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terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Tema de 2024 - AD Cubatão SP - Propósito, Santificação e Posicionamento


AD Cubatão SP - Tema 2024 - Propósito, Santificação e Posicionamento.

domingo, 31 de julho de 2022

Igreja Presbiteriana do Brasil rejeita proposta contra “fiéis de esquerda” para evitar racha interno

Membros da cúpula da IPB afirmaram que o relatório inicial poderia rachar a igreja como ocorreu na ditadura militar


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) rejeitou uma proposta de criar uma comissão interna para orientar seus pastores sobre "a contradição entre o marxismo e suas variantes" versus o "cristianismo bíblico". Também era parte da proposta determinar que as pastorais orientasse os "declarados 'cristãos de esquerda ou progressistas' de suas inconsistências".

A ideia era que os fiéis fossem orientados a se afastar do "comunismo" e do que os líderes classificam como "nefasta influência do pensamento de esquerda". A proposição foi vista internamente como uma tentativa de inibir que seus fiéis votassem em candidatos de esquerda.

A decisão rejeitando a proposta para criar uma comissão "antiesquerda" foi tomada nesta sexta-feira (29), durante o Supremo Concílio da IPB, realizado em Cuiabá. O Supremo Concílio é o órgão máximo de deliberação da igreja, realizado a cada quatro anos.

Com o risco de o documento original ser aprovado, o pastor Cid Pereira Caldas apresentou na manhã de sexta-feira (29) um relatório substitutivo sobre o assunto.

No texto, Caldas diz que a "IPB tem mantido equidistância de radicalismos" e defende que "não é finalidade da IPB manifestar-se sobre partidos políticos".

O relatório substitutivo foi aprovado pelo Supremo Concílio, na sexta, por 738 votos contra 538.

Cid Pereira Caldas é presidente do Conselho de Administração do Instituto Presbiteriano Mackenzie e pastor da Igreja Presbiteriana de Botafogo. Ele é próximo do presidente do Supremo Concílio da IPB, Roberto Brasileiro.

Três membros da cúpula da IPB e interlocutores de Cid afirmaram à Folha de S. Paulo, sob reserva, que o relatório inicial tinha potencial para rachar a igreja como ocorreu na década de 1970, durante a ditadura militar.

Na época, a Igreja Presbiteriana do Brasil apoiava o governo militar. Indignados, pastores decidiram romper com a liderança da instituição e criaram a Igreja Presbiteriana Unida.

Na deliberação, o Supremo Concílio reafirmou "a incompatibilidade entre o comunismo ateu e materialista e a doutrina bíblica bem como os símbolos de fé da IPB", mas decidiu "não nomear comissão para análise política de partidos, por não ser finalidade da Igreja Presbiteriana do Brasil".

Outra definição tomada nesta sexta foi permitir que seus ministros participem de partidos políticos. Mas, para se candidatarem a cargos públicos eletivos, os religiosos deverão pedir licença, sem qualquer ônus para a igreja.

Após a derrota no Supremo Concílio, Osni Ferreira, relator da proposta e que defendeu voto em Bolsonaro no púlpito da igreja, afirmou que a discussão jamais tratou sobre perseguir cristãos de esquerda.

"Toda vez que eu respondia a uma pergunta, eu falava que não estávamos tratando de candidato A ou B. Claro que você tem um candidato, claro que eu tenho. Isso é uma liberdade do pastor. O voto é secreto, é da consciência. O que nós estamos falando é que o cristão ou o presbiteriano não deve votar em nenhum candidato que defende princípios que a Bíblia é contra", disse na sexta ao canal da Sexta Igreja Presbiteriana de Uberlândia.

IPB contra "fiéis de esquerda"

Após vazar a informação de que a IPB estava orientando os pastores contra os "fiéis de esquerda", o presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), Roberto Brasileiro Silva, afirmou, na semana passada, que os pastores e membros da instituição têm liberdade para se posicionarem politicamente, apesar do relatório interno que recomenda orientar fiéis a se afastar da esquerda.

"A igreja não apoia este ou aquele candidato e não destoa deste ou daquele candidato. Nós damos liberdade aos nossos pastores e aos nossos membros nos seus posicionamentos políticos", disse o reverendo à reportagem. Ele evitou comentar o conteúdo do relatório, que fala em afastar os crentes do "comunismo" e da "nefasta influência do pensamento de esquerda".

O presidente da IPB tentou afastar as declarações do posicionamento oficial da igreja. "Cada pastor é responsável por aquilo que ele fala, por aquilo que ele pronuncia, e responde ao seu conselho e também ao presbitério. Quando a igreja faz um posicionamento oficial é através da minha pessoa, e nós não fizemos nenhum pronunciamento", afirmou Roberto Brasileiro Silva.

A Igreja Presbiteriana tem proximidade com o governo Jair Bolsonaro. Há dois pastores fortemente ligados ao presidente da República, como Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação, e o ministro do STF "terrivelmente evangélico", André Mendonça.

Folha Gospel com informações de G1, Folha de S. Paulo e O Antagonista

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Líderes religiosos defendem posicionamento de Bruna Karla

Cantora Bruna Karla virou alvo de intolerância nas redes por causa de comentário sobre homossexualidade


Alvo de intolerância religiosa nas redes sociais por causa de um comentário feito em dezembro do ano passado sobre não cantar no casamento de um amigo homossexual, a cantora Bruna Karla recebeu, nesta quinta-feira (16), o apoio de diversos líderes religiosos.

Apesar de a fala da cantora ganhar repercussão nesta quinta, a entrevista, dada por ela ao podcast Positivamente, da apresentadora Karina Bacchi, foi ao ar em dezembro do ano passado. Na ocasião, a cantora disse, com base na Bíblia, que o dia em que aceitasse cantar no casamento de dois homens teria que parar de cantar sobre Jesus.

Fui bem sincera [com meu amigo] e disse: “Ah, quando você se casar com uma mulher linda e cheia do poder de Deus, eu vou sim” (). O dia que eu aceitar cantar em um casamento com outro homem, eu posso parar de cantar sobre a Bíblia e sobre Jesus – afirmou.

A fala foi alvo de diversos ataques nas redes sociais, principalmente entre militantes da causa LGBT, mas também recebeu o apoio de cristãos e de líderes religiosos.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), defendeu a cantora e disse que é direito dela cantar onde quiser.

Estamos em uma democracia, ela é livre pra cantar onde ela quer e não onde os outros determinam. Que país é esse? Que questões são essas? Você é livre pra ir pra vida, isso é princípio, constitucional, democrático. Liberdade da pessoa. Qual é o problema? Ela tem o direito de querer cantar e não cantar – apontou Malafaia.

O pastor Davi Góes, do Ministério Canaã, afirmou que viu a declaração como um ato de coragem da cantora e reforçou que o posicionamento de Bruna representou uma defesa do Evangelho. Algo que, de acordo com ele, estaria em falta no meio evangélico por medo do chamado “cancelamento”.

– Não vejo nada de mais no que ela falou, ela apenas citou o que a Palavra nos ensina, ela apenas defendeu o Evangelho, que é o que exatamente está faltando no mundo evangélico. Cantores e pastores têm se excluído, ficado em cima do muro, para não emitir a opinião e não ser cancelado na internet – declarou.

Para o pastor Renato Vargens, que é colunista do Pleno.News e pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro, Bruna tem o direito de exercer liberdade de fé e crença, algo que é previsto na Constituição, mas tem sido afrontada, em razão de sua opinião, justamente “por aqueles que se dizem tolerantes”.

Tenho visto os defensores da tolerância reagindo com intolerância aos que pensam diferente. Nessa perspectiva, quando contrariados, os que deveriam ser tolerantes respondem aos conservadores denominados por eles “intolerantes” com ironia, deboche e cancelamento nas redes sociais – escreveu Vargens.

Já o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) declarou que “estamos vivendo tempos malucos, onde não se respeita a vontade de uma pessoa”. Para ele, não existe qualquer resquício de homofobia na fala de Bruna, mas sim “coerência com seus princípios bíblicos”.

Todos temos o direito de não concordar em participar de atos públicos contrários aos nossos princípios. Antes e acima de qualquer liberdade individual, está a liberdade de pensamento! (). À minha amiga e irmã em Cristo, Bruna Karla, deixo meu incondicional apoio, pois em matéria de fé não transigimos um milímetro sequer! – completou.

Fonte: Pleno News

domingo, 8 de maio de 2022

MP diz que escola cristã usa liberdade religiosa para fazer "discurso preconceituoso"



O MP está dizendo que a LIBERDADE RELIGIOSA não dá à escola CRISTÃ o direito de se posicionar contra a visão de mundo defendida pelo movimento LGBT+.

Semanas atrás escrevi um artigo para uma das minhas colunas, onde alertei sobre o fato do ativismo LGBT+ estar avançando contra a liberdade religiosa, não apenas no Brasil, mas no mundo. Agora, me deparei com uma notícia que infelizmente é mais um caso que comprova essa realidade, e por isso quero insistir nesse alerta.

Se trata de uma escola cristã, de vertente católica, localizada em Itaúna, Minas Gerais, que está sendo processada pelo Ministério Público local pela suposta disseminação de "discurso preconceituoso" contra o público LGBT+, segundo a Gazeta do Povo.

O motivo? Simplesmente por ter emitido um alerta aos pais dos alunos sobre o significado de símbolos associados ao ativismo LGBT+, tais como o arco-íris e o unicórnio, encontrados atualmente em diversos materiais infantis, como vestimenta e acessórios escolares tipo cadernos e mochilas.

Após ter sido acionado, o MP disse que a iniciativa da escola “caracteriza-se como patente discurso de ódio de cunho homotransfóbico”, defendendo a condenação do estabelecimento por “danos morais coletivos” contra a população LGBT+. Se condenada, a escola cristã poderá pagar uma indenização de R$ 500 mil, além fazer ser obrigada a fazer “produção e divulgação de material contranarrativo ao discurso de ódio praticado”.

Escola confessional ou não

Em primeiro lugar, quero deixar claro que a minha posição aqui não é contra pessoas que integram a comunidade LGBT+. É contra o ativismo, que, infelizmente, não tem nada a ver com diversidade e respeito às diferenças individuais, mas com a imposição de uma agenda totalitária de viés puramente ideológico.

Segundo, mesmo que a escola não fosse de confissão cristã, o debate sobre questões de gênero e sexualidade é absolutamente diverso, não havendo qualquer consenso científico no sentido de se estabelecer proibições quanto ao que pode ou não ser discutido. Dogmas pertencem à religião e não à ciência.

Ou seja, o que quero dizer é que uma escola, mesmo não confessional, pode ter uma posição contrária à visão do movimento LGBT+, e orientar os pais quanto a isso, desde que tal posicionamento esteja restrito ao campo acadêmico, pois é a ciência que nos permite discordar, por exemplo, da ideologia de gênero.

Essa discordância e possível orientação acadêmica aos pais, em nada configura discriminação ou preconceito, mas tão somente o direito à liberdade de informação, consciência e produção intelectual garantidos pela Constituição Federal.

Por outro lado, e em terceiro lugar, a situação muda ainda mais de figura quando tratamos de uma escola confessional. Ou seja, uma escola cujos princípios educacionais são norteados por uma determinada visão religiosa, que neste caso é a cristã. 

A própria escola processada, por exemplo, deixa claro que a sua linha de ensino é “confessional católica", tendo a "sua Identidade e missão fundamentadas no Evangelho, em profunda sintonia com as orientações da Igreja Católica Apostólica Romana”.

Portanto, não há o que se discutir, aqui, sobre questões relativas à laicidade ou a ensino de conteúdos contrários à doutrina cristã, pois os pais que procuram uma escola confessional, buscam exatamente um ensino pautado pela visão religiosa.

No caso do cristianismo histórico, do qual pertence a Igreja Católica e outras protestantes, como a Batista, a visão de mundo do ativismo LGBT+ é amplamente condenada, o que justifica o fato das escolas cristãs pertencentes a esta vertente assumirem uma posição contrária à promoção desse movimento.

O mais espantoso

Agora, apesar de já compreendermos que escolas confessionais possuem o direito de pautar o seu ensino numa perspectiva religiosa, o que significa poder contrariar a visão de mundo de movimentos como o LGBT+, que não é dogma científico, o Ministério Público de Minas Gerais entende que não. Veja o que o órgão diz sobre o caso, abaixo:

O Colégio requerido deverá ser civilmente responsabilizado pela propagação de discurso preconceituoso e discriminatório contra a comunidade LGBTQIA+, discurso que não encontra respaldo na liberdade religiosa e tampouco na liberdade de expressão, na medida em que seu teor atinge direitos fundamentais de grupo de pessoas vulnerabilizadas socialmente."

Ou seja, o MP está dizendo que a LIBERDADE RELIGIOSA não dá à escola CRISTÃ o direito de se posicionar contra a visão de mundo defendida pelo movimento LGBT+. E qual é a justificativa para esse argumento? Ora, nada mais do que a rotulação subjetiva do "discurso preconceituoso", o mesmo que "discurso de ódio".

Uma vez que "ódio" e "preconceito" são termos subjetivos, eles são usados para enquadrar qualquer pessoa, grupo ou entidade (neste caso, a escola) no suposto crime de "homofobia" ou "homotransfobia". É o uso da abstração como ferramenta objetiva de coerção e punição contra os cristãos e conservadores.

O que devemos entender de forma primordial, e com isso já finalizo, é que esse mesmo argumento será usado contra a Igreja! Se uma escola confessional, cristã, não tem a liberdade religiosa para alertar os pais dos alunos contra as armadilhas do ativismo LGBT+, por que um pastor/padre teria? É aqui onde eles querem chegar, e já estão chegando: na criminalização da pregação feita no púlpito!

Que a Igreja do Senhor compreenda a gravidade do contexto atual, a fim de que os cristãos possam se mobilizar, primeiramente elegendo políticos comprometidos com a liberdade religiosa e de expressão, porque é no Legislativo onde às leis são feitas ou revogadas.

Se não reagirmos, agora, não demorará muito para que os nossos líderes, que já estão sendo alvos de processos desse tipo, também sejam condenados e punidos por anunciar as verdades da Bíblia Sagrada.

Marisa Lobo é psicóloga, especialista em Direitos Humanos, presidente do movimento Pró-Mulher e autora dos livros "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".


Fonte: Guiame

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Pr. Lamartine Posella liga conflito de Irã e EUA com visão bíblica de Ezequiel - ASSISTA AQUI

Guerra de Gogue e Magogue é descrita em Ezequiel 38 por Pr. Lamartine Posella

Na última sexta-feira (3) os EUA usou drones para atacar o Aeroporto Internacional de Bagdá, levando à morte do comandante de segurança e inteligência do Irã, Qasem Soleimani, fazendo com que o governo iraniano ameace se vingar por esta perda.
Esse conflito entre Irã e EUA não é recente, porém ganha mais um motivo para que as duas nações voltem a medir forças bélicas, o que para o pastor Lamartine Posella, é o comprimento da visão de Ezequiel 38.
"Quando a gente olha para a Bíblia, sabe que o Irã terá um papel preponderante, que a Bíblia fala da invasão de Gogue e Magogue, aquele grupo de nações, encabeçado, na minha opinião, pela Rússia", declarou o pastor da Igreja Batista Palavra Viva, em São Paulo.
"Para que nós que entendemos das coisas do fim, entendemos do Apocalipse, quando você lê lá no livro de Ezequiel, capítulo 38, você vê claramente, Ezequiel profetizando a invasão de Gogue e Magogue, dos exércitos do Norte, que vêm juntamente com os persas", completou.
O pastor faz uma análise sobre o que a guerra de Gogue Magogue significa e pedindo oração, pois pela descrição bíblica, esta guerra se tornaria mundial.
"Devemos orar, em primeiro lugar, para que ainda não seja o tempo ainda desta grande guerra de Gogue e Magogue, que vai determinar uma guerra de ordem mundial que sabemos que isso um dia vai acontecer, mas que nossa oração tem que ser sempre pela paz".

Fonte: JM Notícia

Assista aqui:

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

“Tenho o direito de me defender”, diz o Rev. Augustus Nicodemus sobre porte de armas

Com a iminência da assinatura do decreto presidencial que irá flexibilizar as regras para a posse de armas de fogo no país, o tema virou motivo de debates no meio evangélico, com manifestações a favor e contra.
O reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes, um dos teólogos mais respeitados do Brasil, abordou o assunto em um vídeo da série "Perguntar Não Ofende", publicado no canal da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia no YouTube.
Questionado se é certo um cristão portar arma de fogo, o pastor foi enfático ao afirmar que a Bíblia não impõe restrições: "Se a lei do país permitir, sim. Eu não vejo qual seria a dificuldade com isso. No Antigo Testamento, a defesa própria, defesa da vida, era algo que era previsto pela lei".
"Uma lei dizia que se um homem for apanhado, de noite, entrando na casa de outro, e o dono da casa para se defender, matar aquele homem que está invadindo, então ele não será culpado do sangue daquele homem. Ou seja: era permitido a você tirar vida em legítima defesa", acrescentou.
Muitos fiéis – e até pessoas de fora do cristianismo – trazem o capítulo 6 do evangelho de Lucas para contrapor a visão de que é permitido ao seguidor de Jesus portar arma de fogo, já que orientou aos discípulos que amassem os inimigos. Sobre esse argumento, Nicodemus apontou o contexto: "Eu creio [que o porte de arma] não é anticristão. Aquilo que Jesus falou de você amar os inimigos tem a ver, no contexto cristão, os inimigos do cristianismo: aquelas pessoas que me perseguem, ofendem, por causa do cristianismo", esclareceu.
"Eu, como cidadão, tenho o direito de me defender e defender a minha família. Se o meu país permite o porte de armas, então eu sou livre para fazer isso. Tem cristãos cuja consciência não vai permitir que ele porte armas. Então, não porte. Mas, tem outros que acham que eles podem fazer isso, então nesse caso, se a lei do país permite, não vejo problema nenhum", finalizou.
Fonte: Gospel+
ASSISTA AQUI


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Abílio Santana comenta polêmicas envolvendo o Gideões Missionários

O pastor Abílio Santana lamenta o que tem passado o Gideões, mas alerta para seu legado missionário para o Brasil e para o mundo

Um dos pregadores mais conhecidos do país e agora deputado federal pela Bahia, pastor Abílio Santana, é um dos conferencistas pioneiros do maior congresso missionário do país e se manifestou diante das últimas mudanças ocorridas após a renúncia do pastor Reuel Bernardino. Abílio, como sempre, falou esclarecidamente de sua visão sobre o futuro do congresso e da AD Camboriú.
Em fala à imprensa, o conferencista diz não saber se será ou não o fim do congresso, mas espera, antes de dar sua opinião final, a conclusão das investigações do Ministério Público.
"Não vou tomar nenhuma atitude precipitada, vou estar calado, vou fazer o que a Bíblia diz e vou continuar orando", pontuou Abílio após dizer que o Gideões trata-se mais de um “departamento” e como todos, diferente da Igreja, tem "início, meio e fim", mas deixou claro que não afirma que seja o fim do congresso.
Abílio Santana fez questão de frisar o legado do Congresso dos Gideões e disse que ele é “um arrebatador de almas das garras de Satanás“.
"O Gideões Missionários tem arrancado almas das garras do Diabo o quanto que vocês não imaginam. Eu já viajei com o pastor Cesino para visitar o campo missionário e confesso que voltei com coração mole, quebrantado, com o rosto em lágrimas, dado o sofrimento do campo missionário", revelou.
Ao final, o pregador, que é um dos destaques do Congresso do Gideões desde seus primeiros anos, disse que espera o "fritar dos ovos para ver se procede ou não" as denúncias feitas.
Fonte: JM Notícias

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

“O casal que acredita que fornicação é permissível deve ser disciplinado", diz John Piper


John Piper disse que não basta só evitar a prática sexual antes do casamento, mas reconhecer que isso é pecado.


Os cristãos não devem apoiar casamentos de casais que fazem sexo antes do matrimônio e acreditam que tal ato é permissível, segundo o pastor John Piper.

Sua colocação é uma resposta a um internauta que questionou se um cristão deveria comparecer ao casamento de um casal que já morava junto. Piper, fundador da Desiring God e chanceler do Bethlehem College & Seminary em Minnesota (EUA), deu uma resposta diferenciada a várias situações de relacionamento.

Ele disse que a fornicação continua sendo pecado, mas que o casal pode se arrepender. "Se o casal está se afastando da fornicação porque agora estão convencidos de que é pecado, e eles estão se casando como uma declaração de arrependimento e fé em Cristo e compromisso com a justiça, então eles estão certos com Deus", respondeu.

"Devemos nos unir a eles em uma feliz celebração", complementou Piper. "Mas é possível que eles não estejam certos de que fazer sexo antes do casamento seja pecado. Atualmente, muitos estão tragicamente iludidos sobre isso. Essas pessoas se submetem superficialmente às Escrituras", alertou.

"Elas não se submetem à autoridade de Deus nas Escrituras, apenas fazem o que sentem vontade de fazer, e assumem que Deus está bem com isso, como dormir juntos antes de se casarem, porque acham que estão comprometidos uns aos outros", explicou Piper.

Infidelidade sexual
Piper ainda pontua que o pecado não consiste apenas no adultério. "Está claro nas Escrituras que não só o adultério, a infidelidade sexual no casamento, mas também as relações sexuais antes do casamento constam como pecado". O pastor listou algumas passagens bíblicos onde o termo "imoralidade sexual" é usado para exemplificar o pecado: Mateus 15:19; Hebreus 13:4; Efésios 5:5;1 Coríntios 5:11;1 Coríntios 6:9;7:1-2.

"Todos se referem a fornicação ou relações sexuais antes do casamento", disse ele sobre as passagens bíblicas. "Um casal cristão que acredita que fornicação é permissível deveria ser ‘disciplinado", disse Piper.

"Se o casal que estamos falando aqui, cujo casamento você vai participar, só parou de fazer o ato de fornicação, mas não parou de acreditar que a fornicação está certa, então eles provavelmente estão em uma posição onde devem ser disciplinados, porque nós não apenas disciplinamos as pessoas por ações impiedosas, mas também pela crença não arrependida de que o pecado é certo ou permissível", observou.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Discurso do Pr. Douglas Baptista, representante da CGADB no STF contra o Aborto - Leia e Assista na íntegra



Leia aqui e assista abaixo, a íntegra do Discurso do Pr. Douglas Baptista, representante da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, na Audiência Pública sobre a Descriminalização do Aborto no Brasil, realizada na data de hoje, 06.08.2018, no STF - Supremo Tribuna Federal, devidamente transmitido pela TV Justiça. 

"EXCELENTÍSSIMA SENHORA MINISTRA ROSA WEBER
Relatora da ADPF 442

Represento nesta audiência pública a CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (CGADB).

Nossa instituição é constituída por cerca de 100.000 pastores entre consagrados e credenciados. E nossas Igrejas comportam 22 milhões de brasileiros entre membros e congregados nos mais de 100 mil templos sedes em todo o território nacional.

Estes dados caracterizam a elevada representatividade das Assembleias de Deus na sociedade brasileira.

Reiteramos, nesta exposição, Exma. Ministra Relatora, que esta Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 442), que pretende legalizar, até a 12ª semana da gestação, o assassinato de ser vivo indefeso e inocente no ventre da mãe, não merece prosperar.

Provavelmente a expressão que utilizei não seja considerada politicamente correta, mas é exatamente acerca disto que trata esta ADPF, ou seja, a busca de autorização legal para matar inocentes no ventre materno.

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil se manifesta contrária pelas seguintes razões:

1) Em Primeiro lugar, porque o direito a vida não pode e não deve ser violado:

Arrebata-se da Carta Magna em vigor, a garantia à dignidade da pessoa humana e o direito fundamental à vida, demonstrando, dessa forma, a desmesurada importância que o constituinte originário concedeu ao direito à vida. Assegura a já explicitada, Constituição Federal, promulgada em 1988, no caput do Art 5º que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Desse modo, seguindo os parâmetros constitucionais, o Código Civil, promulgado em 2002, ao tratar da “personalidade e da capacidade”, com conceitos interdisciplinares da medicina e da biologia, garante a proteção à vida desde a concepção. Além disso, o Código Civil legisla, por meio do artigo 2º, que “a personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”.

Por outro lado, a Convenção Interamericana de Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica) reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal como norma de hierarquia supralegal, assevera no Art. 4º, inciso 1, que: “toda pessoa tem o direito que se respeite a sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente”.

Não obstante, militantes da cultura da morte questionam quando ocorre o início da vida, contudo a embriologia já esclareceu o apontado, porque empiricamente a vida tem inicio com a fecundação do espermatozoide (gameta masculino) com o óvulo (gameta feminino), formando uma nova célula, um novo ser, o zigoto. Expositores abortistas afirmam que não é possível, por meio da ciência, definir o início da vida.

Então, com a devida vênia, aos indecisos e inseguros, cabe a aplicação de um preceito fundamental do direito “na dúvida, pró réu”. E que fique claro, que o réu aqui é a verdadeira vítima, isto é, o ser vivo inocente e indefeso no ventre da mãe.

Quanto ao já citado artigo do Código Civil, a douta civilista, Maria Helena Diniz, o interpreta do seguinte modo: “Embora a vida se inicie com a fecundação, e a vida viável com a gravidez, que se dá com a nidação, entendemos que na verdade o início legal da consideração jurídica da personalidade é o momento da penetração do espermatozoide no óvulo”.

Desse modo, fundamentados em tais dispositivos legais arrazoa-se com  direitos fundamentais descritos no texto constitucional. Não existe, data vênia, preceito fundamental para matar inocentes, ao contrário, o direito é pela a inviolabilidade da vida.

2) Em segundo lugar, está ADPF não merece prosperar porque o abortamento está em desacordo com a moral razoável dos brasileiros.

Indiscutivelmente a prática do abortamento é ato reprovável para a maioria da sociedade brasileira. Revela o Censo de 2010 que mais de 85% dos brasileiros professam a fé cristã. E o ato de tirar a vida de outrem (seja de um embrião, feto, criança, jovem, adulto, idoso, saudável ou doente) é atentado contra a lei ética e moral que viola o sexto mandamento do decálogo bíblico que diz “Não cometerás assassinato”.

Discute-se que a questão em debate não pode ter parâmetro religioso, e que somos fundamentalistas, fascistas e extremistas, dentre outros termos pejorativos, simplesmente porque insistimos em defender a cultura judaico-cristã. Diante disto, eu me pergunto, Desde quando, ter convicções religiosas, acreditar em Deus e ter a vida pautada na ética e na moral cristã, tornou-se um ato criminoso em nossa nação?

O Brasil não é um país totalitário, socialista, fascista, marxista ou ateu, vivemos em um Estado democrático de direito, em que a liberdade de pensamento, liberdade de expressão, de consciência e de crença nos são asseguradas pelo texto constitucional. E requeremos que o nosso direito seja respeitado!

Não obstante, apesar das investidas de desconstrução dos valores, é inegável que o tema abortamento não pode fugir do campo da ética e da moral. E é por causa disto, Ministra Relatora, que os militantes abortistas tem verdadeira aversão à realização de um plebiscito nacional, porque sabem que a opinião pública é contrária a pratica do abortamento, inclusive com o voto desfavorável das mulheres, cujos direitos, os ativistas pró-aborto alegam defender.

Desse modo, para escapar deste debate moral e ético, defensores da cultura da morte, argumentam que o abortamento é uma questão de saúde pública. No entanto, os números apresentados são falaciosos, os dados são inconsistentes, as estimativas não tem comprovação oficial e as pesquisas são notadamente assinadas por militantes pró-aborto. Fundamentar uma decisão e promover mudanças de paradigmas em informações tendenciosas e questionáveis é atitude no mínimo desonesta e repugnante. Aliás, foi assim que há mais de quatro décadas a legalização do aborto começou nos EUA, fundamentada em uma escandalosa e descarada mentira, que foi admitida como verdade pela Suprema Corte Americana.

Portanto, o eventual deferimento do pedido dessa ADPF, no sentido de autorizar legalmente o assassinato do ser humano no ventre da mãe até a 12ª semana de gestação, se tornará um desrespeito e uma afronta para considerável parcela da sociedade brasileira, pois os dados abortistas estão maquiados e não são passíveis de comprovação; e o tema em debate está em discordância com a moral e a ética do povo brasileiro. Salienta-se, outrossim, que não cabe a esta Suprema Corte alterar a conduta moral do povo, sobretudo em violar o direito a vida, em descumprimento ao texto constitucional.

A premissa destas decisões, que abrangem as leis e os valores, cabe aos membros do Congresso Nacional, que em nosso modelo de democracia representativa, possuem legitimidade de voto para atender a vontade da nação. Assim a eventual procedência da sobredita ação, data vênia, seria uma imposição autoritária e ilegal em discordância com a moral e a ética dos brasileiros. Por isso, reitera-se que “não cabe ao Poder Judiciário inovar no ordenamento jurídico sob o argumento de avanço civilizatório independentemente de quem seja favorecido”.

3. Em terceiro lugar, ratifica-se que está ação deve ser julgada improcedente por se tratar de matéria de competência legislativa.

Evoca-se neste ponto, o princípio da separação de poderes, o qual se tornou o modelo teórico fundamental na história do Ocidente. O necessário equilíbrio entre autoridade e autonomia.

Nessa ótica, o Poder Legislativo, obedecendo a separação dos poderes, por meio do Código Penal já disciplinou as exceções de punibilidade para a prática do abortamento. Entende-se, que somente esse diploma legal tem o condão de balizar as permissões para a interrupção da vida.

Embora, tais decisões não tenham o aval da moral e da ética cristã. Porém, reconhecemos, que constitucionalmente, quem tem o dever de alterar a norma vigente é o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, não cabendo, data vênia, a este Excelso Tribunal legislar em matéria de competência do Congresso Nacional.

Salienta-se, ainda, que o pluralismo político e o debate democrático representativo, para a promulgação de leis, encontra sua guarida no Congresso Nacional. Portanto é no Congresso Nacional, por meio dos representantes eleitos pelo povo, que se garante a legitimidade da vontade majoritária, resguardando-se, evidentemente os direitos das minorias.

O tema desta ADPF, com a devida vênia, nos parece mais um atalho tomado por um Partido político, em detrimento do processo democrático das casas legislativas, para impor "goela abaixo" da sociedade, uma legislação de abortamento genocida, eugênica e permissiva.

Destaca-se, também, que ambas as Casas (Câmara dos Deputados e Senado Federal), possuem projetos de modificação do Código Penal, e que as reformas já ocorridas ao ordenamento vigente, por intermédio do processo legislativo, não abrangeram a descriminalização do abortamento. E que inclusive tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal a Sugestão Legislativa 015/2014 que trata do mesmo tema desta ADPF em discussão.

Assim, preocupa-nos, data máxima vênia, que esta ADPF tenha sido instaurada, uma vez que o § 1o do Art. 4º da Lei 9882/99 diz textualmente que "não será admitida arguição de descumprimento de preceito fundamental quando houver qualquer outro meio eficaz de sanar a lesividade".

Ora, como já explicitado se o instituto competente para disciplinar tal assunto está afinco com seus deveres, não cabe ao Poder Judiciário dessemelhar a paridade constitucional e ab-rogar a competência alheia. Ainda, preocupa-nos, neste quesito, Exma. Ministra Rosa Weber, que as extrapolações do papel iluminista assumido na jurisdição constitucional, desencadeie perigosíssimas ideias de que as decisões judiciais não podem mais se sustentar na fórmula tradicional da separação de Poderes.

Entendemos que a jurisdição constitucional desempenha papel preponderante, mas somente quando o Poder Legislativo não tenha atuado. O que certamente não é o caso, uma vez que o Congresso Nacional, já se posicionou, anteriormente, quanto à questão, e novamente traz o debate do tema em suas casas legislativas.

4) Por fim, em quarto e último lugar

Diante dos fatos narrados e dos fundamentos apresentados, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, em abril de 2013, por ocasião da 41ª Assembleia Geral Ordinária, realizada aqui na Capital Federal, por unanimidade de seus membros exarou posicionamento quanto ao abortamento nos seguintes termos: "A CGADB é contrária a essa medida (aborto), por resultar numa licença ao direito de matar seres humanos indefesos, na sacralidade do útero materno; em qualquer fase da gestação, por ser um atentado contra o direito natural à vida." A palavra de Deus diz: "… e não matarás o inocente" (Ex 23.7).” 

Reitera-se que essa posição representa a totalidade dos membros das Assembleias de Deus no Brasil, instituição fundada em nossa nação no ano de 1910, e que hoje abarca 22 milhões de brasileiros, um percentual considerável de cidadãos, que integram nosso Estado Democrático de Direito.

E ao concluir, ratifica-se que somos contra a cultura que faz apologia a morte, defendemos a família e somos favoráveis ao direito inviolável e a sacralidade da vida. Nestes termos solicitamos a este excelso Supremo Tribunal Federal que vote pela improcedência da ADPF 442.

Muito Obrigado!

Brasília – DF, 06 de agosto de 2018.

Douglas Roberto de Almeida Baptista Presidente do CEC - CGAD

Cópia do Arquivo original

ASSISTA AQUI O DISCURSO DO PR. DOUGLAS BAPTISTA, REPRESENTANTE DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NA AUDIENCIA PUBLICA DO STF SOBRE A DESCRIMINIZAÇÃO DO ABORTO



Registro a gratidão deste blog ao Pr. Douglas Baptista pela envio do conteúdo para publicação.

domingo, 27 de maio de 2018

GREVE DOS CAMINHONEIROS - Como a igreja deve se posicionar diante da crise



Diante da greve dos caminhoneiros e da crise que se instaurou no Brasil, os cristãos devem se posicionar em oração.


Os últimos acontecimentos no Brasil causaram um sentimento de pânico e desespero na população. Nestes cinco dias de greve dos caminhoneiros, os reflexos causados pela crise já alcançam supermercados, farmácias, atendimento a saúde, entre tantos outros setores essenciais para a sociedade.

E, isso que vemos hoje, tem uma importância espiritual muito grande, pois é nestes momentos de crise que a Igreja deve se levantar para orar e jejuar pela nação, pedindo uma providência divina para Aquele que pode resolver todos os problemas. Somente desta forma a misericórdia de Deus poderá ser alcançada neste momento.

Cabe lembrar, caros leitores, as palavras do profeta Joel 2.25, que diz: "Assim vos restituirei os anos que foram consumidos pela locusta voadora, a devoradora, a destruidora e a cortadora, o meu grande exército que enviei contra vós".

Esse texto é uma clara referência à crise causada pela praga de insetos no capítulo 1. Porém, conforme lemos no versículo, Deus agora orienta o povo a se humilhar em sua presença, consagrar, jejuar e orar, clamando pela misericórdia do Senhor, pois assim tudo o que foi consumido pelos insetos seria restituído.

A orientação do Senhor foi para que o povo fosse convocado para a oração. Está escrito: "Tocai a trombeta em Sião, santificai um jejum, convocai uma assembleia solene" (Joel 2.15). Deus está dizendo para o povo orar naquele momento de crise, buscando uma restauração da terra e uma restituição daquilo que foi perdido.

No versículo 16 a Palavra de Deus diz: "Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, congregai as crianças, e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva do seu aposento". Todos deveriam se humilhar diante de Deus para que o juízo se convertesse em bênçãos.

Até mesmo os sacerdotes deveriam clamar ao Senhor, conforme está escrito: "Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; por que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?" (Joel 2.17).

O profeta deixa muito claro que a restauração só aconteceria se o povo deixasse de viver uma vida de pecados, passando a viver uma vida de arrependimento, lembrando de que todas as coisas vêm de Deus e por isso deveriam clamar a Ele.

A praga indicava o desgosto de Deus e, por essa razão, todos deveriam jejuar e orar, pedindo pela misericórdia. O povo só voltaria a experimentar as bênçãos de Deus depois que se convertesse de seus caminhos perversos e retomasse uma vida de acordo com aqueles padrões exigidos pelo Arquiteto da Vida.

Todos deveriam ser conduzidos a uma profunda humilhação diante de Deus, inclusive os sacerdotes, que deveriam trocar as vestes ornamentais por sacos e roupas simples, demonstrando que reconheciam as suas próprias falhas e que estavam dispostos a orar e jejuar pedindo para Deus uma restauração da terra.

Da mesma forma, enquanto o Brasil vive este momento de crise, nós precisamos parar todas as coisas que estamos fazendo para nos voltar para o Senhor. Precisamos voltar os olhos para Deus, em humilhação, reconhecendo que somos dependentes d’Ele. Pedindo para o Senhor ter misericórdia de nossas vidas.

Precisamos convocar a Igreja para orar por este país, sabendo que Deus pode fazer um milagre em nosso favor. Temos o dever de levar esta nação aos pés de Jesus Cristo, clamando para que um milagre venha a acontecer nos próximos dias. Façamos também uma paralisação, mas não para protestar e sim para orar e jejuar.

Por Joel Engel - pastor, líder do Ministério Engel, em Santa Maria (RS) e fundador do Projeto Daniel, que ajuda crianças órfãs em países da África.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

CGADB responde ao artigo "Essa Gente incômoda" da VEJA - COMENTO A NOTÍCIA


Em resposta ao Artigo "Essa Gente incômoda" publicado na Revista VEJA nº. 2250, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB, emite nota assinada por seu Presidente, Pastor José Wellington Costa Júnior, publicada em sua página no Facebook.

Confira a íntegra:

Clique na imagem para visualiza-la em tamanho real

MEU COMENTÁRIO:


Creio sinceramente que a manifestação do nosso órgão maior das Assembleias de Deus n Brasil, no caso em tela, já é um avanço considerável, uma vez que não era uma tônica comum em outras gestões, posicionamento sempre cobrados em situações similares, por isso registro meus cumprimentos ao atual Presidente da CGADB.

Ressalto no entanto que, no meu entender, e isso sem qualquer conotação política, nossa crítica deveria ser endereçada à chamada "elite" de intelectuais, ricos e de esquerda, aos quais o Jornalista J.R. Guzzo - em seu artigo na Revista VEJA de 4/10/2017, atribuiu pensarem a nosso respeito.

Salvo melhor juízo, também no meu entender, o jornalista usou a linguagem da ironia para interpretar o que a elite brasileira pensa sôbre os evangélicos, e finalizou de forma igualmente irônica, dizendo que "ESSA GENTE INCÔMODA" (como a elite brasileira nos vê), é um caso sem solução (para a elite brasileira).

E não é mesmo?

Por mais que tentem nos parar não conseguem, apesar dos erros pontuais que reconhecidamente existem entre nós evangélicos, afinal de contas, até que a Igreja de Cristo seja arrebatada, é justamente ela que faz com que ESSA GENTE SEJA "INCÓMODA".

Se essa gente parar de incomodar, alguma coisa estará errada!

"Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas." - Lucas 6: 26 

"Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus. Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" Mateus 16:17-18.

Bem esse é só registro da minha opinião pessoal, com todo o respeito às demais, porém quanto à atitude da resposta, repito, já é um avanço que merece nosso aplauso.

Pr. Carlos Roberto Silva 
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