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segunda-feira, 5 de junho de 2023

Prefeito francês quer trocar feriados cristãos por feriados LGBTs

O prefeito da cidade francesa de Grenoble, Éric Piolle, propôs substituir feriados religiosos, como Páscoa e Natal, por feriados que celebrem pessoas LGBTs. O político fez o anúncio em 24 de maio, nas redes sociais.

"Eliminemos do nosso calendário republicano as referências a feriados religiosos", disse Piolle, no Twitter.

"Declaremos feriados seculares, que marcam o nosso apego comum à República, às revoluções, à comuna, à abolição da escravatura, aos direitos das mulheres ou das pessoas LGBT."


Mais cedo, o prefeito havia criticado a medida do ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, de avaliar a taxa de faltas em aulas escolares por causa do fim do Ramadã Islâmico. "Inadmissível", afirmou. "Os feriados religiosos constituem motivo de falta válido, de acordo com o calendário divulgado anualmente pelo Ministério da Educação Nacional. Esse censo, desejado por Darmanin, é terrível e autoritário."

As declarações de Piolle não foram bem recebidas pela direita francesa e por internautas. "Vá encontrar outro país para apagar sua história", disse um usuário do Twitter ao prefeito.

O que pensa o prefeito sobre os feriados LGBTs?

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Além dos LGBTs, Éric Piolle também se compromete com causas ambientais, feministas e antirracistas | Foto: Instagram/ericpiolle

"Esse wokismo que quer apagar tudo ignora nossa história e nossa identidade", disse Marine Chiaberto, vice-presidente do partido de direita Reconquête. "É hora de desconstruir os desconstrutores!"

Não é a primeira vez que Piolle dá preferência aos LGBTs e a outros movimentos sociais. Em junho de 2021, Piolle deu as boas-vindas ao "mês decolonial" em sua cidade — um comício "antirracista", onde o homem branco estava no banco dos réus.

Durante as primárias de seu partido, o Verdes, Piolle disse ter sido "educado, reeducado, desconstruído e reconstruído pelas lutas feministas" e que tinha vergonha dos seus "privilégios" como um homem branco heterossexual.

Revista Oeste via Terra Brasil

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Dinamarca estuda abolir o feriado do Dia Nacional da Oração


Igrejas, sindicatos e oposição criticam a proposta.

A primeira-ministra da Dinamarca, a social-democrata Mette Frederiksen, apresentou uma proposta para abolir o feriado do Grande Dia de Oração [Store Bededag]. A data é celebrada há 330 anos no país. Sempre na quarta sexta-feira após a Páscoa.

Mette tem enfrentado críticas da oposição, dos sindicatos dos trabalhadores, das igrejas e até dos próprios partidos que compõem a coalizão do governo. A lei foi escrutinada pelo congresso, no último dia (2), e agora haverá duas discussões em data ainda a definir.

Segundo cálculos do governo, o cancelamento do feriado, contabilizando indústria, comércio e serviços em atividades, geraria até 400 milhões de euros (R$ 2,2 bilhões) a mais para o governo. A maior parte desse recurso viria em forma de impostos.

De acordo com o governo, o montante seria usado para aumentar o financiamento da defesa do país. Isto porque na Conferência de Riga, em 2006, a Otan, a Aliança Militar Ocidental, estabeleceu que os países membros deveriam reservar 2% do PIB para gastos militares.

Contra a decisão, os maiores sindicatos trabalhistas do país realizaram uma grande manifestação que atraiu pelo menos 50 mil pessoas no último domingo (5). Vale destacar que a polícia local não divulgou um número oficial de participantes. No entanto, se os dados dos organizadores estiverem corretos, essa foi a maior manifestação realizada no país na última década.

As igrejas dinamarquesas estão desapontadas com o projeto. No Dia Nacional de Oração ou Store Bededag, muitas comunidades de fé realizam cerimônias como o batismo ou a confirmação de ministros.

Este ano, o feriado do Dia Nacional da Oração está garantido. No entanto, para 2024, dependerá da aprovação ou não do governo à proposta da primeira-ministra.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Mega feriado em São Paulo já foi aprovado na câmara dos vereadores


Foi aprovado na tarde desta segunda-feira, 18 de Maio de 2020, o mega-feriadão em São Paulo. Com a medida, o feriado de Corpus Christi passa para quarta-feira agora, 20 de Maio, e o de Consciência Negra para quinta-feira (21). Sexta-feira será ponto facultativo. 
A ação proposta pela prefeitura tem como objetivo tentar elevar os índices de isolamento social. Ainda resta a assembleia legislativa aprovar a antecipação do feriado de 9 de julho, que é estadual. A antecipação é proposta para segunda-feira, 25 de Maio.

Isolamento em baixa

A taxa de isolamento social, tanto na capital paulista, quanto na média do estado vem ficando abaixo dos 50% em dias úteis, ao passo em que especialistas de saúde e de epidemiologia falam que o mínimo aceitável seria de 55%. No último domingo (17), no entanto, o índice ficou em 56% na cidade.

Sem perspectivas de lockdown

Em entrevista a Rádio CBN, o Governador João Doria voltou a dizer que há protocolos prontos para adoção de um lockdown, mas que ainda não há perspectiva de aplicar a medida.
"Dia a dia nós avaliamos a possibilidade do 'lockdown', mas é importante ressaltar que temos disponibilidade de leitos de UTI, temos hoje uma nova aquisição de respiradores", disse o governador paulista. 
Fonte: Viatrolebus

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Deputado quer acabar com o feriado do Dia do Evangélico e do Católico

Heitor Júnior (PDT-AC): "O projeto vai ter a data comemorativa, mas não vai ser mais feriado"

O Dia do Católico e o Dia do Evangélico não serão mais sinônimo de folga no estado do Acre. O deputado Heitor Júnior (PDT-AC) deseja acabar com os feriados estaduais que celebram o Dia do Católico (20 de janeiro) e Dia do Evangélico (23 de janeiro).
Um projeto de lei será apresentado pelo deputado na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) já na próxima semana. A motivação do parlamentar para extinguir as datas são os feriados prolongados que acabam prejudicando o comércio. Caso tenha aprovação, a nova lei acaba com o feriado, mas mantém a lembrança comemorativa. Neste caso sem interrupção dos serviços.
Em entrevista ao G1 o deputado que é evangélico, afirmou    que tem apoio de outros colegas da Aleac. “O projeto vai ter a data comemorativa, mas não vai ser mais feriado. Não justifica algo que atrapalha os comerciantes, o andamento normal do comércio. Sou evangélico e estou propondo a extinção das datas. Já conversei com meus colegas e estão de acordo”, disse.
A proposta de lei será exposta nesta terça-feira (21). Realizada a apresentação ao legislativo estadual, o projeto será analisado pela comissão de Constituição e Justiça, antes de ser colocado em votação. “Estou fazendo os embasamentos jurídicos, porque as comissões ainda não foram formadas nesta legislatura de 2017. Estou esperando a construção dessas comissões”, encerra.

Origem das datas

O Dia do Evangélico é comemorado no Acre desde 2010, depois que o projeto de lei do deputado Helder Paiva (PEN) foi aprovado e sancionado pelo então governador Jorge Viana.
Muitos estados possuem um dia em homenagem aos evangélicos, mas a data nacional é comemorada no dia 30 de novembro quando diversos shows acontecem em todo o Brasil.
Conforme o G1 a Assembleia Legislativa do Acre aprovou no dia 09 de março de 2016, um projeto de lei criando o Dia do Católico. A matéria é de autoria do deputado Manoel Moraes (PSB-AC).

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Feriados Nacionais em 2016 - Confira aqui


FERIADOS NACIONAIS DE 2016:


O governo federal publicou nesta segunda-feira (4) no "Diário Oficial da União" o calendário de 2016 com a lista dos feriados federais para o ano. Além do 1º de janeiro, são mais 13 datas, entre feriados e pontos facultativos.

Confira a lista dos feriados de 2016:


I –   1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);
II –  08 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo);

III – 09 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo);
IV – 10 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até às 14 horas);
V –  25 de março, Paixão de Cristo (feriado nacional);
VI – 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);
VII – 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
VIII – 26 de maio, Corpus Christi (ponto facultativo);
IX –   07 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);
X –    12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
XI –   28 de outubro, Dia do Servidor Público – art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (ponto facultativo);
XII –  02 de novembro, Finados (feriado nacional);
XIII – 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional
XIV - 25 de dezembro - natal

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dia Nacional da Consciência Negra - História

Dia Nacional da Consciência Negra


História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados heróis nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Proclamação da República - Feriado de 15 de Novembro

Marechal Deodoro da Fonseca
DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Muito embora o acesso à informação esteja democratizado e ao alcance da maioria, infelizmente a educação por parte das escolas, diminuiu a qualidade, principalmente no tocante  de ensino fundamental. As aulas de história e, em especial as de Educação moral e cívica, parecem não terem mais a mesma importância e atenção.

Por esse motivo, é muito comum alunos não terem a menor ideia das datas cívicas, símbolos pátrios, hinos, etc...muito menos o que significam.

A propósito do feriado nacional de hoje, 15 de Novembro de 2012, registro abaixo um resumo do porque comemoramos o DIA DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA.

Introdução
A regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a  1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II.

Causas
- Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais que estava em processo. Um sistema em que houvesse mais liberdades econômicas, mais democracia e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população urbana do país.

- Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica.

- Censura imposta pelo regime monárquico aos militares. O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte.

- Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República.

- Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político.

- Fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.

A Proclamação
Na capital brasileira (cidade do Rio de Janeiro) em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil.  No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República.

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