quarta-feira, 6 de março de 2024
Papa afirma que “ideologia de gênero” ameaça humanidade
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
Igreja católica é vandalizada com pichações em João Pessoa
De acordo com o artigo 65 da Lei 9.605/98, pichação é crime ambiental e de vandalismo
Membros da comunidade São José tiveram uma surpresa desagradável, na manhã deste sábado (21), quando foram até a capela que frequentam, no loteamento Parque do Sol, bairro de Gramame, em João Pessoa. As portas e paredes do local estavam vandalizadas com pichações. Além disso, havia sinais de que os criminosos forçaram a entrada do templo.
Segundo os membros, as frases escritas nas paredes e portas tinham conotação de intolerância religiosa. Apesar disso, eles decidiram não registram boletim de ocorrência e fizeram um mutirão durante a tarde para pintar o que foi danificado. A capela faz parte da Paróquia Santa Edwiges, de Paratibe.
"Vamos apenas nos organizar e rezar por quem fez isso", disse um dos membros.
O Portal T5 entrou em contato com a Arquidiocese da Paraíba, que afirmou não ter recebido informações sobre a ocorrência.
De acordo com o artigo 65 da Lei 9.605/98, pichação é crime ambiental e de vandalismo. Além do crime de vandalismo cometido pelo pichador, a legislação brasileira também prevê o crime de dano prescrito no Código Penal, podendo este ser cometido tanto em patrimônio público quanto particular.
Além disso, o artigo 208 diz que escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso pode ocasionar em reclusão, de um a três anos e multa.
Fonte: Portal T5 via Folha Gospel
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
CNBB critica iniciativa do Governo Lula de flexibilização do aborto
"Qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito", diz a entidade
Nesta quarta-feira (18), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), publicou uma nota oficial sobre as ações do governo a favor do aborto.
Na segunda-feira (16), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, revogou uma portaria assinada na gestão Bolsonaro, que previa aos médicos a necessidade de avisar a polícia em caso de aborto por estupro.
No texto, a CNBB afirma que "reprovam toda e qualquer iniciativa que sinalize para a flexibilização do aborto" e argumentam que "qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito e configura ataques à dignidade e ao bem-estar social".
Eis a nota da CNBB:
A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR
Nota da CNBB
"Diante de vós, a vida e a morte. Escolhe a vida!" (cf. Dt 30,19)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não concorda e manifesta sua reprovação a toda e qualquer iniciativa que sinalize para a flexibilização do aborto. Assim, as últimas medidas, a exemplo da desvinculação do Brasil com a Convenção de Genebra e a revogação da portaria que determina a comunicação do aborto por estupro às autoridades policiais, precisam ser esclarecidas pelo Governo Federal considerando que a defesa do nascituro foi compromisso assumido em campanha.
A hora pede sensatez e equilíbrio para a efetiva busca da paz. É preciso lembrar que qualquer atentado contra a vida é também uma agressão ao Estado Democrático de Direito e configura ataques à dignidade e ao bem-estar social.
A Igreja, sem vínculo com partido ou ideologia, fiel ao seu Mestre, clama para que todos se unam na defesa e na proteção da vida em todas as suas etapas – missão que exige compromisso com os pobres, com as gestantes e suas famílias, especialmente com a vida indefesa em gestação.
Não, contundente, ao aborto!
Possamos estar unidos na promoção da dignidade de todo ser humano.
Brasília-DF, 18 de janeiro de 2023
O arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Scherer, reagiu à decisão da ministra da Saúde, Nísia Trindade, de revogar uma portaria que previa a necessidade de o médico comunicar a polícia em caso de aborto por estupro.
"A Igreja católica não é a favor do aborto! Não é, nunca foi e nunca será a favor do aborto", escreveu no Twitter.
MEU COMENTÁRIO:
Flexibilizar o aborto não obriga quem quer que seja praticá-lo, no entanto, facilita e legaliza um crime contra a vida em seu nascituro, sem qualquer direito de defesa, livrando antecipadamente quem o comete de qualquer penalidade, pelo menos do ponto de vista da sociedade, porém, do ponto de vista bíblico e espiritual, não há como se escapar das consequências.
Agora, em se olhando a questão do ponto de vista da tal "promessa de campanha", e a política governamental em implantação pelo atual governo, sinceramente, há alguma novidade?
Seria inocência dos bispos católicos que compõem a CNBB acreditarem nessa tal promessa, ou o manifesto seria apenas uma espécie de uma resposta "politicamente correta" para seus fiéis católicos praticantes?
A pergunta que não quer calar...
sábado, 31 de dezembro de 2022
Morre Bento XVI, aos 95 anos, no Vaticano
Bento XVI - Papa emérito morreu às 9h34 deste sábado (31) no Mosteiro Mater Ecclesiae
Morreu Joseph Aloisius Ratzinger, o papa emérito Bento XVI , aos 95 anos, no Mosteiro Mater Ecclesiae , por volta das 9h34 [horário local], neste sábado (31).
A morte de Ratzinger foi confirmada pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé , Mateo Bruni:
"Com pesar informo que o Papa Emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34, no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. Assim que possível, serão enviadas novas informações", disse.
Segundo o Vaticano, o corpo de Bento XVI estará na Basílica de São Pedro para a saudação dos fiéis a partir da segunda-feira, 2 de janeiro.
Francisco pediu orações
Na última quarta-feira (28), em meio às saudações aos fiéis no final de sua audiência geral, no Vaticano, o papa Francisco pediu orações ao papa emérito Bento XVI afirmando que "ele estava muito doente".
"Uma oração especial pelo Papa emérito Bento XVI, que no silêncio está sustentando a Igreja. Recordemos, ele está muito doente, pedindo ao Senhor que o console e o sustente neste testemunho de amor à Igreja até o fim", disse o pontífice.
Apesar do discurso, Francisco não chegou a dar mais detalhes, mas as poucas palavras palavras do papa sugeriram o delicado estado de saúde de Bento XVI.
Logo depois da cerimônia, o pontífice visitou o antecessor, segundo o Vaticano.
Quem foi Bento XVI
Joseph Aloisius Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927 na cidade de Marktl, na Alemanha. No entanto, parte de sua infância e adolescência foram em Traunstein, cidade próxima da fronteira com a Áustria.
Ratzinger era o filho mais novo de três irmãos, ele entrou para o seminário, aos 12 anos, e se tornou fluente em diversas línguas, entre elas o grego e o latim. Anos depois, ele fez doutorado em teologia na Universidade de Munique.
Bento VXI fora escolhido para o papado 19 de abril de 2005, após a morte de João Paulo II.
Ratzinger era ortodoxo e ficou conhecido ideias conservadoras o que fez com que ele se tornasse um dos favoritos para a sucessão papal, mesmo não sendo oficialmente a sua vontade na época.
Após se tornar papa, o alemão explicou em uma ata de audiência geral no site do Vaticano as razões para nome Bento XVI.
"Quis chamar-me Bento XVI para me relacionar idealmente com o venerado pontífice Bento XV [Cardeal Giacomo della Chiesa], que guiou a Igreja num período atormentado devido à Primeira Guerra Mundial", disse ele.
"Ele foi um profeta corajoso e autêntico de paz, e comprometeu-se com coragem infatigável primeiro para evitar o drama da guerra e depois para limitar as consequências nefastas", completou.
No entanto, anos mais tarde, Bento XVI também foi o primeiro papa a renunciar ao cargo em 600 anos, após a Igreja Católica se tornar alvo de escândalos envolvendo acusações de corrupção e pedofilia.
Fonte: IG
sábado, 22 de janeiro de 2022
Pastor brasileiro se converte à Igreja Católica
MEU COMENTÁRIO
Estava entre nós, mas nunca foi dos nossos!
"Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós. E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas. Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade". - 1 João 2:19-21
A Bíblia pela Bíblia, simples assim!
sexta-feira, 19 de março de 2021
Lewis Hamilton crítica a Igreja Católica por decisão contra união gay
O piloto Lewis Hamilton , da Mercedes, criticou nesta quinta-feira (18) a Igreja Católica, após a publicação pelo Vaticano de um documento que proíbe bênçãos a uniões homossexuais .
Em suas redes sociais, o heptacampeão mundial de Fórmula 1 compartilhou uma publicação do cantor Elton John, que também criticou o Vaticano por causa do assunto.
“Sou solidário ao Elton John e toda a comunidade LGBTQ + nesta questão. É inaceitável que nos dias de hoje, qualquer pessoa deva enfrentar preconceito ou discriminação com base na pessoa que ama, especialmente em nome de um Deus que dizem que ama a todos igualmente. É extremamente triste que muitos agora sintam que precisam escolher entre sua fé e ser o verdadeiro eu, e quero que meus seguidores saibam que estou com você e o apoio, e que você merece a felicidade. Amor é amor, não deixe ninguém te falar de maneira diferente”, escreveu o britânico.
Nos últimos anos, Hamilton tem se aproximado cada vez mais das pautas sociais e raciais, se mostrando empático com diversas lutas, mas, sobretudo, a racial. O heptacampeão da Mercedes foi uma voz importante dentro da Fórmula 1 para as ações contra o racismo que ganharam força na última temporada.
No início da semana, o Vaticano divulgou um documento reiterando que a Igreja Católica não pode “abençoar” uniões entre indivíduos do mesmo sexo. A notícia foi criticada por diversas personalidades nas redes sociais.
O texto publicado pela Congregação para a Doutrina da Fé foi um posicionamento de uma dúvida que surgiu sobre o assunto. O questionamento foi enviado à Santa Sé e a resposta foi aprovada pelo papa Francisco em uma reunião com o secretário do dicastério, Giacomo Morandi.
A Santa Sé ainda alega que abençoar uniões homossexuais seria uma forma de “encorajar” uma escolha de vida que não pode ser reconhecida como "ordenada aos desígnios divinos”.
Fonte: iG e UOL via Folha Gospel
segunda-feira, 15 de março de 2021
Vaticano proíbe bênção a união gay e chama homossexualidade de pecado
Órgão doutrinário da Igreja Católica Apostólica Romana afirma não ser discriminatório, mas diz que 'Deus não pode abençoar' relações fora do ideal de matrimônio
O Vaticano anunciou, nesta segunda-feira (15), que padres e outros ministros da Igreja Católica não podem abençoar uniões entre pessoas do mesmo sexo e que tais bênçãos não serão consideradas lícitas se forem realizadas. Segundo nota oficial divulgada por um dos órgãos responsáveis por estabelecer diretrizes para os católicos, "Deus não pode abençoar o pecado".
A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) emitiu a decisão em resposta a perguntas enviadas por algumas paróquias que expressaram o desejo de conceder tais bênçãos como um sinal de boas-vindas aos gays católicos, já que a Igreja atualmente não permite o casamento homossexual.
A resposta, que recebeu o aval do papa Francisco, foi negativa, embora a CDF tenha reconhecido o pedido como "motivado por um desejo sincero de acolher e acompanhar os homossexuais" e ajudá-los a crescer na fé. O órgão disse que a decisão "não se destina a ser uma forma de injusta discriminação, mas sim um lembrete da verdade do rito litúrgico".
A nota da CDF afirma ainda que, uma vez que o casamento entre um homem e uma mulher é um sacramento e as bênçãos estão relacionadas ao sacramento do casamento, elas não podiam ser estendidas a casais formados por pessoas mesmo sexo.
“Por esse motivo, não é lícito dar bênção a relacionamentos, ou a parcerias estáveis, que envolvam atividade sexual fora do casamento (ou seja, fora da união indissolúvel de um homem e uma mulher, aberta em si mesma à transmissão da vida), como é o caso das uniões entre pessoas do mesmo sexo."
Segundo o Vaticano, a proibição da bênção não se restringe a uniões homoafetivas, mas a todo modelo de relacionamento ou exercício da sexualidade que não corresponda ao ideal católico, dentro do matrimônio. A decisão não exclui, porém, a possibilidade de que bênçãos sejam concedidas a "pessoas com inclinações homossexuais que manifestem a vontade de viver em fidelidade aos desígnios de Deus".
No ano passado, o papa defendeu que casais homoafetivos sejam protegidos por leis de união civil, numa declaração considerada a mais forte já dada por um pontífice em defesa dos direitos das pessoas LGBT.
"Pessoas homossexuais têm o direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser descartado [dela] ou ser transformado em miserável por conta disso", disse o papa no documentário "Francesco", lançado em outubro.
A Igreja Católica autoriza o casamento apenas entre um homem e uma mulher e historicamente se opõe a outras formas de união. Os ensinamentos católicos consideram atos sexuais entre pessoas de mesmo gênero um pecado, embora indiquem que pessoas LGBTs devem ser tratadas com dignidade.
Francisco, que lidera a Igreja desde 2013, adotou postura mais aberta no tema, mas não mudou dogmas da instituição, como a decisão divulgada nesta segunda-feira deixou claro. O pontífice disse que jamais poderia julgar um gay, sinalizou que os católicos devem acolher crianças de casais do mesmo sexo e já recebeu transexuais e defensores do aborto em audiências.
Um dos principais opositores ao casamento gay na Igreja é o papa emérito Bento 16. Em uma biografia autorizada publicada em maio do ano passado, ele comparou a prática ao "anticristo". "Há um século seria considerado absurdo falar sobre casamento homossexual. Hoje, quem se opõe a ele é excomungado da sociedade. Acontece a mesma coisa com aborto e criação de vida humana em laboratório", afirmou.
Para ele, "a sociedade moderna está formulando um credo ao anticristo que supõe a excomunhão da sociedade quando alguém se opõe".
O ano de 2020 trouxe progressos consideráveis em termos de proteção legal para pessoas LGBT, mas a relação entre pessoas do mesmo sexo ainda é considerada um crime em 69 países, de acordo com o principal relatório mundial sobre o tema, divulgado anualmente pela ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais).
Ser homossexual no Brasil deixou de ser crime em 1831. Antes disso, ainda vigia a lei colonial segundo a qual quem cometesse "o pecado da sodomia" deveria ser "queimado e feito por fogo em pó, para que nunca de seu corpo e sepultura possa haver memória".
O casamento civil entre pessoas de mesmo sexo foi autorizado após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de 2011 e de uma resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), de 2013.
Fonte: Folha de São Paulo
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Padre realiza missa no telhado de igreja de cidade em lockdown
Pároco transmite sua mensagem com auxílio de três altos falantes em altar improvisado
A pandemia fechou as portas de muitos templos, mas, com o auxílio da tecnologia, a fé não deixou de ser propagada e confortar corações ao redor do mundo. Mas e nos casos em que a internet não é acessível para todos? O padre Juan Lopez Diaz teve uma ideia para driblar essa situação.
Em igreja localizada na cidade Tomayquichua, no Peru, onde as medidas restritivas foram novamente endurecidas diante de novos casos de Covid-19, o padre Juan decidiu levar suas missas para as alturas. Todos os domingos, às 10h, ele sobre ao teto da igreja de Santa Rosa e monta um altar improvisado a 13 metros do chão.
Com auxílio de três alto-falantes, o líder religioso realiza o culto de modo que os habitantes do local tenham a chance de ouvi-lo. Alguns fiéis participam da missa das janelas ou sacadas de suas casas, ou de pé com distanciamento social nas ruas.
– Queria que as pessoas sentissem a proximidade do Senhor em um momento tão difícil. Nossa região, Huánuco, é a mais atingida pela segunda onda. Então subi no telhado. De lá todos me veriam e até ouviriam, graças à ajuda de três alto-falantes – disse padre Juan em entrevista ao portal italiano Avvenire.
A força do vento na região, contudo, causa preocupação. O pároco revela, entretanto, que tem um truque não na manga, mas nos bolsos, para evitar derrapar.
– [O vento] às vezes é forte o suficiente para me fazer derrapar. Para me tornar mais estável, uso as pedras nos bolsos – explica.
Sua iniciativa começou já no começo da pandemia, em maio de 2020, mas com o afrouxamento das regras de isolamento, o padre Juan pode voltar com os cultos dentro do templo. Uma segunda onda na região fez com que a ideia fosse adotada novamente.
Fonte: Pleno News
domingo, 7 de fevereiro de 2021
CNBB inclui ideologia de gênero e LGBT na Campanha da Fraternidade
Em texto-base da campanha de 2021, entidade inclui temáticas e expressões próprios da narrativa esquerdista e anticristã.
A Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) incluiu no texto-base da Campanha da Fraternidade de 2021 o “movimento LGBTQI+” e as “questões de gênero”.
Com o tema “Cristo é a nossa paz: o que era dividido fez uma unidade”, a CNBB adere na Campanha deste ano a narrativa de grupos esquerdistas e anticristãos.
No texto-base deste ano, na página 33, item 68, a CNBB utiliza termos utilizados pela militância de esquerda, como “discurso de ódio”, “fundamentalismo religioso”, “vozes contra o reconhecimento dos direitos” e o principal, um trecho dedicado exclusivamente ao chamado “movimento LGBTQ+”.
A CNBB utilizou dados da associação “Grupo Gay da Bahia” apresentados no Atlas da Violência 2020, no ano de 2018, para falar sobre homicídios de homossexuais no país.
De acordo com os bispos, “estes homicídios são efeitos do discurso de ódio, do fundamentalismo religioso, de vozes contra o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis.”
Fonte: JM Notícia
terça-feira, 5 de maio de 2020
Arcebispo de Paris: “Ir à missa não é uma distração. É algo vital”
Governo não respeitou diálogo com a Igreja, considera ele: “Fomos tratados como se fôssemos crianças, incapazes de organizar algo”
"Aos nossos governantes, independentemente da sua posição, parece que falta algo essencial: a antropologia. Podem até ser bons administradores, mas a sua antropologia é nula. Sobre o que é o homem e, basicamente, o que é a humanidade, eles não sabem nada. Esse é o grande vazio. O homem não vive somente de pão. É um vazio abissal"
"Por que não confiar em nós? Por que os mercados, os pequenos museus, as salas de vídeo podem receber pessoas e as igrejas não têm esse direito?"
"Ir à missa não é ir ao cinema, não é uma distração. É algo vital. A Eucaristia é o alimento divino que sustenta as pessoas no meio da quarentena. É um remédio espiritual".
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Evangelista brasileiro da AD participa de conclave no Vaticano e é homenageado pelo Papa Francisco
Evangelista da Assembleia de Deus recebe homenagem do Papa Francisco no Sínodo da Amazônia realizado no Vaticano
O pontífice convidou cientistas, nomes ligados à Organização das Nações Unidas (ONU), representantes de igrejas evangélicas, de ONGs e povos indígenas. A previsão foi para mais de 250 participantes. Veja Aqui
Em que pese se apresentar como um Ministro credenciado pela Assembleia de Deus, não ficou claro se representa a denominação e ou o ministério a que pertence, nesse conclave da Igreja Católica.










