ACADEMIA ANAJURE oferece 30 bolsas de estudo para para estudantes e recém-formados em direito - Saiba aqui
Estão oficialmente abertas as inscrições para o processo seletivo da 8ª turma da Academia ANAJURE!
Estão oficialmente abertas as inscrições para o processo seletivo da 8ª turma da Academia ANAJURE!
A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) abriu as inscrições da 8ª edição de seu programa de treinamento, voltado a estudantes e recém-formados em Direito.
Realizada anualmente, desde 2017, a academia ANAJURE tem o objetivo de promover a sistematização, atualização e aprofundamento das discussões sobre as interlocuções entre o Direito e a Cosmovisão Cristã. Ao todo, 350 estudantes já foram contemplados pelo curso.
A edição de 2025 irá oferecer 30 bolsas de estudo, com possibilidade de mais 10. A nova turma ocorrerá presencialmente, numa parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), entre os dias 29 de junho e 05 de julho, no Sítio Mackenzie Cabuçú, em Guarulhos, São Paulo.
As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de abril e a primeira etapa inclui análise de documentos e uma prova textual.
O candidato à bolsa, que for aprovado, será entrevistado online entre os dias 28 e 30 de abril.
O resultado final será divulgado em 2 de maio, no site e redes sociais da ANAJURE.
Para se inscrever, acesse o site oficial do programa: anajure.org.br/academia.
Redação CPAD News
A Anajure - Associação Nacional dos Juristas Evangélicos em parceria com o Conselho de Pastores do Estado de São Paulo reuniu na manhã desta terça-feira dia 08 de agosto inúmeras lideranças evangélicas no evento denominado; "Café com pastores e líderes".
O encontro aconteceu no auditório - Escola Americana - da Universidade Presbiteriana Mackenzie tendo como proposta principal debater a "Liberdade religiosa e o Direito para as igrejas".
A mesa diretiva foi formada pela Dra. Edna Vasconcelos Zilli - Presidente da Anajure que foi ladeada pelo Dr. Acyr de Gerone - Diretor - Vice-presidente da entidade e pelo Pr. Edson Rebustini - Presidente do Conselho de pastores do Estado de São Paulo.
O Diretor Jurídico da Universidade Mackenzie - Dr. Roberto Tambelini e o Presidente da Comadespe - Pr. Carlos Roberto Silva também integraram a mesa.
Saudando os presentes, a presidente - Dra. Edna Zilli - ressaltou a importância do encontro e destacou o papel da Anajure na defesa jurídica dos princípios defendidos pelos evangélicos no país, salientando a participação da associação em importantes debates no judiciário, incluindo audiências promovidas pelo STF - Supremo Tribunal Federal.
Já o Dr. Acyr explicou que além de promover debates em torno de temas importantes e se manifestar em favor dos evangélicos, a Anajure também realiza formações, oferecendo capacitação a operadores de direito com matérias de extrema relevância para a defesa da fé.
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| Encontro ocorreu na Universidade Mackenzie |
O presidente do Conselho de pastores do Estado - Pr. Edson Rebustini dirigiu a oração de abertura dos trabalhos e agradeceu a associação pela importante parceria. "Debater esse tema de forma clara e com profissionais tão capazes é de suma importância para a igreja, sairemos daqui munidos de ferramentas importantes" disse ele em sua saudação.
Anfitrião do encontro, o Dr. Tambelini cumprimentou a Anajure e ressaltou a cooperação da entidade nos mais relevantes debates sobre a fé evangélica na atualidade. "Para a Mackienze é um prazer abrir suas portas e possibilitar esse ambiente fértil de troca de ideias e qualificação para que as igrejas continuem exercendo o seu papel".
Quem também ressaltou a excelência do encontro foi o presidente da Comadespe - Pr Carlos Roberto Silva, que em breve apresentação parabenizou os idealizadores pelo encontro, destacando o tema escolhido; "Não poderia ser mais oportuna, do que neste momento que vive o nosso país, parabéns a Anajure que é um verdadeiro braço e voz da igreja evangélica brasileira" declarou o líder se congratulando com a associação.
PALESTRA - COMPLIANCE
Logo após o painel, o Dr. Rodrigo Pinheiro Nako - Advogado Sênior do escritório Pinheiro Carrenho e especialista em terceiro setor ministrou uma palestra sobre "Compliance", termo inglês que significa; estar de acordo com uma regra.
"Na prática a proposta é sistematizar a adequação às normas dos órgãos de regulamentação e legislações, organizando toda a parte jurídica da entidade" explicou ele.
De forma didática, o palestrante demonstrou aos líderes a importância de manter as igrejas em conformidade e como construir este processo, passando por questões estatuárias, tributárias e novas legislações como, por exemplo, a LGPD - Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
O encontro foi encerrado com uma oração ministrada pelo Pr. Carlos Roberto Silva e registrou um saldo positivo segundo a avaliação dos organizadores e dos participantes, confirmando o sucesso do formato, além da necessidade e importância dos temas abordados.
Para conhecer mais sobre a Anajure, acesse o site: www.anajure.org.br ou siga a associação nas redes sociais.
Instituição religiosa chegou a registrar a propriedade intelectual do termo, mas a Justiça considerou a frase genérica e decidiu que não pode ser exclusiva.
O uso da marca "Deus é Santo" está no centro de uma disputa judicial entre duas igrejas em Santa Catarina.
Uma das instituições religiosas envolvidas no processo alega ser proprietária do termo e recorreu ao Judiciário para que a concorrente deixasse de utilizar essa expressão.
O pedido foi negado pelo juiz Eron Pinter Pizzolatti, da 3ª Vara Cível da Comarca de Tubarão, em decisão publicada no dia 12 de janeiro deste ano. Para o magistrado, trata-se de uma expressão genérica que não pode ser considerada como exclusiva. O caso foi revelado pelo site Consultor Jurídico e confirmado por ÉPOCA.
A disputa judicial começou depois que um pastor deixou a Igreja Pentecostal Deus é Santo para fundar a sua própria instituição religiosa, em 2005. A dissidente recebeu o nome de Igreja Evangélica Deus é Santo Renovada.
Na ação, iniciada em 2019, a Igreja Pentecostal argumenta que os nomes parecidos vem "causando confusão entre fiéis, frequentadores e doadores". E adverte que possui a propriedade intelectual da expressão "Deus é Santo".
De acordo com a sentença, o termo foi registrado pela no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) em setembro de 2011, o que em tese confere exclusividade no uso da expressão "Deus é Santo" para a Igreja Pentecostal.
A Deus é Santo Renovada respondeu, no processo, que não há provas das alegadas confusões dos frequentadores e que a junção das palavras "Deus" e "Santo" não pode ser considerada como algo inovador. A argumentação foi aceita pelo magistrado.
"O uso da expressão 'Deus é Santo' não pode ser considerado como exclusividade, porquanto, não é por si só elemento característico, mas sim termo genérico que remete à figura da santidade divina", escreveu o juiz.
Pizzolatti admitiu que há semelhanças entre os nomes das igrejas, mas em seu entendimento não ficou comprovado que de fato há confusão por parte dos fiéis. De acordo com o magistrado, são nítidas as diferenças na identidade visual tanto do espaço físico quanto do website das igrejas.
Recurso
A Igreja Pentecostal Deus é Santo vai recorrer da decisão. Para o advogado Paulo Roberto Silveira, representante da instituição religiosa, a sentença não corresponde a um justo desdobramento do que foi debatido ao longo do processo. Por esse motivo, a defesa entrará com recurso nas instâncias superiores.
"Temos convicção que o Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina reformará a decisão, concedendo tratamento isonômico às empresas de modo em geral acerca das proteções decorrentes do registro marcário, inclusive às entidades religiosas", diz o texto.
O advogado acrescenta que a sentença "retrata longeva resistência" do judiciário no que diz respeito à aplicação da lei da propriedade industrial em favor das entidades religiosas.
"Há necessidade de reavaliação da dimensão e importância do papel que as Igrejas desempenham na sociedade, incumbindo ao legislador pátrio e poder judiciário o resguardo de direitos que possibilitem ampla segurança jurídica para o desempenho das atividades eclesiásticas", afirmou Silveira.
Os representantes da Igreja Evangélica Deus é Santo Renovada não quiseram se manifestar.
Fonte: ÉPOCA via Notícias Cristãs
Um advogado que fez fama por investigar, nos anos 1990, o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, acaba de publicar um livro que traz uma avaliação sobre a degradação da liberdade religiosa no país, e por consequência, em todo o continente.
Ken Starr afirma em seu livro que a crescente hostilidade da sociedade à religião ganhou impulsionamento com a pandemia de covid-19, configurando um ataque maciço à liberdade religiosa, também referida nos Estados Unidos como “a primeira liberdade”.
O livro, intitulado ‘Liberdade Religiosa em Crise: Exercitando sua fé em uma era de incertezas‘, analisa a questão pelo viés jurídico, especialidade do autor. Em uma entrevista recente, ele afirmou que sua motivação para escrever a obra foram as restrições impostas por governantes à realização de cultos presenciais, um cenário bastante parecido com o do Brasil.
“A pandemia e o início da pandemia trouxeram um novo conjunto de desafios, e fui movido a escrever um livro que, na verdade, está no meu coração há 40 anos”, disse Ken Starr ao portal The Christian Post.
“Agora vemos que o governo tem um poder enorme, mesmo nos níveis estadual e local”, acrescentou.
“O governo tem poder para fazer o bem, mas também tem poder para infringir nossas liberdades fundamentais. Assim, a pandemia proporcionou a ocasião para recuar e refletir sobre nossa cultura de liberdade e fornecer uma ferramenta para os crentes compreenderem suas liberdades e falarem a favor de suas liberdades”, disse, apontando um dos propósitos de seu livro.
Starr, que anteriormente foi presidente da instituição batista de Ensino Superior Baylor University, no Texas, disse que o livro foi elaborado para dar ao leitor “uma base nos princípios fundamentais da liberdade religiosa”.
“Espero que os pais e avós considerem adequado orientar seus filhos e netos a lerem e compreenderem esses grandes princípios que precisam ser transmitidos à nova geração”, afirmou o autor, sublinhando que a hostilidade à liberdade religiosa existe há muitos anos, embora a “a cultura [tenha] mudado significativamente nos últimos anos”.
“Em muitos setores”, avaliou Starr, a religião é vista como “uma influência negativa na sociedade” e acusada “em termos gerais” de servir como uma “máscara para a discriminação” que, supostamente – na visão de progressistas – machuca pessoas.
“Precisamos ser capazes de entender essa narrativa e opor-se a ela com o que penso [é] a verdade sobre o compromisso religioso, especialmente na comunidade cristã – que a Igreja é uma fonte de enorme bem como a sociedade mede o bem”, alertou o autor.
Em sua conclusão, Ken Starr também expressou particular preocupação com “o esforço para erradicar a liberdade de consciência para dizer aos objetores de consciência: ‘Não nos importamos com suas crenças. Queremos alcançar nossos objetivos sociais e simplesmente ignoraremos suas preocupações baseadas na fé’”.
Fonte: Gospel+
A informação foi afirmada pela porta-voz da Comissão Europeia para a educação, Sonya Gospodinova, em resposta a uma pergunta sobre a nova lei da educação espanhola, conhecida como ‘Lei Celaá’ em homenagem à ministra da Educação espanhola, Isabel Celaá.
Em declarações aos meios de comunicação, Gospodinova lembrou que “a educação é uma competência nacional, pelo que compete exclusivamente aos Estados-Membros decidir como se organizam os sistemas educativos e, por conseguinte, a Comissão não tem poder jurídico para determinar a oferta de ensino”.
No entanto, “dito isto, estamos acompanhando de perto a situação na Espanha, o desenvolvimento da nova lei de educação, e também as intenções do governo espanhol de substituir algumas escolas mapeadas e vagas de ensino nas escolas públicas”, acrescentou.
“Gostaria de salientar”, continuou Gospodinova, “que a Comissão defende plenamente o direito dos pais de assegurar que a educação proporcionada aos seus filhos está em conformidade com as suas convicções religiosas, educacionais e filosóficas, algo que está consagrado no Artigo 14 (3) da Carta dos Direitos Fundamentais da UE”.
Gospodinova explicou que “esta Carta impõe obrigações aos Estados-Membros apenas no que diz respeito às políticas que são da competência da UE. A Comissão não tem fundamento para se pronunciar sobre os planos do governo espanhol”.
Uma lei com pouco consenso
A ‘Lei Celaá’ foi aprovada em dezembro de 2020 pelo Parlamento espanhol, com a promessa do principal partido da oposição de revogá-la caso ganhe as próximas eleições. A plataforma Más Libres (Mais Livre), que reúne cerca de vinte organizações de pais, educadores e centros educativos, denunciou a aprovação da lei perante o Parlamento e a Comissão Europeia.
De acordo com esse movimento, a lei viola o direito dos pais de escolherem a educação que desejam para seus filhos, de acordo com suas crenças.
Folha Gospel com informações de Evangelical Focus
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