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segunda-feira, 27 de maio de 2024

Marcha para Jesus reuniu 20 mil pessoas em Paris: “A Europa será salva”


A multidão marchou com cartazes com mensagens evangelísticas, como “Crê no Senhor e será salvo tu e a tua casa”.


A Marcha para Jesus reuniu 20 mil pessoas em Paris, na França, no último sábado (25).

Em mais um ano, os participantes foram às ruas para declarar que em Jesus há salvação e paz. A multidão marchou com cartazes e faixas com mensagens evangelísticas, como "Crê no Senhor e será salvo tu e a tua casa".

Parando em frente à Torre Eiffel, um dos pontos turísticos mais famosos do mundo, os cristãos louvaram a Deus com as bandas Hillsong França, Glorious Louange e Mirella.

Além disso, o Evangelho foi pregado. "É um milagre! É histórico! Ter a permissão oficial do governo em um país laico e poder pregar livremente o Evangelho aos pés da Torre Eiffel, nas principais ruas e lugares, e terminando com uma Campanha Gospel no centro de Paris com tal Grande multidão… só Deus pode fazer isso!", declarou o evangelista Jean-Luc Trachsel, em postagem no Instagram.

E profetizou: "É tempo de colheita e o avivamento começou. Em meio ao caos, guerras, oposições e até perseguições, a glória de Deus está surgindo à medida que nos levantamos para pregar o Evangelho de Jesus Cristo com uma demonstração de poder. A Europa será salva!".

Fonte: Folha Gospel

terça-feira, 5 de maio de 2020

Arcebispo de Paris: “Ir à missa não é uma distração. É algo vital”

Governo não respeitou diálogo com a Igreja, considera ele: “Fomos tratados como se fôssemos crianças, incapazes de organizar algo”

O arcebispo de Paris, dom Michel Aupetit, se disse "francamente muitíssimo decepcionado" com a decisão comunicada no final de abril pelo primeiro-ministro da França, Édouard Philippe, de não permitir que a Igreja retomasse no começo deste mês as celebrações litúrgicas presenciais, mesmo tomando todas as medidas adequadas de higiene e distanciamento físico entre os fiéis.
Em entrevista de 29 de abril à Radio Notre-Dame, dom Michel contou que o diálogo promovido pela Igreja com o governo francês "não foi respeitado: fomos tratados como se fôssemos crianças, incapazes de organizar algo".
Para apontar a incoerência do governo, ele recordou, por exemplo, que 27 paróquias de Paris estiveram desde o começo da quarentena entregando refeições a pessoas carentes, em pleno respeito às normas sanitárias. No tocante ao gradual retorno às igrejas, dom Michel relatou que os bispos franceses propuseram que os fiéis ocupassem apenas um terço do espaço dos templos. Ainda assim, as autoridades mantiveram o veto aos cultos públicos.
O arcebispo comentou sobre a postura governamental de minimizar a relevância da prática religiosa por reputá-la secundária:
"Aos nossos governantes, independentemente da sua posição, parece que falta algo essencial: a antropologia. Podem até ser bons administradores, mas a sua antropologia é nula. Sobre o que é o homem e, basicamente, o que é a humanidade, eles não sabem nada. Esse é o grande vazio. O homem não vive somente de pão. É um vazio abissal"
Dom Michel questiona:
"Por que não confiar em nós? Por que os mercados, os pequenos museus, as salas de vídeo podem receber pessoas e as igrejas não têm esse direito?"
E reafirma:
"Ir à missa não é ir ao cinema, não é uma distração. É algo vital. A Eucaristia é o alimento divino que sustenta as pessoas no meio da quarentena. É um remédio espiritual".
Declarações semelhantes foram feitas enfaticamente na semana passada por dom Giovanni D’Ercole, que reagiu às decisões de mesmo teor tomadas pelo governo da Itália, quando disse o Bispo italiano: "Impedir o culto é uma ditadura!"
Fonte: Aleteia

terça-feira, 16 de abril de 2019

Pastores lamentam destruição de Notre-Dame e classificam como enorme perda cultural


Notre-Dame: Incêndio devastador consumiu igreja do século 12 no coração de Paris.


Nesta segunda-feira (15), a Catedral de Notre-Dame em Paris pegou fogo destruindo seu interior e derrubando a icônica torre do prédio que sofreu “danos colossais”. O mundo assistiu impotente quando a igreja do século 12 se desintegrou em chamas, no coração de Paris.

A igreja representou mais do que fé para muitas pessoas ao redor do mundo. O New York Times informou que o destino de tesouros culturais inestimáveis ​​era incerto. Na manhã desta terça-feira (16), bombeiros concluíram a extinção das chamas, e Paris começou a fazer um balanço de suas perdas.


Crentes de todo o mundo manifestaram pesar sobre como os danos espirituais para os cristãos franceses e para a cultura da civilização.

Veja alguns depoimentos sobre a destruição da catedral pelo incêndio:


Mike Pence, vice-presidente dos Estados Unidos:


"Notre-Dame é um símbolo icônico da fé para as pessoas de todo o mundo - e é de partir o coração ver uma casa de Deus em chamas. Nossos pensamentos e orações estão com os bombeiros em cena e todas as pessoas de Paris."

Frank Graham, presidente da Samaritan's Purse e da Associação Evangelística Billy Graham: 

"Entristecedor ouvir sobre o fogo de Notre-Dame em Paris, França. Orem pela segurança dos socorristas enquanto lutam contra o incêndio nesta histórica catedral."


Samuel Rodriguez, presidente da NHCLC (National Hispanic Christian Leadership Conference):

"Meu coração está partido com a perda desta icônica catedral que pertence primeiro aos fiéis de Paris, mas também aos fiéis e admiradores de todo o mundo. No ano passado, minha família e eu visitamos a catedral e ficamos impressionados com sua histórica influência espiritual e cultural, que durante séculos permaneceu como símbolo duradouro do cristianismo europeu. Lembremo-nos hoje que servimos a um Deus que sabe trazer a beleza das cinzas. Vamos nos juntar ao Arcebispo de Paris em oração para que o que resta seja salvo das chamas, e o que está perdido possa ser reconstruído para a glória de Deus. Que a fé das pessoas de toda a Europa cresça ao lado das novas muralhas, pináculos e vitrais que substituem o que foi perdido. Que um despertar espiritual surja dessa tragédia e que a Europa abrace de uma nova forma a obra expiatória de Jesus, cheia de graça e vicária. Ao lamentarmos, podemos não apenas ver isso como o fim de algo, mas como o começo de algo completamente novo, promissor e cheio de graça."


Frank J. Gaffney, presidente e CEO da Save the Persecuted Christians:


"O fogo que catastroficamente consumiu a catedral mais linda da cristandade no coração de uma de suas capitais mais importantes é uma tragédia não apenas para os cristãos, mas para o mundo. Embora a causa dessa perda particularmente devastadora ainda esteja por ser determinada, ela vem contra o pano de fundo de numerosos ataques que profanaram ou destruíram casas de culto cristãs em toda a França.

Este padrão de ataques é um sintoma de um ataque supremacista da Sharia contra o cristianismo na França, frequentemente permitido pela intolerante esquerda secular do país. Isso sugere que o tipo de perseguição que agora está afligindo cerca de 300 milhões de seguidores de Cristo em outras partes do mundo está chegando à Europa também.

Os americanos estão atentos: a menos que contra-ataquemos as forças perpetradoras de tais crimes contra a humanidade em prol do triunfo global da Sharia, também estaremos sujeitos a depredações semelhantes. De fato, um indicador importante do estado de submissão neste país é a autocensura que parece estar impedindo a divulgação generalizada sobre a onda de ataques contra as igrejas na Europa e a perseguição anticristã em geral.

Esse fenômeno equivale ao cumprimento das restrições da Sharia-blasfêmia e apenas incentiva seus adeptos a exigirem novas concessões. Devemos defender os cristãos e o cristianismo em face daqueles que destruiriam, não apenas suas casas de culto, mas a própria fé, assim como seus praticantes."



Dede Laugesen, diretor executivo da Save the Persecuted Christians:

"Devido ao dano extensivo, podemos nunca saber a causa do inferno que destruiu a Catedral de Notre-Dame. Bill Donohue, presidente da Liga Católica, e Phillipe Karsenty, autoridade eleita da França, foram barrados por âncoras da Fox News quando levantaram a preocupação de que este fogo possa estar de fato ligado a uma série de incêndios suspeitos e atos de profanação nas igrejas e cemitérios em toda a França nos últimos meses. Estes crimes de ódio, hediondos e religiosos baseados em cristãos, exigem atenção. O que aconteceu na Notre Dame deve ser investigado à luz desses recentes atos de violência. Eles devem ser ouvidos."


Christine Caine, ativista australiana, evangelista, autora e palestrante internacional:

"Meu coração está com o povo de Paris. Eu estive na Catedral de Notre-Dame muitas, muitas vezes ao longo das décadas. Nós estávamos lá como uma família no verão passado. Apenas comovente."

Dr. Darrell Scott, pastor da New Spirit Revival Center; CEO da Coalizão Nacional de Diversidade para Trump:

"É sempre uma tragédia quando as obras-primas históricas, magníficas e arquitetônicas são danificadas ou destruídas, quer tenham significado religioso ou não."

Fonte: Guiame

sábado, 12 de janeiro de 2019

Explosão de padaria em Paris deixa mortos e feridos

Vítimas eram bombeiros que foram ao local verificar um vazamento de gás

Uma explosão em uma padaria no Centro de Paris, na França, matou dois bombeiros e deixou pelo menos 47 pessoas feridas. Pelo menos 10 delas estão em estado grave. De acordo com fontes oficiais, a explosão teria sido causada por um vazamento de gás.
O promotor da República de Paris, Rémy Heitz, explicou que inicialmente os bombeiros foram chamados para atender um vazamento de gás.
Primeiro houve um vazamento de gás e chegaram os bombeiros para atendê-lo. Depois aconteceu a explosão que provocou o incêndio conseguinte – ressaltou.
Mais de 200 bombeiros e diversos policiais se mobilizaram após o acidente. Com a explosão, edifícios próximos sofreram danos e tiveram que ser desalojados.
*Com informações da Agência EFE via Pleno News
Explosão em padaria no centro de Paris

domingo, 13 de maio de 2018

“França paga preço de sangue”, desabafa Macron após atentado

Estado Islâmico assume autoria do atentado em Paris

Um muçulmano usando uma faca cometeu um atentado neste sábado em Paris, perto da Ópera Garnier, uma zona central, cheia de bares, restaurantes e teatros.
Ele esfaqueou cinco pessoas, deixando um morto, confirmou o diretor de gabinete da chefia de polícia de Paris, Pierre Gaudin. Testemunhas relataram que o suspeito gritou "Allahu Akbar" [Deus é Maior em árabe] durante o ataque.
A polícia interveio imediatamente e matou o agressor, que não teve o nome revelado ainda.
Poucos minutos depois, o grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque. Eles elogiaram a ação de  um de seus "soldados" e que "a operação foi realizada em resposta aos chamados a tomar como alvo os Estados da coalizão".
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou pelo Twitter: "A França está mais uma vez pagando o preço do sangue, mas não cederá uma polegada aos inimigos da liberdade".
A agressão ocorre em um momento em que a França vive sob ameaça terrorista. O ataque de hoje elevou para 247 o número de vítimas mortais em atentados perpetrados em solo francês desde 2015.
Com informações de BBC via Gospel Prime
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