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sábado, 3 de julho de 2021

Jornalista incomodada esbraveja: "Parem de falar em Jesus"

Mariliz Pereira Jorge se mostrou incomodada com o nome de Jesus.

A jornalista Mariliz Pereira Jorge, colunista da Folha de São Paulo, esbravejou no Twitter contra as citações ao nome de Jesus, usando como argumento a laicidade do Estado.

“O Estado é laico. Parem de falar em Jesus”, escreveu ela com um palavrão no final.

A jornalista claramente se incomoda com a liberdade religiosa, já que tenta distorcer o termo “Estado laico” para defender que o nome de Jesus não seja mais citado.

Essa não é a primeira vez que um jornalista de veículo de esquerda se incomoda com posições religiosas. A jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo, protagonizou um claro desconforto com a oração feita pelo presidente Jair Bolsonaro quando venceu às eleições de 2018.

Na ocasião, ela também falou em laicidade do Estado e usou a palavra “preocupação” para descrever seu incômodo com o fato de Bolsonaro ter sido abençoado na época.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Jornal troca termo ‘mulher’ por ‘pessoa com vagina’

Por pressão do movimento trans, a definição tradicional de mulher está se tornando um tabu; se qualquer um pode mudar de gênero, é preciso usar uma nova definição para as mulheres no sentido convencional

Pessoas com vagina tendem a ser excessivamente preocupadas com a higiene íntima”, diz uma reportagem digital do jornal “Folha de S.Paulo” desta semana. Uma segunda matéria fala sobre higiene “para quem tem um pênis”. Em nenhuma das duas aparecem os termos “mulher”, “homem”, “masculino” ou “feminino”.

Seria só coincidência ou a prova de que chegou ao Brasil o tabu ao redor do termo “mulher”? Em julho, um site britânico usou um termo igualmente esquisito: “Criando um mundo pós-pandemia mais igualitário para pessoas que menstruam”. A escritora J.K. Rowling não deixou barato e, no Twitter, ironizou a expressão: “Pessoas que menstruam? Tenho certeza que havia uma palavra para essas pessoas. Me ajudem: mulhen, mulund, mumud?”.

Por que, de repente, os jornalistas politicamente corretos pararam de usar essa simples palavra? A resposta está na nova (e bizarra) definição de mulher que surgiu por pressão de ativistas transexuais. Para a maioria deles, mulher é qualquer pessoa que se identifique como tal. Um homem pode tranquilamente se tornar uma mulher como qualquer outra.

A Associação Britânica de Psicologia já usa como definição este vai-e-vem aqui: “Ser uma mulher não necessariamente envolve ser capaz de ter filhos ou ter cromossomos XX ou seios. Ser uma mulher no contexto cultural britânico significa aderir a normas sociais da feminilidade, como ser carinhosa, social, emotiva e vulnerável. Mas claro que nem todas as mulheres aderem a esse comportamento.

Se para ser mulher basta simplesmente se definir assim, então o conceito convencional (cromossomos XX, útero) se torna indevido, politicamente incorreto. Quando precisa falar especificamente de mulheres no sentido tradicional, como na reportagem da “Folha” desta semana, o jornalista fica num beco sem saída. Acaba criando atentados ao português como pessoas com vagina” ou “pessoas que menstruam.

A nova definição causou, principalmente na Inglaterra, uma guerra entre feministas e transexuais. Uma ideia fundamental do feminismo é que a feminilidade tem problemas únicos: a gravidez, a TPM, a menopausa, a ameaça da violência masculina. Mas, se os homens podem em questão de meses se tornar mulheres, o feminismo perde seu alicerce. Diversas feministas têm sido canceladas por dizer algo um tanto óbvio: transexuais merecem respeito e tolerância, mas ser mulher é outra coisa.

Em 2018, Mehan Murphy, editora do maior portal canadense de feminismo, teve a conta do Twitter bloqueada por publicar estas quatro palavras: “homens não são mulheres”. O Twitter viu no post conduta odiosa e obrigou que ela retirasse a publicação caso quisesse continuar no site.

No mesmo ano, a feminista Kellie-Jay Keen-Minshull alugou um outdoor em Liverpool e imprimiu nele uma simples definição do dicionário: “mulher: substantivo; adulto feminino”. Foi acusada de transfobia e discurso de ódio; a empresa do outdoor rompeu o contrato e pediu desculpas nas redes sociais.

As reportagens da “Folha” mostram que essa polêmica maluca chegou ao Brasil. É claro que o brasileiro médio vai continuar usando o termo “mulher” como sempre fez. A novidade só mostra, mais uma vez, o distanciamento entre o cidadão comum e os jornalistas que se deixam levar pelo ativismo radical.

Fonte: JP

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Colunista da Folha compara cristãos a terroristas e diz que 'Deus acima de tudo' é perigoso



Por João Neto

Hélio Schawrtsman apontou cristãos como "intolerantes religiosos" em seu artigo para a Folha de S. Paulo.


No último domingo (3), a Folha de São Paulo publicou em seu site um artigo de opinião, no qual o colunista Hélio Schwartsman faz duras críticas ao governo Bolsonaro e chama os eleitores do presidente - mais de 65 milhões de brasileiros, incluindo boa parte de cristãos - de "masoquistas" e "historicamente analfabetos".

O colunista começou seu artigo intitulado "Trevas cristãs", criticando a parte do lema do governo de Bolsonaro que diz "Deus acima de todos".

"O 'Deus acima de todos' que integrou o lema da campanha de Jair Bolsonaro e ainda o acompanha em muitas de suas declarações deveria provocar calafrios em todas as pessoas historicamente alfabetizadas", disse Schwartzman.

Ele continua afirmando que os professores de história — "todos eles esquerdistas" — falharam em alertar seus alunos sobre "os crimes cometidos em nome de Deus", citando como exemplo que o cristianismo cresceu na Europa, destruindo obras clássicas que não haviam sido escritas para cristãos.

Por fim, ele revela certa preocupação, sugerindo que o cristianismo dos anos 300, 400 e 500 não teria mudado e seria semelhante a grupos terroristas da atualidade, como o Taleban e o Estado Islâmico.

"A intolerância que religiosos radicais mostram para com outros credos, os assassinatos praticados com requintes de crueldade e a insana 'certeza' de estar obedecendo a comandos de um ente supremo infalível revelam quão perigoso é por Deus acima de tudo", finalizou Scwartsman.

Reação

As declarações de Scwartsman geraram reação do público cristão, que repudiou suas palavras. Entre os posicionamentos de repúdio, esteve um vídeo gravado pelo deputado federal pastor Marco Feliciano (PODE - SP).

"Posso até estar errado, mas o que eu percebo sobre a Folha de S. Paulo é que este jornal ainda está em campanha política e tenta promover uma espécie de terceiro turno nas eleições presidenciais", disse Feliciano.

Sendo mais específico sobre o conteúdo do artigo de Shcwartsman, Feliciano contestou a linha de raciocínio que o colunista para construir a comparação entre cristãos e terroristas.

"Para embasar essa loucura, ele cita fatos históricos que são discutíveis e extemporâneos. Para justificar um ataque gratuito à capacidade de opinar de mais de 65 milhões de brasileiros e de 90% dos brasileiros que são cristãos e apoiam, sim o lema 'Deus acima de todos'... não poderia ser mais nefasta e vil a comparação que ele tenta fazer entre as manifestações religiosas aqui no Brasil, em defesa das tradições judaico-cristãs com o radicalismo do Talibã e do Estado Islâmico", destacou o deputado.

"Sabemos que eles são terroristas cruéis, assassinos, suicidas. Esse articulista perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado e de demonstrar sua inteligência, que não lhe falta", acrescentou.

Feliciano finalizou seu vídeo, convocando os cristãos e leitores da Folha de S. Paulo a reagirem a textos como este, publicados pelo jornal.

"A Folha abandonou as tradições de seus fundadores e pelo vil metal, tornou um jornaleco, vendido à esquerda militante que se traveste de democrata", afirmou.

Fonte: Guiame

TREVAS CRISTÃS - Reação de Marco Feliciano - ASSISTA AQUI



segunda-feira, 14 de maio de 2018

Jornal "A Folha de São Paulo" critica o Governador pela homenagem à PM Cabo Sastre - COMENTO A NOTÍCIA


O Jornal "A Folha de São Paulo" publicou matéria criticando a ação da Policial Militar cabo Sastre, que reagiu ao assalto a mão armada por parte de bandido, vindo a mata-lo na ação.

Pelo tom da matéria, para o Jornal, seria normal que o bandido  tivesse matado uma ou mais mães de alunos à frente da escola enquanto aguardavam a reunião, e a policial tivesse se acovardado e ficasse assistindo a cena, ou mesmo se o bandido tivesse desconfiado que ela era uma policial, e a tivesse executado, na frente das demais mães, talvez isso fosse o normal, mas uma PM morta e enterrada, pois nesse caso, jamais criticariam o bandido.

Afinal, a serviço de quem está esse jornal?
Fica a pergunta que não quer calar.

Na condição de um cidadão brasileiro e paulista, registro meus Parabéns ao Governador pela sensibilidade humana e visão de homem público com relação aos seus comandados.

Assim se manifestou o governador na rede social Facebook:
"A Folha SP de hoje traz um texto nitidamente crítico à Cb Sastre, policial que reagiu a um assalto covarde de forma completamente eficaz, e ainda salvou outras vidas. O jornal diz que minha "ação em homenageá-la se opõe a estratégia da cúpula". Qual cúpula? Foram comigo o secretário de Segurança Pública e o Comandante Geral da PM. Ainda dizem que passo mensagem equivocada à Tropa, segundo especialistas. E que especialistas são esses?



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