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quinta-feira, 7 de setembro de 2023

VOLTE À IGREJA: Uma forma de prevenção ao aumento da solidão, sugere psiquiatra

Com a popularização da internet e o uso cada vez maior das redes sociais, um antigo problema de ordem social que já era prejudicial, a solidão, se tornou alvo de grande preocupação por parte dos profissionais de saúde em todo o mundo, como o Cirurgião Geral dos Estados Unidos Dr. Vivek H. Murthy.

Vivek concedeu uma entrevista onde apontou a solidão como uma preocupação de saúde pública nos Estados Unidos, algo que, segundo o médico, muitas pessoas não admitem por não se sentirem confortáveis com a exposição.

"Este é um problema com o qual muitas pessoas lutam nas sombras porque se sentem envergonhadas. E isso também se aplica a mim", disse ele, revelando que também enfrentou o mesmo problema em algumas fases da vida, mas que conseguiu superar com a ajuda da esposa e a socialização.

Igreja é importante

De acordo com a CBN News, o psiquiatra Daniel Amen concorda com Vivek. Para o especialista, a solidão tem desencadeado uma "onda" de problemas de ordem emocional especialmente nos mais jovens.

Amen explicou que, na prática, é como se as pessoas estivessem substituindo os relacionamentos humanos pelo virtual, mesmo que sem perceber e se dar conta dos prejuízos de saúde mental.

"Acredito que estamos no início de uma onda de problemas cerebrais e de saúde mental nos jovens, e isso acontece porque estamos mais desconectados do que nunca, desconectados de nossas próprias famílias, porque quando as pessoas estão juntas, seus rostos ficam enterrados em seus aparelhos", disse ele.

Para o psiquiatra, ser membro de uma igreja ajuda a combater a solidão, já que a tendência é que exista maior envolvimento com a comunidade local, o que ele recomenda fortemente.

"Volte para a igreja. Envolva-se", disse o especialista.

"Envolva-se com grupos. Temos que voltar. E realmente, não há lugar melhor para resolver isso do que a igreja."

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Existe Risco Fiscal para as Igrejas com os Pastores Pessoas-Jurídicas?



A Atuação de um Ministro Religioso Não Tem Natureza Jurídica de Prestação de Serviços Profissionais, e Sim de Atuação Vocacional oriunda da fé abraçada voluntariamente


Uma das questões altamente controversas hodiernamente nas lides contábeis-jurídicas-religiosas é a Inusitada Proposição Contábil, Transformação de Pastores Evangélicos em Pessoas Jurídicas, seja como MEI ou EIRELLI, ou, ainda, Integrante de uma Sociedade Limitada, ou, mesmo, Terceirizado de uma Empresa, para que estes possam emitir Notas Fiscais para as Igrejas e Organizações Religiosas ('Templos de Qualquer Culto'), num Processo que o Mercado de Trabalho Nominou de "Pejotização" de Mão-de-Obra, contratação regularmente utilizada pelas Empresas, sobretudo após a Nova Legislação Trabalhista, (Lei 13.467/2018); contudo, sustentamos que o Ministro de Confissão Religiosa exerce uma Vocação Espiritual em Atendimento Voluntário ao Chamamento Divino, e não uma Atividade Profissional Fruto de Seus Talentos na Prestação de Serviços Profissionais à Igreja; eis que, A Prática dos Pastores PJs ‘Não Envolve Só o Debate no Aspecto Ético’, mas, a Reflexão Questionadora: 'Existe Um Efetivo Risco Fiscal Nesta Prática Contábil para as Igrejas?', ("Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam (…)", I Corintos 6:12.

Este Alerta acerca da Adoção de Práticas Temerosas que Envolvem as Igrejas, traz a memória uma situação vivenciada no final dos Anos 1990, quando a OPBF (Ordem de Pastores Batistas Fluminenses) promoveu uma Série de 'Oficinas Jurídico-Eclesiásticas', no Acampamento Batista em Rio Bonito/RJ, à época a CBF (Convenção Batista Fluminense), tinha como Secretário-Executivo o Pr. Sócrates Oliveira de Souza, que há Duas Décadas é Diretor Executivo da CBB (Convenção Batista Brasileira), quando tivemos a satisfação de enfocar em Palestras Interativas, Abordando Aspectos Institucionais: 'Civis-Estatutários', 'Tributários-Fiscais' e 'Trabalhistas-Ministeriais', e suas Implicações Legais com as Organizações Religiosas, sendo que no final do Retiro Anual, (que geralmente dura uma Semana), ao receber homenagem dos Pastores Fluminenses, (representantes das Igrejas Batistas do Estado do Rio de Janeiro-Exceto a Capital), questionamos sobre a razão do honroso convite, eis que, no Meio Evangélico, temos vários Profissionais do Direito capacitados e experientes, pelo que, foi acentuado pelo Pr. Irênio Chaves, à época, Secretário-Executivo da OPBF, que a nossa imagem de Advogado para os Obreiros Batistas Fluminenses, era Identificada por uma Atuação Profissional considerada 'Conservadora', numa perspectiva de Evitar-se a Exposição do Cliente a Aventuras Jurídicas, quando Enfatizamos que Adotávamos o Posicionamento 'Fundamentalista' na Preservação, Precaução e Prevenção de Riscos Legais.

Leia a íntegra deste artigo do Dr. Gilberto Garcia clicando aqui.

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Pastores dão dicas para famílias sem tempo para o culto doméstico


O modelo ideal de culto doméstico dura de 10 a 15 minutos, com oração, Palavra e louvor.

culto doméstico tem se tornado um desafio para as famílias na medida em que o tempo parece encurtar na rotina diária de pais e filhos. Eles trabalham ou estudam e os horários disponíveis muitas vezes não se encaixam transformando-se em verdadeiros empecilhos para a prática devocional conjunta.

Para facilitar a retomada dos cultos domésticos dentro de casa ou mesmo em outros espaços, pastores dão dicas para facilitar esse momento e até para criar rotina de culto em família de 5, 15 ou 30 minutos

O pastor e terapeuta familiar Gilson Bifano, do Rio de Janeiro, lembra um pouco da história do culto doméstico. "O culto doméstico teve seu início no movimento puritano, Susana Wesley foi o grande exemplo de mãe que realizava cultos domésticos com seus filhos. O fruto desses cultos podemos ver na vida de John e Charles Wesley, com o movimento metodista".

Informalidade e prioridade

Gilson Bifano acrescenta que a Bíblia orienta essa prática e o ensino, inclusive de modo informal. "Na palavra de Deus, há uma orientação para que o ensino da fé se dê de forma informal "andando, ao levantar, ao deitar, sentado…" como diz Deuteronômio".

"Uma dica é fazer uma vez por semana de forma criativa. Talvez usando como quebra-gelo um videozinho da internet e introduzindo um conceito bíblico. Pode ser no carro, ouvindo uma música, ou mesmo no sofá da sala, mas sempre buscando", sugere.

O pastor da Assembleia de Deus Marinelshington da Silva, do Espírito Santo, é taxativo ao dizer que a falta de tempo não justifica abrir mão do culto em família. "Não é falta de tempo. É falta de prioridade. Se priorizar, consegue".

Rotina de culto em família de 5, 15 ou 30 minutos

O pastor Jason Helopoulos, nos Estados Unidos, ensinou como as famílias podem criar uma rotina de culto doméstico em seus lares. Ele lembrou da importância da adoração familiar e mostrou que não é algo difícil de fazer

Segundo Jason, o culto familiar, uma prática histórica da igreja protestante, é um dos hábitos da vida cristã e seus benefícios são eternos.

"A Palavra e a oração são os meios que Cristo emprega para abençoar e ministrar ao seu povo. O culto familiar estruturado busca diariamente encontrar Cristo por esses meios de graça – juntos", explicou o pastor, em artigo recente para o The Gospel Coalition.

Ele observou que a adoração familiar é importante e não é difícil de fazer. "Termine o jantar, limpe a mesa, vá para a sala, abra a Bíblia, leia uma pequena seção e ore. Mantenha isso breve. Não precisa ser intimidante, não precisa ser difícil", ensinou.

O líder deu sugestões de como realizar o culto doméstico, de acordo com o tempo disponível da família.

5 minutos de oração

Para dias corridos em que o tempo é limitado, Jason aconselhou reunir a família para orarem juntos por cinco minutos.

"Peça a todos que compartilhem uma coisa pela qual foram gratos no dia ou um pedido que gostariam que outro orasse por eles. E então ore. Mesmo cinco minutos diante do trono de Deus importa. O tempo em oração nunca é desperdiçado", afirmou.

Porém, o pastor pondera que esse estilo de adoração não é ideal para uma rotina regular.

"Mas algo é melhor do que nada. Há algumas noites em que cinco minutos é tudo o que temos em termos de energia, paciência ou tempo. Lembre-se, este é um meio de graça, não um fardo", disse.

Modelo ideal

O modelo ideal de culto doméstico dura de 10 a 15 minutos, com oração, Palavra e louvor.

Para famílias com crianças pequenas, o pastor sugere uma história bíblica durante cinco minutos, orar por alguns minutos e louvar por dois minutos. "As narrativas se conectam com as crianças – elas adoram histórias", lembra ele.

O pastor ensina que todos da família podem apresentar pedidos de oração e orar um pouco, até mesmo crianças de 2 anos, com suas próprias palavras.

Para a adoração, recomenda-se cantar canções infantis com as crianças e louvores congregacionais conhecidos.

Culto com discussão

Para famílias mais experientes, em idade e em experiência de adoração familiar, o líder sugere cultos estendidos, de 15 a 20 minutos, com espaço para discussão de passagens bíblicas.

"Faça perguntas apropriadas à idade e permita que a discussão aconteça. Dê aos seus filhos a oportunidade de fazer perguntas também", comentou.

"Tenha certeza, você não precisa ter todas as respostas. Na verdade, é revigorante para as crianças quando o pai ou a mãe dizem: 'Não tenho certeza de como responder a isso, mas vou dedicar um tempo para estudá-lo e responder'. Seus filhos se beneficiarão ao saber que você leva as perguntas deles a sério".

Nesse formato de culto, também é possível acrescentar diferentes tipos de orações: de adoração, confissão de pecado, ação de graças e intercessão.

"Em nossa família, muitas vezes selecionamos diferentes países para orar – cada pessoa ora por oportunidades para a igreja e o Evangelho naquele país", exemplificou Jason.

Memorização no culto doméstico

Outra opção é o culto familiar de 20 a 30 minutos, com tempo para memorização de versículos da Bíblia.

"Memorizar a Palavra permite a meditação. E a meditação na Palavra leva a ser moldado pela Palavra", esclareceu ele.

O líder afirmou que esse modelo mais estendido não deve ser adotado para a rotina diária, já que pode tornar o momento cansativo.

E concluiu: "Nenhuma prática em sua casa será mais benéfica para sua família do que o culto diário em família. Os cristãos adoram; isso é o que fazemos. Como família cristã, é isso que queremos fazer. Tente".

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

CNBB pede que deputados rejeitem projeto que legaliza jogos de azar


Nesta terça-feira (1º), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma nota em que pede à Câmara dos Deputados que rejeite um projeto de lei que regulamenta os jogos de azar no Brasil. A manifestação ocorre devido a um requerimento de urgência sobre o tema aprovado na Casa em dezembro.

De acordo com a CNBB, o "voto favorável ao jogo será, na prática, um voto de desprezo pela vida, pela família e [por] seus valores fundamentais". Além disso, a entidade afirmou: "Cabe-nos, por razões éticas e evangélicas, alertar que o jogo de azar traz consigo irreparáveis prejuízos morais, sociais e, particularmente, familiares".

O PL que legaliza jogos de azar no país está parado na Câmara há 30 anos. Já o requerimento de urgência estava há 5 anos esperando para ser colocado em votação. A ideia do Projeto de Lei (PL) 442/1991 é regulamentar bingos, cassinos, caça-níqueis, jogo do bicho, apostas e outros. O relator é o deputado Felipe Carreras (PSB-PE).

De acordo com a nota da CNBB, o "sistema altamente lucrativo dos jogos de azar tem sua face mais perversa na pessoa que sofre dessa compulsão”.

Veja a íntegra da nota:

Brasília-DF, 01 de fevereiro de 2022.
P – Nº. 012/22
NOTA DA CNBB CONTRA A LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS DE AZAR NO BRASIL

Uma árvore má não pode dar frutos bons (cf. Mt 7,18).

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através de sua Presidência, acompanhou perplexa, no apagar das luzes do ano de 2021, a aprovação na Câmara de Deputados do requerimento nº 5.358/16, que assinala como urgente a apreciação do Projeto de Lei 442/91.

Esse nefasto ato acelerou o caminho para regulamentar, logo nas primeiras sessões do ano 2022, a exploração de jogos de azar no país. Nesse período os parlamentares ainda estarão deliberando de maneira virtual, o que na prática limita o debate, camufla as posições e facilita as artimanhas regimentais. Diante desse lamentável fato, a CNBB reitera a sua inegociável posição contra a legalização dos jogos de azar no Brasil.

Os argumentos de que esta liberação aumentará a arrecadação de impostos, favorecerá a criação de postos de trabalho e contribuirá para tirar o Brasil da atual crise econômica, seguem a repudiante tese de que os fins justificam os meios. Esses falsos argumentos não consideram a possibilidade de associação dos jogos de azar com a lavagem de dinheiro e o crime organizado. Diversas instituições de Estado têm alertado que os cassinos podem facilmente transformar-se em instrumentos para que recursos provenientes de atividades criminosas assumam o aspecto de lucros e receitas legítimas.

Cabe-nos, por razões éticas e evangélicas, alertar que o jogo de azar traz consigo irreparáveis prejuízos morais, sociais e, particularmente, familiares. Além disso, o jogo compulsivo é considerado uma patologia no Código Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde. O sistema altamente lucrativo dos jogos de azar tem sua face mais perversa na pessoa que sofre dessa compulsão. Por motivos patológicos, esta pessoa acaba por desprezar a própria vida, desperdiçar seus bens e de seus familiares, destruindo assim sua família. Enquanto isso, as organizações que têm o jogo como negócio prosperam, e seus proprietários se tornam cada vez mais ricos. A autorização do jogo não o tornará bom e honesto. Nosso país não precisa disso!

A CNBB conclama o Congresso Nacional a rejeitar este projeto e qualquer outra iniciativa que pretenda regularizar os jogos de azar no Brasil. O voto favorável ao jogo será, na prática, um voto de desprezo pela vida, pela família e [por] seus valores fundamentais.

Particularmente neste ano eleitoral, a CNBB assume o compromisso de acompanhar atentamente essa tramitação e divulgar amplamente o nome dos parlamentares que escolherem deixar suas digitais nessa delituosa afronta ao povo brasileiro.

Inspirados pela voz profética de Maria, Mãe de Jesus, Nossa Senhora Aparecida, e sob sua proteção, se continuará a labuta da construção do Brasil justo, honesto e honrado!

D. Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte, MG
Presidente

D. Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre, RS
1º Vice-Presidente

D. Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima, RR
2º Vice-Presidente

D. Joel Portella Amado
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ
Secretário-Geral

Fonte: Pleno.News via Folha Gospel

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

«Não haverá retorno à normalidade como vivíamos», avisa ministra da Saúde de Portugal


«Não haverá um regresso à normalidade tal e qual a vivíamos», avisou Marta Temido, ministra da Saúde, em conferência de imprensa.


Finalmente, algo prático e honesto!

Ministra da Saúde de Portugal, Marta Temido avisa a realidade:

1. Talvez tenhamos que morar com o COVID 19 por meses ou anos. Não vamos negar ou entrar em pânico. Não  vamos tornar nossas vidas inúteis. Vamos aprender a conviver com esse fato.

2. Você não pode destruir os vírus COVID19 que penetraram nas paredes das células, bebendo galões de água quente - você só irá ao banheiro com mais frequência.

3. Lavar as mãos é o melhor método para sua proteção.

4. Se você não tem um paciente COVID19 em casa, não há necessidade de desinfetar as superfícies da sua casa.

5. Cargas embaladas, bombas de gás, carrinhos de compras e caixas eletrônicos não causam infecção. Lave as mãos, viva sua vida como sempre.

6. COVID19 não é uma infecção alimentar. Está associado a gotas de infecção como a gripe. Não há risco demonstrado de que o COVID19 seja transmitido pelos alimentos.

7. Você pode perder o sentido do olfato com muitas alergias e infecções virais. Este é apenas um sintoma inespecífico de COVID19.

8. Uma vez em casa, você não precisa trocar de roupa com urgência e tomar banho! Pureza é uma virtude, paranóia não é!

9. O vírus COVID19 não está no ar. Esta é uma infecção respiratória por gotículas que requer contato próximo.

10. O ar está limpo, você pode caminhar pelos jardins, pelos parques, apenas evite aglomerações.

11. É suficiente usar sabão normal contra COVID19, não sabão antibacteriano. Este é um vírus, não uma bactéria.

12. Você não precisa se preocupar com seus pedidos de comida. Mas você pode aquecer tudo no microondas, se desejar.

13. As chances de levar o 
COVID19 para casa com os sapatos são como ser atingido por um raio duas vezes por dia. Trabalho contra vírus há 20 anos - as infecções por gota não se espalham assim!

14. Você não pode ser protegido contra o vírus tomando vinagre, suco de cana e gengibre! Estes são para imunidade, não para cura.

15. Usar uma máscara por longos períodos interfere nos níveis de respiração e oxigênio. Use-a apenas na multidão.

16. Usar luvas também é uma má idéia; o vírus pode se acumular na luva e ser facilmente transmitido se você tocar em seu rosto. Melhor apenas lavar as mãos regularmente.

17. A imunidade é muito enfraquecida ao permanecer sempre em um ambiente estéril. Mesmo se você comer alimentos que aumentam a imunidade, saia regularmente de sua casa para qualquer parque / praia. A imunidade é aumentada pela exposição a patógenos, não por ficar em casa e consumir alimentos fritos / condimentados / açucarados e bebidas gaseificadas, e não praticar atividades físicas.

Fonte: Impala

Reflexão:

É esse tipo de notícia que temos que compartilhar....
Se o vírus está proliferando, então vamos proliferar boas coisas, boas ideias e boas dicas também!
Divulguem, por favor, para melhorarmos a Saúde Mental das pessoas!

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Damares orienta pastores a denunciarem agressões contra mulheres

Essa não é a primeira vez que a ministra chama os pastores para combater um dos principais problemas nas famílias brasileiras

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves, esteve na cidade de Campo Grande (MS) nesta quarta-feira (24) para participar de um evento de apresentação dos programas para famílias.

Durante sua fala, Damares comunicou o lançamento de um aplicativo para encontrar crianças desaparecidas, entre outros programas positivos de sua Pasta. Além disso, também aconteceu a assinatura de um protocolo de intenções com o governo do estado para garantir capacitação profissional para cinco mil mulheres, no âmbito do projeto Qualifica Mulher, do MMFDH.

Aproveitando o momento, Damares falou sobre o combate à violência doméstica e chamou os pastores para participar desta luta.

Quando uma mulher chegar na tua igreja com um olho roxo, não só ore por ela. Ore também, mas depois que você orar, tu vai pegar na mão dessa mulher e vai para a delegacia denunciar. É o que a sociedade espera de todos nós”, declarou ela.

Desde que assumiu o Ministério da Mulher, Damares tem promovido ações de combate à violência doméstica, e aos pastores presentes ela pode falar também sobre políticas públicas que devem ser propostas regionalmente para enfrentar este problema.

Damares esteve na cidade para o lançamento do programa “Famílias Fortes”, realizado no Auditório do Aliançados Arena, o evento reuniu prefeitos, gestores municipais, vereadores, conselheiros, instituições assistenciais e outros segmentos.

Fonte: JM Notícia


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