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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Pregação do novo ministro da Educação contra banalização do sexo viraliza - COMENTO A NOTÍCIA

Um trecho de uma pregação do pastor Milton Ribeiro, novo ministro da Educação, vem sendo repercutido nas redes sociais por conta de sua reprovação à ênfase que é dada à sexualidade "sem limites" nas universidades.
Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos (SP), tem larga experiência acadêmica, pois além de sua formação em Teologia e Direito, possui um mestrado em Direito e um doutorado em Educação, e já atuou como vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
"Aquilo que os mais antigos chamam de revolução sexual dos anos 1960, com a chegada da pílula, e de uma certa maneira, de uma liberdade maior nessa área sexual, o mundo foi perdendo a referência do que é certo e do que é errado em termos de conduta sexual, e isso foi trazendo muitas dificuldades, porque agora a gravidez indesejada não é mais um risco", diz o pastor ao introduzir o assunto.
A mensagem enfatiza que parte do relativismo vem de um conceito filosófico que busca encontrar o sentido da vida: "Depois que passa esse período dos anos 1960, para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo, veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa, não importa se é A, B, se é homem, se é mulher, se é esse, aquele, se é velho, se é novo, não interessa! O que interessa é aquele momento".
"'E tem mais', eles explicam assim. 'Se for feito com amor, tudo vale'. Se você tem sexo com seu vizinho, que é casado, com a sua vizinha, mas é com amor, no problem. Nenhuma dificuldade. Foi feito com amor, essa é a nossa sociedade, é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos. Na universidade, é mais do que veladamente estabelecido. É um valor da nossa sociedade contemporânea. Eu e você, os nossos filhos sobretudo, estão sofrendo esse tipo de pressão", lamentou.

Fonte: Gospel+

ASSISTA AQUI


MEU COMENTÁRIO:

Perfeitamente bíblica, compreensível e pertinente a mensagem do atual Ministro, que a bem da verdade, não era Ministro, mas sim pastor e no púlpito da Igreja onde serve. Seria constrangedor para todos, se ele tivesse pregado o contrário disso.

A "grita geral" que acontece em casos assim é que, no mundo atual, mormente no Brasil, se fala muito em democracia e tolerância, mas de forma parcial. Quem for conservador tem que tolerar o contraditório, mas quem é liberal não suporta ver o diferente de si mesmo em qualquer cargo ou função.

Tenho por certo, que o novo ministro saberá com habilidade e inteligência, se posicionar nos limites da lei, mantendo os direitos legais de quem pensa diferente, e na mesma proporção, não cercear os que pensam iguais a ele, talvez esse seja o medo de muitos.

Se o Rev. Milton Ribeiro deixasse hoje de ser ministro, já teria sido válida somente a sua nomeação, por conta da mensagem que viralizou, afinal de contas, para tirarem um texto, talvez fora do contexto, tiveram que ouvir a mensagem toda e ainda várias vezes (rsrsrs), afinal de contas está escrito: "assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei". - Isaías 55:11

Simples assim. Deus abençoe e dê muita sabedoria ao novo Ministro da Educação. Oremos por ele. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Juntos podemos mudar a cultura sexual de uma nação, diz pastor do ‘Eu Escolhi Esperar’


Apesar de ter sua eficiência questionada, pastor Nelson Jr. se mostrou a favor da abstinência sexual como prevenção à DST e gravidez precoce.


No último domingo (2), o Fantástico (rede Globo) veiculou uma matéria, questionando a eficácia da campanha do governo Bolsonaro de retardamento da iniciação sexual de adolescentes, para prevenir as DST e a gravidez precoce. Com o slogan "Adolescência primeiro, gravidez depois" e a hashtag #tudotemseutempo para ser usada nas redes sociais, a campanha deve ser lançada pelo ministério da Mulher, da Família e dos Direitos humanos (comandado pela ministra Damares Alves) nesta segunda-feira (3).

Na matéria, o programa chamou duas mães e suas respectivas filhas adolescentes para conversar. Uma das garotas afirmou que esperaria pelo casamento para ter relações sexuais, enquanto a outra disse que identificaria o momento em que "estivesse segura para perder a virgindade". Porém, as duas mães se mostraram contrárias à proposta de "abstinência sexual".

A tônica da matéria do Fantástico focou-se em destacar que os adolescentes brasileiros não aceitarão a campanha que propõe o retardamento da iniciação sexual.

Porém, o pastor e idealizador do conhecido movimento "Eu Escolhi Esperar", Nelson Jr. destaca uma outra visão sobre o assunto. Segundo ele, há pelo menos cinco milhões de adolescentes que estão dispostos a esperar pelo casamento para terem sua iniciação sexual.

Em entrevista exclusiva ao Guiame, Nelson Jr. falou sobre como iniciativas semelhantes à dele têm inspirado a campanha do governo Bolsonaro.

Portal Guiame: Já se falou sobre a possibilidade do "Eu Escolhi Esperar" vir a se tornar um programa do governo, porém você mesmo tem desmentido tal informação. Como o "Escolhi Esperar" irá contribuir com a atual campanha de retardamento da iniciação sexual de adolescentes?

Pastor Nelson Junior: Em dezembro, participei de uma audiência pública promovida pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e deixaram bem claro que o projeto do governo ainda não tinha nome. Em declarações recentes na imprensa, a ministra já explicou que os programas do governo estão em desenvolvimento envolvendo outros ministérios como a saúde e educação. Querem associar o nome do nosso movimento ao do governo em uma tentativa de enfraquecer o debate e desgastar a inciativa para alegarem que a motivação é religiosa e assim a sociedade não abraçar a ideia. Imagino que o nome do programa do ministério não será o "Eu Escolhi Esperar" e terá meu total apoio seja qual nome for.

Guiame: Há anos liderando iniciativas como o "Eu Escolhi Esperar", você viu milhares de adolescentes e jovens optando por um estilo de vida que vai na contramão da pós-modernidade (sobretudo com relação à sexualidade). Quais frutos desse movimento você conseguiu ver a curto prazo?

Pastor Nelson: A curto prazo, A primeira coisa que nós percebemos 10 anos atrás, quando iniciamos, foi que o 'Eu Escolhi Esperar' veio como um grande machado, quebrando muitos tabus. O Escolhi Esperar conseguiu conseguiu trazer à superfície um tema que era obscuro, não era tratado.Talvez por isso o Escolhi Esperar tenha se multiplicado tanto. .Havia uma demanda reprimida o tema não era tratado e a gente começou a falar abertamente, à luz da Bíblia, com equilíbrio, de forma saudável e sem rodeios. Sem vulgaridade, mas de uma forma bem clara, na linguagem do jovem.

A segunda coisa que nós percebemos a curto prazo foi o que nós chamamos de cultura do pertencimento. O que é isso? O que fez o 'Eu Escolhi Esperar' viralizar rapidamente nas redes sociais, logo após ter sido criado foi o fato das pessoas irem se identificando ao grupo e à mensagem. Então, [como resposta ao surgimento do ministério] as pessoas postavam coisas do tipo: 'Até que enfim encontrei um grupo que fala o que eu acredito'. Porque durante muito tempo houve o tabu que "quase ninguém se guarda", que "quase ninguém é virgem". A virgindade, a castidade, se preservar, principalmente até o casamento, ainda que não seja mais virgem, pareciam ser escolhas de um pequeno grupo. E o 'Eu Escolhi Esperar' é a resposta mais clara para a sociedade, para o poder público, para a Igreja, para especialistas. É a evidência de que existem milhões que fazem essa escolha.

Guiame: E a médio e longo prazo?

Pastor Nelson: A médio prazo, podemos perceber a evidência do que é um trabalho de conscientização. São quase 10 anos rodando todo o Brasil, com seminários; são aproximadamente 5 milhões de seguidores em todas as redes sociais - a soma total daria mais que isso, mas há pessoas que seguem em mais de uma rede social, então descontamos essas repetições - Milhões de visualizações no nosso canal no Youtube, milhares de livros vendidos e chegamos a ter três mil convites por ano para realizar conferências.

Então, percebemos a médio prazo, que o trabalho de conscientização proporcionou excelentes resultados. Isso nós vemos nos testemunhos, na quantidade de pessoas que já nos escreveram, contando suas histórias, suas realidades, como foram impactadas por essa realidade, encorajadas, fortalecidas, levantadas, impulsionadas, animadas pelo trabalho feito pelo Escolhi Esperar e também por outros movimentos semelhantes, que eu gostaria de honrar aqui.

Outros perfis, outros líderes, algumas denominações específicas desenvolveram projetos e programas para o seu público. Nós temos o caso da Igreja Videira, por exemplo, que trabalhou muito com a corte; temos as igrejas da visão celular, as igrejas da visão MDA, a Renascer em Cristo, também foram igrejas que desenvolveram projetos que fortaleceram esse discurso, porque o fruto não é do Escolhi Esperar sozinho, o fruto é quando a gente tem um conjunto de ações juntas, pode mudar a cultura sexual de toda uma nação. Acredito que esse pode ser o resultado a longo prazo, que é poder realmente transformar a visão cultural em relação ao sexo, principalmente entre crianças e adolescentes. Você podendo alterar isso, a mentalidade sobre o sexo, trazendo ele na sua essência, com o propósito correto, a conscientização com relação ao tempo certo… essa perspectiva saudável produzirá os resultados que ficarão por gerações.

Talvez, esse seja o grande medo das pessoas, que por pura ideologia, interesses políticos e principalmente econômicos, querem fazer sangrar a iniciativa do governo, desgastando a ministra Damares. Eles sabem que projetos e iniciativas como esses (seja o Eu Escolhi Esperar ou qualquer outro de conscientização) significam uma ameaça à ideologia deles. E sabem que o Brasil é um país conservador e que a população abraçando isso, um grupo pequeno e privilegiado vai perder muito, ideologicamente falando e um outro grupo vai perder muito, economicamente falando. Se os adolescentes do Brasil esperarem, quantos preservativos deixarão de ser comprados?

Fonte: Guiame

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Mulheres e negros compõem maioria de evangélicos e católicos, segundo Datafolha

Público feminino corresponde a 58% dos frequentadores de igrejas evangélicas e 51% de católicas; pretos e partos são 59% e 55% dos fiéis, respectivamente



O perfil de evangélicos e católicos no país é composto em sua maioria por mulheres e negros. Segundo pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo na manhã desta segunda-feira, 13, o público feminino corresponde a 58% dos frequentadores de igrejas evangélicas e 51% das católicas. Pretos e pardos também são maioria, com 59% e 55% dos fiéis, respectivamente.

A maior parte dos evangélicos e católicos são pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos (48% e 46%) e com escolaridade até o ensino médio (49% e 42%). Por região, os evangélicos se concentram em maior parte no Norte (39%), enquanto os católicos estão mais representados no Nordeste (59%).

O cristianismo continua sendo a religião com maior número de fiéis no país. Do total de entrevistados, 50% afirmaram que são católicos e 31%, evangélicos. Já 10% das pessoas declararam que não tem religião definida e 1% é ateu. Entre outras crenças, 3% se declararam espíritas, 2% umbandistas e 0,3% judaicas.

A pesquisa do Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios de todo o país. As entrevistas foram feitas pessoalmente, em locais de grande circulação. O instituto afirma que o nível de confiança dos resultados é de 95%. A margem de confiança é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Cristãos progressistas atacam conceito de pureza sexual e defendem o poliamor

A mais nova investida contra mensagem de santidade sexual da Bíblia está partindo dos grupos chamados cristãos progressistas, alinhados com a agenda homônima que vem moldando o comportamento da sociedade ocidental. Agora, líderes religiosos dessa orientação vem fazendo apologia ao poliamor, alegando que a castidade é "doentia".
Os aplicativos de relacionamentos sem compromisso, como Tinder e Grindr, passaram a ser endossados por esses líderes religiosos que se recusam a advertir as pessoas sobre as consequências da chamada "cultura de conexão".
Pastores como Brandan Robertson, do Mission Gathering Christian Church, em San Diego, Califórnia; Chalice Overy da Igreja Batista Pullen Memorial em Raleigh, Carolina do Norte; e "Michael", um homem de San Antonio cujo sobrenome não foi apresentado pelo portal Huff Poste trabalha como integrante da diretoria de uma igreja e adepto do poliamor, defenderam a prática.
De acordo com o portal The Christian Post, a publicação explorou questões sobre a vida amorosa e a ética sexual com os líderes religiosos de orientação liberal, como parte de uma série de reportagens sobre relacionamentos "na perspectiva de diferentes etnias, identidades sexuais, experiências de vida e circunstâncias".
"Acho que o mundo da igreja evangélica de onde venho ensinou algumas ideias realmente pouco saudáveis ​​sobre sexo e sexualidade, e passo muito do meu tempo tentando desconstruir a 'cultura da pureza' em favor de uma visão mais saudável e holística da sexualidade", afirmou Brandan Robertson, que se identifica como gay, quando perguntado sobre sexo antes do casamento.
"Acredito que para algumas pessoas, esperar pelo casamento antes de fazer sexo pode ser um caminho saudável. Eu também acredito que para a maioria das pessoas o sexo antes do casamento é uma expressão saudável do dom da sexualidade e não é 'pecaminoso' ou moralmente errado", acrescentou.
Robertson afirmou ainda que pessoalmente rejeita a "cultura da conexão" em sua vida pessoal, porque acha o sexo aleatório insatisfatório, mas declarou que não julga "aqueles que o fazem". Em outubro, esse pastor progressista havia publicado um vídeo, posteriormente apagado, chamando os relacionamentos poliamorosos e abertos de "santos" e "belos" em uma palestra em sua igreja em apoio à "teologia queer", também conhecida como "teologia inclusiva".
Chalice Overy criticou a ideia de sexo apenas no casamento, afirmando que trata-se de uma expectativa "irracional", e que ao longo dos anos, evoluiu suas crenças sobre o assunto, dizendo que o sexo antes do casamento se torna essencial para que as pessoas "tomem decisões ponderadas sobre com quem se casam".
Michael, de San Antonio, argumentou que "nossa própria ética pessoal" constitui as fronteiras do sexo, e não "acordos contratuais" como o casamento, ignorando o recado de Jeremias 17:9: "Enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas, e perverso".
"Eu vivi a monogamia, e isso não foi diferente eticamente para mim do que viver com múltiplos amantes", disse Michael.

'Questão de época'

Cheslen Vicari, diretora do programa evangélico do Instituto sobre Religião e Democracia, com sede em Washington, reagiu com incredulidade às declarações dos pastores progressistas, comentando que não havia conhecido um único aspecto "saudável" que venha com o pecado sexual.
"No topo da minha cabeça, eu posso pensar em todos os efeitos nocivos do sexo antes do casamento, sob a perspectiva da mulher. Insegurança, desejo de falsa afirmação através da intimidade, apego, sentimentos de rejeição, e o ciclo continua", escreveu ela. "Todos esses efeitos prejudiciais são frustrados pelo pacto do casamento que deve trazer segurança, fidelidade e compromisso vitalício".
Vicari destacou que embora seus pontos de vista pareçam estranhos para alguns, a realidade é que existe uma espécie de "sinal verde" na mente de muitos jovens evangélicos quando o assunto é o sexo antes do casamento, e parte disso se dá por causa da postura de líderes evangélicos que não abordam os temas que circundam a questão, mas apenas o tema em si, diretamente, dizendo apenas o que não fazer.
"Os jovens cristãos precisam de orientação sobre essas questões morais graves. Claro, é aqui que o seu fiel testemunho cristão é tão desesperadamente necessário", disse ela, pedindo aos pastores que falem sobre os assuntos que envolvem o desejo, como por exemplo os tópicos que ela mesma já havia indicado: insegurança, apego, falsa intimidade, etc.
O desafio ao ensino histórico sobre casamento e ética sexual tem sido uma recorrência no discurso dos autores cristãos progressistas ao longo dos anos. Em 2016, a escritora e pastora progressista Bromleigh McCleneghan, da Igreja Unida de Cristo e autora do livro Good Christian Sex: Why Chastity Isn’t the Only Option — And Other Things the Bible Says About Sex ("Bom sexo cristão: porque a castidade não é a única opção – e outras coisas que a Bíblia diz sobre o sexo", em tradução livre), concedeu uma entrevista atacando esse princípio.
McCleneghan afirmou que ouviu de "incontáveis" pessoas que se queixavam por terem sido ensinadas que se elas se abstivessem do sexo até o casamento evitariam frustrações e teriam vidas sexuais satisfatórias, mas que na realidade, não alcançaram suas expectativas.
Ela acredita que relacionamento sexual fora do do casamento é bom, desde que eles sejam "mutuamente prazeirosos e afirmativos", declarou a escritora: "Eu também conheço muitos que tiveram relações sexuais fora do casamento que não os deixaram feridos ou vazios, mas eram amorosos e apoiadores", garantiu.
Sobre a infalibilidade das Escrituras, ela contemporizou, declarando que considera a Bíblia Sagrada "seriamente como uma testemunha viva, mas também como um documento histórico escrito em um tempo e lugar específicos".

Apostasia

O pastor Greg Laurie, da Harvest Christian Fellowship, no sul da Califórnia, avaliou os comentários das lideranças progressistas como evidência do fim dos tempos, uma vez que "a Bíblia diz que nos últimos dias haveria falsos mestres".
"Quando alguém se levanta e diz que a Bíblia não é a Palavra de Deus, eu realmente não ligo para qual é o ponto deles. Para mim, isso é apostasia", resumiu.
Fonte: Gospel+
MEU COMENTÁRIO:
Simplesmente um absurdo, uma aberração em termos de interpretação da Bíblia, dos princípios da moral, da ética, bem como contra todos os pilares do Velho Testamento, dos Evangelhos, de todas as cartas e do Apocalipse.
Querem reinventar a Igreja, missão impossível, o que conseguem é desvirtuar os incautos e analfabetos da Palavra de Deus.
Essas interpretações exdrúxulas, normalmente são uma forma de justificar o estilo de vida dos seus próprios autores.
Apostasia pura!
Deus nos guarde...    

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

‘Motel não é legal para uma mulher de Deus’, afirma Andressa Urach

A ex-modelo Andressa Urach comentou detalhes de seu comportamento antes de sua conversão e afirmou que era afeita a gestos de violência durante as relações sexuais que mantinha.
A declaração foi feita em um vídeo para seu canal no YouTube, em que também critica a prática sexual fora do casamento, mesmo que seja entre duas pessoas que vivam em união estável.
Sexo antes do casamento é prostituição! Morar junto também é prostituição. Tem que ser casado bonitinho no papel e na igreja”, afirmou a ex-modelo, que se converteu após enfrentar um seríssimo problema de saúde causado pelo uso de hidrogel nas coxas.
Andressa Urach, que frequenta a Igreja Universal do Reino de Deus, afirmou que negar sexo ao marido é algo que as mulheres não devem fazer, e foi além ao defender que a esposa esteja sempre disponível para a relação, mesmo que não esteja com vontade.
A mulher deve sempre estar disponível para o marido. Pare com essa de ‘dor de cabeça’. Se você está sem vontade, inicie que daqui a pouco você vai estar com vontade. Não fica dando brecha para o diabo negando o seu marido porque aí você bota em risco sua relação. A relação sexual é maravilhosa e foi Deus que inventou”, argumentou.
Em relação a fantasias eróticas, Andressa Urach expressou opiniões ainda mais contundentes: “É um assunto bastante complicado. Na minha opinião pode, mas antes de usar pergunte se aquilo iria agradar a Deus”, sugeriu.
Sobre motel, ela foi enfática ao desaconselhar: “Já fui, mas não é legal para uma mulher de Deus. Tem muitos espíritos de prostituição. Escolha um hotel com banheira para ir com o seu marido”, afirmou.
Sem fugir de um dos temas mais comuns quando o assunto é o sexo no casamento, Andressa Urach afirmou que não vê “problema nenhum” no sexo oral, acrescentando: “Desde que seja com o seu marido”.
Outro ponto abordado pela ex-modelo foi a masturbação, um tema que continua levantando polêmicas e dúvidas entre evangélicos: “Masturbação sozinha não pode. Só pode masturbação com o seu marido porque é preliminar”, opinou.
A prática sexual com agressões físicas ou verbais, através de palavrões, foi desaconselhada por Andressa Urach: “Quando eu era endemoniada, eu era mesmo endemoniada, gostava de apanhar na relação. Hoje jamais aceitaria isso. Sou uma princesa e só aceito ser tratada como uma princesa”, concluiu.
Atualmente, Urach se dedica a um curso de enfermagem. O interesse sobre o tema surgiu justamente por ocasião de sua internação por três meses em 2015 para tratar a infecção causada pelo hidrogel e também para retirar o produto de seu corpo.
Fonte: Gospel Geral
Assista Aqui

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“O casal que acredita que fornicação é permissível deve ser disciplinado", diz John Piper


John Piper disse que não basta só evitar a prática sexual antes do casamento, mas reconhecer que isso é pecado.


Os cristãos não devem apoiar casamentos de casais que fazem sexo antes do matrimônio e acreditam que tal ato é permissível, segundo o pastor John Piper.

Sua colocação é uma resposta a um internauta que questionou se um cristão deveria comparecer ao casamento de um casal que já morava junto. Piper, fundador da Desiring God e chanceler do Bethlehem College & Seminary em Minnesota (EUA), deu uma resposta diferenciada a várias situações de relacionamento.

Ele disse que a fornicação continua sendo pecado, mas que o casal pode se arrepender. "Se o casal está se afastando da fornicação porque agora estão convencidos de que é pecado, e eles estão se casando como uma declaração de arrependimento e fé em Cristo e compromisso com a justiça, então eles estão certos com Deus", respondeu.

"Devemos nos unir a eles em uma feliz celebração", complementou Piper. "Mas é possível que eles não estejam certos de que fazer sexo antes do casamento seja pecado. Atualmente, muitos estão tragicamente iludidos sobre isso. Essas pessoas se submetem superficialmente às Escrituras", alertou.

"Elas não se submetem à autoridade de Deus nas Escrituras, apenas fazem o que sentem vontade de fazer, e assumem que Deus está bem com isso, como dormir juntos antes de se casarem, porque acham que estão comprometidos uns aos outros", explicou Piper.

Infidelidade sexual
Piper ainda pontua que o pecado não consiste apenas no adultério. "Está claro nas Escrituras que não só o adultério, a infidelidade sexual no casamento, mas também as relações sexuais antes do casamento constam como pecado". O pastor listou algumas passagens bíblicos onde o termo "imoralidade sexual" é usado para exemplificar o pecado: Mateus 15:19; Hebreus 13:4; Efésios 5:5;1 Coríntios 5:11;1 Coríntios 6:9;7:1-2.

"Todos se referem a fornicação ou relações sexuais antes do casamento", disse ele sobre as passagens bíblicas. "Um casal cristão que acredita que fornicação é permissível deveria ser ‘disciplinado", disse Piper.

"Se o casal que estamos falando aqui, cujo casamento você vai participar, só parou de fazer o ato de fornicação, mas não parou de acreditar que a fornicação está certa, então eles provavelmente estão em uma posição onde devem ser disciplinados, porque nós não apenas disciplinamos as pessoas por ações impiedosas, mas também pela crença não arrependida de que o pecado é certo ou permissível", observou.

Fonte: Guiame

sábado, 15 de setembro de 2018

Mais de 80% dos seriados mostram crianças sendo expostas ao diálogo sexual



A maioria dos seriados de comédia exibem crianças presenciando diálogos de conotação sexual.


Mais de 80% dos seriados de comédia têm cenas em que personagens adultos têm diálogos de conotação sexual na frente de crianças, segundo um relatório da Parents Television Council divulgado na segunda-feira (11).

A análise mostra o uso generalizado de linguagem sexual em seriados voltados para a família, que são exibidos no Brasil através de serviços de streaming e canais de TV por assinatura.

Entre as séries do relatório estão: The Simpsons, Modern Family, Jane the Virgin, American Housewife, Family Guy, This is Us, The Mick, A.P. Bio, Last Man Standing, Dr. Ken, The Middle, The Real O'Neals, Black-ish, The Goldbergs, Man With a Plan, Kevin Can Wait, Mom, Young Sheldon, Bob's Burgers, L.A. to Vegas, Roseanne, Fresh Off the Boat, Speechless, Champions e Son of Zorn.

"Todas as 'comédias familiares' transmitidas pela CBS, NBC e Fox continham casos de diálogos sexuais de adultos na presença de crianças e 80% das ‘comédias familiares’ da ABC", afirma o relatório.

Segundo o levantamento, o seriado com o maior número de cenas com linguagem sexual na frente de personagens infantis é A.P. Bio, exibida pela NBC. Em seguida estão The Mick e American Housewife, da ABC, Life in Pieces, da CBS, e Family Guy, da Fox (transmitida no Brasil como "Uma Família da Pesada").

Um episódio de A.P. Bio que foi ao ar nos EUA em 1º de fevereiro, um professor do ensino médio contou aos seus alunos como sua namorada recusou fazer sexo. Em The Mick, uma cena mostrou uma criança de 8 anos jogando "video poker" com uma mulher usando sutiã e sugerindo tirar mais peças enquanto o jogo avançava.

A Parents Television Council acredita que há uma necessidade urgente de reformar o sistema de classificação na TV. "Quando você olha para alguns desses exemplos, você coça a cabeça e pergunta: 'Como esse conteúdo pode ser classificado para crianças assistirem?'", questiona Tim Winter, presidente da organização.

"Eles sabem que se o conteúdo for classificado para maiores de idade, a maioria dos anunciantes não irão patrocinar as emissoras, pois não querem que suas marcas estejam vinculadas com esse conteúdo", observa Winter, em entrevista ao site The Christian Post.

"As emissoras acabam pegando o conteúdo explícito e classificando de maneira imprecisa, como se fosse apropriado para crianças, para que os anunciantes permaneçam e os pais sejam levados a permitir que seus filhos assistam a essas coisas", o ativista acrescenta.

Fonte: Guiame

domingo, 17 de junho de 2018

8 mitos sobre sexo antes do casamento



Muitos conceitos que os jovens têm em relação ao sexo não passam de mitos. Confira alguns pensamentos do professor Sean McDowell.


1. O sexo é necessário para manter um relacionamento difícil
A verdade é que a maioria dos relacionamentos têm problemas e, quanto mais cedo se introduz o sexo no relacionamento, maior a probabilidade de falhar.

2. Os homens são seres sexuais e não se pode esperar que sigam as leis sexuais
Esse mito é falso e prejudicial. Os rapazes podem tomar decisões sexuais sábias se forem ensinados a fazer isso.

3. Você é inteiramente responsável por sua própria sexualidade; as decisões do parceiro não importam
Apesar da mentalidade individualista que domina o modo como os jovens pensam sobre a sexualidade, nossas escolhas são profundamente influenciadas pelas decisões sexuais da outra pessoa.

4. A pornografia não afetará seus relacionamentos
A verdade é que a pornografia tem um impacto negativo muito grande nos relacionamentos.

5. Os outros estão fazendo mais sexo do que você
A maioria dos jovens superestima o quanto o sexo está acontecendo ao seu redor. A maioria pensa que outras pessoas estão fazendo mais sexo do que realmente fazem. Como resultado, os jovens agem com base nessa falsa percepção.

6. Sexo é só sexo
O sexo é um assunto muito importante. Não há nada que os humanos façam que envolva mais suas mentes, emoções, memórias e corpos. As decisões sexuais permanecem conosco por toda a vida.

7. O casamento pode esperar
A maioria dos jovens quer se casar um dia, mas muitos querem esperar um pouco antes de tomar esse passo. A verdade é que os planos de vida nem sempre progridem quando se espera demais.

8. Morar juntos antes do casamento é um passo positivo
Cerca de 50% a 70% dos casais moram juntos, mas apenas 1 em cada 5 relacionamentos resultam em casamento. Os resultados são bastante pessimistas para quem prefere morar junto antes de casar.

Por: Sean McDowell
É professor de Apologética Cristã na Universidade Biola, na Califórnia. Ele é um autor de mais de 15 best-sellers e palestrante reconhecido internacionalmente.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 19 de abril de 2018

ATÉ QUANDO UM CASAMENTO PODE SOBREVIVER SEM SEXO?


Sexo é sempre um assunto importante para se falar e quando há falta dele no casamento é ainda mais necessário.

A terapeuta de casais Lívia Guimarães conversa a respeito desse e de outros problemas relacionados ao sexo.

ASSISTA AQUI
Para uma boa audição desligue o som do Stúdio Rhema
no canto esquerdo superior do blog.

sábado, 24 de março de 2018

O que a Bíblia diz sobre sexo antes do casamento?



No mundo que vivemos, onde o sexo antes do casamento e a promiscuidade não são mais desaprovados, não podemos deixar de nos perguntar o que a Bíblia diz sobre esse assunto controverso.

Como cristãos, fomos ensinados que o sexo antes do casamento é pecado, portanto proibido do ponto de vista moral e espiritual. E, no entanto, vemos outras pessoas terem completo desrespeito por isso. Apesar de vermos como o mundo lida com a imoralidade sexual, é hora de dar um passo atrás e retornar às nossas raízes - a palavra de Deus.

Apegue-se a estes versículos da Bíblia para mais clareza.

1 Coríntios 7: 2

"Mas por causa da tentação da imoralidade sexual, cada homem deve ter sua própria esposa e cada mulher seu próprio marido."

Nesse versículo, ficou claro que Paulo estava descrevendo qualquer atividade sexual fora do casamento como imoralidade sexual. É preciso ter sua própria esposa ou seu próprio marido para poder realizar o ato.

1 Tessalonicenses 4: 3-5

"Pois esta é a vontade de Deus, a sua santificação: que você se abstenha da imoralidade sexual; que cada um de vocês saiba como controlar seu próprio corpo em santidade e honra, não na paixão da luxúria como os gentios que não conhecem a Deus ..."

Agora que é evidente que o sexo antes do casamento é um ato sexualmente imoral, neste versículo, Paulo diz que você deve obter de qualquer imoralidade sexual, o que também significa abster-se de sexo antes do casamento. Ele prossegue dizendo que você deve exercitar o autocontrole, pois deve sempre honrar o templo de Deus e não ceder à luxúria.

Gálatas 5: 19-21

"Agora as obras da carne são evidentes: imoralidade sexual, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, inimizade, contenda, inveja, ataques de raiva, rivalidades, dissensões, divisões, inveja, embriaguez, orgias e coisas como essas. Eu te aviso, como te avisei antes, que aqueles que fazem tais coisas não herdarão o reino de Deus."

Além da instrução de que os cristãos devem abster-se da imoralidade sexual, há também uma advertência de que qualquer um que participe dessas coisas não poderá entrar no céu. Como você pode ver, mesmo naquela época, esses tipos de imoralidade sexual já estavam acontecendo. Isso mostra que o homem sempre foi tentado com luxúria e esse problema ainda existe hoje, se não pior.

1 Coríntios 6: 18-20

"Fuja da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que uma pessoa comete estão fora do corpo, mas a pessoa sexualmente imoral peca contra seu próprio corpo. Ou você não sabe que seu corpo é um templo do Espírito Santo dentro de você, que você tem de Deus? Você não é seu, pois você foi comprado por um preço. Então glorifique a Deus em seu corpo."

Se os versos anteriores ainda não colocassem algum sentido em você, este poderia. Este verso lembra a cada cristão que nossos corpos não são nossos, mas de Deus. Estamos meramente tomando emprestado, portanto, devemos fazer o melhor para honrá-lo. O Espírito Santo vive dentro de nós, por isso não devemos contaminá-lo. Jesus pagou um preço enorme pela nossa salvação, não vamos desperdiçar isso.

Sim, sexo antes do casamento é pecado. No entanto, isso não significa que você não tenha mais a chance de entrar no reino de Deus. Lembre-se, desde que você tenha fé em Deus, sempre haverá esperança. Deus está sempre perdoando, e Ele estará mais do que disposto a perdoá-lo se você se arrepender de seus pecados e se abster de imoralidade sexual.

Faça o seu melhor para resistir à tentação e Deus será gracioso e amoroso. Além disso, saiba que sua paciência dará frutos assim que conhecer seu marido / esposa.

Deus tem grandes planos para você e a espera valerá a pena!

Por Azalea Pena
Tradução livre pelo Pr. Carlos Roberto Silva

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