que dobraram seus joelhos foram torturadas pelo rei. No entanto, seu reinado já estava com os dias contados. "Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar", conta Engel.
O pastor percebeu que essa direção se tratava de Dosweit, um jovem que estava trabalhando como intérprete da equipe de brasileiros. No passado ele foi um dos sacerdotes que sacrificava crianças. Mesmo tendo sangue real e sendo herdeiro do trono da tribo, que é composta por 6 milhões de habitantes, ele fugiu da região após ter uma visão de Jesus.
"Naquele momento, ele foi ungido e perdeu o medo de voltar lá", conta Engel. "Antes de irmos embora, nós o ungimos como rei e o recomendamos para o presidente de Uganda".
Duas semanas depois, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, liberou os documentos necessários e uma escolta armada do exército para Dosweit. Enquanto ele foi reconhecido como rei daquela tribo, o rei antigo foi preso, acusado pela matança de crianças e jovens. "Aquele demônio foi destronado. A partir de agora não tem mais matança de crianças naquele lugar. Se essa fosse a nossa missão, ela já estaria cumprida", declara Engel.
Fonte: CPAD News
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