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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Eduardo Bolsonaro anuncia sua desistência de embaixada nos EUA - ASSISTA AQUI


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, desistiu de ser embaixador dos Estados Unidos, pois precisa permanecer no Brasil para continuar defendendo as pautas para as quais foi eleito.
Como novo líder do PSL, o deputado afirma que essa é uma decisão que ele já estava pensando a muito tempo e que reconhece que a maioria do seu eleitorado era contra sua ida para os Estados Unidos.
Eduardo fez o anúncio no Plenário da Câmara dos Deputados, onde afirmou que a liderança do partido não pesou em sua decisão, pois esse é um assunto que ainda está instável.
Segundo o deputado, seu foco será trabalhar nas pautas de costumes e ideológicas, como pautas culturais, realizando eventos para debater temas sensíveis a sociedade.
Jair Bolsonaro já havia aconselhado o filho a desistir da vaga para a embaixada americana, mas ele diz que a decisão não foi tomada com base no conselho do pai.
"O presidente sempre me deixou bem à vontade em relação a isso. Eu confesso que quando saiu meu nome indicado eu fiquei até surpreso, não esperava isso acontecer", disse.
Quando Bolsonaro anunciou a possível indicação do filho, aliados passaram a alertar para o erro que o chefe do Executivo estaria cometendo, principalmente por conta do nepotismo.

Com informações Gospel Prime
Assista aqui:

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Jair Bolsonaro defende que Eduardo desista de embaixada nos EUA

Objetivo de Bolsonaro seria seu filho Eduardo focar na pacificação do PSL

O presidente Jair Bolsonaro avaliou nesta segunda-feira (21) que é mais estratégico que seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), abra mão de uma indicação como embaixador nos Estados Unidos e permaneça no Brasil para ajudar a pacificar o PSL.
Em rápida entrevista à imprensa, antes de sua participação na cerimônia de ascensão do novo imperador japonês, ele disse que não quer interferir na decisão do filho, mas ressaltou que é necessário “ver o que pode catar de caco” na disputa interna da sigla.
Obviamente, isso o Eduardo vai ter de decidir nos próximos dias, talvez antes de eu voltar ao Brasil. No meu entender, [o mais estratégico] é ele ficar no Brasil, até para pacificar o partido e ver o que pode catar de caco, porque teve gente que foi para o excesso. É igual um casal, chega um ponto de um problema que não tem mais retorno por parte de alguns – disse.
O presidente disse que defendeu, em reunião no Palácio do Planalto, o nome do deputado federal Filipe Barros (PR) para a liderança do partido, mas que foi opinião vencida. Na avaliação dele, a tendência agora é de que o embate interno arrefeça.
Desde o início do mês, o presidente tem enfrentado uma queda-de-braço com o presidente nacional da sigla, Luciano Bivar. Para tentar enfraquecer o dirigente do partido, Bolsonaro atuou para tirar de postos de liderança nomes ligados a Bivar: como os deputados federais Joice Hasselmann (SP) e Delegado Waldir (GO).
Vai se arrefecer [a crise]. Eu me pergunto: o pessoal tirava foto comigo, agora tira com o Bivar. O que ele tem de mais bonito ou de melhor do que eu? – questionou Bolsonaro.
O presidente disse que, ao retornar ao Brasil em novembro, conversará com a maior parte dos integrantes da bancada do partido ligados a Bivar, na tentativa de chegar a um consenso. Ele ponderou, no entanto, que não terá diálogo com aqueles que, segundo ele, ultrapassaram o limite da razoabilidade.
Vou expor minha experiência de 28 anos de carreira parlamentar. Eles embarcaram em uma canoa fantasma, aceitando promessas, como dou a lua. Isso serve para um casal de jovens, não para político com mandato de deputado federal – ressaltou.
Para evitar o agravamento da crise interna, o presidente disse que pediu ao seu filho e vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) que não entre em embate. Ele trocou farpas nas redes sociais, no final de semana, com Joice.
Todo mundo perde em qualquer alfinetada. Em um relacionamento, toda ferida [mesmo] muito profunda cicatriza. Você não vê eu jogando lenha na fogueira, não vou entrar nessa briga de meu grupo contra o deles – acrescentou.
Ele ressaltou que sempre sugere aos seus filhos que se acalmem, porque, de acordo com ele, é natural na política “um troca de pequenas farpas”.
Eu sugiro, pai é pai até morrer. Eu sugiro sempre acalmar. Eu engoli sapo para caramba. E eu procuro passar isso a eles – acrescentou.
*Folhapress via Pleno News

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Eduardo Bolsonaro rebate acusações feitas por revista - COMENTO A NOTÍCIA

Deputado federal não vê ilegalidade ou imoralidade em doações de assessores

O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro realizou, nesta sexta-feira (14), uma transmissão ao vivo em suas redes sociais. Nela, ele rebate as acusações de uma matéria da revista IstoÉ sobre suas campanhas eleitorais.
A reportagem fala sobre assessores do presidente eleito Jair Bolsonaro que teriam feito doações para as campanhas eleitorais de seus filhos. De acordo com a revista, um dos casos seria o capitão do Exército Jorge Francisco, amigo da família, teria doado valores acima de seus rendimentos mensais.
Ao longo da transmissão, Eduardo Bolsonaro questiona a revista que considera como um conflito ético as doações feitas por assessores e lembra que não há nada ilegal ou imoral.
Eu acho engraçado que eles não fazem essas matérias com outros. Isso é totalmente corriqueiro na vida de um parlamentar. Com certeza vários ouros assessores fazem esse mesmo tipo de conduta que não é ilegal e nem imoral, porque eu lembro. Se o deputado não for reeleito, o assessor está na rua também – explicou.
MEU COMENTÁRIO
O preço é alto e o Brasil exigiu isso. É hora de arrumar a casa e, como diz o ditado: "Pau que bate em Chico bate em Francisco".
Nem ilegal, nem imoral, nem amoral. A nação não suporta mais, seja quem for, tem que se explicar e pagar o preço devido.
A bíblia diz que, "a quem mais é dado, mais será cobrado" - Lucas 12:48
Que a justiça seja feita e assim vamos aprimorando a nossa democracia.
Simples assim...

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Eduardo Bolsonaro volta a se desculpar por fala sobre STF


O deputado federal afirmou que "ninguém pensa realmente em fechar o STF"

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) reiterou, durante entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT, que "nunca falou em fechar o STF". Ele explicou o mal entendidoque tomou conta do cenário político durante o segundo turno das eleições.
Segundo Eduardo Bolsonaro, suas afirmações de que "se quiser fechar o STF, manda um soldado e um cabo" foram feitas de maneira impensada durante uma aula preparatória de concurso.
Ali, foi cogitado entre os estudantes, num bate-papo, de como seria se o Supremo Tribunal Federal retirasse, por um "tapetão", a eleição do meu pai (Jair Bolsonaro). Na verdade a impugnação é feita pelo TSE. Mas aí eu falei: "olha, vão ser eles contra nós", mas ninguém pensa realmente em fechar o STF – declarou.
Ele afirmou ainda que o episódio deixou um aprendizado para "tomar mais cuidado a todo momento com o que se fala".
O deputado também falou sobre os próximos trabalhos na Câmara dos Deputados, tratamento do PSL com outros partidos e bancadas no Congresso e projetos aos quais quer se dedicar. Nesse ponto, focou no Escola Sem Partido.
Deixe eu explicar o que é: existe uma grande dificuldade de haver um debate nas salas de aula. O que a gente busca com o Escola Sem Partido é a pluralidade de ideias e permitir o debate sem que contrários sejam agredidos. O professor é obrigado a falar de várias teorias com a mesma profundidade e gastando a mesma quantidade de tempo – declarou.
ASSISTA AQUI

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