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quinta-feira, 30 de maio de 2024

Em carta, artistas pedem a Lula que rompa relações com Israel



"Carnificina insuportável", diz documento assinado por Chico Buarque, Gilberto Gil, Emicida, escritores, advogados e políticos


Artistas, intelectuais e advogados se reuniram em carta conjunta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pedindo que ele corte relações diplomáticas e comerciais com Israel fdevido à “carnificina insuportável” na Faixa de Gaza. O texto é assinado por 44 personalidades, incluindo os cantores Chico Buarque, Gilberto Gil e Emicida, os atores José de Abreu e Wagner Moura, e o político José Dirceu (PT).

A missiva inicia elogiando o “comportamento sempre firme e coerente” de Lula em “solidariedade ao povo palestino”. Entretanto, os signatários defendem que o governo Netanyahu “obriga o mundo a ir além de gestos e propostas diplomáticas”.

Estamos convencidos, querido presidente, que é hora de nosso país se juntar às demais nações que romperam relações diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel, exigindo o cumprimento das decisões que colocam fim ao genocídio e garantem a autodeterminação do povo palestino – assinalam.

A carta aberta conclui dizendo que uma medida como essa tomada sob a liderança da "envergadura" de Lula serviria de exemplo a outros governos.

Assinam o documento Amanda Harumy, Anita Leocadia Prestes, Antônio Carlos de Almeida Castro, Arlene Clemesha, Berenice Bento, Breno Altman, Bruno Huberman, Carol Proner, Cézar Brito, Chico Buarque, Eleonora Menicucci de Oliveira, Emicida, Eugênio Aragão, Francirosy Campos Barbosa, Gilberto Gil, Heloísa Vilela, Jamal Suleiman, Jessé Souza, João Pedro Stédile, Jones Manoel, José de Abreu eJosé Dirceu.

Também aderiram à carta José Genoíno, Juliana Neuenschwander, Juarez Tavares, Kenarik Boujikian, Larissa Ramina, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Luiz Carlos da Rocha, Manoel Caetano Ferreira Filho, Manuella Mirella, Margarida Lacombe, Marly Vianna, Milton Hatoum, Nathalia Urban, Ney Strozake, Paulo Borba Casella, Paulo Nogueira Batista Jr., Paulo Sérgio Pinheiro, Paulo Vannuchi, Pedro Serrano, Reginaldo Nasser, Salem Nasser, Ualid Rabah e Wagner Moura.

A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO ESTÁ DISPONÍVEL ABAIXO:

"Carta aberta ao presidente Lula sobre o genocídio do povo palestino

Estimado presidente Lula,

Antes de mais nada, queremos saudá-lo por seu comportamento sempre firme e coerente em solidariedade ao povo palestino, denunciando reiteradamente o genocídio do qual é vítima, especialmente suas mulheres e crianças.

O Brasil tem apresentado seguidas propostas para o cessar-fogo na Faixa de Gaza e a solução de dois Estados estabelecida por resoluções internacionais. Graças ao seu governo, somos uma das nações que reconhecem, no âmbito das Nações Unidas, a soberania e a independência da Palestina.

No entanto, a crescente violência imposta pelo governo Netanyahu, com ataques desumanos e cruéis contra civis, obriga o mundo a ir além de gestos e propostas diplomáticas, como já debatem diversos países da União Europeia e outras regiões.

O governo Netanyahu viola abertamente deliberações emanadas da Corte Internacional de Justiça, colocando-se à margem do direito, além de desrespeitar o Conselho de Segurança e a Assembleia Geral da ONU.

Recentes ataques contra um acampamento de deslocados em Rafah, no sul de Gaza, com dezenas de inocentes assassinados, demonstram claramente inaceitável desprezo à ética humanitária.

Estamos convencidos, querido presidente, que é hora de nosso país se juntar às demais nações que romperam relações diplomáticas e comerciais com o Estado de Israel, exigindo o cumprimento das decisões que colocam fim ao genocídio e garantem a autodeterminação do povo palestino.

Essas medidas, adotadas por nosso país e sob uma liderança de sua envergadura, certamente serviriam de exemplo a outros governos e constituiriam uma imensa contribuição para que se encerre essa carnificina insuportável."

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

CPAD News reverbera Nota de Repúdio da COMADESPE aos ataques à Israel





COMADESPE publica Nota de Repúdio aos ataques à Israel na fala do Presidente da República



O Portal CPAD News, órgão virtual de notícias das Editora CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), a exemplo deste blog (Point Rhema) também reverberou na data de hoje, a Nota de Repúdio aos ataques à Israel na fala do Presidente da República, publicada pela COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros.

Muito embora desde o primeiro momento as declarações tenham chocado de forma substancial a sociedade brasileira, o Presidente Lula continua reafirmando seu posicionamento, criticando e denunciando o Estado de Israel em organismos internacionais, tensionando as relações diplomáticas entre Brasil e Israel, abalando uma tradição de paz, cooperação e amizade entre os dois países.


Confira aqui: CPAD News

sábado, 24 de fevereiro de 2024

A NARRATIVA DO “GENOCÍDIO” DO PRESIDENTE LULA




A NARRATIVA DO "GENOCÍDIO" DO PRESIDENTE LULA


"30 MIL MORTOS, MULHERES E CRIANÇAS, A MAIORIA DE CIVIS INOCENTES – É UM GENOCÍDIO CONTRA O POVO PALESTINO O QUE ISRAEL ESTÁ FAZENDO EM GAZA"


MAS QUAL A FONTE DESSA INFORMAÇÃO?

"30 mil mortes, sendo a maioria de mulheres e crianças", essa tem sido a frase mais repetida pela imprensa, chefes de Estado, entre eles o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e ideólogos da esquerda, além de muitos cristãos facilmente influenciados pela mídia. Mas de onde vem essa informação, ela é precisa? Ela é confiável? Ela é verdadeira?

Essa informação procede do HAMAS, é isso mesmo, do grupo terrorista que iniciou a carnificina no dia 07 de outubro em Israel, matando aproximadamente 1.200 pessoas e sequestrando outras 200, a maioria mulheres, crianças e idosos no final do feriado religioso de Israel, aliás, esse grupo terrorista, quando não pode mais saquear, resolveu queimar suas vítimas vivas indefesas. É esse grupo terrorista que mata inocentes, denominado HAMAS, que pauta as informações para a mídia internacional. Todos os meios de comunicação aceitam como verdade a informação dos terroristas e citam a fonte: "Dados do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas". "A guerra na Faixa de Gaza completou quatro meses na quarta-feira (07.02.2024) com um saldo de 27.708 pessoas mortas pelos ataques israelenses, segundo o Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, sendo a maioria de mulheres e crianças".

Só por isso, essa narrativa já deveria ser questionada, e ou totalmente desconsiderada. Porque não dá para dar crédito para assassinos terroristas em hipótese alguma. Vamos para os fatos:

- Segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), baseado em Londres, as brigadas Ezzeldin al Qassam do Hamas teriam entre 15 mil e 20 mil combatentes, somente o Hamas, fora os outros grupos terroristas que operaram no território palestino de Gaza. O IISS, por sua vez, mantém o número de 15 mil, embora especifique que a mídia árabe fala em 40 mil (Reportagem publicada em outubro de 2023). Segundo reportagem da BBC de outubro de 2023 somente o "Hamas tem 30 mil combatentes". Considerando que o número de combates de um grupo terrorista deve ser mantido em segredo por uma questão estratégica, é bem provável que numa população de mais de um milhão de pessoas, os grupos terroristas que governam Gaza, apoiando o Hamas, possua um número bem superior.

- Do total dos mortos em Gaza, a grande maioria são de combatentes terroristas do Hamas e dos outros grupos terroristas que o apoiam, claro que existem mulheres e crianças e civis inocentes que morreram no combate, e isso é trágico, mas a grande ironia, disso tudo, é que esses civis, mulheres e crianças, são vítimas do próprio "modus operandi" dos grupos terroristas palestinos, entre eles o Hamas, que se escondem atrás de instituições civis, como Conjuntos Habitacionais, Escolas, Mesquitas e complexos religiosos, Hospitais etc, onde montam seus bunkers, através de uma rede de túneis sofisticados.

- A máquina de propaganda do grupo terrorista Hamas, inunda a mídia ocidental de que "a maioria dos aproximadamente 30 mil mortos, são de mulheres e crianças"; ocultando o número de mortos de seus membros terroristas combatentes que jazem a milhares, abatidos numa guerra justa de Israel pelo seu direito de resgatar seus cidadãos civis sequestrados.

- As Forças de Defesa de Israel (FDI), é um dos exércitos mais preparados tecnologicamente do mundo, que avisa a população civil antes do ataque, ligando nos telefones, enviando mensagens por mídias ou panfletos, antes de qualquer operação, para ter o menor dano possível na guerra, mas os grupos terroristas, especialmente os terroristas do Hamas impedem a saída da população civil, porque utilizam da população civil, para sua própria proteção.

- Portanto, os números apresentados pelo Hamas sobre mortes de civis, devem ser questionados, porque na lógica deles, nenhum combatente terrorista foi abatido até o presente momento, mas só a população civil, e daí vem o mito da narrativa de Genocídio.

O MITO DA NARRATIVA DO GENOCÍDIO DO PRESIDENTE LULA

Primeiramente precisamos definir o que é genocídio. GENOCÍDIO é um termo criado pelo jurista judeu polonês Raphael Lemkin, em 1943, juntando as palavras génos (do grego γένος = família, tribo ou etnia) e caedere (do latim = matar), do sufixo latino - caedo, "ato de matar, que mata, extermina". Foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objetivo a eliminação da existência física de grupos nacionais, étnicos, raciais e/ou religiosos. As Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias, comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo e puni-lo", definindo-o assim:

Por genocídio entende-se quaisquer dos atos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:

(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) Impor deliberadamente ao grupo condições de vida que possam causar sua destruição física total ou parcial;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

O Estado de Israel não comete genocídio, se a população de Gaza, que em sua grande parte, se confraternizou e fez festa no dia 07 de outubro de 2023 pelos atos terroristas do Hamas, se essa população pressionar o Hamas para entregar as vítimas sequestradas e colocar no poder um governo civil, e não o grupo terrorista Hamas, acaba a guerra imediatamente, porque a guerra não é contra os palestinos, existem muitos palestinos que moram em Israel, trabalham em Israel, estudam em Israel e convivem pacificamente no Estado de Israel, a guerra é contra o Hamas e outros grupos terroristas que atacaram covardemente o Estado de Israel matando seus cidadãos inocentes e sequestrando civis.

Os terroristas do Hamas tem o apoio de grande parte da comunidade árabe islâmica, do Irã xiita, do grupo terrorista libanês Hezbollah, que com seus petrodólares e armamentos, fornecem os equipamentos necessários a esses grupos terroristas, além de convencerem grande parte das nações para condenarem Israel. Muitas nações árabes e de tradição islâmica são rápidas para defenderem a causa palestina, devido ao seu ódio pelo Estado Judeu, mas não são tão solidários para condenarem a guerra perpetrada pela nação guardiã do locais santos do Islã, a Arábia Saudita, no Iemen, contra a etnia Houthi (A guerra 'esquecida' que deixa milhares de crianças feridas e passando fome – BBC News Brasil – 25.06.2023), nem se mobilizaram com a mesma rapidez que fazem em relação a atacar a Israel, quando o Estado Islâmico, matou, torturou e saqueou populações dominadas por eles, e tudo isso no coração do mundo islâmico.

A solução apresentada pela ONU em 1947 era a criação de dois Estados, um judeu e um palestino, se os líderes árabes tivessem aceitado a partilha da Palestina, talvez hoje teríamos uma outra realidade geopolítica. A solução da criação do Estado da Palestina, poderia ser viável, se os palestinos e países árabes apoiassem a criação de um estado palestino pacífico, como foi o Japão após a Segunda Guerra Mundial, ou seja, um país pacifista, não belicoso, sem exército, sem armas letais. Se as autoridades palestinas tivessem investido os milhões de dólares recebidos para a Faixa de Gaza, na população e nas atividades econômicas, certamente a Faixa de Gaza seria uma Singapura, uma Hong Kong, ou uma Taiwam, mas os milhões de dólares enviados para a Faixa de Gaza foram usados pelos terroristas para construir túneis, comprar armamentos, foguetes e misseis. É necessário criar uma Estado Palestino desmilitarizado na Faixa de Gaza, com uma cultura educacional pró paz.

O Estado de Israel fez paz com vários estados da região, Egito, Jordânia, Emirados Árabes, Catar etc. Um Estado Palestino pacifista, desmilitarizado, poderia ser viável e próspero para toda a região, mas, jamais, permitir um Estado Terrorista, cujo principal objetivo é a destruição do Estado de Israel.

Claro que os terroristas do Hamas e outros grupos armados, muitos países árabes, jamais aceitarão um Estado pacifista, desmilitarizado, humanizado, porque seu principal objetivo é a destruição do Estado de Israel e a causa palestina, não deixa de ser uma distração, uma cortina de fumaça, escondendo e encobrindo a péssima gestão política e econômica de seus Estados.

SOBRE A EQUIVOCADA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE LULA

A ideologia de esquerda do presidente da República o cega para a realidade histórica. Comparar a Guerra justa de Israel contra o terrorismo, na busca de seus cidadãos sequestrados e levados para a Faixa de Gaza, com o holocausto perpetrado pelo nazismo, é muito simplista e perturbador ao mesmo tempo.

O reducionismo histórico dessa narrativa lulista é sul real, a tendenciosidade da fala é assustadora, porque não é possível que o presidente não conheça ou tenha ciência da realidade da situação da Faixa de Gaza e do que significa genocídio, e o que foi o holocausto.

Parece que as hostes petistas e esquerdistas possuem uma atração fatal pela palavra GENOCIDA, foi a palavra mais usada pelos esquerdistas contra o ex Presidente Jair Messias Bolsonaro, agora, cometendo novamente os mesmíssimos erros de conceitos e mensuração, utilizam a palavra pelo qual estão fissurados para atacar o Estado de Israel. É a banalização do mal, feito pelos ideólogos e líderes da esquerda.

Não é fácil dialogar com pessoas intransigentes e mentalmente direcionadas, é uma luta inglória, baseado nas informações dos terroristas, especialmente nas informações do Ministério da Saúde em Gaza, administrado pelo Hamas, o Presidente dá vexame internacional, nenhum líder sério pode concordar com tamanho desatino. Com essa declaração estarrecedora, o Presidente brasileiro, foi elogiado pelos terroristas: "Em comunicado, Hamas elogia fala de Lula sobre Gaza e Holocausto" (Revista Veja), e pelas hostes petistas e esquerdistas.

AS ATITUDES INTERNACIONAIS EQUIVOCADAS DO GOVERNO LULA:

- "Lula volta a repetir que a Ucrânia tem culpa pela guerra com a Rússia. Presidente da República fez a declaração a jornalistas em Abu Dhabi, pouco antes de embarcar de volta ao Brasil; antes, o petista repetiu a mesma opinião em Pequim" – tal posição é inadmissível, "nunca antes na história desse país", alguém culparia uma nação ocupada por outra, vítima de uma invasão sanguinária, como tão culpada como o agressor, é culpar a vítima pelo crime, é como se ele estivesse afirmando que uma mulher estuprada é tão culpada, quanto ao estuprador, somente na narrativa de Lula, isso é possível. Qual o motivo dessa declaração, a amizade de Lula com Putin, que foi agente da antiga KGB do governo comunista da ex URSS;

- "A incursão russa à cidade ucraniana de Mariupol em 2022 deixou milhares de civis mortos e feridos, incluindo muitos em ataques que aparentemente violam o direito internacional, mostram novas descobertas" – Lula ficou calado sobre esse crime contra a humanidade.

- "A destruição de Mariupol pelas forças russas e os esforços contínuos para apagar a cultura ucraniana se destacam como um dos piores capítulos da invasão em larga escala da Ucrânia"- Lula não disse uma só palavra sobre esse crime. Por que? Interesse da esquerda brasileira.

- "Exílios, detenções e 740 ataques: perseguição à Igreja Católica se agrava na Nicarágua. Captura do bispo Isidro Mora é o episódio mais recente de uma ofensiva que se agravou ao longo de 2023 sob regime de Ortega" – Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Daniel Ortega, por que? Daniel Ortega é amigo da esquerda.

- "Tortura e morte de opositores viraram rotina na Venezuela - Na data instituída pela ONU para apoio às vítimas desse crime praticado" - Lula não diz uma só palavra de condenação ao regime sanguinário de Nicolas Maduro. Por que? Maduro é amigo da esquerda.

O Presidente Lula não condena as atrocidades praticadas em Cuba e na Coréia do Norte. Por que? Por que são seus amigos da esquerda mundial.

Com tamanha hipocrisia, Lula ainda acha que tem autoridade moral para condenar o Estado de Israel, que luta para libertar seus cidadãos reféns dos grupos terroristas instalados em Gaza.

Como cristão bíblico, jamais apoiaremos a violência, injustiça, desrespeito ou algo similar, mas também não ficaremos calados e indiferentes, enquanto a iniquidade avança:

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos! Ai dos que são poderosos para beber vinho, e homens de poder para misturar bebida forte; Dos que justificam ao ímpio por suborno, e aos justos negam a justiça! Por isso, como a língua de fogo consome a palha, e o restolho se desfaz pela chama, assim será a sua raiz como podridão, e a sua flor se esvaecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos Exércitos, e desprezaram a palavra do Santo de Israel"- (Isaías 5:20-24).


Professor Alberto Alves Fonseca está em seu terceiro mandato como vereador em Campinas, SP. É Primeiro Suplente de Senador por São Paulo - Mestre em Ciências da Religião pelo Mackenzie-SP; Formado em História com Licenciatura Plena na USP, formado em Direito no Pd. Anchieta, formado em Pedagogia e em Teologia, e Pastor.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

COMADESPE publica NOTA DE REPÚDIO aos ataques à Israel na fala do Presidente da República



A COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros, com sede na Av. Prestes Maia 241 - Conjunto 1020, Vale do Anhangabaú - São Paulo - Capital, atualmente presidida pelo Pr. Carlos Roberto Silva, emitiu "NOTA DE REPÚDIO" aos ataques à Israel na fala do excelentíssimo senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou as ações do Governo de Israel na Faixa de Gaza, às de Hitler durante o holocausto.

As declarações do presidente chocaram de forma substancial a sociedade brasileira, em especial as comunidades católica e evangélica, e a totalidade dos filiados da instituição.

Abaixo a íntegra da nota publicada no site da COMADESPE:


"NOTA DE REPÚDIO"

A COMADESPE, representando mais de "2500 ministros" de inúmeras igrejas Assembleias de Deus no Estado de São Paulo, outros Estados e Países, vem através desta, manifestar-se publicamente em repúdio a fala do Excelentíssimo Sr. Presidente da República, "Luiz Inácio Lula da Silva", durante entrevista em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou nos últimos dias da 37ª Cúpula da União Africana e de reuniões bilaterais com chefes de Estado do continente. 

Se não bastasse, o presidente do Brasil denunciou Israel na Corte de Haia sob a alegação de "anexação ilegal" de territórios palestinos.

Esta Egrégia Convenção afirma que as referidas falas não coadunam sob hipótese alguma com o pensamento do povo evangélico, tampouco com nossa cosmovisão.

Neste sentido, protestamos e reprovamos veementemente a atitude do mandatário em seu ato infeliz, solidarizando-se com Israel e o povo judeu quando tiveram comparada a guerra justa de Israel contra o Hamas com as ações de (Hitler) e dos (nazistas), que exterminaram 6 milhões de judeus.

Não há como comparar os fatos que ocorrem na "Faixa de Gaza" com os crimes praticados por "Hitler e seu exército Nazista", cuja comprovação é conhecida mundial e historicamente como atos de horror contra a humanidade, tendo sido uma indústria da morte e experimentos humanos.

Importante mencionar que os ataques foram iniciados pelo Hamas (grupo terrorista) em outubro/2023, cabendo a Israel tão somente o contra-ataque, sendo que neste fatídico evento centenas de civis foram mortos, sequestrados e vilipendiados, incluindo mulheres e crianças. Além disso, o Hamas por ser um grupo terrorista não respeita os acordos e tratados de guerra, tampouco os protocolos internacionais. Por outro lado, Israel é um Estado integrante da ONU, então deve seguir todos os tratados e protocolos, sob pena de sanções.

Dessa forma, a injustiça é contra a nação de Israel, que busca apenas se defender dos intensos e terríveis ataques sofridos.

Assim, nossa instituição representada por seus Ministros do Evangelho, através de sua liderança supra assinada, "data vênia", sugere ao Ilustre Presidente da República que paute pelo bom senso retratando-se da gravíssima e agressiva fala ofensiva ao povo Judeu.

"Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." Salmos 122:65 (JFA).

São Paulo, 21 de fevereiro de 2024.

Pela Mesa Diretora:

Presidente - Pr. CARLOS ROBERTO SILVA

Vice Presidente Executivo - Pr. LUIZ FRANCISCO DOS SANTOS
1º - Vice Presidente - Pr. EDVALDO FLORÊNCIO DA SILVA
2º - Vice Presidente - Pr. LEÔNIDAS JOSÉ DO NASCIMENTO
3º - Vice Presidente - Pr. HILÁRIO MONTI FERNANDES
4º - Vice Presidente - Pr. AFONSO ATHIÊ VALE CHAVES
5º - Vice Presidente - Pr. ELIAS CRISTO DE MELO
6º - Vice Presidente - Pr. SILVANI GONÇALVES DA SILVA
7º - Vice Presidente - Pr. ANTONIO AUGUSTO DE ARAUJO
1º - Secretário- Pr. JOSÉ VERNEQUES SANTOS
2º - Secretário – Pr. OSMAR DA COSTA PEREIRA
3º - Secretário – Pr. RUBENS LOPES GUIMARÃES JUNIOR
1º - Tesoureiro – Pr. PAULO BESPALEC
2º - Tesoureiro - Pr. ADILSON PEREIRA DA SILVA
3º - Tesoureiro - Pr. DANIEL ANTUNES DE OLIVEIRA

Secretário Adjunto - Pr. LEVI AGNALDO DOS SANTOS

PELO CONSELHO JURÍDICO:
Pr. SAMUEL NUNES DAMÁSIO
Pr. JUSCELINO VIEIRA DA SILVA
Pr. MARCOS GOUVEIA DE FREITAS
Pr. FRANCISCO VIANA JUNIOR
Pr. MARCOS ANTONIO ALVES
Pr. MATEUS SILVA CIDADE
Pr. ESTEVÃO JOSÉ LINO

CONSELHO DE APOLOGÉTICA:
Pr. JOSÉ VERNEQUES SANTOS
Pr. JOSÉ RONDINELE SIMÕES DE GOVEIA
Pr. JOEL RIBEIRO
Pr. RAMON JOSÉ DA COSTA
Pr. SÉRGIO JUNIOR DE OLIVEIRA
Ev. MURILO HENRIQUE VINAGRE DE LIMA

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA:
Pr. JOÃO IRINEU ROSSETTI
Pr. JOÃO CARLOS BATISTA
Pr. CÉLIO SANTOS BEZERRA
Pr. MARCIO PINTO DA SILVA
Pr. JOSÉ BENEDITO TEOTÔNIO
Pr.  JOÃO ANDRÉ FERNANDES
Pr. VITOR ROBERTO FARIAS

CONSELHO POLÍTICO:
Pr. LEVI AGNALDO DOS SANTOS
Pr. OZÉIAS EVANGELISTA MARINHO
Pr. MARCOS DE NOVAES QUINTINO
Pr. VALDIR DE MORAES DE BIONDE
Pr. ROBERTO DOS SANTOS LIMA

CONSELHO DE DOUTRINA:
Pr. RICARDO RUAS DOS REIS
Pr. EDI MARCOS VINAGRE DE LIMA
Pr. VAGNER REIS DA SILVA
Pr. JOAZ CARLOS DA SILVA
Pr. ROBERTO CARLOS DE AMORIM
Pr. MÁRCIO DOS SANTOS NASCIMENTO
Pr. VALTER FRANCO DA SILVA

Fonte: COMADESPE


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Ministros evangélicos emitem nota de repúdio contra declarações de Lula sôbre Israel



O CIMEB representa 10 mil pastores de diversas denominações

O Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) emitiu uma nota repúdio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por conta da declaração dada neste domingo (18) que comparou as ações militares em Gaza com o Holocausto judeu.

A entidade, que representa cerca de 10 mil pastores de diversas denominações, diz que a fala do petista foi “inconsequente” e “absurda”, por comprar “o massacre de mais de 6 milhões de judeus inocentes com qualquer guerra no mundo”.

O que não podemos perder em mente é que Israel é uma nação soberana, que tem direito a autodefesa, segundo as leis internacionais, por ter sido atacada em seu território pelo grupo terrorista Hamas – diz a nota.

Os pastores dizem ainda que não são favoráveis à guerra, nem a morte de inocentes, mas que “não há provas de que Israel cometeu genocídio”.

Lamentamos profundamente que a palavra do presidente Lula envergonhe o Brasil diante das nações do mundo. A declaração de Lula não representa a opinião da maioria do povo brasileiro – concluiu.

Assinam a nota nomes como: Silas Malafaia, César Augusto, Estevam Hernandes, Renê Terra Nova, Aber Huber, Victor Hugo, Galdino Junior e Luiz Hermínio.



Fonte: Pleno News

Israel declara Lula como ‘persona non grata’



"Não perdoaremos e não esqueceremos", afirmou ministro das Relações Exteriores israelense


Após o presidente do Brasil comparar as ações de Israel contra os palestinos em Gaza ao Holocausto, o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, informou que Lula é uma ‘persona non grata’. Ele ainda ressaltou que o termo só será retirado após pedido de desculpas e retratação do brasileiro.


Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao Presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se se retrate”, escreveu o ministro nas redes sociais, nesta manhã (19).


O termo persona non grata é utilizado nas relações internacionais como um instrumento jurídico, com a finalidade de indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo.


Katz também considerou que “a comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”.


No último domingo (18), durante uma entrevista coletiva na Etiópia, Lula foi questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.


O petista, então, afirmou que Israel está cometendo um genocídio na região de Gaza e comparou a ação israelense ao extermínio de milhões de judeus, orquestrado por Adolf Hitler na Segunda Guerra Mundial.

 

Com informações Revista Oeste e G1 via CPAD News

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Órgão do PT vai criar núcleo para se relacionar com eleitorado religioso



A ideia é produzir estudos e pesquisas e dar sugestões sobre como o partido pode se relacionar com o segmento, em especial, os evangélicos.


A Fundação Perseu Abramo – principal centro de estudos ligado ao PT – pretende criar um Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas (NAPPs) voltado a temas religiosos. A ideia é produzir estudos e pesquisas e dar sugestões sobre como o partido pode se relacionar com o segmento, em especial, os evangélicos. A informação foi publicada nesta terça-feira (2), na coluna Painel, da Folha.

De acordo com o presidente da Fundação, Paulo Okamotto, há diversos pentecostais e neopentecostais que simpatizam com o PT e pertencem ao partido, mas que, mesmo assim, é preciso fazer uma atualização sobre a atual situação. "Precisamos dar uma atualizada no comportamento dos religiosos no Brasil, refletir sobre o que pensam e como podem se relacionar conosco", justifica.

Os NAPPs se dedicam a temas como economia, segurança, agricultura, educação, saúde e outros e, dessa vez, focará as religiões. Essa informação aparece na mesma semana em que o Valor Econômico afirmou que ouviu fontes ligadas ao primeiro escalão do Governo, onde afirmaram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aconselhado a se aproximar do público evangélico, enquanto lideranças do segmento religioso querem uma atenção maior do presidente.


Governo traça estratégia para conquistar evangélicos

Não é de hoje que o governo Lula tem feito de tudo para tentar se aproximar dos evangélicos. Campanha publicitária com participação de pastor-cantor, corpo a corpo para aprovar o PL das Fake News, isenção de impostos para as igrejas, treinamento de fiéis para atuarem em programas sociais bancados por projetos federais são algumas dessas ações.

O próprio presidente tem tecido elogios aos crentes em seus discursos e convidado pastores para seus palanques. Ciente do poder eleitoral da classe evangélica, a ideia do governo é tentar reverter um número difícil de cair, que é o da rejeição dos evangélicos em relação ao presidente.


Rejeição dos evangélicos

Para 52% dos evangélicos, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é pior que o de seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa do PoderData/ Poder360, realizada de 16 a 18 de dezembro e divulgada no último final de semana. A desaprovação também cresceu, passando de 56% (janeiro) para 62% (dezembro), alta de 10,71%. O pico da rejeição foi em setembro, quando bateu os 64%.

A pesquisa mostrou também que a desaprovação ao governo petista dentre os evangélicos oscilou 6 pontos percentuais para cima em 1 ano. Saiu de 56%, em janeiro, para 62%, em dezembro. Na máxima do ano, chegou a 64% em setembro.

Fonte: Poder360 e Comunhão via Folha Gospel

sábado, 15 de abril de 2023

Governo edita normas sobre gênero, raça e religião - Bancada Evangélica reage



Deputados da bancada evangélica tentam pressionar por mudanças; ministérios dizem que normas são fundamentais.


A Frente Parlamentar Evangélica, conhecida como Bancada Evangélica, está em campanha contra uma lista de normas afirmativas editadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre elas a que instituiu o programa de equidade de gênero e raça no SUS e a que criou grupo para o enfrentamento da discriminação contra religiões de matriz africana.

Os deputados que estão a frente da bancada evangélica dizem que o governo está usurpando a função do Congresso para legislar sobre esses temas, incluindo a “ideologia de gênero”.

Uma das normas criticadas pela bancada está na portaria 230/2023 do Ministério da Saúde, que instituiu o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras no SUS (Sistema Único de Saúde).

A portaria, que foi lançada na véspera do Dia Internacional da Mulher (8 de março), estabelece, entre outras diretrizes, “promover a equidade de gênero e raça no Sistema Único de Saúde buscando modificar as estruturas machista e racista que operam na divisão do trabalho na saúde”.

A portaria foi criticada pelos políticos evangélicos principalmente por conter, em seu anexo, diretrizes como o “enfrentamento do machismo cultural, das formas de misoginia, sexismo discriminação étnico-racial, religiosa, geracional, orientação sexual e identidade de gênero ou quaisquer outras formas de preconceito”; e a “inclusão da temática da orientação sexual e identidade de gênero nos processos de educação permanente desenvolvidos pelo SUS”.

Esse [a portaria], para mim, é o mais grave, porque ele deixa em aberto, o que nunca existiu numa portaria, a questão de ideologia de gênero. Ela botou todo o arcabouço da ideologia de gênero nos anexos, e aí eu acho que isso é gravíssimo”, afirma o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

Abre um precedente e tem financiamento público na formação de médicos, de enfermeiros, fisioterapeutas, toda área da saúde com dinheiro do SUS para esse tipo de política pública”, completa.

Sóstenes presidiu a frente evangélica em 2022 e atualmente é o segundo vice-presidente da Câmara.

Ele disse ainda que, na reunião, o líder do governo se mostrou surpreso com a extinção da Senapred (Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas).

Guimarães teria afirmado na ocasião desconhecer esse ato, acrescentando destinar emendas parlamentares para comunidades terapêuticas conveniadas à Senapred, cujo acolhimento geralmente é baseado no isolamento, abstinência e religiosidade.

Após pressão de setores evangélicos, o governo Lula criou o Departamento de Apoio a Comunidades Terapêuticas, embora o governo diga que o modelo está sob revisão.

Religiões de matriz africana

Outro ponto que a bancada evangélica é contra é a criação, por decreto, de um grupo interministerial para elaborar políticas de enfrentamento à discriminação contra religiões de matriz africana.

Nós respeitamos todas as religiões e queremos que todas as religiões sejam respeitadas. Porém nós não podemos fazer uma ação de uma religião em detrimento da outra. Acho que todas, de igual modo, têm a mesma liberdade, até para fazer preleções a favor ou em detrimento uma da outra”, afirma o atual presidente da frente, o deputado Eli Borges (PL-TO).

Além da portaria e do decreto, o documento entregue pela bancada ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e ao líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), contém outras 11 normas baixadas pelo governo em março, com o título “decretos com gênero”.

Entre eles, estão:

1) o que instituiu o grupo de trabalho para a elaboração do Programa Nacional de Ações Afirmativas;

2) o que cria uma cota para negros no preenchimento de cargos em comissão na máquina federal;

3) o que institui o Programa Mulher Viver sem Violência;

4) e o que estabelece procedimentos para acesso à Terra Indígena Yanomami —que contém a proibição “do exercício de quaisquer atividades religiosas junto aos povos indígenas”.

Eli Borges afirma haver pontos positivos e negativos em todas essas medidas, mas que elas deveriam ser tratadas pelo Congresso, não por normas editadas pelo governo sem participação do Legislativo.

Quando se olha a lista de decretos do presidente Lula e de portarias que vêm de ministérios, nós percebemos que ele está em um esforço hercúleo para governar através de decretos e portarias, sem respeitar o Poder Legislativo. Parte desses decretos tem a política que nós discordamos dela. A política afirmativa, que tem que nascer do Parlamento”, diz o deputado.

A bancada evangélica reúne mais de 100 dos 513 deputados da Câmara e, historicamente, tem se colocado como adversária dos partidos do campo da esquerda.

O que dizem os ministérios

O Ministério da Saúde afirmou considerar fundamental o debate entre os Poderes, mantendo constante diálogo com o Congresso.

Sobre o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça e Valorização das Trabalhadoras do Sistema Único de Saúde (SUS), a iniciativa trata do enfrentamento às desigualdades de gênero e raça, discriminação e preconceito de qualquer tipo de violências a trabalhadoras e trabalhadores de saúde”, disse a pasta, acrescentando que as mulheres representam 74% da força de trabalho no SUS.

As ações previstas pelo programa vão ampliar as condições necessárias à prática da equidade.”

O ministério deu uma resposta inicial que, posteriormente, afirmou ter sido enviada de forma equivocada. O texto foi atualizado.

O Ministério da Igualdade Racial afirma que é preciso “apresentar uma solução para os crescentes casos de invasões a terreiros de candomblé, umbanda e outras religiões de matriz africana”.

De acordo com dados enviados pela pasta, de 2015 a 2018 foram registrados 3.288 casos de racismo religioso, “sem contar que os homicídios (seis, em 2016 no Pará) e a expulsão de lideranças religiosas dos territórios de favelas e bairros periféricos não têm sido contabilizados”.

O decreto faz-se necessário nesse momento. Não impedindo então, de qualquer forma, que a matéria seja foco de discussão no Congresso Nacional a partir da sociedade. Inclusive, acreditamos que no futuro o Estado brasileiro possa aprovar um projeto de lei que promova mecanismos de combate ao racismo religioso e promoção da liberdade de crenças e religiões no Brasil.”


Fonte: Folha de S. Paulo via Folha Gospel

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