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quinta-feira, 3 de março de 2022

Ucrânia: Mais de 100 brasileiros se ofereceram para ir à guerra


Afirmação foi feita pelo encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach

Nesta quinta-feira (3), o encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach, afirmou que seu país já recebeu mais de 100 cartas de brasileiros se oferecendo para atuarem como voluntários na guerra contra a Rússia. De acordo com ele, no entanto, não é possível atender ao volume de pedidos.

Durante uma entrevista coletiva, Tkach explicou que aqueles que quiserem ingressar na liga estrangeira das forças armadas da Ucrânia precisam ao menos ter experiência com conflitos e saber falar inglês.

O ataque da Rússia à Ucrânia ocorreu na madrugada do dia 24 de fevereiro. O anúncio da “operação militar no leste da Ucrânia” foi feito pelo presidente russo, Vladimir Putin, em um discurso transmitido na televisão. De acordo com ele, o objetivo era “proteger as pessoas que são submetidas a abusos, genocídio de Kiev durante oito anos”, e, para isso, ele buscaria “desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia e levar à Justiça aqueles que cometeram vários crimes sangrentos contra pessoas pacíficas, incluindo cidadãos russos”.


Ainda na coletiva desta quinta, Tkach disse esperar que as empresas brasileiras cortem as relações comerciais com a Rússia e citou a Embrar como uma que já foi nesta direção.

Esperamos que as empresas cortem os laços comercias com as empresas russas. Isso já está acontecendo – apontou.

Fonte: Pleno News

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Frequência à igreja cai e congregações lutam para encontrar voluntários



A pandemia de Covid-19, ainda em andamento, está afetando os hábitos das pessoas em relação à frequência à igreja no Reino Unido.

Isso é o que diz a Aliança Evangélica do Reino Unido (EAUK, sigla em inglês) em seu relatório “Changing Church” (Igreja em Mudança, em tradução livre) publicado em novembro de 2021. Cerca de 1.600 membros da igreja e 550 líderes da igreja do Reino Unido participaram da pesquisa.

Quase todas as igrejas, diz o relatório, voltaram às reuniões pessoais semanais (95%). Mesmo assim, 6 em cada 10 igrejas decidiram continuar a oferecer algum tipo de serviço online (abaixo dos 84% ​​no outono de 2020, quando as restrições eram maiores).

"A participação presencial caiu de uma média de 124 participantes antes da Covid para 85 no outono de 2021" no Reino Unido. O número de entrevistados dizendo que frequentam os cultos da igreja pessoalmente em uma base semanal também caiu, de 92% antes da crise da Covid-19 para 68% agora.

"De acordo com nossa amostra de membros da igreja, uma grande proporção reduziu a regularidade de sua frequência à igreja de semanal para uma ou duas vezes por mês".

Um número ainda alto de 23% dos cristãos comprometidos pesquisados ​​dizem que participam de alguma forma de atividades da igreja online uma vez por mês.

Mas 13% dizem que não vão mais à igreja que frequentavam antes da pandemia. “9% estão frequentando uma igreja diferente pessoalmente, 2% estão frequentando uma igreja diferente online”, diz o relatório.

Menos voluntariado

6 em cada 10 líderes de igreja pesquisados ​​dizem que perceberam “uma diminuição no voluntariado em sua igreja”. 3 em cada 10 membros da igreja admitem que passam menos tempo servindo no contexto da igreja, em contraste com 5 em cada 10 que dizem que seu tempo dedicado ao serviço não mudou.

Entre as possíveis razões para a queda do número de voluntários estão: "voluntários que veem a Covid-19 como uma oportunidade de 'se aposentar'" ou "voluntários que perderam o hábito de frequentar a igreja e outros hábitos o substituíram".

Doações financeiras para a comunidade da igreja também sofreram uma queda nos últimos dois anos. Enquanto 15% dos líderes da igreja relataram um aumento nas doações financeiras, 60% descreveram uma diminuição.

Ministérios de crianças e jovens

Os ministérios de jovens e crianças também sofreram. 24% das igrejas que ofereciam ministério para jovens antes da pandemia não estão mais oferecendo.

Quando questionados sobre o ministério infantil, 19% das igrejas não estão mais oferecendo devido à crise da Covid-19. Outro relatório recente focado no trabalho com crianças nas igrejas também pinta um quadro negativo do impacto da pandemia. "O ministério com crianças não foi tão priorizado como o ministério com adultos", concluíram.

Fonte: Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Igreja vira polo de combate à Covid-19 com ajuda de médicos voluntários

Um projeto chamado de Médicos pela Vida Brasil dará início às atividades de combate à Covid-19 para tratar precocemente pessoas do grupo de risco e profissionais da linha de frente. A iniciativa é do pastor da Igreja Morada, Henrique Maia, que é médico clínico geral.
Focado em pessoas já diagnosticadas ou com suspeita, com sintomas leves do 1º ao 5º dia e acompanhantes de diagnosticados positivos para Covid, a ação também atenderá profissionais da Saúde, da área da Segurança e trabalhadores da linha de frente, com comprovação com o principal objetivo de prevenção, além de pessoas pertencentes ao grupo de risco, como: idosos, hipertensos, obesos,  diabéticos e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
Para o médico toxicologista e nutrólogo, Sandro Benites, essa será uma ação pioneira dentro do Brasil. "Não existe abordagem em massa contra a Covid. Estamos criando uma plataforma, que ninguém imaginou, para o tratamento precoce do vírus", explicou.
"O tratamento preventivo só será realizado mediante a autorização e não garante imunidade para os pacientes. Importante salientar que os medicamentos prescritos no Polo Morada, não serão distribuídos no local. Com a receita, os pacientes deverão ir até às Unidades de Saúde da Rede Pública para a retirada", esclareceu o médico cirurgião vascular, Dr. Mauri Comparin.
O médico intensivista e clínico, Dr. César Augusto Sobrinho, explicou que os pacientes que receberem a receita e começarem o uso dos medicamentos, serão monitorados pela telemedicina, especialmente nos primeiros dez dias de atendimento. "O paciente que entrar em contato com o vírus e desenvolver a doença, será acompanhado, evitando que evolua para as fases mais avançadas e mais graves dessa doença."

Voluntariado
A igreja que já tem uma rotina com voluntários, nesse momento muda o foco e convoca profissionais da saúde para fazerem parte da ação.
"Se a pessoa puder doar algumas horas para nos ajudar no enfrentamento da Covid-19, será bem-vindo. Todo voluntariado é necessário nesse momento. Temos a ciência que com a divulgação dessa ação e a procura aumentará", explicou o anfitrião do Polo, médico clínico geral e pastor da Igreja Morada, Henrique Maia.
Serviço
Para ser voluntário, é preciso ser médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem, assistente social ou formandos dessas áreas do penúltimo e último semestre.
Fonte: Guia-me com informações de A Crítica via Folha Gospel
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