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sábado, 13 de setembro de 2025

Pastor de Charlie Kirk relembra legado de fé: “Sua vida está garantida em Jesus”



Rob McCoy, copresidente da Turning Point Faith, foi pastor e amigo de Charlie Kirk.

Após a morte de Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, baleado na última quinta-feira (4) no campus da Universidade Utah Valley, em Orem (Utah), seu pastor, Rob McCoy, prestou homenagem ao legado de fé do ativista.

Conhecido por sua atuação entre jovens estudantes e por encorajar uma geração a viver guiada pela fé, Kirk deixou a esposa, Erika Frantzve, e dois filhos pequenos — uma menina de 3 anos e um menino de 1.

Rob, copresidente da Turning Point Faith, contou que Kirk o chamava de pastor, mas que ele prefere ser conhecido como "seu amigo e maior fã".

"Meu amigo Charlie Kirk foi assassinado por um covarde. A vida dele será lembrada por muitas coisas maravilhosas. Ele nunca usou violência, mas era ameaçado diariamente por aqueles que não conseguiam lidar com a lógica e a verdade — e agora eles fizeram com o meu amigo o que o mal sempre faz: tira vidas", disse o pastor à Fox News.

O pastor Rob tem uma ligação de longa data com Kirk. Após 25 anos à frente da Capela Godspeak Calvary, ele contou que sua igreja foi a primeira a abrir espaço para o jovem ativista discursar: "Ele achava que nenhuma igreja o aceitaria".

E continuou: "Charlie não morreu. Em vez disso, ele começou a viver de verdade. Sua vida foi garantida eternamente por seu Salvador, Jesus Cristo. Essa verdade permitiu que Charlie enfrentasse todas as ameaças com coragem, porque ele não temia a morte".

"Tudo o que o mal conhece é a morte, e eles derivam do poder da morte. Mas Charlie viveu e será lembrado por isso. Meu coração está partido por sua família — sua esposa Erika e seus dois filhos preciosos", acrescentou.

Legado de fé

Além de Rob, líderes cristãos de todo o país homenagearam o legado espiritual de Kirk. O ativista conservador americano Robby Starbuck disse: 

"Kirk era um homem de fé inabalável. Além de ser pai, talvez a maior conquista de Charlie seja falar sobre Deus aos jovens numa época em que muitos tinham medo de fazer isso. O resultado foi uma revitalização nos campi universitários de todo o país. É nossa responsabilidade dar continuidade ao seu trabalho agora".

O autor Will Witt, que trabalhou com a TPUSA por dois anos, destacou: "Charlie era um dos homens mais piedosos que conheci e tinha uma fé ousada e corajosa. Ele tinha uma fé que não era apenas a fé moderada e normal que vemos na maioria das pessoas, mas uma crença firme, brilhante e forte que inspirava todos ao seu redor". 

O pastor Robert Jeffress, de Dallas, Texas, também falou sobre o legado de Kirk e pediu a todos os americanos que orassem por sua família.

"O assassinato a sangue frio de Charlie Kirk é uma ilustração do que Jesus disse, que Satanás está vivo e atuando no mundo hoje. Precisamos condenar este ato de violência", disse Jeffress. 

Por fim, Jeffress destacou que a melhor maneira de homenagear Kirk é não permitir que sua morte silencie ou impeça os cristãos de "falar a verdade".

"A Bíblia diz que precisamos falar a verdade em amor, e Charlie Kirk fez isso. Podemos seguir o exemplo dele? Se o fizermos, estaremos honrando a vida dele. E deixe-me dizer rapidamente que, para um crente como Charlie Kirk, sabemos onde ele está", afirmou.

"A Bíblia promete que, quando estivermos ausentes do corpo, estaremos em casa com Jesus Cristo. E um dia, aqueles de nós que conhecem a Cristo como Charlie conheceu se reunirão para sempre no céu", concluiu Jeffress.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Ongs Progressistas Estrangeiras Buscam Influenciar a Fé dos Cristãos Brasileiros

Foto: Clemens Bilan/EFE/EPA

Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado um cenário preocupante de aumento nas interferências progressistas estrangeiras nos âmbitos político-cultural e, mais alarmantemente, nas igrejas cristãs. Estes movimentos que se disfarçam sob o manto de causas sociais e defesa dos direitos humanos representam um risco direto à fé cristã e aos princípios que sustentam a sociedade brasileira.

Como seguidores da fé cristã, é nossa responsabilidade moral e espiritual nos opormos a essas ações que tentam distorcer e corromper a mensagem do Evangelho e subverter a autonomia das igrejas e da nossa nação.

A intervenção de organizações estrangeiras no cristianismo
Desde os primórdios do cristianismo até os dias atuais, sua influência positiva tem sido perceptível em diversas sociedades onde se difundiu. No entanto, é fundamental ressaltar que essa transformação é essencialmente guiada pelo Espírito Santo e enraizada nas Escrituras, não sendo pautada por agendas políticas ou ideológicas externas. Quando organizações internacionais com inclinações esquerdistas, como a Open Society Foundations ou a Ford Foundation, investem vultosas quantias em entidades que promovem uma visão progressista contrária aos valores cristãos, devemos ficar alarmados. Essas organizações visam enfraquecer a influência pública do cristianismo no Brasil ao se oporem diretamente aos princípios cristãos e moldar a sociedade de acordo com ideologias globalistas.

Essas organizações afirmam estar buscando uma sociedade “justa, inclusiva e sustentável”, mas o que realmente fazem é promover uma agenda globalista que se opõe radicalmente aos princípios ensinados na Bíblia Sagrada. O apoio ao aborto, à ideologia de gênero e à redução do encarceramento não são apenas temas políticos em debate – eles representam um ataque direto aos valores essenciais do cristianismo, como o respeito pela vida, a importância da família e os ensinamentos morais bíblicos. O financiamento dessas pautas por organizações estrangeiras progressistas que não partilham dos princípios cristãos evidencia claramente uma estratégia para enfraquecer a influência da igreja na sociedade brasileira, corrompendo o tecido moral da nação.

A guerra cognitiva e a manipulação da narrativa
Um exemplo claro dessa intervenção é a tentativa de moldar a narrativa em torno do Projeto de Lei 1.904/24, que criminaliza qualquer aborto feito a partir de 22 semanas de gestação. A estratégia utilizada pelos inimigos do cristianismo é a da guerra cognitiva, em que a verdade bíblica é distorcida e manipulada pelos esquerdistas para servir a uma agenda secularista e anticristã. Essa estratégia não é nova, mas sua aplicação tem se tornado cada vez mais sofisticada e eficaz, especialmente com o apoio financeiro e logístico de organizações progressistas internacionais.

Organizações internacionais com inclinações esquerdistas afirmam estar buscando uma sociedade “justa, inclusiva e sustentável”, mas o que fazem é promover uma agenda globalista que se opõe radicalmente aos princípios da Bíblia

Artigos publicados por entidades como o Instituto de Estudos da Religião (Iser) exemplificam essa estratégia. Em vez de reconhecer o valor sagrado da vida, esses textos retratam a defesa do nascituro como uma forma de controle sobre as mulheres, uma visão completamente contrária aos ensinamentos cristãos que afirmam a santidade da vida desde a concepção. Para os cristãos, a vida é um dom de Deus, e cada ser humano é criado à Sua imagem e semelhança, merecendo, portanto, proteção desde a concepção até a morte natural. No entanto, os artigos do Iser buscam inverter essa verdade, apresentando a defesa da vida como uma opressão às mulheres, especialmente às mulheres negras, e como uma imposição patriarcal e racista.

Essa manipulação da narrativa por esquerdistas não é apenas um ataque à fé cristã, mas também uma tentativa de controlar a mentalidade da sociedade, impondo uma visão minoritária e anticristã sobre a maioria dos brasileiros. O conceito de “disputar a mentalidade social”, frequentemente utilizado por esses grupos, é, na verdade, um eufemismo para o controle da narrativa. Eles buscam incessantemente impor uma visão de mundo secularista e anticristã, artificialmente sustentada por um pequeno grupo bem financiado e engajado, sobre a maioria orgânica da sociedade que ainda valoriza os princípios cristãos.

A influência das ONGs e o perigo para as igrejas
O financiamento dessas agendas anticristãs por ONGs internacionais não é um fenômeno novo, mas sua intensidade e impacto têm crescido de forma alarmante nos últimos anos. O Iser, por exemplo, recebeu quase R$ 20 milhões em doações nos últimos cinco anos, principalmente de organizações esquerdistas que têm como objetivo explícito desmantelar a influência cristã na sociedade. Esse financiamento permite que essas entidades esquerdistas promovam suas pautas em diversos espaços, desde o Legislativo até as mídias, construindo uma rede de influência que busca silenciar vozes cristãs e promover uma agenda secularista.

Essa rede de financiamento cruzado é extremamente eficiente em amplificar as vozes e agendas anticristãs. Por exemplo, o Fundo Brasil de Direitos Humanos, que atua como intermediário para doações de organizações como a Ford Foundation e a Open Society Foundations, é uma peça fundamental nesse quebra-cabeça. Além disso, novas organizações progressistas, como a Luminate, fundada pelo bilionário Pierre Omidyar (é dele a First Look Media, grupo por trás do site Intercept), têm se juntado a esse esforço, injetando mais recursos em iniciativas que visam enfraquecer a influência cristã no Brasil. A Luminate, através de seu financiamento direto e indireto, apoia uma série de projetos que buscam redefinir o papel da religião na esfera pública, sempre com um viés secularista e progressista.

Para nós, cristãos, essa realidade deve ser um chamado à ação. Devemos estar atentos a essas intervenções e agir para proteger nossas igrejas e nossa fé. A aceitação de financiamento estrangeiro de entidades progressistas que se opõem aos princípios cristãos é uma forma de traição à nossa fé. As igrejas que aceitam esses recursos se tornam vulneráveis à corrupção de sua missão e mensagem, desviando-se dos ensinamentos de Cristo para abraçar ideologias que promovem a morte, a destruição da família e a perversão moral.

O Estado laico e a influência cristã
Outro aspecto preocupante dessa guerra contra o cristianismo é a distorção do conceito de Estado laico. O Iser e outras entidades similares argumentam que a presença de cristãos na política é uma ameaça ao Estado laico. No entanto, essa visão é profundamente equivocada e intencionalmente distorcida. O Estado laico, em sua essência, deve garantir a liberdade religiosa e a participação de todos os cidadãos, incluindo os cristãos, na vida pública. A tentativa de excluir vozes cristãs do debate político não é uma defesa do Estado laico, mas sim uma forma de impor uma agenda secularista esquerdista que busca erradicar qualquer influência cristã na sociedade.

A presença cristã na política é fundamental para a preservação dos valores que sustentam nossa sociedade. Desde a defesa da vida até a promoção da justiça, a contribuição dos cristãos para a construção de uma sociedade justa e moralmente saudável é inestimável. O cristianismo ensina que todos os aspectos da vida, incluindo a política, devem ser submetidos à soberania de Deus. Portanto, a tentativa de marginalizar os cristãos sob o pretexto de proteger o Estado laico deve ser rejeitada e combatida firmemente. A participação ativa dos cristãos na política não é apenas um direito, mas uma responsabilidade daqueles que seguem a Cristo.

A responsabilidade dos cristãos
Diante dessas ameaças, a resposta dos cristãos, especialmente dos evangélicos, deve ser firme e clara. Não podemos permitir que forças externas esquerdistas determinem a direção de nossas igrejas ou influenciem a nossa fé. Mais uma vez: a aceitação de financiamento estrangeiro por parte de instituições cristãs deve ser rejeitada, pois compromete a integridade e a missão da igreja. Devemos lembrar que a nossa missão, enquanto cristãos, é proclamar o Evangelho de Cristo, crucificado por nossos pecados, morto e sepultado, e ressuscitado dentre os mortos, como ensina a Escritura Sagrada, e viver de acordo com os seus ensinamentos. Essa missão não pode ser comprometida por influências externas progressistas que buscam destruir tudo o que é sagrado.

A aceitação de financiamento estrangeiro de entidades progressistas que se opõem aos princípios cristãos é uma forma de traição à nossa fé

Além disso, é imperativo que os cristãos estejam informados e engajados na defesa de nossos valores. Devemos apoiar políticos e líderes que compartilham de nossa fé e que estão dispostos a lutar contra essas agendas anticristãs. A participação ativa na política e na vida pública não é apenas um direito, mas uma responsabilidade daqueles que seguem a Cristo. A igreja deve ser uma voz profética na sociedade, chamando as pessoas ao arrependimento e defendendo os princípios morais e espirituais que nos foram confiados por Deus, na Sagrada Escritura.

Resistência e firmeza
Diante dessa ameaça progressista, a igreja deve responder com resistência e firmeza na fé. Devemos fortalecer a nossa comunidade cristã, focando na doutrina bíblica, na oração e na comunhão dos santos. A igreja deve ser um refúgio de verdade e moralidade em um mundo que está cada vez mais se afastando de Deus. Devemos ensinar aos nossos membros a importância de permanecer firmes na fé, mesmo quando somos pressionados a comprometer nossos valores.

A resistência cristã também deve se manifestar através de uma rejeição clara e inequívoca do financiamento e da influência estrangeira progressista que busca corromper a igreja. Devemos confiar na providência de Deus para suprir nossas necessidades, em vez de recorrer a fontes que comprometem a nossa missão. A independência financeira das igrejas é crucial para manter a sua autonomia espiritual e para resistir às pressões externas.

Além disso, a igreja deve ser ativa na defesa dos valores cristãos na sociedade. Isso inclui apoiar leis e políticas que protejam a vida, a família e a liberdade religiosa. Devemos eleger representantes que compartilhem da nossa fé e que estejam dispostos a defender os princípios cristãos no governo. A igreja não deve se isolar do mundo, mas deve ser uma força ativa para o bem, influenciando a sociedade com os valores do Reino de Deus.

A unidade cristã
A unidade cristã é essencial na luta contra a intervenção estrangeira progressista. As igrejas, independentemente de sua denominação, devem se unir em torno dos aspectos da fé e doutrina que têm em comum. A divisão dentro do corpo de Cristo enfraquece a nossa capacidade de resistir às influências externas esquerdistas. Devemos buscar a unidade na verdade, trabalhando juntos para proteger a nossa fé e a nossa nação das forças progressistas que buscam destruir o cristianismo.

Essa unidade deve se manifestar em diversas áreas: desde a cooperação entre igrejas locais até a participação conjunta em eventos e iniciativas que promovam os valores cristãos. A unidade cristã também deve se estender ao apoio mútuo em momentos de perseguição ou desafio. Quando uma igreja é atacada por forças externas, todas as igrejas devem estar prontas para apoiá-la e defendê-la.

A unidade na igreja também é fortalecida pela educação cristã. Devemos investir na formação teológica dos nossos membros, ensinando-os a discernir as falsas doutrinas e as influências anticristãs que procuram infiltrar-se na igreja. A educação cristã sólida é uma das melhores defesas contra a corrupção espiritual e a manipulação da verdade.

Oração e dependência de Deus
Finalmente, a resposta mais poderosa da igreja à intervenção estrangeira progressista é a oração. A oração é a arma mais forte que temos contra as forças espirituais que buscam destruir o cristianismo. Devemos orar por discernimento, para que possamos reconhecer as ameaças à nossa fé. Devemos orar por coragem, para que possamos resistir às pressões externas e permanecer firmes na nossa missão. Devemos orar pela proteção de Deus sobre a nossa igreja e sobre a nossa nação.

A divisão dentro do corpo de Cristo enfraquece a nossa capacidade de resistir às influências externas esquerdistas

A dependência de Deus é fundamental. Embora devamos ser ativos na defesa da nossa fé, também devemos confiar que Deus está no controle e que Ele protegerá a Sua igreja. As Escrituras nos lembram que “se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8,31). Essa promessa nos dá a confiança de que, não importa quão poderosas sejam as forças que se levantam contra nós, a igreja de Cristo prevalecerá.

Para vencer a guerra
O cristianismo no Brasil está sob ataque, não apenas por forças internas, mas principalmente por intervenções estrangeiras esquerdistas que buscam destruir a fé e os valores que sustentam nossa nação. Como cristãos, devemos estar atentos a essas ameaças e responder de forma corajosa e decidida. A aceitação de recursos de entidades esquerdistas que promovem agendas contrárias aos ensinamentos bíblicos é um caminho perigoso que leva à corrupção da fé e à perda da autonomia da igreja.

Devemos permanecer firmes na defesa da vida, da família e da moralidade cristã. Nossa missão é proclamar o Evangelho de Cristo, e essa missão não pode ser comprometida por influências externas progressistas que buscam destruir tudo o que é sagrado. É hora de nos levantarmos como um só corpo, rejeitando as investidas estrangeiras progressistas e reafirmando nosso compromisso com o Senhor e com os valores que Ele nos deu. Somente assim poderemos preservar a integridade da igreja e garantir que a fé cristã continue a ser uma força transformadora para o bem em nossa sociedade. Devemos lembrar que, no fim, "a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra as forças espirituais do mal que buscam destruir a obra de Deus" (Efésios 6,12). Com a ajuda de Deus, venceremos essa guerra e veremos preservada a pureza do Evangelho de sua igreja. Como aprendemos, o anticristo será morto pelo sopro da boca do nosso único salvador, o Senhor Jesus, quando da “manifestação de sua vinda” (2Tessalonicenses 2,8).

“Todo-poderoso e eterno Deus, digno da reverência de todos os homens, agradecemos-te de coração pelas inúmeras bênçãos que, sem merecimento ou dignidade da nossa parte, nos concedeste. Louvamos-te especialmente por teres preservado entre nós a tua Palavra salvadora. Pedimos-te, Senhor, que concedas à tua Igreja pureza de doutrina e pastores fiéis, que preguem a tua palavra com ousadia e poder. Permite a todos que a ouvem uma correta compreensão e confiança na mesma. Envia trabalhadores à tua seara, e abre a porta da fé aos que ainda não te conhecem. Lembra dos inimigos da tua Igreja com misericórdia e concede-lhes o arrependimento para a nova vida em Cristo. Protege e defende a tua Igreja de todos os perigos e tribulações. Fortalece a nós e os demais cristãos para que coloquemos a nossa confiança exclusivamente na graça revelada em Cristo e ajuda-nos a combater o bom combate da fé para que alcancemos, afinal, a nossa salvação eterna. [...] Por Jesus Cristo, teu filho, nosso Senhor, que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e sempre. Amém.”


Fonte: Gazeta do Povo via Diário do Brasil

domingo, 14 de julho de 2024

Jovem abandona islamismo e é batizada após visão de Jesus: “Ele é real”



Olivia aceitou a Cristo e recebeu cura em suas emoções à medida que se aprofundou no relacionamento com Deus.


Olivia vem de uma família muçulmana na Indonésia, e desde a infância, a ausência dos pais a fez lidar com situações difíceis.

A jovem foi criada por babás e depois que a família se mudou para a Califórnia, devido a diferença do idioma, ela não fez amigos.

Eu era basicamente uma muda. Eu era de outro país e me sentia inútil. Eu sempre tive esse jeito de ter que provar a mim mesma que mereço ser amada ou aceita”, disse ela em seu canal do YouTube, The Still Heart.

Olivia tinha dúvidas sobre a religião de seus pais, o islamismo, mas quando perguntava, sentia que era recriminada: “Tive que parar de fazer perguntas porque isso criava desconforto”.

‘Ele estava lá’

Aos 6 anos, Olivia contou que sentiu a presença de Deus pela primeira vez. No entanto, ela só reconheceu que se tratava de Jesus aos 13 anos. Com 19, ela aceitou a Cristo e testemunhou:

Ele sempre esteve lá durante toda a minha vida. Eu só tinha que continuar fazendo perguntas. Havia muitas lutas internas. Se você aceita Jesus e é de uma família muçulmana, você tem que manter isso em segredo”.

A jovem costumava ir à igreja por uma amiga e lia a Bíblia na casa dela ou do namorado. Um dia, a família descobriu que ela era cristã e a ameaçou de morte. 

Como estavam morando na América, eles não podiam cumprir a ameaça, então, Olivia permaneceu seguindo a Cristo. Mas, ela teve que se mudar e viver com amigos por algumas semanas até que seus pais a convidaram de volta para casa.

Experiência com Deus

A vida como cristã não acabou com todas as suas ansiedades, solidão e sentimentos de rejeição por parte da família do namorado.

“Isso me confundiu. Em um ponto, eu senti que ser cristã era a mesma coisa que ser muçulmana. O inimigo usou tudo para me tirar do meu caminho”, relembrou ela.

Um dia, enquanto estava deitada em sua cama, Olivia teve uma visão de uma luz em seu quarto: “Eu estava chorando porque queria desesperadamente saber se Jesus era real”.

Então, Ele se revelou. Eu vi uma luz tão brilhante e azul e quão rápido ela estava se movendo pela sala. Deus precisava que eu visse isso para colocar minha confiança Nele novamente”, acrescentou.

Depois disso, Olivia foi fortalecida em sua fé, continuou indo à igreja e estudando a Bíblia. Ela encontrou amigos que a aconselharam e a ajudaram a entender as diferenças entre o islamismo e o cristianismo, amigos que lhe demonstraram o amor de Cristo.

Quando foi batizada, Olivia se aprofundou ainda mais em seu relacionamento com Deus e descobriu seu propósito de vida.

Deus me perseguiu implacavelmente. Sou muito grata pela jornada que me trouxe até aqui. Se não fosse por isso, eu não teria liberdade em minha mente, alma e coração. Eu ainda estaria na prisão da ansiedade, inutilidade e insegurança. Eu não teria me curado disso”, concluiu.


Fonte: Guiame

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Conteúdos de “auto-ajuda” iludem e não refletem a fé cristã, segundo autora



A escritora cristã Lindsey Carlson publicou um artigo onde faz um importante alerta sobre a avalanche de conteúdos de “auto-ajuda” produzida nos últimos anos. Para a autora, os cristãos não devem confundir os significado da fé em Jesus com uma espécie de humanismo positivista.

O movimento de autoajuda chama as mulheres para se refrescarem em um oásis que nada mais é do que uma miragem. Autoajuda não é encorajamento; é areia”, diz Lindsey em seu artigo.

A escritora explica que conteúdos de auto-ajuda criam uma falsa visão acerca de si mesmo, pois tratam o ser humano a partir de uma perspectiva que não reflete a sua real natureza, a qual também está sujeita a erros.

Ela diz que os cristãos, portanto, não devem ser sustentados pelo “poder do pensamento positivo”, uma vez que a frustração uma hora virá, já que a fé não foi depositada em Deus, mas sim em suas próprias capacidades.

Quando nossa confiança é abalada, nosso coração fica rapidamente desanimado e é muito menos provável que suportemos as provações que nos são apresentadas”, explica. “O povo de Deus precisa de encorajamento que dure mais do que o próximo desafio de 30 dias.”

Auto-ajuda: mentira cultural?

Para a escritora cristã, quem trata de auto-ajuda como um mecanismo dissociado da dependência de Deus, está se iludindo. Lindsey enxerga esse tipo de conteúdo como uma tentativa humana de caminhar por conta própria.

À medida que as filosofias mundanas em nossa cultura tentam nos convencer de que somos bons o suficiente por nós mesmos, e que a felicidade e a alegria são nossa própria responsabilidade, precisamos da verdade de Deus para nos libertar do peso dessa mentira cultural opressiva”, diz ela.

A autora conclui em seu artigo para o Gospel Coalition, dizendo que os cristãos precisam reconhecer que dependem do Espírito Santo em suas vidas para que tenham a verdadeira ajuda, em tudo, algo que vem do Pai e não de si mesmo.

O Deus de perseverança e encorajamento oferece melhor encorajamento ao seu povo, oferecendo a si mesmo. Fixe seus olhos nas promessas de Deus e tenha coragem”, diz ela.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 3 de março de 2022

Evangélico que perdeu filho prega a sobreviventes em Petrópolis: “Deus me mantém de pé”


Alex Sandro Condé perdeu seu filho e irmão no temporal. Ainda assim, ele sai todos os dias para orar e encorajar as pessoas.


As chuvas que provocaram uma tragédia em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, já deixaram 232 mortos até esta quarta-feira (2). Entre as pessoas em luto está Alex Sandro Condé, um homem cheio de fé, que decidiu colocar sua esperança na eternidade com Deus.

Todos os dias, Alex, de 42 anos, sai do abrigo onde está vivendo desde que os deslizamentos de terra devastaram o Alto da Serra, onde ele morou a vida toda. Enquanto caminha nas ruas, ele vai até seus vizinhos para colocar a mão no ombro, oferecer um abraço, uma palavra amável ou um conselho espiritual. 

Evangélico, Alex diz que recebeu de Deus a missão de oferecer conforto, compaixão e assistência aos outros. Fortalecido por sua fé e pela Palavra de Deus, ele tem buscado ajudar a curar a comunidade.

‘Quem você ver precisando de ajuda, vá e ajude. Estou mantendo você de pé’”: foi o que Deus disse a Alex, ele contou à Associated Press. “Deus está me dando as palavras certas para levar encorajamento a todas as pessoas que precisam.

Um dia, cerca de uma semana após o deslizamento, Alex estava andando pelas ruas quando se deparou com um homem sem camisa, que ele conhecia. Eles haviam perdido um amigo em comum, e Alex o abraçou. 

Do outro lado da rua, Alex viu outro homem, Adalto da Silva. No dia do deslizamento, Adalto estava com o filho de 21 anos quando a lama os pegou. O filho foi levado para longe. Na ladeira, a esposa de Adalto tentou manter sua filha de 6 anos segura entre as pernas, mas seus corpos foram encontrados na lama, ainda juntas.

Alex sentou Adalto em uma cadeira, depois se ajoelhou diante dele e segurou seus ombros. Eles conversaram por um longo tempo, olhando nos olhos um do outro, e Alex disse que sentia sua dor. 

Alex é incansável e está sempre em movimento, apesar dele também partilhar da mesma dor.

Sobrevivente de uma tragédia

Alex trabalhava em uma estamparia na rua dos Ferroviários, no Alto da Serra, que desabou e deixou cinco mortos no local. Na tragédia, Alex perdeu três pessoas importantes: o filho Kaíque, de 18 anos, o irmão Ivan, de 34, e o amigo de infância Thiago, de 35.

Desastre em Petrópolis deixou 232 mortos. (Foto: TV Brasil)

Eles estavam todos juntos na oficina no dia em que, em apenas três horas, Petrópolis registrou a chuva mais intensa em 90 anos. Quando o temporal diminuiu um pouco, Alex correu para casa. Kaíque ficou na estamparia, assistindo futebol no celular com o tio.

Em casa, Alex ouviu um estrondo, que foi ficando mais alto e mais próximo. O telhado de metal começou a chacoalhar, e ele correu para fora. Uma parede de terra se aproximava dele carregando troncos de árvores, pedras, telhados e vergalhões. Alex se agachou e se preparou, pensando: “Vou morrer enterrado”.

A torrente, porém, passou a poucos metros de sua casa. Quando conseguiu, Alex correu para a oficina e descobriu que a estamparia também havia sido engolida pela lama. Dois dias depois, os bombeiros retiraram o corpo de seu filho.

Fé em meio ao luto

Mesmo desabrigado e vivendo o luto, Alex está de pé, fortalecendo as vítimas da tragédia e visitando outros abrigos. “Todos os dias venho aqui ajudar”, disse. “Não posso ficar no abrigo (onde está a família dele). Lá, vou começar a lembrar do meu filho.

Nos preparativos para o enterro, Alex foi consolado por lembrar que Kaíque havia obedecido aos mandamentos de Deus e crê que o filho recebeu a salvação. 

Elisângela Gomes, representante do serviço funerário, comentou o quanto ficou impressionada com a força de Alex — que, para ela, vinham de sua “fé, orações e vontade de ajudar os desamparados”. “Não havia ninguém tão confiante em Deus quanto o Alex”, disse.

Na noite seguinte ao enterro do filho, na casa de um amigo, Alex diz que sentiu a presença de Deus e chorou profundamente. Para ele, as lágrimas serviram “para lavar a alma”.

Alex levou seu filho mais novo, Piter, de 14 anos, de volta ao Alto da Serra pela última vez. Ele queria que o menino visse as consequências do deslizamento e onde Kaíque havia morrido.

Eles se depararam com uma mulher carregando um colchão, e Alex não perdeu a oportunidade — ele colocou a mão no braço dela e disse: “Aqueles que forem batizados serão salvos”, a exortando a buscar forças em Deus.

Meu Deus está me mantendo de pé. Ele é muito forte”, disse Alex a mulher. “E quem sou eu para questionar a soberania de Deus? Eu, um mero mortal, que Ele colocou aqui, e vou reclamar ou questionar o que Ele fez? O que o crente precisa ter é a certeza da salvação”.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Sula Miranda: “Não tenha medo de perder coisas materiais; se entregue para Deus” - ASSISTA AQUI

A cantora Sula Miranda, conhecida no passado como a "Rainha dos Caminhoneiros" devido à carreira de sucesso no mundo sertanejo, participou de uma entrevista ao podcast "Positivamente", onde falou sobre a sua expectativa para o futuro e deu conselhos bíblicos para a população, com base em sua fé cristã.

Sula Miranda apresentou uma visão apocalíptica em relação ao futuro, chegando a dizer que possui "total certeza de estar vivendo no fim dos tempos". Ela disse que os acontecimentos atuais apontam para as profecias descritas no livro de Apocalipse, da Bíblia Sagrada, motivo pelo qual tem essa certeza.

"Tem gente que lê a Bíblia toda, só não lê Apocalipse. Basta ler o livro, avaliar e tirar as conclusões. A Palavra se revela", disse ela. "Eu tenho essa convicção. Para mim, não terá outra geração", completou.

Sula Miranda argumentou que os sinais dos últimos dias, os quais predizem a segunda vinda de Jesus Cristo à Terra, são enviados por Deus como aviso, a fim de que a humanidade reconheça os seus pecados e tenha a oportunidade de se entregar ao arrependimento.

"Deus não tem que provar nada, nem para mim e nem para você. E ele ainda tem sido misericordioso por mandar os sinais. Quem tiver ouvidos para ouvir, que ouça", disse a cantora.

Em dado momento da entrevista, Sula Miranda passou a dar conselhos bíblicos para o público, apelando para que se volte para Deus, em arrependimento. Ela citou a apresentadora Karina Bacchi como exemplo de conversão, dizendo que é possível mudar de vida se houver uma decisão sincera por parte do ser humano.

"Fala pra Ele [Deus] que você quer conhecer Ele. Que esse Deus que a Karina conheceu, e que eu conheci do meu jeito, te dê uma oportunidade. Diz que você quer uma nova chance. Diz que você quer vê-lo face a face", disse ela.

"Não pereça por falta de comprometimento ou por falta de entrega. Entregue-se para Deus para que Ele preencha você com coisas divinas. É tão valioso ser preenchido dessa graça, dessa misericórdia e desse amor", concluiu.

Assista aqui:

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Parlamentar cristã na Finlândia que será julgada por tuitar versículo da Bíblia sobre homossexualidade, diz que é um 'privilégio'


A parlamentar cristã será julgada na Finlândia por suas convicções religiosas, no dia 24 de janeiro

Päivi Räsänen, a parlamentar finlandesa investigada por "incitar o ódio contra homossexuais" deu mais detalhes sobre todo o processo que começou em 2019.

A parlamentar cristã, ex-ministra do governo e líder do partido Christian Democras, defenderá seu direito de falar publicamente sobre suas convicções religiosas perante o juiz no dia 24 de janeiro.

Durante dois anos, o Procurador-Geral finlandês investigou as suas observações nas redes sociais, um folheto publicado há 17 anos, e as suas opiniões expressas num talk show. Ela é acusada de violar a Seção 10 do Código Penal.

Questionado sobre o ensino da Bíblia

Em uma entrevista publicada recentemente com Alliance Defending Freedom (ADF, veja o vídeo completo abaixo), Räsänen comenta sobre sua experiência como médica, sua família (ela e seu marido têm 5 filhos e 7 netos) e seu interesse precoce em realidades sociais relacionadas a questões pró-vida e saúde mental, entre outras.

Questionada sobre o processo iniciado contra ela no verão de 2019, Räsänen relembra com um sorriso as cerca de 13 horas de interrogatórios policiais nos últimos dois anos. Esses interrogatórios às vezes eram "muito absurdos", diz ela. "Eu sentei lá com a Bíblia sobre a mesa", enquanto a polícia perguntava "sobre minhas crenças e [fazendo perguntas como] 'o que você pensa sobre o que o apóstolo Paulo está ensinando aqui' ou 'o que você pensa sobre esses versículos onde ele fala sobre atos homossexuais'".

Por outro lado, esses momentos foram "um privilégio", diz ela, porque "tive a chance de contar à polícia o que a Bíblia diz sobre o valor do ser humano, que todas as pessoas são criadas à imagem de Deus, e que é por isso que todos eles são valiosos".

Em algum momento, a polícia também perguntou se ela estava "pronta para renunciar aos meus escritos e tirá-los das mídias sociais e sites. Mas eu respondi que vou me apoiar no que acredito e vou falar e escrever sobre essas coisas também, porque são uma questão de convicção, não só de opinião".

Räsänen foi Ministra do Interior da Finlândia entre 2011 e 2015. "Eu nunca imaginaria quando estava no comando da polícia que seria interrogada e faria esse tipo de pergunta em uma delegacia", diz ela agora. Isso seria comum "nos tempos soviéticos", mas não nas sociedades democráticas.

"Sempre fui muito aberta sobre minha fé, e quando estava discutindo e escrevendo sobre essas coisas, nunca tive a intenção de insultar ou difamar ninguém", ela insiste, "porque acho que todas as pessoas são iguais e todas são preciosas (… ) Essas convicções eu desperto do amor e não do ódio".

Emoções antes do julgamento

Räsänen se sente apoiada por muitas pessoas na Finlândia ("recebo mensagens de apoio todos os dias"), mas ela também admite que o caso "suscitou muitas discussões na sociedade", bem como "no Parlamento e dentro da Igreja".

Antes do julgamento, Räsänen diz que tem uma "mente calma". "Claro que estou um pouco nervosa porque nunca estive nesse tipo de situação antes (…) Oro para que eu tenha sabedoria para responder".

"Confio que ainda estamos vivendo em democracia, e temos uma constituição e acordos internacionais", e acrescenta: "Também confio em Deus". O apoio do marido e dos filhos também foi fundamental: "Eles me incentivaram: ‘fique firme e não desista'".

Os cristãos não devem cair na autocensura

Os políticos finlandeses estão preocupados que os cristãos no país não tenham mais certeza sobre o que pode ser dito e o que não pode ser dito. "Alguns pastores me enviaram seus sermões ou escritos perguntando se poderiam ser acusados ​​de um crime". Ela acredita que especialmente os cristãos mais jovens "têm medo de confessar que são cristãos, com medo das consequências". Um estudo recente na vizinha Noruega parece confirmar essas percepções.

Räsänen havia falado anteriormente sobre o perigo da autocensura daqueles que acreditam ser minoria e, portanto, temem falar sobre suas convicções. "Quero encorajá-los que agora é hora de falar. Agora é hora de os cristãos falarem sobre as verdades da Bíblia. Porque quanto mais nos calamos, mais estreito fica o espaço para a liberdade de expressão e a liberdade de religião".

Ganhar o caso seria "um passo muito importante", pensa ela, "não só na Finlândia mas também na Europa e noutros países, porque muitas pessoas no estrangeiro estão acompanhando este caso". Ao contrário, se for condenada, "a pior consequência não é multa ou até prisão, mas seria a censura". Outros livros, escritos, sermões que expressam convicções cristãs semelhantes sobre o ser humano e a sexualidade "poderiam ser banidos", teme a parlamentar. "As consequências seriam para toda a sociedade finlandesa, não só para mim ou para os cristãos, mas para todas as pessoas".

"Muito feliz" pelo apoio em oração

A parlamentar fala do apoio internacional que tem recebido de muitos. "Estou muito feliz pelas orações da Finlândia e de outros países. Alguns dias recebi centenas de mensagens de pessoas que oravam. Eu acredito que quando Deus levanta as pessoas para orar, Ele vai fazer algo de bom".

Quais são seus próprios pedidos de oração pessoais? "Oro pelo meu país para que tenhamos uma boa democracia no futuro. E oro para que meu caso e toda a publicidade em torno do meu caso ilumine os cristãos para serem encorajados a falar sobre sua fé".

"As pessoas não precisam concordar comigo quando me apoiam", diz ela. Alguns não-cristãos disseram a ela que "defendem meu direito de dizer o que acredito", incluindo um colega parlamentar que é homossexual. Ela conclui: "Quero fazer o mesmo, também quero defender aquelas pessoas de quem discordo".

Assista abaixo a entrevista completa, em inglês, com a ADF publicada em janeiro de 2022:


domingo, 9 de janeiro de 2022

Muçulmana sonha com homem de branco com os pés feridos e aceita Jesus


Ao acordar, ela procurou um missionário e se entregou a Jesus no culto da igreja.

Um sonho despertou a fé de uma jovem muçulmana e refugiada da Síria, relatou a missão Christian Aid Mission (CAM).

No sonho, Hala (nome fictício) viu um homem de branco que estava com os pés sangrando. Ela temeu que o sangramento nos pés simbolizasse uma doença ou algum outro problema.

"Quando acordei, fiquei com medo", disse ela à CAM. "Aconteceria algo de ruim comigo?"

Hala já tinha visitado uma igreja a convite de um missionário local, então ela reconheceu que o homem de branco de seu sonho era Jesus. Ela lembra que, no sonho, pessoas corriam para se juntar a uma multidão no topo de uma colina.

"Ouvi uma voz dizendo: 'Deixe seus sapatos e venha.' Eu também queria ir, mas não consegui encontrar meus sapatos", disse Hala ao CAM. "Então, fui correndo e descobri que todos estavam ouvindo um homem vestindo roupas brancas brilhantes em pé no meio da multidão."

"Alguém gritou e me disse que meus pés estavam sangrando. Quando o homem vestido de branco ouviu esse som, ele olhou para mim. Naquele momento, olhei para os meus pés e eles pararam de sangrar — todo o sangue tinha sumido", acrescentou.

Então, algo notável aconteceu: "Olhei para o homem vestido de branco e vi que seus pés começaram a sangrar."

Depois de acordar, Hala pegou um livro que o missionário tinha dado a ela e leu: "Ele tomou sobre Si as nossas doenças", em referência a Isaías 53:4-5.

"Naquela noite, entendi que na verdade o sangue que escorria dos meus pés era meu pecado, e Jesus levou meu pecado", disse ela. "Meus pés deveriam estar sangrando, mas foram os pés de Jesus."

Na manhã seguinte, Hala ligou para o missionário, que também era da Síria. Ela disse a ele que queria colocar sua fé em Jesus, como tinha visto outras pessoas fazerem. Ela aceitou Jesus e anunciou sua decisão na igreja no domingo seguinte.

Fonte: Guiame

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