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sábado, 31 de julho de 2021

Rebeca Andrade cita trecho da música ‘Sabor de Mel’ após ganhar medalha de prata

Rebeca Andrade, de 22 anos, trouxe para o Brasil a medalha de prata na ginástica artística individual nos Jogos Olímpicos em Tóquio, nesta quinta-feira (29) e agradeceu a Deus pela vitória e superação.

Depois que ganhou a medalha, a atleta comemorou a conquista citando um trecho de uma famosa música gospel.

Pelas redes sociais, Rebeca Andrade agradeceu a Deus, a família e ao treinador da seleção de ginástica artística Francisco Porath Neto, pela conquista. Ainda na legenda, Rebeca citou um trecho da canção “Sabor de Mel” da cantora gospel Damares.

Vão olhar e ver Jesus brilhando em você! Sabor de Mel. Obrigada Deus, Obrigada @franciscogym, obrigada família, amigos, equipe multidisciplinar, clube e fãs! Nossa medalha veio!”, escreveu a ginasta, que postou uma foto quando recebeu a medalha.

A atleta se tornou a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica na ginástica, depois de enfrentar três lesões graves no joelho e pensar em desistir do esporte. Hoje, Rebeca é um símbolo de superação nos Jogos de Tóquio.

Acho que mesmo se eu não tivesse ganhado a medalha, eu teria feito história, justamente pelo meu processo para chegar até aqui. Não desistam, acreditem no sonho de vocês e sigam firmes. Dificuldade sempre teremos, mas temos que ser fortes suficientes para passar por dia. Tive pessoas maravilhosas que me ajudaram a passar por esse processo, espero que vocês tenham pessoas incríveis para ajudar a chegar no topo assim como cheguei”, disse Rebeca, após a conquista olímpica.

De origem humilde, vinda da periferia de Guarulhos (SP), ela sempre contou com a mãe Rosa Santos para enfrentar as dificuldades e não abandonar a carreira na ginástica. Rebeca começou no esporte aos 4 anos de idade, através de um projeto da Secretaria de Esportes de Guarulhos, no ginásio Bonifácio Cardoso, na Vila Tijuco.

Na época, a mãe da ginasta trabalhava como empregada doméstica para criar sozinha os oito filhos. A família morava numa casa de apenas um cômodo, onde todos dormiam, e o banheiro do lado de fora.

Rosa se esforçava para garantir que a filha fosse aos treinos, mas muitas vezes não tinha dinheiro para pagar o transporte.

Era muito difícil. Minha mãe não tinha dinheiro e eu faltava mais aos treinos do que ia. Ela ficava cansada de ir a pé e voltar do trabalho quando me dava o dinheiro para a passagem. Meu irmão então comprou uma bicicleta e me levava, mas às vezes ela quebrava. Ela pedia dinheiro emprestado para que não faltasse comida. E como não sobrava, não podíamos comprar outras coisas. Roupa eu ganhava das pessoas que me conheciam e doavam”, contou Rebeca ao Globo Esporte.

Foi com a ajuda da técnica Keli Kitaura que a menina conseguiu se manter na ginástica. Aos 9 anos, Rebeca foi levada por Keli para treinar em Curitiba, num importante centro da ginástica artística brasileira.

Se revelando como uma promessa da ginástica, logo depois, a atleta foi contratada pelo Flamengo e, junto com Keli, se mudou para o Rio de Janeiro.

Hoje, graças ao seu sucesso na ginástica artística, Rebeca pode dar uma casa melhor para sua mãe, que foi quem a convenceu a nunca desistir do esporte.

Folha Gospel com informações de Guia-me e Portal do Trono

quinta-feira, 29 de julho de 2021

“Vão olhar e ver Jesus brilhando em você”, diz Rebeca Andrade após ganhar medalha de prata


Após superar origem humilde e três lesões graves no joelho, a ginasta agradeceu a Deus pela conquista histórica.

Rebeca Andrade, de 22 anos, trouxe para o Brasil a medalha de prata na ginástica artística individual nos Jogos Olímpicos em Tóquio, nesta quinta-feira (29) e agradeceu a Deus pela vitória e superação.

Vão olhar e ver Jesus brilhando em você! Obrigado Deus, obrigado família!”, escreveu Rebeca em postagem na sua conta do Instagram.

A atleta se tornou a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica na ginástica, depois de enfrentar três lesões graves no joelho e pensar em desistir do esporte. Hoje, Rebeca é um símbolo de superação nos Jogos de Tóquio.

Acho que mesmo se eu não tivesse ganhado a medalha, eu teria feito história, justamente pelo meu processo para chegar até aqui. Não desistam, acreditem no sonho de vocês e sigam firmes. Dificuldade sempre teremos, mas temos que ser fortes suficientes para passar por dia. Tive pessoas maravilhosas que me ajudaram a passar por esse processo, espero que vocês tenham pessoas incríveis para ajudar a chegar no topo assim como cheguei”, disse Rebeca, após a conquista olímpica.

De origem humilde, vinda da periferia de Guarulhos (SP), ela sempre contou com a mãe Rosa Santos para enfrentar as dificuldades e não abandonar a carreira na ginástica. Rebeca começou no esporte aos 4 anos de idade, através de um projeto da Secretaria de Esportes de Guarulhos, no ginásio Bonifácio Cardoso, na Vila Tijuco.

Na época, a mãe da ginasta trabalhava como empregada doméstica para criar sozinha os oito filhos. A família morava numa casa de apenas um cômodo, onde todos dormiam, e o banheiro do lado de fora.

Rosa se esforçava para garantir que a filha fosse aos treinos, mas muitas vezes não tinha dinheiro para pagar o transporte. 

Era muito difícil. Minha mãe não tinha dinheiro e eu faltava mais aos treinos do que ia. Ela ficava cansada de ir a pé e voltar do trabalho quando me dava o dinheiro para a passagem. Meu irmão então comprou uma bicicleta e me levava, mas às vezes ela quebrava. Ela pedia dinheiro emprestado para que não faltasse comida. E como não sobrava, não podíamos comprar outras coisas. Roupa eu ganhava das pessoas que me conheciam e doavam”, contou Rebeca ao Globo Esporte.

Foi com a ajuda da técnica Keli Kitaura que a menina conseguiu se manter na ginástica. Aos 9 anos, Rebeca foi levada por Keli para treinar em Curitiba, num importante centro da ginástica artística brasileira.

Se revelando como uma promessa da ginástica, logo depois, a atleta foi contratada pelo Flamengo e, junto com Keli, se mudou para o Rio de Janeiro. 

Hoje, graças ao seu sucesso na ginástica artística, Rebeca pode dar uma casa melhor para sua mãe, que foi quem a convenceu a nunca desistir do esporte.

Fonte: Guiame

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