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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

COMADESPE publica NOTA DE REPÚDIO aos ataques à Israel na fala do Presidente da República



A COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros, com sede na Av. Prestes Maia 241 - Conjunto 1020, Vale do Anhangabaú - São Paulo - Capital, atualmente presidida pelo Pr. Carlos Roberto Silva, emitiu "NOTA DE REPÚDIO" aos ataques à Israel na fala do excelentíssimo senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou as ações do Governo de Israel na Faixa de Gaza, às de Hitler durante o holocausto.

As declarações do presidente chocaram de forma substancial a sociedade brasileira, em especial as comunidades católica e evangélica, e a totalidade dos filiados da instituição.

Abaixo a íntegra da nota publicada no site da COMADESPE:


"NOTA DE REPÚDIO"

A COMADESPE, representando mais de "2500 ministros" de inúmeras igrejas Assembleias de Deus no Estado de São Paulo, outros Estados e Países, vem através desta, manifestar-se publicamente em repúdio a fala do Excelentíssimo Sr. Presidente da República, "Luiz Inácio Lula da Silva", durante entrevista em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou nos últimos dias da 37ª Cúpula da União Africana e de reuniões bilaterais com chefes de Estado do continente. 

Se não bastasse, o presidente do Brasil denunciou Israel na Corte de Haia sob a alegação de "anexação ilegal" de territórios palestinos.

Esta Egrégia Convenção afirma que as referidas falas não coadunam sob hipótese alguma com o pensamento do povo evangélico, tampouco com nossa cosmovisão.

Neste sentido, protestamos e reprovamos veementemente a atitude do mandatário em seu ato infeliz, solidarizando-se com Israel e o povo judeu quando tiveram comparada a guerra justa de Israel contra o Hamas com as ações de (Hitler) e dos (nazistas), que exterminaram 6 milhões de judeus.

Não há como comparar os fatos que ocorrem na "Faixa de Gaza" com os crimes praticados por "Hitler e seu exército Nazista", cuja comprovação é conhecida mundial e historicamente como atos de horror contra a humanidade, tendo sido uma indústria da morte e experimentos humanos.

Importante mencionar que os ataques foram iniciados pelo Hamas (grupo terrorista) em outubro/2023, cabendo a Israel tão somente o contra-ataque, sendo que neste fatídico evento centenas de civis foram mortos, sequestrados e vilipendiados, incluindo mulheres e crianças. Além disso, o Hamas por ser um grupo terrorista não respeita os acordos e tratados de guerra, tampouco os protocolos internacionais. Por outro lado, Israel é um Estado integrante da ONU, então deve seguir todos os tratados e protocolos, sob pena de sanções.

Dessa forma, a injustiça é contra a nação de Israel, que busca apenas se defender dos intensos e terríveis ataques sofridos.

Assim, nossa instituição representada por seus Ministros do Evangelho, através de sua liderança supra assinada, "data vênia", sugere ao Ilustre Presidente da República que paute pelo bom senso retratando-se da gravíssima e agressiva fala ofensiva ao povo Judeu.

"Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." Salmos 122:65 (JFA).

São Paulo, 21 de fevereiro de 2024.

Pela Mesa Diretora:

Presidente - Pr. CARLOS ROBERTO SILVA

Vice Presidente Executivo - Pr. LUIZ FRANCISCO DOS SANTOS
1º - Vice Presidente - Pr. EDVALDO FLORÊNCIO DA SILVA
2º - Vice Presidente - Pr. LEÔNIDAS JOSÉ DO NASCIMENTO
3º - Vice Presidente - Pr. HILÁRIO MONTI FERNANDES
4º - Vice Presidente - Pr. AFONSO ATHIÊ VALE CHAVES
5º - Vice Presidente - Pr. ELIAS CRISTO DE MELO
6º - Vice Presidente - Pr. SILVANI GONÇALVES DA SILVA
7º - Vice Presidente - Pr. ANTONIO AUGUSTO DE ARAUJO
1º - Secretário- Pr. JOSÉ VERNEQUES SANTOS
2º - Secretário – Pr. OSMAR DA COSTA PEREIRA
3º - Secretário – Pr. RUBENS LOPES GUIMARÃES JUNIOR
1º - Tesoureiro – Pr. PAULO BESPALEC
2º - Tesoureiro - Pr. ADILSON PEREIRA DA SILVA
3º - Tesoureiro - Pr. DANIEL ANTUNES DE OLIVEIRA

Secretário Adjunto - Pr. LEVI AGNALDO DOS SANTOS

PELO CONSELHO JURÍDICO:
Pr. SAMUEL NUNES DAMÁSIO
Pr. JUSCELINO VIEIRA DA SILVA
Pr. MARCOS GOUVEIA DE FREITAS
Pr. FRANCISCO VIANA JUNIOR
Pr. MARCOS ANTONIO ALVES
Pr. MATEUS SILVA CIDADE
Pr. ESTEVÃO JOSÉ LINO

CONSELHO DE APOLOGÉTICA:
Pr. JOSÉ VERNEQUES SANTOS
Pr. JOSÉ RONDINELE SIMÕES DE GOVEIA
Pr. JOEL RIBEIRO
Pr. RAMON JOSÉ DA COSTA
Pr. SÉRGIO JUNIOR DE OLIVEIRA
Ev. MURILO HENRIQUE VINAGRE DE LIMA

CONSELHO DE ÉTICA E DISCIPLINA:
Pr. JOÃO IRINEU ROSSETTI
Pr. JOÃO CARLOS BATISTA
Pr. CÉLIO SANTOS BEZERRA
Pr. MARCIO PINTO DA SILVA
Pr. JOSÉ BENEDITO TEOTÔNIO
Pr.  JOÃO ANDRÉ FERNANDES
Pr. VITOR ROBERTO FARIAS

CONSELHO POLÍTICO:
Pr. LEVI AGNALDO DOS SANTOS
Pr. OZÉIAS EVANGELISTA MARINHO
Pr. MARCOS DE NOVAES QUINTINO
Pr. VALDIR DE MORAES DE BIONDE
Pr. ROBERTO DOS SANTOS LIMA

CONSELHO DE DOUTRINA:
Pr. RICARDO RUAS DOS REIS
Pr. EDI MARCOS VINAGRE DE LIMA
Pr. VAGNER REIS DA SILVA
Pr. JOAZ CARLOS DA SILVA
Pr. ROBERTO CARLOS DE AMORIM
Pr. MÁRCIO DOS SANTOS NASCIMENTO
Pr. VALTER FRANCO DA SILVA

Fonte: COMADESPE


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Ministros evangélicos emitem nota de repúdio contra declarações de Lula sôbre Israel



O CIMEB representa 10 mil pastores de diversas denominações

O Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) emitiu uma nota repúdio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por conta da declaração dada neste domingo (18) que comparou as ações militares em Gaza com o Holocausto judeu.

A entidade, que representa cerca de 10 mil pastores de diversas denominações, diz que a fala do petista foi “inconsequente” e “absurda”, por comprar “o massacre de mais de 6 milhões de judeus inocentes com qualquer guerra no mundo”.

O que não podemos perder em mente é que Israel é uma nação soberana, que tem direito a autodefesa, segundo as leis internacionais, por ter sido atacada em seu território pelo grupo terrorista Hamas – diz a nota.

Os pastores dizem ainda que não são favoráveis à guerra, nem a morte de inocentes, mas que “não há provas de que Israel cometeu genocídio”.

Lamentamos profundamente que a palavra do presidente Lula envergonhe o Brasil diante das nações do mundo. A declaração de Lula não representa a opinião da maioria do povo brasileiro – concluiu.

Assinam a nota nomes como: Silas Malafaia, César Augusto, Estevam Hernandes, Renê Terra Nova, Aber Huber, Victor Hugo, Galdino Junior e Luiz Hermínio.



Fonte: Pleno News

Israel declara Lula como ‘persona non grata’



"Não perdoaremos e não esqueceremos", afirmou ministro das Relações Exteriores israelense


Após o presidente do Brasil comparar as ações de Israel contra os palestinos em Gaza ao Holocausto, o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, informou que Lula é uma ‘persona non grata’. Ele ainda ressaltou que o termo só será retirado após pedido de desculpas e retratação do brasileiro.


Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao Presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se se retrate”, escreveu o ministro nas redes sociais, nesta manhã (19).


O termo persona non grata é utilizado nas relações internacionais como um instrumento jurídico, com a finalidade de indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo.


Katz também considerou que “a comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”.


No último domingo (18), durante uma entrevista coletiva na Etiópia, Lula foi questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.


O petista, então, afirmou que Israel está cometendo um genocídio na região de Gaza e comparou a ação israelense ao extermínio de milhões de judeus, orquestrado por Adolf Hitler na Segunda Guerra Mundial.

 

Com informações Revista Oeste e G1 via CPAD News

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Restos de 1400 judeus mortos no Holocausto são encontrados em valas na Bielo-Rússia


Uma missão de busca que já dura décadas levou pesquisadores a um cemitério perdido, onde centenas de homens judeus foram presos e executados pelos nazistas, em agosto de 1941.

Os restos mortais de cerca de 1.400 judeus assassinados pelos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, foram encontrados em uma vala comum na cidade de Luninets, na Bielo-Rússia. 

Durante décadas, procuramos o local de sepultamento dos homens e só na semana passada começaram os trabalhos de escavação onde os ossos foram encontrados”, disse Ilana Sela, que liderou a busca após a sepultura junto com seu falecido pai, Shlomo Alfiner, que cresceu na cidade.


Sapatos que foram encontrados na vala, junto aos restos mortais.

(Foto: Bielorrússia 1/Ynet News)

Assassinatos de judeus

Sabe-se que os 1.400 homens, cujos restos mortais foram encontrados em Luninets, foram assassinados em agosto de 1941 por 300 algozes do Batalhão de Polícia nazista 306, cujo trabalho era realizar execuções em massa nas áreas ocupadas pelos alemães na União Soviética.

As escavações foram realizadas por membros da Unidade Forense do Ministério da Defesa do país, que até agora abriram duas das sete tumbas do local e exumaram os restos mortais de cerca de 150 pessoas enterradas ali, bem como dezenas de itens pessoais, incluindo pentes, sapatos, óculos e até dentaduras.

Até sua libertação em julho de 1944, mais de 16 mil civis foram assassinados pelo regime nazista no distrito de Luninets, localizado na região de Brest, na Bielo-Rússia. De acordo com relatos históricos, pelo menos 600 vítimas foram queimadas vivas, cerca de 200 das quais eram crianças.

Em 2019, as autoridades bielorrussas enterraram os restos mortais de mais de 1.200 vítimas judias do Holocausto, cujos restos mortais foram desenterrados na região de Brest também por construtores que encontraram a vala comum da era nazista durante as obras.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Pessoas param por dois minutos nas ruas de Israel, em homenagem às vítimas do Holocausto


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu também reforçou a necessidade de combater o antissemitismo.


Sirenes soaram quando Israel parou por dois minutos na quinta-feira para homenagear os seis milhões de judeus assassinados no Holocausto nesta quinta-feira, 2 de maio, o Dia Memorial do Holocausto.

A nação inteira uniu-se com um sentimento de luto e de respeito às vítimas daquele genocídio.

O momento comoveu não apenas israelenses, mas também turistas que simpatizam com as causas judaicas.

"É a primeira vez que estamos aqui durante o memorial do Holocausto e foi muito poderoso. Foi algo que nunca vimos. Todos se agrupam como país. Isso foi incrível", disse Robert Dunn, da Filadélfia, à CBN News.

Até os jovens aproveitaram um momento para homenagear as vítimas.

Dois irmãos da Califórnia, descendentes de judeus, disseram que não estudaram o Holocausto na escola, mas sabiam do que se tratava.

"Nós ficamos parados, porque nos lembramos dos judeus que estavam na guerra e que morreram. Então, queremos que isso não aconteça de novo", disse Benjamin Weiss, de 6 anos.

"Meu pai acabou de me contar sobre isso e também penso sobre minha bisavó Bubbe Ida, que sobreviveu ao Holocausto", acrescentou Aviv Weiss, de 8 anos.

Os eventos começaram na noite anterior, quando a bandeira de Israel foi rebaixada a meio mastro no Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente Reuven Rivlin discursaram na cerimônia de abertura do "Dia da Memória dos Yom HaShoah - Os Mártires e Heróis do Holocausto". Ambos falaram sobre o crescente antissemitismo e a necessidade de combatê-lo.

"Vivemos hoje em um paradoxo: a admiração mundial pelo Estado judaico é acompanhada em certos círculos pelo surgimento do ódio aos judeus", disse Netanyahu. "A direita radical, a esquerda radical e os grupos islâmicos radicais concordam apenas em uma coisa: ódio aos judeus ... Esta não é uma crítica legítima a Israel ... mas um ódio sistemático, venenoso e superficial que constantemente mina a legitimidade do Estado-nação judeu e apenas do Estado-nação judeu".

Rivlin concordou.
"Forças políticas onde antissemitismo e racismo são parte de sua línguagem, seu legado ou sua ideologia nunca podem ser nossos aliados ... não existe tal coisa como amar Israel e odiar os judeus, assim como não existe amor aos judeus, odiando Israel".

Israel se lembra do holocausto todos os anos de acordo com o calendário hebraico no aniversário da Revolta do Gueto de Varsóvia, em 1943.

Embora os combatentes judeus tenham sido quase todos mortos, isso marcou uma mudança de pensamento. Mais tarde, ajudou a moldar a identidade nacional de Israel, simbolizando a luta pela sobrevivência contra as probabilidades impossíveis.

Fonte: Guiame

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