quarta-feira, 5 de abril de 2017

A “esquerda evangélica” está induzindo cristãos ao erro, afirmam pastores

Ex-líder muçulmano afirma que diálogo inter-religioso é enganação

Recentemente, a agência Reuters publicou uma ampla reportagem sobre o aumento do ativismo político da “esquerda evangélica” que, desde a eleição do presidente Trump, vem usando passagens bíblicas “fora de contexto” para justificar seus ataques à agenda conservadora defendida por ele.
O pastor Sam Rohrer, da Associação de Pastores Americanos (APA), veio a público em um programa de rádio demonstrar sua insatisfação com essa perspectiva. Segundo ele, essa “esquerda religiosa” está induzindo as pessoas ao erro.
Rohrer acredita que os ativistas religiosos que se dizem liberais e defendem o casamento homoafetivo, aborto e outras ideias que contrariam frontalmente o que a Bíblia diz, são “falsos profetas” e “falso mestres”. Não importa os títulos que eles detenham, insiste o representante da Associação, eles ficam “pinçando” versículos e usando de uma retórica mais calcada em Marx que em Jesus.
O pastor Gary Dull, também membro da APA, que participava do mesmo programa radiofônico, afirmou que, em última análise, os teólogos liberais negam a “autoridade da Bíblia” e não possuem uma “cosmovisão bíblica”.
Já o pastor Dave Kistler, foi enfático ao dizer que “todas as causas esquerdistas são muito, muito antibíblicas”. Para ele, não é possível que um “crente na Bíblia” ou “verdadeiro seguidor de Jesus Cristo” se alinhe à esquerda, uma vez que ao longo da história todos os países de governo socialista e comunista acabaram perseguindo os cristãos.
Os três pastores concordaram que a “agenda” mais preocupante desse movimento esquerdista no meio da igreja é “combater a islamofobia” enquanto abraçam indiscriminadamente os islâmicos, sem levar em conta o que o Alcorão ensina. Para eles, um dos maiores erros cometidos em nossos dias é acreditar que Allah e o Deus da Bíblia sejam a mesma pessoa.
Rohrer lembrou que “o Alcorão diz que Jesus Cristo não é Deus e nem o filho de Deus”. Ao que Kistler respondeu: “Isso é inacreditável, algumas denominações importantes têm assinado documentos em apoio à Sociedade Islâmica da América, ignorando que eles negam a Jesus”.

Diálogo inter-religioso é enganação

A Associação de Pastores Americanos está divulgando pela internet uma longa palestra do dr. Mark Christian, que foi um líder muçulmano no Egito. Após mais de 10 anos pesquisando a fundo os ensinamentos do Alcorão e da Bíblia, ele abandonou a fé islâmica para seguir a Jesus.
Decidiu adotar o nome de Mark Christian para marcar essa ruptura. Desde então vem se dedicando a alertar a igreja mundial sobre os perigos do chamado “diálogo inter-religioso”. Como membros de sua família foram fundadores da Irmandade Muçulmana, ele diz que a tentativa dessa organização extremista é usar do discurso de “mesmo Deus” para tornar suas crenças mais aceitáveis no Ocidente.
“Os muçulmanos não são o inimigo, mas o Islã é”, adverte Christian. “É o pecado que estamos combatendo, não os pecadores. Devemos amar os pecadores”, disse ele. Mesmo assim, adverte que há no Alcorão diversas instruções para matarem os infiéis, ou seja, aqueles que não creem em Maomé.
Lembra também que há diversos líderes muçulmanos “tentando distorcer a verdade sobre o que eles realmente acreditam para enganar os cristãos ocidentais, fazendo-os pensar que os muçulmanos acreditam nas mesmas coisas que eles”.
Ele deixa bem claro que a primeira noção equivocada é a achar que os muçulmanos também acreditam na Bíblia. “Existe uma diferença grande quando os islâmicos falam sobre Jesus Cristo. Eles acreditam que Jesus foi apenas um profeta, que não morreu na cruz, mas foi substituído milagrosamente no dia da crucificação por Judas. Também dizem que Jesus foi elevado ao Céu, de onde voltará. Portanto, para eles Jesus nunca morreu”, enfatiza.
Fonte: Gospel Prime

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