quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Igreja emergente tem tornado as "casas de oração" parecidas com boates

"Líderes influenciados pelo movimento 'igreja emergente' não gostam do termo 'igreja'. Preferem 'comunidade', 'projeto' ou, mesmo estando no Brasil, 'church'", diz Ciro Sanches

É visível que muitos líderes evangélicos têm investido para que suas igrejas ganhem os holofotes e arrebanhem cada vez mais pessoas, tudo isso em detrimento da Palavra de Deus e da santidade que convém aos santos. Para este fato, o pastor e teólogo Ciro Sanches faz um alerta em artigo publicado no site CPAD News.
"(…) Muitas igrejas não parecerem mais com igrejas! Seus líderes adotam uma abordagem pragmática: priorizam as preferências das pessoas, fazendo com que o culto não seja culto, e sim uma grande festa dançante e cheia de novidades", critica o pastor.
O movimento emergente atingiu a igreja, cujo produto deste, a "igreja emergente", é um movimento que, no afã de atender ao ser humano de acordo com as suas necessidades pós-modernas, tem procurado desconstruir doutrinas, valores e costumes, explica o pastor. 
"Por que os lugares de culto (também conhecidos como igrejas, na atualidade) estão cada vez mais parecidos com boates, bares ou casas de eventos?"questiona Zibordi. E o próprio aponta que tudo isso é "por influência da 'igreja emergente' — que tem como gurus os famosos líderes Brian McLaren, Dan Kimball e Rick Warren —, muitas igrejas se mostram 'inclusivas', progressistas, relativistas, apresentando ao mundo mensagens que atendem aos anseios do homem pós-moderno".
Como consequência dessas mudanças, o pastor diz que "o 'evangelho' está se tornando tão mundano, e o mundo tão 'evangélico', que já não se sabe mais onde começa um e termina o outro".
"Aliás, líderes influenciados pelo movimento 'igreja emergente' não gostam do termo 'igreja'. Preferem 'comunidade', 'projeto' ou, mesmo estando no Brasil, 'church'. Mas o primeiro a empregar esse termo, que hoje muitos evitam — 'igreja' (gr. ekklesía) —, foi ninguém menos que o Senhor Jesus (Mt 16.18)!", pontua o pastor.
Ciro ainda relata algumas das características presentes nestes tipos de "igrejas emergentes", como a troca dos simples púlpitos por algo mais descolado como tambores, pranchas. Pintar as paredes de preto, a presença de som e luz que parecem de salões de festas, efeitos de sonoplastia nas pregações, entre outras "modernidades".
Ele finaliza dizendo que "quando criticados, os proponentes da 'igreja emergente' dizem que tudo é válido para 'ganhar almas'. Não por acaso, há blocos de carnaval gospel, festa 'jesuína' (imitação da festa junina), Halloween gospel, que chamam, irrefletidamente, de 'Elohim'".
Meu comentário:
Originalmente a Bíblia retrata a vida transformada, redimida com a cor branca, sinônimo de limpeza, castidade, pureza, santidade, vestes brancas (Apocalipse 7:14), ao mesmo tempo que Jesus disse: "Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas." João 12:46
Veja ainda:
"E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.Gênesis 1:4
"O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz.Isaías 9:2
"E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.João 3:19
"Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.João 8:12
O apóstolo Paulo usando uma linguagem metafórica disse: "E que comunhão tem a luz com as trevas?" - 2 Coríntios 6:14
Acrescento ainda que, mesmo que fosse no campo da representatividade, das artes cênicas, do teatro, da plástica, do cinema ou da televisão, nem o próprio mundo representaria o evangelho de Cristo e a sua obra com as trevas, ausência de luz, escuridão, cores negras ou coisa semelhante.
Essa plástica nefasta sempre representou o reino das trevas, de satanás, seus demônios, o inferno, etc...
Portanto, compartilho completamente com o autor o artigo.

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