quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2021
OMS diz que Ômicron não deve ser motivo para pânico
Soumya Swaminathan, cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse durante uma entrevista, nesta sexta-feira (3), que a nova variante Ômicron do coronavírus é muito contagioso, mas que as pessoas não devem entrar em pânico.
Segundo ela, o surgimento da nova variante não foi bem-vindo e acrescentou que o mundo está muito mais bem preparado devido ao desenvolvimento de vacinas desde o início da pandemia.
Ainda não se sabe muita coisa sobre a Ômicron, detectada pela primeira vez no sul da África no mês passado e com registros em pelo menos duas dúzias de países.
A OMS pediu aos países que aumentem a capacidade de seus sistemas de saúde e vacinem suas populações para combater o aumento de casos de covid-19 causados pela Ômicron.
Com informações Agência Brasil / Foto: Divulgação/Internet (03.12.21) via CPAD News
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
Saiba quais são os sintomas da nova variante do coronavírus
Ao menos três casos da variante Ômicron já foram descobertos no Brasil
A variante Ômicron, do novo coronavírus, descoberta na última semana, na África do Sul, tem 50 mutações e já chegou ao Brasil. Ao menos três casos de pessoas infectadas pela cepa foram identificados no estado de São Paulo. Os pacientes, porém, apresentam sintomas diferentes dos provocados pela variante Delta, causadora da maioria dos casos recentes de Covid-19 no mundo.
A médica sul-africana Angelique Coetzee, que atendeu diversas pessoas com a nova variante, antes que ela fosse descoberta, disse ter percebido uma mudança nos sintomas de seus pacientes. Ela defende ainda que a Ômicron causa apenas sintomas leves.
Veja quais são eles:
Mesmo com a declaração da médica, o que preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS), que classificou a nova cepa como uma “variante de preocupação” (VOC, na sigla em inglês), é a quantidade de mutações que a Ômicron possui. Das 50 alterações descobertas, 32 são na proteína Spike, principal ferramenta utilizada pelo vírus para penetrar nas células humanas.
A descoberta dessa variante veio em consonância com um aumento de casos de Covid-19 na África do Sul, o que pode indicar que a Ômicron é mais transmissível do que a Delta. Contudo, não é possível relacionar o aumento de casos no país com a baixa eficácia das vacinas, uma vez que apenas 25% da população sul-africana está completamente vacinada.
A proteína Spike também é o principal alvo das vacinas desenvolvidas até o momento. No entanto, ainda é necessária a realização de estudos para saber a eficácia das vacinas disponíveis atualmente contra a nova variante.
Fonte: Pleno News

