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quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Pessoas aceitam Jesus e são curadas em evangelismo de rua na Holanda: ‘Deus fez a obra’



Durante o evangelismo, pessoas foram curadas da depressão, libertas de vícios e manifestaram o desejo de se batizar.


Durante uma ação evangelística do projeto Take the City, realizada em Almere, na Holanda, dezenas de cristãos foram às ruas para pregar o Evangelho. O dia foi marcado por conversões, testemunhos de cura e libertação, além de um aumento na união entre igrejas locais.

"Foi um dia repleto de entusiasmo, obediência e frutos. Uma grande luz para Almere", disse Eumir Teterissa, um dos líderes da organização à Revive.

Segundo ele, as ações evangelísticas na região estão se tornando cada vez mais populares. No entanto, ainda há muito a ser conquistado.

"Muitas igrejas já estão engajadas na evangelização, mas também existem aquelas que dão pouca atenção. É exatamente para isso que nós, como ministério, queremos contribuir: para ativar os fiéis a tornarem sua fé visível e prática", explicou ele.

Antes de saírem às ruas, o cristão Christian Tan compartilhou seu testemunho de conversão, relatando como foi confrontado pelo Espírito Santo em relação ao pecado e à necessidade de arrependimento. 

"Ele sempre pensou que era uma boa pessoa, até que Deus lhe mostrou como ele havia menosprezado e magoado alguém. Aquele momento deixou claro: todos precisam de Jesus", disse Eumir.

Segundo Christian, a evangelização exige sensibilidade espiritual e envolvimento de toda a igreja, não apenas em ações pontuais nas ruas, mas na manifestação dos dons no cotidiano.

Alcance do Evangelho 

Já o evangelista Robbert Dam ministrou sobre cura destacando que para testemunharem a manifestação do poder de Jesus, os cristãos devem se posicionar como alguém que confia em Deus e obedece a Ele. 

Ele compartilhou o testemunho de uma pessoa que se levantou de uma cadeira de rodas. Em outro caso, uma mulher na plateia, com dor no ombro, recebeu oração e foi curada. 

Pouco depois, ela começou a orar por outras pessoas, incluindo uma mulher com o ombro quebrado: “Isso foi uma ativação em tempo real", afirmou Eumir.

Nas ruas, a abertura para o Evangelho também foi impressionante por meio dos louvores e conversas sobre Jesus.

O louvor atrai as pessoas. O Espírito Santo faz a obra; as pessoas vêm naturalmente. Pessoalmente, não encontrei nenhuma rejeição. Havia realmente espaço para semear”, relatou Eumir.

Ao ser abordado pelos cristãos, um jovem, que estava na cidade com a namorada, contou que havia conhecido Jesus após o divórcio dos pais. Naquele dia, sua namorada foi alcançada pelo Evangelho.

Além disso, viciados também demonstraram interesse por Cristo e por serem batizados. 

Embora não tenha havido um batismo desta vez, a disposição era claramente evidente”, disse Eumir.

Uma mulher que lutava contra a depressão se rendeu a Jesus depois de conversar com outros evangelistas naquele mesmo dia. 

Eles oraram, o espírito da depressão foi expulso e ela ficou visivelmente mais leve", testemunhou Eumir.

A equipe anotou os números de telefone das pessoas que foram alcançadas na ação para que as igrejas locais entrassem em contato.

"A mobilização é ótima, mas é preciso persistir. Ninguém aprende a nadar da noite para o dia", concluiu Eumir.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Campanha evangelística nas ruas do Pará leva 201 pessoas a Jesus




Cristãos da Assembleia de Deus evangelizaram nas ruas de Tucuruí e promoveram uma cruzada na orla da cidade.


Uma igreja de Tucuruí, no Pará, comemorou seus 91 anos pregando o Evangelho nas ruas da cidade, entre 11 e 14 de setembro.

Centenas de membros da Assembleia de Deus realizaram uma caminhada de fé, com o apoio do evangelista Clebson Bandeira, coordenador da missão “Evangelismo para o Brasil”.

Com banda e cartazes, os cristãos pregaram Jesus e oraram por muitas pessoas que encontravam pelo trajeto. 

"As ruas ecoaram o clamor da igreja marchando em unidade. Milhares se reuniram proclamando: 'Venha o Teu Reino, venha o Teu domínio sobre Tucuruí!'", relatou Clebson, no Instagram.

No período da noite, uma cruzada evangelística ao ar livre atraiu uma multidão na orla da cidade, à margem do rio Tocantins. Um coral com quase 1.000 mulheres participou da adoração no evento.

O evangelista Clebson pregou a mensagem de Salvação e muitas vidas se entregaram a Jesus. Curas também foram registradas no evento, como duas mulheres que tiveram a visão restaurada.

No total, 201 pessoas aceitaram Cristo como seu Salvador durante a campanha evangelística. 

"Enfermos foram curados, sinais e maravilhas confirmaram a Palavra pregada. Foram dias em que o céu se abriu sobre a cidade, vidas foram restauradas e a chama missionária reacendeu", contou Clebson.

"O Evangelho foi anunciado com ousadia e simplicidade, e vimos que Jesus continua salvando, curando e batizando com o Espírito Santo!", testemunhou.

"Há 91 anos esta igreja tem levado a Palavra de Deus no poder do Espírito Santo. A mensagem é sobre a cruz de nosso Senhor Jesus Cristo", ressaltou Ocelio Nauar, pastor da igreja, em vídeo no Instagram.

Fonte: Guia-me via Folha Gospel

quarta-feira, 1 de junho de 2022

“A voz cristã foi marginalizada”, diz pregador de rua que foi preso na pandemia


Andrew Sathiyavan foi preso e multado por pregar nas ruas de Londres no período de restrições.

Um pregador de rua cristão iniciou uma audiência de dois dias na terça-feira passada (24), apelando de uma multa por violar restrições da Covid-19. O caso aconteceu no domingo de Páscoa de 2020, quando ele foi preso pela polícia de Londres por pregar ao ar livre.

Andrew Sathiyavan, de 47 anos, está apelando da decisão do Tribunal Isleworth Crown, que aumentou a multa de £ 100 para £ 500 e argumentou que o pregador deveria ter feito sua ministração de forma online.

Sathiyavan é voluntário em tempo integral no Ministério Gospel Light e prega em todo o Reino Unido. Seu trabalho envolve pregação, apoio aos sem-teto e pessoas que sofrem de dependência de drogas e álcool.

Em entrevista ao site Premier Christian News, ele diz que sentiu que o juiz não entendeu de fato o que ele faz.

Fiquei pensando comigo mesmo, como você consegue alcançar os sem-teto online? Como você consegue chegar a um viciado em drogas ou pessoas na rua que estão realmente quebradas, se eles não têm nem celular para acessar a internet? Então fico pensando comigo mesmo, o juiz na minha primeira audiência nem ouviu minha história”, disse.

A organização Christian Concern, que fornece apoio jurídico a Sathiyavan, disse que o caso destaca “sérias inconsistências na abordagem da polícia”, já que os regulamentos não foram aplicados com tanta rigidez a membros do governo e manifestantes.

Sathiyavan acredita que este é um exemplo da marginalização dos cristãos no Reino Unido.

Como um todo, posso ver que a voz cristã foi marginalizada”, opina. “Me lembro claramente, em 2019, quando nosso primeiro-ministro, Boris Johnson, chegou ao poder, ele disse especificamente: 'Um dos meus lemas é defender os direitos cristãos e estar junto com a liberdade cristã'. Então, apenas cinco meses depois sob sua vigilância, como um pregador cristão, estou sendo preso.”

Interrompido por policiais

Imagens de vídeo mostram que, a princípio, um policial disse a Sathiyavan que eles haviam sido acionados porque seu microfone estava causando um distúrbio — não por violar os regulamentos da Covid-19. 

Sathiyavan perguntou a um policial se ele estava infringindo a lei ao pregar o Evangelho. Ele então respondeu: “Não estamos dizendo que você está infringindo a lei, mas está causando um comportamento antissocial.”

Um terceiro policial, PC Routledge, disse a Sathiyavan que ele estava “violando as leis da Covid” porque estava ali “sem um propósito”. 

De acordo com as leis da Covid, você pode ficar do lado de fora se estiver indo ao mercado, se exercitando ou indo trabalhar. Você não está fazendo nenhum dos dois; você está pregando e isso é inaceitável”, disse o oficial.

Sathiyavan acredita que os policiais que o prenderam e o levaram sob custódia deveriam tê-lo visto como um trabalhador-chave.

Tudo estava fechado, sem lojas, sem lugares públicos para onde as pessoas pudessem ir. Até as igrejas foram fechadas. Então as pessoas estavam ficando cada vez mais estressadas e se envolvendo mais com álcool, drogas”, disse o pregador. “Elas queriam que alguém viesse e ficasse ao lado delas, falasse com elas. Então eu sinto que era muito importante estar lá. E eu considero isso tão importante quanto um médico ou uma enfermeira.”

Fonte: Guiame

domingo, 19 de dezembro de 2021

Alemanha pode renomear rua em homenagem a Martinho Lutero por antissemitismo


Cerca de cem ruas e praças de Berlim, capital da Alemanha, podem ser renomeadas para não homenagear as figuras alemãs que tinham opiniões antissemitas, concluiu um estudo encomendado pelo Senado do Estado de Berlim.

Um grupo de pesquisa liderado pelo cientista político Felix Sassmannhausen disse que há 290 lugares públicos na capital da Alemanha cujos nomes se referem a personalidades históricas ligadas ao ódio aos judeus.

Em dois terços dos casos listados, o estudo afirma que a renomeação poderia ser evitada se uma explicação "contextualizada" dos sinais fosse oferecida ao público.

Entre as ruas que devem ser revistas está a Rua Martinho Lutero, que leva o nome do reformador alemão do século XVI. "Martinho Lutero escreveu escritos antijudaicos e foi influente na disseminação do antijudaísmo de motivação cristã", diz o documento.

Outras ruas e praças que homenageiam figuras conhecidas que o relatório recomenda revisar incluem aquelas que se referem ao compositor Richard Wagner, aos contadores de histórias Irmãos Grimm ou ao primeiro chanceler da Alemanha Ocidental, Konrad Adenauer, entre outros.

O comissário berlinense para o antissemitismo, Samuel Salzborn, disse que o ano de Lutero em 2017 foi uma chance perdida de examinar melhor as opiniões antissemitas do teólogo. "Gostaria muito de ver o problema [o antissemitismo de Lutero] abordado de forma mais intensa", afirmou.

Para Sassmanhausen, a discussão em torno da nomenclatura das ruas não é uma questão de "endereços onde vivemos", mas uma questão mais profunda de "visões sociais impressas em nossas placas" que não deveriam mais ser aceitas na cultura de hoje.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

sábado, 25 de setembro de 2021

Presidente da Áustria é flagrado por brasileira comendo na rua em NYC


Alexander van der Bellen confirma que hábito é comum tanto como comer um acarajé nas ruas de Salvador

Uma brasileira divulgou vídeo mostrando o presidente da Áustria, Alexander van der Bellen, comendo com sua comitiva nas ruas de Nova York em frente a uma loja de cachorro-quente, asinhas de frango e outros petiscos característicos dos Estados Unidos.

Além de desmistificar as fake news envolvendo o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que optou por uma pizzaria, o vídeo do austríaco confirma que comer esse tipo de comida nas ruas de Nova York é como ir à Salvador e comer um acarajé nas ruas do Pelourinho.

Fonte DP

ASSISTA AQUI


segunda-feira, 20 de abril de 2020

Menino de 6 anos ora de joelhos na rua pelo fim do coronavírus

A imagem de uma criança orando ajoelhada no meio da rua, no Peru, viralizou nas redes sociais.


Uma rua vazia e silenciosa do Peru foi o espaço escolhido por uma criança de 6 anos para pedir a Deus pelo fim da pandemia do novo coronavírus, que registra 15.628 casos confirmados e 400 mortes por Covid-19.

A imagem foi registrada na segunda-feira passada (13) pela fotógrafa Claudia Alejandra Mora Abanto, que é vizinha do menino no bairro Guadalupe, em La Libertad. No Facebook, ela disse que tirou a foto pouco antes de uma reunião de oração entre moradores.

"Então eu perguntei o que ele estava fazendo e ele respondeu, em sua inocência, que estava fazendo um pedido a Deus e que ele saiu porque havia muito barulho em sua casa, e assim seu desejo não ia se cumprir. Seu desejo, sem dúvida, é claro. Eles não são estranhos diante do que está acontecendo", contou Claudia.

"Fiquei com um sorriso no rosto, cheia de fé e esperança, mas acima de tudo, encantada por testemunhar o amor e a confiança dessa criança em Deus. Que belo é ver isso incutido neles, mesmo em tempos difíceis"

Mais tarde, o jornal peruano RPP revelou que o nome do garoto é Alen Castañeda Zelada. O menino de 6 anos disse que tomou a decisão de orar na rua por causa do amor que sente pelos avós, a quem não vê desde que o início do confinamento no Peru.

"Eu [orei] para que [Deus] cuide das pessoas com esta doença. Pedi que ninguém vá embora, muitas pessoas grandes estão morrendo com esta doença", disse o pequeno Alen.

O pai do menino, Abraham Castañeda Malca, disse que a atitude da criança surpreendeu a todos em sua casa. "Foi realmente uma surpresa. Meu filho é um menino de seis anos e eu não achava que ele reagiria assim, foi surpreendente para todos nós", afirmou.

Fonte: Guiame 

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Arqueólogos identificam rua 'perdida' em Jerusalém construída por Pôncio Pilatos



Uma rua descoberta por arqueólogos em Jerusalém indicam algumas características do governo do Pôncio Pilatos no período de Cristo.


Arqueólogos identificaram uma grande rua em Jerusalém, construída pelo governador romano Pôncio Pilatos, conhecido por permitir a crucificação de Jesus Cristo.


Com 600 metros de comprimento, a rua teria conectado a Piscina de Siloé — onde era possível tomar banho e obter água fresca — ao Monte do Templo, o lugar mais sagrado do judaísmo. A rua era provavelmente usada por antigos peregrinos a caminho do Monte, segundo os pesquisadores. 


As evidências arqueológicas de Pôncio Pilatos são limitadas e a descoberta indica algumas características do governador da Judeia, disseram os pesquisadores em um artigo publicado recentemente na revista "Tel Aviv: Journal of the Institute of Archaeology of Tel Aviv University".

O fato de Pilatos ter construído uma rua que teria ajudado as pessoas a chegar ao Monte do Templo sugere que ele não era tão egoísta e insensível à religião quanto afirmam os escritores antigos, afirmam os pesquisadores.

Os estudiosos sabem há muito tempo da existência da rua, que é escavada por arqueólogos desde o século 19. O que os arqueólogos não sabiam até agora era quando precisamente a rua foi construída.

Para descobrir, arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade de Tel Aviv cavaram embaixo da rua, alcançando áreas que foram fechadas pela argamassa da via.

Eles encontraram dezenas de moedas datando de 30 a 31 d.C., época em que os registros históricos mostram que Pôncio Pilatos era prefeito da Judeia. A ausência de moedas nos anos posteriores indica que a construção foi feita em seu governo, apontam os pesquisadores.

(Foto: Tel Aviv: Journal of the Institute of Archaeology of Tel Aviv University)


Uma rua descoberta por arqueólogos em Jerusalém indicam algumas características do governo do Pôncio Pilatos no período de Cristo.


Registros históricos e relatos bíblicos retratam Pôncio Pilatos como uma figura negativa. Além de ordenar a crucificação de Jesus, ele confiscou o dinheiro de um tesouro sagrado para construir um aqueduto, violou as leis religiosas judaicas e espancou pessoas que protestavam contra suas ações.

A descoberta da rua construída por Pilatos, ligando os peregrinos ao Monte do Templo, sugere que seu governo não tenha sido "caracterizado exclusivamente por interesse próprio e corrupção", observaram os pesquisadores.

A rua pode ter sido construída para ajudar a aliviar as tensões entre Pilatos e os judeus, bem como para promover suas habilidades como governador, disse o principal autor do estudo, Nahshon Szanton, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel.

"A importância desta rua é evidente por suas dimensões e também pela qualidade de sua construção, que sem dúvida exigia uma força de trabalho expansiva que incluía trabalhadores e artesãos qualificados", escreveram os pesquisadores, observando que a rua tem pelo menos 8 metros de largura e exigiu 10.000 toneladas de rochas calcárias na construção.

Reação dos estudiosos

Arqueólogos não envolvidos na pesquisa aplaudiram o trabalho. "Sobre a data, não há disputa", disse Dan Bahat, ex-arqueólogo-chefe de Jerusalém, à Live Science.

Ele observou que a rua provavelmente existia como uma estrada de terra antes de Pilatos decidir pavimentá-la. Bahat enfatizou que essa rua teria sido usada para mais do que peregrinação. "Era uma rua da cidade e não destinada ao uso dos peregrinos", disse ele.

Ronny Reich, um arqueólogo aposentado que escavou a rua no passado, também concordou que as novas evidências mostram que a rua foi construída durante o período em que Pilatos era governador da Judeia.

Hillel Geva, diretor da Sociedade de Exploração de Israel, disse que há uma chance de a rua ter sido construída por um governante posterior da Judeia, "mas se for o caso, deveríamos encontrar moedas pós-Pilatos embaixo da rua". Até agora, nenhuma moeda que data depois de Pilatos foi encontrada.

Fonte: Guiame
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