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terça-feira, 5 de abril de 2022

Centenas enfrentam chuva para se entregar a Jesus, em Uganda


Cruzada evangelística reuniu milhares de pessoas em Kabingo, apesar do mau tempo na região.

Uma cruzada evangélica realizada em 29 de março recebeu centenas de participantes para ouviu a pregação da Bíblia. O evento, que aconteceu no subcondado de Kabingo, distrito de Isingiro, na região oeste de Uganda, foi promovido pelo Daystar International Ministries.

Liderada pelo pastor Nassan Ibrahim Turyamureeba, a cruzada evangelística foi encerrada com 248 pessoas recebendo Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal.

Após a “colheita de almas”, o pastor fez uma declaração onde expressou gratidão a Deus. Ele também ressaltou que o mau tempo, e a forte chuva “não conseguiram parar o mover de Deus”.

Cruzada evangelística em Uganda. (Foto: Reprodução / UGCN)

A tempo e fora de tempo, preguemos o Evangelho, sem recuo, sem rendição. A chuva foi demais, mas conseguimos. Aleluia”, declarou o pastor Nassan.

Em outra declaração, o ministério disse que “há uma guerra moral e espiritual pelas almas dos africanos”. Acrescentando, que “esta guerra deve ser travada pela pregação do Evangelho, oração e obediência à Palavra de Deus”.

Pastor Nassan Ibrahim Turyamureeba pregando na cruzada. (Foto: Reprodução / UGCN)

Fonte: Guiame

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Evangelista amarrado para ser queimado vivo foi salvo por amigo cristão


Ele foi perseguido pelos parentes muçulmanos quando se converteu ao cristianismo.

No dia 6 de fevereiro, Malingumu Bruhan, 34 anos, retornou ao distrito de Kaliro, cidade da região leste de Uganda, para o funeral de seu avô, que aconteceu na vila de Muhira.

Havia muito tempo que Malingumu não via seus parentes muçulmanos, desde que se converteu ao cristianismo e se tornou evangelista. Alguns tios o convidaram para ficar e visitar a família. Ele aceitou.

Quando todos os visitantes foram embora, um de seus tios, Ndifakulya Musa, começou a repreendê-lo. "Meu tio me acusou de envergonhá-los ao realizar reuniões evangelísticas cristãs ao ar livre e debates com muçulmanos", contou Malingumu ao Morning Star News.

"Ele me acusou de ser um infiel ao me converter ao cristianismo, e que Alá os recompensaria em Jannah [concepção islâmica do paraíso] se eles me matassem", disse o evangelista ao revelar que ficou calado o tempo todo.

Muito além das ameaças, os parentes entraram em ação. "Meu tio disse que aquele era o momento certo para eu receber o castigo de Alá e que eu deveria ser queimado vivo para que os pássaros comessem depois a minha carne", relatou.

Quanto mais Malingumu permanecia quieto, maior era a raiva dos tios, conforme ele mesmo descreveu. "Eles começaram a me bater enquanto outros pegavam lenha e gasolina para me queimar vivo", disse.

Porém, enquanto os muçulmanos preparavam sua morte, um amigo cristão que também havia abandonado o islã e que acompanhou Malingumu durante o funeral, sentiu falta dele e foi procurá-lo.

Enquanto os tios o arrastaram para trás da casa para matá-lo, um de seus sapatos caiu e o amigo encontrou. "Desconfiado, meu amigo fez vários telefonemas depois de encontrar meu sapato, e todos começaram a me procurar", contou.

Os amigos encontraram Malingumu já amarrado e com lenha à sua volta. "Eles tentaram chamar a polícia, mas meus tios fugiram", lembrou.

Com ferimentos na cabeça, o evangelista foi levado para uma clínica na cidade de Bulumba, depois transferido para outra área não revelada por razões de segurança.

O evangelista que é conhecido em Uganda por seus debates públicos com muçulmanos sobre cristianismo e islamismo, conta que já sofreu 11 tentativas de assassinato. "Pela graça de Deus, superei os ataques planejados pelos muçulmanos", disse.

Seus parentes o condenaram ao ostracismo em 2017, logo após a sua conversão. Ele foi considerado apóstata, acusado de envergonhar a família e, desde então, passou a ser perseguido.

"Na época, quando começaram a me perseguir, tive que dormir na mata e sobrevivi apenas com frutas silvestres durante dois meses", compartilhou.

"Eu confio em Deus para me curar e para me proteger. A igreja tem sido um conforto para mim. Peço orações pela minha recuperação e que os ferimentos em minha cabeça sejam curados em breve, assim poderei continuar com o trabalho de compartilhar Cristo com os perdidos", concluiu.

A tentativa dos parentes de matar o evangelista foi o ataque mais recente de muitos casos de perseguição violenta contra os cristãos em Uganda, que o Morning Star News documentou.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News via Folha Gospel


sábado, 29 de agosto de 2020

Presidente de Uganda decreta Dia de Oração contra pandemia ao ouvir sobre "visão de Deus"


Em um comunicado na quinta-feira (27), o chefe de Estado disse que a decisão foi tomada após ouvir um cidadão.


O presidente de Uganda, Yoweri Museveni, declarou na quinta-feira (27) um dia de orações nacionais para buscar a intervenção divina na luta contra a pandemia de Covid-19.

De acordo com Museveni, a ideia veio de um cidadão não identificado que lhe contou sobre uma “visão” em que ele deveria organizar orações nacionais para ajudar a combater o vírus mortal que infectou mais de 2.600 pessoas e matou 28 outras no país.

"Um ugandense veio até mim e me disse que Deus havia dito a ele em uma visão que eu deveria organizar orações nacionais para Deus nos libertar de Covid-19", disse ele.

De acordo com o presidente, foram enviados convites para que líderes religiosos viessem à Entebbe State House e "orassem junto com Janet e eu quando vocês estivessem assistindo na TV ou ouvindo nas rádios", disse ele.

O evento será realizado sob o tema: "Até agora o Senhor nos ajudou", inspirado em 1Samuel 7:12. O bispo Joshua Lwere será o pregador do dia.

Fiquem em casa e orem

O presidente usou decreto para fazer a decretação. "Portanto, pelos poderes conferidos ao Presidente de Uganda pela Seção 2 (2) da Lei de Feriados Públicos, declaro o dia 29 de agosto de 2020, um dia de orações nacionais e um feriado público. Fiquem em suas casas e orem."

Uganda relatou um baixo número de casos positivos de Covid-19 diários, no entanto, recentemente; começou a relatar um número crescente de casos, especialmente em Kampala, aumentando a preocupação entre as autoridades.

No sábado, o Ministério da Saúde relatou 318 novos casos, o maior aumento único diário do país. Na quarta e quinta-feira, o ministério registrou 98 e 155 casos.

As autoridades ameaçaram reinstaurar medidas estritas, como impor um bloqueio em Kampala e proibir o transporte público, em meio a relatos de cidadãos que desrespeitam os regulamentos de saúde.

Governos recorrendo a orações em uma tentativa de ajudar a resolver o problema da pandemia Covid-19 não são incomuns na África Oriental.

Em março, o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, ofereceu um serviço religioso inter-religioso marcando um dia nacional de oração, uma semana após ter relatado seu primeiro caso de coronavírus.

O presidente da Tanzânia, John Magufuli, cujo país foi criticado por ser lento na imposição de medidas do Covid-19 e pela falta de transparência em sua abordagem à pandemia, certa vez pediu aos cidadãos que rezassem para acabar com o coronavírus.

Em junho, Magufuli declarou o país livre de Covid-19 graças às orações a Deus.

Fonte: Guiame

domingo, 12 de julho de 2020

Uganda não registra mortos pelo Covid-19 e Parlamento agradece a Deus em oração

A Uganda, país situado na África, não registrou nenhuma morte por Covid-19, e isso foi motivo de orações de agradecimento.
Na última quinta feira (9), por exemplo, parlamentares de várias denominações se reuniram em oração durante o início da 5° e última reunião do parlamento.
A oração foi dirigida por Rebeca Kadaga, que é a presidente. Ela disse que além de estar agradecida, porque não houve nenhuma morte por coronavírus, também era grata pelos parlamentares serem tão produtivos em seus trabalhos.
Ela segue confiante e quer pedir ao governo a liberação dos cultos, seguindo todas as precauções necessárias de combate ao vírus.
"O fato de termos nos reunido aqui para orar é um testemunho de que podemos chegar a um acordo para orações científicas nos locais religiosos de culto", disse ela.
Receba também falou da sua gratidão pelo fato das equipes de saúde não esmorecerem e entregarem cada uma o seu trabalho com responsabilidade.
"A maioria dos funcionários trabalha em casa com apenas alguns na estação e entregou excepcionalmente, independentemente das circunstâncias", acrescentou, segundo informações do Parliament.
Mas devido aos bloqueios de algumas regiões, por causa do isolamento, a consultora de gestão do governo, Cecilia Ogwal (FDC, distrito de Dokolo), afirmou que aconteceram várias mortes de outra natureza.
"Perdemos mães grávidas devido a restrições de transporte e as pessoas foram mortas pelo pessoal da Unidade de Defesa Local reprimindo suspeitos de violar as diretrizes de bloqueio pandêmico", disse Ogwal.
As orações também foram focadas na harmonia entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, para que a boa e comunicação permaneça. Quem dirigiu essa oração foi Mary Karooro Okurut, que é o Ministro responsável pelos deveres gerais.
A diretora do gabinete do líder da oposição, Ruth Byoona, orou pelos funcionários públicos, para que permaneçam íntegros em seus ofícios e exerçam com dedicação e responsabilidade.
"Oramos por funcionários públicos que não sejam corruptos, não busquem auto engrandecimento ou procurem usar suas posições para acumular riqueza", destacou.
A Uganda também tem registros de ataques por perseguição religiosa e o fato de seus parlamentares se reunirem para orar em reconhecimento do cuidado de Deus pelo seu povo é um ponto bastante positivo.
Fonte: Gospel+

domingo, 24 de maio de 2020

Pai muçulmano queima filha por se tornar cristã em Uganda


Uma jovem de 25 anos foi queimada pelo próprio pai, depois que ele descobriu sua conversão ao cristianismo.


Rehema Kyomuhendo, 25 anos, estava no leste de Uganda quando ouviu falar sobre Cristo pela primeira vez, por meio de uma estação de rádio. Na ocasião, ela acompanhava seu pai, um sheik muçulmano, em uma viagem de negócios distrito de Mbale.

Eles estavam hospedados na casa de sua tia na vila de Nawuyo, em 4 de maio, quando às 22 horas Rehema telefonou para uma amiga de seu pai, que ela sabia ser cristã.

"Ela me explicou sobre Cristo e o caminho da salvação e eu aceitei Jesus como meu Senhor e Salvador", disse Rehema ao site Morning Star News. "Como ela estava compartilhando Cristo comigo, eu fiquei muito feliz e meu pai ouviu minha alegria e acordou. Ele saiu furiosamente do quarto e começou a me bater com socos, tapas e pontapés".

Seu pai, o sheik Hussein Byaruhanga Husain, do distrito de Mbarara, acordou a gritos sua irmã de 45 anos que estava dormindo em outro quarto, dizendo que sua filha havia se convertido ao cristianismo e que iria matá-la.

Ele então arrebentou um galão, colocou fogo no combustível restante e começou a queimar sua própria filha. Rehema gritou por socorro e sua tia tentou protegê-la.

"Ela levou Rehema para fora da sala junto com um vizinho cristão que chegou", disse uma fonte próxima a jovem. "O vizinho arranjou um táxi que a levou a um hospital e ela recebeu tratamento imediato".

Rehema deve continuar internada no Hospital de Mbale por mais de um mês com queimaduras graves no estômago, na região das costelas, perto do pescoço e em parte das costas, disse a fonte.

"Por favor, ore pela Rehema, para que ela tenha uma recuperação rápida no hospital", pediu.

Rehema e o vizinho não denunciaram o ataque à polícia por temer que seu pai tentasse matá-la, disse ele.

Os casos de perseguição aos cristãos são frequentes no país africano, apesar da Constituição de Uganda prever a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a fé e se converter a outra religião.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 7 de maio de 2020

“A Igreja sairá da pandemia mais forte que antes”, afirma pastor

O pastor Robert Kayanja, filho de um reverendo em Kampala, Uganda, iniciou seu ministério aos 22 anos.
Ele é o pastor sênior da Catedral do Centro de Milagres, uma igreja com mais de 10 mil membros.
Em mais de 36 anos de ministérios, o pastor Kayanja já pregou em mais de 80 nações sempre ministrando sobre o poder de Cristo e seus sinais.
Falando durante o Dia Global de Oração contra a pandemia de coronavírus, na terça-feira (5), o pastor Kayanja disse que a igreja sairá dessa pandemia mais forte do que antes.
"Estamos ficando mais ungidos, quando chegar a hora da Igreja sair, o diabo se arrependerá e desejará que ele nunca tenha parado a Igreja em primeiro lugar", disse ele.
"Agora estamos mais ungidos e mais determinados a derrubar o reino [do diabo]", acrescentou.
Para ajudar a conter a propagação da pandemia de coronavírus, vários países em todo o mundo fecharam todos os edifícios da igreja e incentivaram os fiéis a ter comunhão com suas famílias em casa, além de maximizar plataformas digitais para atividades da igreja, como cultos e oração.

Em Uganda, essa diretiva do chefe de Estado H.E. Yoweri Kaguta Museveni recebeu reações contraditórias, já que alguns líderes sentiram que manter as igrejas abertas seria melhor para confortar as pessoas e evitar o medo do vírus.
O pastor Robert Kayanja comparou o bloqueio nacional aos 40 dias em que Jesus se retirou para o deserto e orou. "Como Jesus se escondeu por 40 dias, meu Pai nesse confinamento, estamos buscando por você", orou.
"Envie avivamento e traga de volta sua Igreja mais poderosa do que nunca", orou ainda.
Dia de oração
O Dia de Oração Global em Uganda foi um evento sem precedentes e baseado em 2 Crônicas 7:14.
Ele permitiu que as multidões em todo o mundo confinadas em suas casas devido às crescentes restrições de viagens e movimentos para impedir a propagação do coronavírus, uma oportunidade de se reunir através do Palavra de Deus.
Em sua participação, o pastor Kayanja pediu aos cristãos que se voltassem ao arrependimento, à guerra espiritual e à intercessão por todos aqueles em todo o mundo cujas vidas foram afetadas pela crise causada pela pandemia.
"Em 2 Crônicas 7:14 diz: 'Se meu povo, chamado pelo meu nome, se humilhar, orar, procurar a minha face e se desviar dos seus maus caminhos; então ouvirei do céu e perdoarei seus pecados, e curarei sua terra.' Não há terra hoje que não precise de cura. Hoje não há pessoa que não precise de perdão. Não existe nação ou governo que não precise ver a face de Deus", disse ele.
Fonte: Guia-me com informações de UG Christian News via Folha Gospel

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Líder muçulmano entra em igreja evangélica e confessa a Cristo: “Eu vim para ser salvo”

O Sheik Muhayideni Siraje Kakooza desafiou a própria tradição religiosa da qual era adepto, para decidir entregar a sua vida para Jesus Cristo publicamente.

No mundo muçulmano, a conversão para qualquer outra religião é considerada uma apostasia digna de punição. Mesmo assim, o agora ex-líder islâmico optou por seguir a Verdade que liberta.
O episódio aconteceu no último dia 20, durante um evento chamado Dias de Glória, conduzido pelo pastor Robert Kayan na capital Kampala, em Uganda.
O templo estava lotado, muitos fiéis adorando o Senhor Jesus, quando subitamente subiu no altar o Sheik Kakooza, acompanhado por alguns obreiros.
O culto estava sendo transmitido ao vivo direto da Catedral Centro dos Milagres. O testemunho de Kakooza foi visto por milhares de pessoas, podendo ter sido visto até por muçulmanos em suas casas.
Kakooza falou por quase 20 minutos, contando que se tornou um Sheik na Arábia Saudita. Ele apresentou documentos comprovando que era o líder de uma mesquita de oração em Masjid Hussein.
"Eu vim para ser salvo", disse Kakooza, ciente dos riscos que estava correndo naquele exato momento. "Se eles quiserem me perseguir, deixe-os fazer isso. Eu decidi receber Jesus", contou o homem, seguro da sua decisão.
"Eu sofri por um longo tempo e agora preciso melhorar a minha vida", disse ele, segundo o UG Christian News, revelando que é um profundo conhecedor do Alcorão, mas que sua vida religiosa não havia lhe trazido a salvação. Ele enfatizou a sua decisão, apesar dos riscos.
Se dirigindo para as câmeras, o ex-muçulmano falou como se fosse para os colegas islâmicos, revelando também que até a sua esposa já o havia abandonado por escolher a Cristo. "Não me importo se você me perseguir. Deixe-me morrer com Jesus. Eu li o Alcorão inteiro, mas isso não me ajudou", disse ele.
Kakooza falou que acompanhava a transmissão dos cultos pela TV, vendo a manifestação de vários milagres. Aos poucos o Espírito Santo de Deus foi trabalhando em seu coração, até que ele decidiu se entregar por completo a Jesus.

Fonte: Gospel+

Assista o momento no vídeo abaixo:

segunda-feira, 26 de março de 2018

Feiticeiros se rendem a Jesus e tribo deixa de fazer sacrifícios de crianças em Uganda


Com a visita de missionários brasileiros, uma tribo de Uganda reconheceu Jesus Cristo e viveu uma grande transformação

A cidade africana de Kasese, a oeste de Uganda, é composta por tribos que há anos vêm realizando uma das práticas mais assombrosas da magia negra: o sacrifício humano de crianças e adolescentes.
Movido pelo forte desejo de mudar essa realidade, o pastor Joel Engel visitou a região com uma equipe durante a implementação do Projeto Daniel no país. Esta área abriga os povos pigmeus, canibais e feiticeiros que prestam culto literalmente a Satanás.
"Esse é o lugar mais endemoniado da terra. Ali se encontram três reinos e três demônios que se materializam — as pessoas os veem. Para eles, o Diabo é real", disse Engel em entrevista ao Guiame, que também acompanhou a viagem missionária.
Quando chegaram no local, que faz parte do Reino de Rwenzururu, o pastor Engel percebeu seria iniciada uma intensa batalha espiritual. "Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]", relata.
Diante de autoridades e representantes dos reinos da região, Engel começou sua mensagem de maneira diplomática, mas tinha a intenção de denunciar a matança de crianças e adolescentes. "Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir", observa.
Naquele instante, o pastor teve uma visão de Jesus que o deixou impactado. "De repente, eu senti no meu espírito Jesus sorridente dizendo: 'Obrigado por ter vindo'. Eu pensei: 'Como pode Jesus agradecer por termos vindo?' Eu não entendi aquilo. Mas a impressão que eu tive no meu espírito é que Ele estava esperando há muito tempo por aquele momento", ele conta.
"Saber que Jesus estava esperando que eu fosse àquele lugar e dissesse o que eu tinha que dizer, me esquentou. Eu simplesmente fui tomado e sentia vontade apenas de desafiar esse demônio que estava ali se alimentando de crianças há tantos milênios. Uma fúria brotou dentro de mim", lembra o pastor.
Mudando o tom de seu discurso, Engel deixou a diplomacia de lado passou a desafiar a situação daquelas tribos e os demônios a quem elas prestavam culto. "Eu senti que se eu obedecesse a Deus e desafiasse Satanás, nós venceríamos. Se eu quisesse amenizar ou fazer algo democraticamente, nós não sairíamos vivos", relata.
Depois de pregar o Evangelho, Engel abraçou cada um daqueles feiticeiros e afirma que "parecia que nesse aperto os demônios saltavam para fora". "Saindo os demônios daquelas pessoas, elas se tornaram dóceis. Depois daquele momento, parece que todos eles eram amigos", destaca.
Ao final da ministração, cerca de 90% das pessoas que estavam ali dobraram seus joelhos e reconheceram Jesus Cristo como Senhor.
Mudança de reino

Depois que a equipe se retirou de Kasese, as pessoas que dobraram seus joelhos foram torturadas pelo rei. No entanto, seu reinado já estava com os dias contados. "Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar", conta Engel.
O pastor percebeu que essa direção se tratava de Dosweit, um jovem que estava trabalhando como intérprete da equipe de brasileiros. No passado ele foi um dos sacerdotes que sacrificava crianças. Mesmo tendo sangue real e sendo herdeiro do trono da tribo, que é composta por 6 milhões de habitantes, ele fugiu da região após ter uma visão de Jesus.
"Naquele momento, ele foi ungido e perdeu o medo de voltar lá", conta Engel. "Antes de irmos embora, nós o ungimos como rei e o recomendamos para o presidente de Uganda".
Duas semanas depois, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, liberou os documentos necessários e uma escolta armada do exército para Dosweit. Enquanto ele foi reconhecido como rei daquela tribo, o rei antigo foi preso, acusado pela matança de crianças e jovens. "Aquele demônio foi destronado. A partir de agora não tem mais matança de crianças naquele lugar. Se essa fosse a nossa missão, ela já estaria cumprida", declara Engel.
Fonte: CPAD News

segunda-feira, 12 de março de 2018

Cristã é envenenada ao comer presente de vizinha muçulmana, em Uganda



Madina recebeu de presente alguns alimentos de sua vizinha e ao comer percebeu que havia sido envenenada.


Uma mulher muçulmana, de Uganda, admitiu ter envenenado intencionalmente uma cristã, mão de cinco crianças, com  comida que havia oferecido de presente. As informações são da Morning Star News.

Nafamba Bongo Madina, a mãe e suas cinco crianças pequenas receberam presentes como açúcar, sal, sabão, caixas de fósforo, amendoim e óleo de cozinha de Taaka Hajira, uma mulher muçulmana que morava na vizinhança, na aldeia de Gayaza.

Madina usou o óleo para preparar um pouco de comida e, milagrosamente, descobriu que havia sido envenenada antes de servir à família. "Quando ela começou a gritar, já estava continuamente vomitando, liguei para um táxi e apressei-a. Ela descobriu que ela havia sido envenenada", explicou um membro da família.

Madina passou a noite na clínica e teve alta na manhã seguinte. Os testes confirmaram que o óleo de cozinha tinha sido envenenado. Após o acontecido, o líder da aldeia, John Guloba, questionou Hajira depois de receber notícias sobre o incidente.

Hajira confessou e foi acusada de tentativa de assassinato. Ela ainda pediu perdão. Hajira informou que o culto que era realizado semanalmente na casa de Madina estava perturbando ela e outros vizinhos muçulmanos, mas a casa de Hajira fica a quase 300 metros de distância.

Apesar da natureza séria das ações de Hajira e do perigo que colocou Madina e sua família, a aldeia está buscando silenciar a tensão religiosa e não está informando o incidente à polícia.

O marido de Madina morreu há dois anos, pouco depois de se converterem do Islã para o cristianismo. Seus filhos, todos menores de 15 anos, teriam sido provocados por seus vizinhos muçulmanos e rotulados como "infiéis".

Fonte: Guiame

quarta-feira, 7 de março de 2018

Líder de uma das maiores mesquitas de Uganda assume fé em Cristo publicamente

Mesmo sabendo que sofreria perseguição, o xeque islâmico passou a viver sua fé cristã assumidamente

O líder islâmico de uma das maiores mesquitas de Uganda, no leste da África, deixou seu cargo para seguir a Cristo, depois de ser evangelizado por um pastor da região.
Hussein (nome fictício por razões de segurança) começou a se aprofundar em sua religião aos 7 anos e recebeu uma bolsa de estudos na Arábia Saudita mais tarde, onde foi exposto às ideologias do islamismo radical.
Enquanto estudava apologética islâmica na Arábia Saudita, ele encontrou uma referência a Isa (nome árabe de Jesus) no Alcorão e Cristo na Bíblia. Ele passou a questionar alguns pontos do Islã, causando preocupação em seus mestres.
Logo após a queda do ditador ugandense, o ex-presidente Idi Amin Dada, Hussein perdeu sua bolsa de estudos e foi deportado para Uganda, onde começou a ensinar árabe e islamismo nas escolas locais. Mais tarde, ele se tornou líder de uma das maiores mesquitas do distrito.
Por quase 30 anos, Hussein continuou secretamente desejando aprender mais sobre Jesus. Sua busca silenciosa o levou a participar de um diálogo religioso cristão-muçulmano em 2006, que mudou a sua história de vida para sempre.
Um pastor compartilhou o Evangelho conosco e explicou sobre a divindade de Jesus em relação a Deus, o Pai, na Bíblia. Meu coração ficou cheio de alegria, porque as perguntas que estavam por muito tempo no meu coração foram respondidas. No meu entusiasmo, eu compartilhei a mensagem com um amigo muçulmano, que também era um xeque, que me advertiu para nunca mais falar com ele sobre Jesus”, ele contou à organização Portas Abertas.
Quando o pastor nos convidou para um diálogo pela segunda vez, eu pedi para encontrá-lo separadamente. Ele concordou. Durante nosso encontro, eu disse a ele que queria entregar minha vida a Jesus. Ele me conduziu em uma oração de confissão e eu aceitei Cristo como meu Salvador”, relata Hussein.
Continuei participando do diálogo muçulmano-cristão, mas não contei a nenhum dos meus amigos sobre minha nova fé. Mantive isso em segredo por 10 anos, mas em 2016, durante outro diálogo religioso, eu me declarei formalmente um cristão”, acrescenta.
As notícias rapidamente se espalharam e Hussein passou a receber ameaças. “Em julho de 2017, ofereci minha terra para construir uma igreja. A comunidade ficou furiosa com isso e ameaçaram queimar os veículos do pastor. Mas Deus usou os líderes do condado para impedir que a multidão causasse destruição”, ele lembra.
Naquela mesma noite, três jovens vestidos de preto com os rostos cobertos vieram me procurar. Eles disseram à minha esposa que queriam algumas Bíblias e souberam que poderiam obtê-las através de mim. Mas minha esposa desconfiou e não disse onde eu estava. Mais tarde, soubemos que os jovens foram enviados para me sequestrar e me matar por apostasia. Eu soube que uma fatwa (sentença de morte) tinha sido decretada contra mim”, conta.
Perseverança
Hussein enviou sua esposa e filhos para viverem com parentes, enquanto ele fugiu para um campo de refugiados nas proximidades. “Não importa o que estou passando agora, eu sei que Deus está no controle. Embora minha vida esteja em perigo, eu sei que estou seguro nas mãos de Deus”, afirma.
Atualmente, aos 68 anos, Hussein está sendo cuidado por pastores da Portas Abertas.

Embora eu seja velho e tenha perdido tudo, depois que os líderes do clã tomaram minha terra, eu tenho esperança. Eu também sei que o melhor presente que eu dei para minha família e amigos muçulmanos é a Bíblia. Agradeço a Deus por este pastor e outros irmãos cristãos que atualmente estão cuidando das minhas necessidades. Que Deus os abençoe muito. Por favor, irmãos cristãos no Senhor Jesus Cristo, lembre-se de mim nas suas orações”, ele pede.

Fonte: CPAD News
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