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segunda-feira, 20 de março de 2023

Piper refuta ideologia trans e diz que mutilação é ‘pecaminosa e terrivelmente destrutiva’



O pastor John Piper falou, mais uma vez, de maneira firme contra a ideologia trans, afirmando que as cirurgias de mudança de sexo são parte de uma ideia “pecaminosa” que leva a uma consequência “terrivelmente destrutiva”.

Em seu podcast, o pastor, escritor e professor respondeu ao questionamento de uma ouvinte que preferiu não se identificar e disse que estava “considerando seriamente remover as partes femininas do meu corpo”.

“Não quero mais ser mulher. As mulheres são vistas como vasos fracos cujo único propósito é ter filhos. Até as Escrituras apoiam essa ideologia. Como uma ‘mulher’ moderna, não desejo ter filhos ou me casar, mas ter uma carreira de sucesso para ajudar pessoas e animais menos afortunados a viverem vidas melhores. Minha pergunta é esta: fazer isso com meu corpo seria pecaminoso?”, questionou a ouvinte.

A resposta de Piper foi objetiva: “Será pecaminoso e provavelmente será terrivelmente destrutivo para você como pessoa”.

Em seguida, o pastor refutou a ideia de que a Escritura diz que o único propósito de uma mulher é ter filhos: “Nem a Bíblia nem a Igreja jamais disseram ou sugeriram que o único propósito da mulher é ter filhos”, disse. “Você sabe que nos Evangelhos, as mulheres seguiram Jesus e O serviram de muitas maneiras”.

“[O apóstolo] Paulo se refere a inúmeras mulheres que trabalharam lado a lado com ele no Evangelho. Você sabe que o amor entre um homem e uma mulher no casamento é muito mais profundo e rico do que apenas fazer um bebê”, acrescentou Piper.

Em seguida, o veterano teólogo reconheceu que 1 Pedro 3:7 se refere à mulher como “o vaso mais fraco”, mas ponderou que a cultura dominante concorda por razões óbvias: “Existe NBA feminina, vôlei universitário feminino, ginástica feminina, atletismo feminino, futebol feminino, Tour de France feminino”.

“Mas”, advertiu Piper, “quando você terminar de se mutilar, você ainda vai fazer parte do sexo mais fraco. Você pode fazer seu peito achatado – isso não vai te fazer forte. Você será mais fraca do que 90% dos homens da sua idade. Na verdade, você será mais fraca do que antes, não mais forte, porque fingir é fraqueza. Viver uma vida tentando ser o que você não é, é uma vida de fraqueza”, exortou.

O pastor também declarou que “Deus nos fez homem e mulher, e somos homem e mulher o tempo todo”, e destacou que a “glória da feminilidade” é muito mais do que certas partes do corpo: “A glória da feminilidade não é algo tão superficial quanto os seios e o útero. Ela está marcada em cada célula do seu corpo, em cada dimensão da sua alma, em cada parte do seu cérebro”.

“Cara amiga, cujo nome eu gostaria de saber, você é uma maravilha feminina da obra de Deus, e nenhuma quantidade de desgaste fará com que deixe de ser uma obra-prima projetada por Deus”, encerrou o pastor.

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 20 de maio de 2020

YouTube restabelece audiolivro de John Piper sobre o coronavírus

O YouTube decidiu reintroduzir o audiolivro do pastor John Piper "Coronavirus and Christ" ("Coronavírus e Cristo") depois de removê-lo inicialmente por "violar" os padrões de conteúdo da plataforma.
O audiolivro publicado no YouTube pelo canal do Desiring God em 8 de abril, mas foi retirado do ar em 15 de maio, com uma notificação dizendo que o vídeo foi "removido por violar as diretrizes da comunidade".
Em 7 de abril, o diretor de produtos do YouTube, Neal Mohan, disse que a plataforma havia removido milhares de vídeos que mencionam a Covid-19 "por violar as políticas". "As políticas do YouTube [sobre o novo coronavírus] são totalmente focadas no conteúdo de um vídeo e não em quem está falando", disse ao site Axios.
Depois de reintegrado, o audiolivro de Piper no canal Desiring God saltou de mais de 187.000 visualizações para mais de 218.00 visualizações até a manhã desta quarta (20).
A censura do audiolivro pelo YouTube aconteceu após uma ação movida por 22 capelães militares contra um capelão do Exército, por ter enviado a outros capelães um e-mail contendo uma cópia do ebook de John Piper.
Os 22 capelães militares, alguns dos quais pertencem à comunidade LGBT, dizem que "não se incluem na teologia cristã ultraconservadora / reformada / evangélica de John Piper". 
Eles ainda criticaram o livro do pregador por dizer que "algumas pessoas serão infectadas com o coronavírus como um julgamento específico de Deus por causa de suas atitudes e ações pecaminosas".
Piper comentou o caso em um podcast de 17 minutos e disse que sua visão a respeito do assunto foi deturpada pela organização ateísta 'Military Religious Freedom Foundation', que representa judicialmente os 22 capelães.
"Quando digo que 'algumas pessoas serão infectadas com o coronavírus como um julgamento específico de Deus por causa de suas atitudes e ações pecaminosas', ele supõe que eu sei quem são essas pessoas", disse Piper.
"Mas aqui está o que eu escrevo na página 72: 'O coronavírus nunca é uma punição clara e simples a ninguém. O cristão mais amoroso e cheio de espírito, cujos pecados são perdoados por meio de Cristo, pode morrer de coronavírus. Mas é apropriado que todos nós analisemos nosso próprio coração para discernir se nosso sofrimento é o julgamento de Deus sobre a maneira como vivemos'", explica.
O Ministério Fiel disponibiliza o vídeo Coronavírus e Cristo em português. 
Assista aqui:

domingo, 17 de maio de 2020

YouTube censura o audiolivro de John Piper, “Coronavírus e Cristo”

O YouTube censurou a versão em audiolivro do novo livro do teólogo reformado John Piper, Coronavirus and Christ (Coronavírus e Cristo) , alegando que violava "padrões da comunidade".
O livro oferece seis respostas bíblicas para a pergunta: O que Deus está fazendo através do coronavírus?
"Este vídeo foi removido por violar as Diretrizes da comunidade do YouTube", diz uma mensagem no vídeo agora bloqueado de Piper, o chanceler do Bethlehem College & Seminary, em Minnesota e o fundador do DesiringGod.org.
O vídeo obteve mais de 187.000 visualizações em aproximadamente cinco semanas em que permaneceu na plataforma, de acordo com Disrn . Foi lançado em 8 de abril e bloqueado na última sexta-feira.
Uma versão arquivada do audiolivro ainda está disponível aqui  e no Crossway Podcast aqui.
O YouTube não indicou exatamente por que o vídeo foi banido. No entanto, recentemente, um capelão do exército foi criticado por enviar uma cópia de "Coronavírus e Cristo" por e-mail a 35 outros capelães após a Fundação de Liberdade Religiosa Militar, que defende uma separação estrita da igreja e do estado entre as forças armadas dos EUA, ter problema com seu conteúdo. A fundação chamou a ação de enviar por e-mail o livro de "flagrante", "deplorável" e "chocante".
Os capelães militares, alguns dos quais pertencem à comunidade LGBT, tiveram um problema com o livro, porque diz que "algumas pessoas serão infectadas com o coronavírus como um julgamento específico de Deus por causa de suas atitudes e ações pecaminosas".
A Fundação de Liberdade Religiosa Militar instou o Secretário de Defesa Mark Esper a punir o capelão sênior coronel Moon H. Kim, capelão de comando da guarnição do exército americano Garrison Humphreys na Coréia do Sul, a maior instalação militar dos EUA fora dos Estados Unidos.
Os reclamantes, disse a fundação, "não assinam a teologia cristã ultra-conservadora / reformada / evangélica de John Piper".
Uma cópia do e-mail de Kim que continha o PDF enviado aos capelães foi revisada pelo The Christian Post. No corpo do e-mail, Kim escreveu aos colegas capelães que queria compartilhar o pequeno livreto com eles.
"Este livro me ajudou a reorientar meu chamado sagrado ao meu salvador Jesus Cristo para terminar forte", escreveu Kim. "Espero que este pequeno livreto ajude você e seus soldados, suas famílias e outras pessoas a quem você serve".
A Fundação de Liberdade Religiosa Militar afirma que o livro "foi claramente entendido como um endosso e uma validação completos do que o livro defende e proclama".
Liderados pelos representantes Doug Collins, Georgia, e Doug Lamborn, Colorado, eles e outros 18 membros da Casa Republicana assinaram uma carta conjunta  pedindo ao Pentágono que protegesse a liberdade religiosa  dos membros do serviço das demandas de um "anti" grupo "religião".
Piper também respondeu ao problema  em uma entrevista em áudio de 17 minutos  publicada on-line.
"Eu acho que seria justo dizer que algumas das minhas opiniões sobre o que a Bíblia ensina, mesmo entendendo corretamente, o autor dessa carta odeia. Ele odeia o que eu penso", disse Piper, referindo-se ao fundador da Fundação de Liberdade Religiosa Militar, Mikey Weinstein. "'Eles são' incendiários‘,’ intolerantes ‘,’ vulgares ‘- não apenas porque ele entende mal, mas, em parte, porque ele entende, e é assim que ele pensa e sente sobre algo do que a Bíblia ensina".

Piper afirmou ainda que "a relação homossexual é um pecado" e "o coronavírus é um pedido de arrependimento para todos nós, para colocar nossas vidas em alinhamento com o valor infinito de Jesus".
"Considero que todas essas visões são verdadeiras porque são o que a Bíblia ensina e, portanto, são muito valiosas para saber", enfatizou Piper. "Então, acho que não é apenas o fato de ele entender mal, mas ele acertar algumas coisas nessas citações e simplesmente não gostar delas".
Piper disse que há três áreas em que Weinstein parece deturpar sua posição na carta a Esper ou em uma entrevista anterior  ao The Christian Post. "Por exemplo, quando digo que 'algumas pessoas serão infectadas com o coronavírus como um julgamento específico de Deus por causa de suas atitudes e ações pecaminosas', ele assume que eu sei quem são essas pessoas ou pelo menos que tipo de pessoas elas são", disse Piper.
"Mas aqui está o que eu escrevo na página 72. … O coronavírus nunca é uma punição clara e simples a ninguém. O cristão mais amoroso e cheio de espírito, cujos pecados são perdoados por meio de Cristo, pode morrer de doença por coronavírus. Mas é apropriado que todos nós procuremos nosso próprio coração para discernir se nosso sofrimento é o julgamento de Deus sobre a maneira como vivemos."
Os padrões da comunidade do YouTube declaram o seguinte sobre a homossexualidade:
"Não apoiamos conteúdo que promova ou tolere violência contra indivíduos ou grupos com base em raça ou origem étnica, religião, deficiência, sexo, idade, nacionalidade, status de veterano, casta, orientação sexual ou identidade de gênero ou conteúdo que incite ao ódio com base nessas características principais".
Folha Gospel com informações de The Christian Post e The Christian Today

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“O casal que acredita que fornicação é permissível deve ser disciplinado", diz John Piper


John Piper disse que não basta só evitar a prática sexual antes do casamento, mas reconhecer que isso é pecado.


Os cristãos não devem apoiar casamentos de casais que fazem sexo antes do matrimônio e acreditam que tal ato é permissível, segundo o pastor John Piper.

Sua colocação é uma resposta a um internauta que questionou se um cristão deveria comparecer ao casamento de um casal que já morava junto. Piper, fundador da Desiring God e chanceler do Bethlehem College & Seminary em Minnesota (EUA), deu uma resposta diferenciada a várias situações de relacionamento.

Ele disse que a fornicação continua sendo pecado, mas que o casal pode se arrepender. "Se o casal está se afastando da fornicação porque agora estão convencidos de que é pecado, e eles estão se casando como uma declaração de arrependimento e fé em Cristo e compromisso com a justiça, então eles estão certos com Deus", respondeu.

"Devemos nos unir a eles em uma feliz celebração", complementou Piper. "Mas é possível que eles não estejam certos de que fazer sexo antes do casamento seja pecado. Atualmente, muitos estão tragicamente iludidos sobre isso. Essas pessoas se submetem superficialmente às Escrituras", alertou.

"Elas não se submetem à autoridade de Deus nas Escrituras, apenas fazem o que sentem vontade de fazer, e assumem que Deus está bem com isso, como dormir juntos antes de se casarem, porque acham que estão comprometidos uns aos outros", explicou Piper.

Infidelidade sexual
Piper ainda pontua que o pecado não consiste apenas no adultério. "Está claro nas Escrituras que não só o adultério, a infidelidade sexual no casamento, mas também as relações sexuais antes do casamento constam como pecado". O pastor listou algumas passagens bíblicos onde o termo "imoralidade sexual" é usado para exemplificar o pecado: Mateus 15:19; Hebreus 13:4; Efésios 5:5;1 Coríntios 5:11;1 Coríntios 6:9;7:1-2.

"Todos se referem a fornicação ou relações sexuais antes do casamento", disse ele sobre as passagens bíblicas. "Um casal cristão que acredita que fornicação é permissível deveria ser ‘disciplinado", disse Piper.

"Se o casal que estamos falando aqui, cujo casamento você vai participar, só parou de fazer o ato de fornicação, mas não parou de acreditar que a fornicação está certa, então eles provavelmente estão em uma posição onde devem ser disciplinados, porque nós não apenas disciplinamos as pessoas por ações impiedosas, mas também pela crença não arrependida de que o pecado é certo ou permissível", observou.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 14 de maio de 2018

“Mostrar Jesus no centro de tudo” é a receita para manter novos convertidos fiéis, diz John Piper

Mensagem cristocêntrica, admissão de falhas e seriedade na pregação. Essas são as receitas aconselhadas pelo pastor John Piper para manter fiéis novos convertidos na comunidade de fé.
O assunto foi levantado por uma ouvinte do podcast apresentado pelo pastor. A preocupação expressada pela internauta era com o sentimento de abandono que surge nos novos na fé, diante do choque de realidade em relação à atenção recebida dos demais fiéis e do pastor.
De acordo com informações do portal The Christian Post, John Piper listou valiosos conselhos como forma de evitar que os novos convertidos criem expectativas que não podem ser sustentadas e terminem frustrados.
"Manter a comunidade cristã real, autêntica, sustentadora, satisfatória e bela tanto para os que estão dentro quanto para os que estão fora da igreja" é o primeiro passo, segundo o pastor. "O novo crente precisa sentir isso e ser ensinado sobre isso. Eles podem entrar na comunidade tão profundamente em amor com as pessoas que eles não percebem completamente o que aconteceu com eles. Ou seja, que Jesus foi feito o seu Senhor, que é extremamente valioso, muito mais valioso do que as pessoas da comunidade", explicou.
Com a noção de que a comunidade está em segundo plano na jornada cristã, é preciso abrir o jogo sobre quão imperfeita esse grupo de pessoas que seguem a Jesus é. Piper frisou: "Na igreja, vamos nos machucar, ficaremos ofendidos".
Se os novos convertidos forem abordados, no momento certo de seu discipulado, com essa mensagem, se tornarão mais fortes para superar provações e conflitos: "Ensine a Palavra. Torne a Palavra tão penetrante, tão poderosa até que eles a conheçam. Nada torna um novo convertido mais estável ao longo do tempo do que ser absorvido em plena exposição à Palavra de Deus".
Por fim, o pastor enfatizou a necessidade de "sempre manter Cristo no centro e mostrar que é Ele quem satisfaz a alma".
Nesse contexto, Piper destacou: "Mostre ao novo convertido que veio por causa da doçura da comunidade, mostre a ele que a comunidade é preciosa não como um deus ou um salvador, mas como algo que nos ajuda a conhecer e desfrutar de nosso Deus e nosso Salvador", explicou.
"Não negligencie os ensinamentos radicais de Jesus nesta nova comunidade, que diz: 'Quem ama pai ou mãe mais do que a mim não é digno de mim, quem ama filho ou filha mais do que a mim não é digno de mim' (Mateus 10 : 37). Certamente, devemos acrescentar: 'Quem ama a comunidade na igreja mais do que Ele não é digno d’Ele'", finalizou.
Fonte: Gospel+
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