terça-feira, 16 de janeiro de 2024
domingo, 31 de julho de 2022
Igreja Presbiteriana do Brasil rejeita proposta contra “fiéis de esquerda” para evitar racha interno
Membros da cúpula da IPB afirmaram que o relatório inicial poderia rachar a igreja como ocorreu na ditadura militar
A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) rejeitou uma proposta de criar uma comissão interna para orientar seus pastores sobre "a contradição entre o marxismo e suas variantes" versus o "cristianismo bíblico". Também era parte da proposta determinar que as pastorais orientasse os "declarados 'cristãos de esquerda ou progressistas' de suas inconsistências".
A ideia era que os fiéis fossem orientados a se afastar do "comunismo" e do que os líderes classificam como "nefasta influência do pensamento de esquerda". A proposição foi vista internamente como uma tentativa de inibir que seus fiéis votassem em candidatos de esquerda.
A decisão rejeitando a proposta para criar uma comissão "antiesquerda" foi tomada nesta sexta-feira (29), durante o Supremo Concílio da IPB, realizado em Cuiabá. O Supremo Concílio é o órgão máximo de deliberação da igreja, realizado a cada quatro anos.
Com o risco de o documento original ser aprovado, o pastor Cid Pereira Caldas apresentou na manhã de sexta-feira (29) um relatório substitutivo sobre o assunto.
No texto, Caldas diz que a "IPB tem mantido equidistância de radicalismos" e defende que "não é finalidade da IPB manifestar-se sobre partidos políticos".
O relatório substitutivo foi aprovado pelo Supremo Concílio, na sexta, por 738 votos contra 538.
Cid Pereira Caldas é presidente do Conselho de Administração do Instituto Presbiteriano Mackenzie e pastor da Igreja Presbiteriana de Botafogo. Ele é próximo do presidente do Supremo Concílio da IPB, Roberto Brasileiro.
Três membros da cúpula da IPB e interlocutores de Cid afirmaram à Folha de S. Paulo, sob reserva, que o relatório inicial tinha potencial para rachar a igreja como ocorreu na década de 1970, durante a ditadura militar.
Na época, a Igreja Presbiteriana do Brasil apoiava o governo militar. Indignados, pastores decidiram romper com a liderança da instituição e criaram a Igreja Presbiteriana Unida.
Na deliberação, o Supremo Concílio reafirmou "a incompatibilidade entre o comunismo ateu e materialista e a doutrina bíblica bem como os símbolos de fé da IPB", mas decidiu "não nomear comissão para análise política de partidos, por não ser finalidade da Igreja Presbiteriana do Brasil".
Outra definição tomada nesta sexta foi permitir que seus ministros participem de partidos políticos. Mas, para se candidatarem a cargos públicos eletivos, os religiosos deverão pedir licença, sem qualquer ônus para a igreja.
Após a derrota no Supremo Concílio, Osni Ferreira, relator da proposta e que defendeu voto em Bolsonaro no púlpito da igreja, afirmou que a discussão jamais tratou sobre perseguir cristãos de esquerda.
"Toda vez que eu respondia a uma pergunta, eu falava que não estávamos tratando de candidato A ou B. Claro que você tem um candidato, claro que eu tenho. Isso é uma liberdade do pastor. O voto é secreto, é da consciência. O que nós estamos falando é que o cristão ou o presbiteriano não deve votar em nenhum candidato que defende princípios que a Bíblia é contra", disse na sexta ao canal da Sexta Igreja Presbiteriana de Uberlândia.
IPB contra "fiéis de esquerda"
Após vazar a informação de que a IPB estava orientando os pastores contra os "fiéis de esquerda", o presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), Roberto Brasileiro Silva, afirmou, na semana passada, que os pastores e membros da instituição têm liberdade para se posicionarem politicamente, apesar do relatório interno que recomenda orientar fiéis a se afastar da esquerda.
"A igreja não apoia este ou aquele candidato e não destoa deste ou daquele candidato. Nós damos liberdade aos nossos pastores e aos nossos membros nos seus posicionamentos políticos", disse o reverendo à reportagem. Ele evitou comentar o conteúdo do relatório, que fala em afastar os crentes do "comunismo" e da "nefasta influência do pensamento de esquerda".
O presidente da IPB tentou afastar as declarações do posicionamento oficial da igreja. "Cada pastor é responsável por aquilo que ele fala, por aquilo que ele pronuncia, e responde ao seu conselho e também ao presbitério. Quando a igreja faz um posicionamento oficial é através da minha pessoa, e nós não fizemos nenhum pronunciamento", afirmou Roberto Brasileiro Silva.
A Igreja Presbiteriana tem proximidade com o governo Jair Bolsonaro. Há dois pastores fortemente ligados ao presidente da República, como Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação, e o ministro do STF "terrivelmente evangélico", André Mendonça.
Folha Gospel com informações de G1, Folha de S. Paulo e O Antagonista
segunda-feira, 20 de junho de 2022
Líderes religiosos defendem posicionamento de Bruna Karla
Cantora Bruna Karla virou alvo de intolerância nas redes por causa de comentário sobre homossexualidade
Alvo de intolerância religiosa nas redes sociais por causa de um comentário feito em dezembro do ano passado sobre não cantar no casamento de um amigo homossexual, a cantora Bruna Karla recebeu, nesta quinta-feira (16), o apoio de diversos líderes religiosos.
Apesar de a fala da cantora ganhar repercussão nesta quinta, a entrevista, dada por ela ao podcast Positivamente, da apresentadora Karina Bacchi, foi ao ar em dezembro do ano passado. Na ocasião, a cantora disse, com base na Bíblia, que o dia em que aceitasse cantar no casamento de dois homens teria que parar de cantar sobre Jesus.
– Fui bem sincera [com meu amigo] e disse: “Ah, quando você se casar com uma mulher linda e cheia do poder de Deus, eu vou sim” (…). O dia que eu aceitar cantar em um casamento com outro homem, eu posso parar de cantar sobre a Bíblia e sobre Jesus – afirmou.
A fala foi alvo de diversos ataques nas redes sociais, principalmente entre militantes da causa LGBT, mas também recebeu o apoio de cristãos e de líderes religiosos.
O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), defendeu a cantora e disse que é direito dela cantar onde quiser.
– Estamos em uma democracia, ela é livre pra cantar onde ela quer e não onde os outros determinam. Que país é esse? Que questões são essas? Você é livre pra ir pra vida, isso é princípio, constitucional, democrático. Liberdade da pessoa. Qual é o problema? Ela tem o direito de querer cantar e não cantar – apontou Malafaia.
O pastor Davi Góes, do Ministério Canaã, afirmou que viu a declaração como um ato de coragem da cantora e reforçou que o posicionamento de Bruna representou uma defesa do Evangelho. Algo que, de acordo com ele, estaria em falta no meio evangélico por medo do chamado “cancelamento”.
– Não vejo nada de mais no que ela falou, ela apenas citou o que a Palavra nos ensina, ela apenas defendeu o Evangelho, que é o que exatamente está faltando no mundo evangélico. Cantores e pastores têm se excluído, ficado em cima do muro, para não emitir a opinião e não ser cancelado na internet – declarou.
Para o pastor Renato Vargens, que é colunista do Pleno.News e pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro, Bruna tem o direito de exercer liberdade de fé e crença, algo que é previsto na Constituição, mas tem sido afrontada, em razão de sua opinião, justamente “por aqueles que se dizem tolerantes”.
– Tenho visto os defensores da tolerância reagindo com intolerância aos que pensam diferente. Nessa perspectiva, quando contrariados, os que deveriam ser tolerantes respondem aos conservadores denominados por eles “intolerantes” com ironia, deboche e cancelamento nas redes sociais – escreveu Vargens.
Já o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) declarou que “estamos vivendo tempos malucos, onde não se respeita a vontade de uma pessoa”. Para ele, não existe qualquer resquício de homofobia na fala de Bruna, mas sim “coerência com seus princípios bíblicos”.
– Todos temos o direito de não concordar em participar de atos públicos contrários aos nossos princípios. Antes e acima de qualquer liberdade individual, está a liberdade de pensamento! (…). À minha amiga e irmã em Cristo, Bruna Karla, deixo meu incondicional apoio, pois em matéria de fé não transigimos um milímetro sequer! – completou.
Fonte: Pleno News
domingo, 8 de maio de 2022
MP diz que escola cristã usa liberdade religiosa para fazer "discurso preconceituoso"
O MP está dizendo que a LIBERDADE RELIGIOSA não dá à escola CRISTÃ o direito de se posicionar contra a visão de mundo defendida pelo movimento LGBT+.
Semanas atrás escrevi um artigo para uma das minhas colunas, onde alertei sobre o fato do ativismo LGBT+ estar avançando contra a liberdade religiosa, não apenas no Brasil, mas no mundo. Agora, me deparei com uma notícia que infelizmente é mais um caso que comprova essa realidade, e por isso quero insistir nesse alerta.
Se trata de uma escola cristã, de vertente católica, localizada em Itaúna, Minas Gerais, que está sendo processada pelo Ministério Público local pela suposta disseminação de "discurso preconceituoso" contra o público LGBT+, segundo a Gazeta do Povo.
O motivo? Simplesmente por ter emitido um alerta aos pais dos alunos sobre o significado de símbolos associados ao ativismo LGBT+, tais como o arco-íris e o unicórnio, encontrados atualmente em diversos materiais infantis, como vestimenta e acessórios escolares tipo cadernos e mochilas.
Após ter sido acionado, o MP disse que a iniciativa da escola “caracteriza-se como patente discurso de ódio de cunho homotransfóbico”, defendendo a condenação do estabelecimento por “danos morais coletivos” contra a população LGBT+. Se condenada, a escola cristã poderá pagar uma indenização de R$ 500 mil, além fazer ser obrigada a fazer “produção e divulgação de material contranarrativo ao discurso de ódio praticado”.
Escola confessional ou não
Em primeiro lugar, quero deixar claro que a minha posição aqui não é contra pessoas que integram a comunidade LGBT+. É contra o ativismo, que, infelizmente, não tem nada a ver com diversidade e respeito às diferenças individuais, mas com a imposição de uma agenda totalitária de viés puramente ideológico.
Segundo, mesmo que a escola não fosse de confissão cristã, o debate sobre questões de gênero e sexualidade é absolutamente diverso, não havendo qualquer consenso científico no sentido de se estabelecer proibições quanto ao que pode ou não ser discutido. Dogmas pertencem à religião e não à ciência.
Ou seja, o que quero dizer é que uma escola, mesmo não confessional, pode ter uma posição contrária à visão do movimento LGBT+, e orientar os pais quanto a isso, desde que tal posicionamento esteja restrito ao campo acadêmico, pois é a ciência que nos permite discordar, por exemplo, da ideologia de gênero.
Essa discordância e possível orientação acadêmica aos pais, em nada configura discriminação ou preconceito, mas tão somente o direito à liberdade de informação, consciência e produção intelectual garantidos pela Constituição Federal.
Por outro lado, e em terceiro lugar, a situação muda ainda mais de figura quando tratamos de uma escola confessional. Ou seja, uma escola cujos princípios educacionais são norteados por uma determinada visão religiosa, que neste caso é a cristã.
A própria escola processada, por exemplo, deixa claro que a sua linha de ensino é “confessional católica", tendo a "sua Identidade e missão fundamentadas no Evangelho, em profunda sintonia com as orientações da Igreja Católica Apostólica Romana”.
Portanto, não há o que se discutir, aqui, sobre questões relativas à laicidade ou a ensino de conteúdos contrários à doutrina cristã, pois os pais que procuram uma escola confessional, buscam exatamente um ensino pautado pela visão religiosa.
No caso do cristianismo histórico, do qual pertence a Igreja Católica e outras protestantes, como a Batista, a visão de mundo do ativismo LGBT+ é amplamente condenada, o que justifica o fato das escolas cristãs pertencentes a esta vertente assumirem uma posição contrária à promoção desse movimento.
O mais espantoso
Agora, apesar de já compreendermos que escolas confessionais possuem o direito de pautar o seu ensino numa perspectiva religiosa, o que significa poder contrariar a visão de mundo de movimentos como o LGBT+, que não é dogma científico, o Ministério Público de Minas Gerais entende que não. Veja o que o órgão diz sobre o caso, abaixo:
“O Colégio requerido deverá ser civilmente responsabilizado pela propagação de discurso preconceituoso e discriminatório contra a comunidade LGBTQIA+, discurso que não encontra respaldo na liberdade religiosa e tampouco na liberdade de expressão, na medida em que seu teor atinge direitos fundamentais de grupo de pessoas vulnerabilizadas socialmente."
Ou seja, o MP está dizendo que a LIBERDADE RELIGIOSA não dá à escola CRISTÃ o direito de se posicionar contra a visão de mundo defendida pelo movimento LGBT+. E qual é a justificativa para esse argumento? Ora, nada mais do que a rotulação subjetiva do "discurso preconceituoso", o mesmo que "discurso de ódio".
Uma vez que "ódio" e "preconceito" são termos subjetivos, eles são usados para enquadrar qualquer pessoa, grupo ou entidade (neste caso, a escola) no suposto crime de "homofobia" ou "homotransfobia". É o uso da abstração como ferramenta objetiva de coerção e punição contra os cristãos e conservadores.
O que devemos entender de forma primordial, e com isso já finalizo, é que esse mesmo argumento será usado contra a Igreja! Se uma escola confessional, cristã, não tem a liberdade religiosa para alertar os pais dos alunos contra as armadilhas do ativismo LGBT+, por que um pastor/padre teria? É aqui onde eles querem chegar, e já estão chegando: na criminalização da pregação feita no púlpito!
Que a Igreja do Senhor compreenda a gravidade do contexto atual, a fim de que os cristãos possam se mobilizar, primeiramente elegendo políticos comprometidos com a liberdade religiosa e de expressão, porque é no Legislativo onde às leis são feitas ou revogadas.
Se não reagirmos, agora, não demorará muito para que os nossos líderes, que já estão sendo alvos de processos desse tipo, também sejam condenados e punidos por anunciar as verdades da Bíblia Sagrada.
Marisa Lobo é psicóloga, especialista em Direitos Humanos, presidente do movimento Pró-Mulher e autora dos livros "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Pr. Lamartine Posella liga conflito de Irã e EUA com visão bíblica de Ezequiel - ASSISTA AQUI
Guerra de Gogue e Magogue é descrita em Ezequiel 38 por Pr. Lamartine Posella
Fonte: JM Notícia
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
“Tenho o direito de me defender”, diz o Rev. Augustus Nicodemus sobre porte de armas
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Abílio Santana comenta polêmicas envolvendo o Gideões Missionários
O pastor Abílio Santana lamenta o que tem passado o Gideões, mas alerta para seu legado missionário para o Brasil e para o mundo
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
“O casal que acredita que fornicação é permissível deve ser disciplinado", diz John Piper
John Piper disse que não basta só evitar a prática sexual antes do casamento, mas reconhecer que isso é pecado.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Discurso do Pr. Douglas Baptista, representante da CGADB no STF contra o Aborto - Leia e Assista na íntegra
Leia aqui e assista abaixo, a íntegra do Discurso do Pr. Douglas Baptista, representante da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, na Audiência Pública sobre a Descriminalização do Aborto no Brasil, realizada na data de hoje, 06.08.2018, no STF - Supremo Tribuna Federal, devidamente transmitido pela TV Justiça.
Portanto, o eventual deferimento do pedido dessa ADPF, no sentido de autorizar legalmente o assassinato do ser humano no ventre da mãe até a 12ª semana de gestação, se tornará um desrespeito e uma afronta para considerável parcela da sociedade brasileira, pois os dados abortistas estão maquiados e não são passíveis de comprovação; e o tema em debate está em discordância com a moral e a ética do povo brasileiro. Salienta-se, outrossim, que não cabe a esta Suprema Corte alterar a conduta moral do povo, sobretudo em violar o direito a vida, em descumprimento ao texto constitucional.
A premissa destas decisões, que abrangem as leis e os valores, cabe aos membros do Congresso Nacional, que em nosso modelo de democracia representativa, possuem legitimidade de voto para atender a vontade da nação. Assim a eventual procedência da sobredita ação, data vênia, seria uma imposição autoritária e ilegal em discordância com a moral e a ética dos brasileiros. Por isso, reitera-se que “não cabe ao Poder Judiciário inovar no ordenamento jurídico sob o argumento de avanço civilizatório independentemente de quem seja favorecido”.
Assim, preocupa-nos, data máxima vênia, que esta ADPF tenha sido instaurada, uma vez que o § 1o do Art. 4º da Lei 9882/99 diz textualmente que "não será admitida arguição de descumprimento de preceito fundamental quando houver qualquer outro meio eficaz de sanar a lesividade".
ASSISTA AQUI O DISCURSO DO PR. DOUGLAS BAPTISTA, REPRESENTANTE DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NA AUDIENCIA PUBLICA DO STF SOBRE A DESCRIMINIZAÇÃO DO ABORTO
domingo, 27 de maio de 2018
GREVE DOS CAMINHONEIROS - Como a igreja deve se posicionar diante da crise
Diante da greve dos caminhoneiros e da crise que se instaurou no Brasil, os cristãos devem se posicionar em oração.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
CGADB responde ao artigo "Essa Gente incômoda" da VEJA - COMENTO A NOTÍCIA
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Se essa gente parar de incomodar, alguma coisa estará errada!










