sábado, 8 de setembro de 2018

Marina Silva e Flávio Bolsonaro pediram orações: “Deus agiu e desviou a faca”


A candidata Marina Silva (Rede) teria telefonado para a esposa de Jair Bolsonaro (PSL) na noite da última quinta-feira, 06 de setembro, a fim de prestar solidariedade pelo atentado sofrido em Juiz de Fora (MG).
Segundo o jornalista Ancelmo Góis, de O Globo, a esposa do candidato, Michele, teria sido contactada por Marina para desejar pronta recuperação e compartilhar sua oração pelo deputado federal.
"Há cinco minutos, a esposa de Jair Bolsonaro, Michele, a caminho de Juiz de Fora (MG), recebeu um telefonema de Marina Silva. A candidata, emocionada, disse que estava, naquele momento, orando pelo candidato", escreveu Góis.
O filho de Jair, Flávio Bolsonaro, concedeu uma breve entrevista por telefone à GloboNews e disse que o desvio da facada feito por um dos apoiadores foi essencial para que seu pai sobrevivesse. O deputado estadual e candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro é evangélico, ligado á Igreja Batista, e afirmou que considerava a situação uma intervenção divina.
"Depois do susto que a gente toma ao receber a notícia que tentaram matar o seu pai por razões políticas… é inacreditável que a gente ainda esteja passando por isso hoje em dia […] a gente vê que a pessoa foi para matar o meu pai", introduziu o candidato ao Senado.
"Deus agiu naquele momento. Tinha uma pessoa perto que percebeu que iam tentar dar uma facada na altura do coração, quase, e desviou. Deu um encostãozinho no braço dessa pessoa que fez o atentado, e aí [a faca] não entrou como ele gostaria", afirmou Flávio Bolsonaro. "Então, para gente, mais uma vez é a mão de Deus agindo, atuando", acrescentou.
Já neste sábado, o outro filho de Jair Bolsonaro, Eduardo, deputado federal pelo PSL-SP, fez uma transmissão ao vivo para informar que seu pai estava sendo transferido de avião para São Paulo e seria internado no Hospital Israelita Albert Einstein, onde continuaria o tratamento.
No vídeo, Eduardo Bolsonaro diz que os médicos avaliaram que o risco de morte foi realmente reduzido com o desvio feito pela pessoa que protegeu o candidato à presidência, pois uma mudança de "1 milímetro" poderia ter dilacerado a "veia mesentérica", levando-o a óbito.
O filho do candidato também destacou que seu pai relatou ter pensado que morreria, e que no trajeto até o hospital, "falou com Deus":

Fonte: Gospel+
Assista aqui:

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