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domingo, 16 de março de 2025

Estudantes evangélicos são proibidos de realizar encontros em universidade pública de SC




A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) classificou o caso como discriminação religiosa, já que grupos de outras crenças são permitidos no campus.


Um grupo de estudantes evangélicos foi proibido de realizar “intervalos bíblicos” na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

Desde 2016, a rede internacional de estudantes e profissionais “CRU UDESC” realiza encontros de oração e estudo bíblico todas as semanas, em espaços de uso comum no campus. 

Reuniões do CRU também acontecem em outras instituições pelo mundo, incluindo a Universidade de Harvard, USP, UFRJ e UFSC.

Cada reunião conta com a participação de 10 universitários em média, em um encontro pacífico que não atrapalha o bom andamento das atividades da universidade.

Entretanto, em dezembro de 2024, a Diretora-Geral do Centro de Artes, Design e Moda 

(CEART), Daiane Dordete Steckert Jacobs, contatou os participantes do grupo através do Instagram e convocou uma reunião online.

Ameaças e proibição ilegal

Na reunião, a diretora proibiu o CRU de continuar realizando seus encontros no espaço do CEART, alegando que os estudantes estavam ferindo a laicidade do Estado e da UDESC.

Além disso, Daiane ameaçou impor sanções disciplinares aos estudantes, denunciar as reuniões ao Ministério Público e interromper os intervalos bíblicos através da ação de seguranças.

Diante das ameaças, o grupo decidiu suspender os encontros e a página do CRU UDESC do Instagram. Os estudantes evangélicos procuraram a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) para defender sua liberdade religiosa.

Na última quarta-feira (12), a Associação enviou uma notificação extrajudicial ao Reitor da UDESC, afirmando que o episódio foi uma violação da liberdade religiosa dos universitários e pedindo que a proibição seja retirada imediatamente.

No documento, a Anajure esclareceu que a laicidade não significa a exclusão da religião da esfera pública, mas sim a garantia da expressão de todas as crenças religiosas nos espaços públicos.

A realização dos encontros religiosos do coletivo estudantil no espaço universitário em nada viola a laicidade da UDESC”, afirmou, acrescentando que o grupo promove encontros voluntários liderados pelos próprios alunos, sem ligação com nenhuma organização religiosa.

A Diretora-Geral se utilizou do poder administrativo para impedir o pleno exercício da liberdade religiosa dos alunos da UDESC”, denunciou.

Discriminação

A Anajure observou que existem outros coletivos religiosos realizando encontros na universidade, como o grupo católico GOU, e que apenas o coletivo evangélico foi proibido.

A notificação ainda citou que diversos eventos de religiões de matriz africana já aconteceram na UDESC, como a apresentação “Sambas da Macumba”, em novembro de 2023, e “Tambor de Crioula” e "Roda de Capoeira Africanamente", em novembro de 2024.

É contraditório, portanto, que pontos e cantigas de cunho religioso possam ser publicamente entoados na UDESC para reverência e celebração de orixás, mas alunas evangélicas sejam proibidas de se reunirem, de forma discreta e voluntária”, afirmou.

Para Anajure, a Diretora-Geral do CEART cometeu discriminação religiosa contra o grupo evangélico.

É notório que a UDESC permite manifestações de cunho religioso dentro de seu ambiente acadêmico, multiplicando-se os eventos e pesquisas relacionadas a outras crenças religiosas (muitos integrados pela Diretora-Geral da UDESC), bem como coletivos de caráter religioso, contrastando com a proibição imposta às reuniões especificamente evangélicas, evidencia tratamento discriminatório, o que pode configurar hipótese de crime de discriminação religiosa”, ressaltou.

A Associação cobrou que a universidade garanta a liberdade religiosa e o direito de reunião aos integrantes do CRU. Além disso, solicitou que os estudantes não sofram possíveis punições administrativas.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Universidades públicas oferecem cursos sobre “Adoração do Diabo” e “Magia Negra”



Segundo a descrição do curso acadêmico, os alunos “estudarão crenças e práticas, passadas e presentes, associadas à magia, bruxaria, espiritualidade, realismo mágico e religião”.


A promoção de conteúdos contrários aos ensinamentos da Bíblia sagrada tem se intensificado nas unidades públicas de ensino dos Estados Unidos.

Segundo informações do portal Christian Post, algumas universidades americanas já estão oferecendo até cursos sobre "Adoração ao Diabo" e "Magia Negra".

Uma delas seria a Texas Tech University, que anunciou a oferta dos cursos no último dia 12. Com apelo para a narrativa de gênero, a instituição abriu espaço no campus de Lubbock para a promoção da temática.

O curso foi intitulado "Bruxas, Bruxas e Magia Negra", e os inscritos "estudarão crenças e práticas, passadas e presentes, associadas à magia, bruxaria, espiritualidade, realismo mágico e religião", além de aprender sobre "estados alterados de consciência e cura".

Outra universidade, a do Texas, também está ofertando um curso onde os alunos aprenderão "as crenças das bruxas e os processos de bruxaria na Europa Ocidental e na América colonial, principalmente entre 1100 e 1700", além de "Adoração do Diabo", "Feitiçaria e a Lei" e "Possessão Demoníaca e Bruxaria".

Narrativa educacional

A oferta de cursos sobre magia negra, bruxaria e adoração ao diabo em algumas universidades americanas, segue a mesma lógica narrativa do Templo Satânico, que vem atuando forte para incluir nas escolas públicas os chamados "clubes satânicos".

O argumento principal é o da igualdade religiosa. Isto é, se cristãos podem se reunir e realizar eventos nessas instituições, os adoradores do diabo também podem. Eles também alegam querer promover o "pensamento crítico", algo já questionado por vários pais.

"Não estou ensinando essas crianças a serem satânicas; não estou ensinando a essas crianças que elas precisam saudar satanás ou se identificar como satanistas. O que estamos fazendo é estimular o pensamento crítico. Estamos ensinando ciência, estamos ensinando empatia e benevolência", alegou Paul Hichs, um dos líderes satânicos que defende a inclusão dos clubes demoníacos nas escolas.

Com informações: Gospel+

quinta-feira, 20 de abril de 2023

Faculdade suspende aluno alegando “discurso de ódio” por citar a Bíblia




Organização legal que defende liberdade religiosa entrou com processo contra a faculdade após suspender o estudante Kombe Sefelino.


A America First Legal entrou com um processo contra o County College of Morris (CCM) e seu reitor de estudantes, devido à suspensão de um aluno acusado de "discurso de ódio" ao citar textos bíblicos.

"Hoje, America First Legal, junto com o coadvogado Jonathan F. Mitchell e Wally Zimolong, processou o County College of Morris (CCM) e seu reitor de estudantes, Janique Caffie, por suspender e ameaçar um estudante cristão por pregar a Bíblia falando contra a homossexualidade", declarou o America First Legal no final de março.

De acordo com o comunicado à imprensa, o estudante cristão Kombe Sefelino menciona ocasionalmente os ensinamentos da Bíblia sobre a homossexualidade, que advertem os homossexuais praticantes de que não herdarão o reino de Deus a menos que se arrependam.

Carta aos Coríntios

O comunicado afirma que ele cita verbalmente passagens "os injustos não herdarão o reino de Deus" e que "nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os homossexuais, nem os ladrões, nem os gananciosos, nem bêbados, nem maldizentes, nem vigaristas herdarão o reino de Deus" (1 Cor. 6:9-10 ESV)."

Segundo a America First Legal, após alguém no campus presenciar Sefelino citando o ensino bíblico sobre moralidade sexual, a faculdade emitiu uma advertência por escrito, declarando que as declarações do Sr. Sefelino eram consideradas "discurso de ódio" e "demonstrava um preconceito contra a comunidade LGBQT+". O aviso também informou que as declarações de Sefelino violavam a lei de Nova Jersey.

De acordo com o comunicado, quando Sefelino recusou a "autocensura", a faculdade respondeu "[declarando] o Sr. Sefelino culpado de 'pregar discurso de ódio no campus em referência à homossexualidade e homossexuais’ e suspendeu-o por onze dias."

Liberdade religiosa

A America First Legal destacou que a escola é "uma instituição pública financiada pelos contribuintes, vinculada às garantias de liberdade de expressão e liberdade religiosa da Constituição", mas "ameaçou expulsá-lo se ele continuasse pregando contra a homossexualidade".

O comunicado de imprensa também mencionou que a carta da faculdade afirmava: "Aceitamos todos aqui. Não há lugar para preconceito no CCM" , sem demonstrar qualquer senso de ironia.

O vice-presidente jurídico e conselheiro geral da America First, Gene Hamilton, afirmou em um comunicado que a organização considera esse incidente como uma acusação à academia moderna como um todo.

"Durante gerações, faculdades e universidades foram centros de liberdade de expressão e de troca aberta de ideias. Estudantes americanos foram ensinados a discordar respeitosamente uns dos outros. Isso não é mais verdade, e muitas faculdades e universidades se tornaram centros de censura. Burocratas [da cultura] woke em faculdades nos Estados Unidos ficam mais do que felizes em silenciar discursos com os quais discordam", disse Hamilton. "Nós não vamos deixar isso passar em nosso relógio."

Ameaça de remoção definitiva

Um documento supostamente enviado pela faculdade para Sefelino citou "Treinamento em Espaço Seguro" e "Treinamento de Preconceito Implícito" como "medidas que o CCM tomou para impedir o assédio e criar um ambiente livre de preconceito" e emitiu um aviso de que Sefelino pode ser removido da instituição inteiramente.

"Simplesmente não há lugar neste campus para preconceito contra qualquer indivíduo ou grupo de indivíduos com base em seu status de classe protegida", disse a carta supostamente do vice-presidente de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas, Vivyen Ray.

"Outras reclamações contra você por demonstrar comportamento tendencioso resultarão em uma recomendação ao reitor Caffie para iniciar os procedimentos do Código de Conduta do Estudante com a intenção de removê-lo legalmente como aluno.”

A cobertura da história do College Fix escreveu: "Em um processo após o processo inicial, [a reitora dos alunos do CCM, Janique Caffie] afirmou que disse a Sefelino que ele poderia retornar ao campus para qualquer 'propósito legal'."

O mesmo veículo observou: "A faculdade comunitária não esclareceu se a pregação de Sefelino é considerada 'legal' ou se o disciplinará no futuro se ele continuar. Além disso, Sefelino está buscando o pagamento de seus honorários advocatícios e a eliminação de seu registro disciplinar, que a faculdade comunitária não forneceu."

Fonte: Guia-me com informações de Fox News via Folha Gospel

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Alunos de Asbury montam equipes para testemunhar avivamento em outros locais



Entre 30 e 35 alunos da Asbury participam das ‘Equipes de Derramamento’ que relatam as experiências espirituais vividas.

Depois de realizarem um culto de adoração que se estendeu por 16 dias, os estudantes e professores da Universidade Asbury relataram suas experiências de avivamento espiritual para pessoas de fora do campus de Kentucky.

Chamadas de "Equipes de Derramamento", essas são compostas por alunos de Asbury que se juntam em grupos ou em duplas e visitam igrejas locais para compartilhar suas experiências pessoais.

De acordo com o reverendo Greg Haseloff, reitor associado de Vida Espiritual na Asbury, essas equipes são "formalizadas e muito orgânicas", tendo um coordenador que se reporta diretamente a ele.

Em um período de tempo muito curto, o mover de Deus de 16 dias em Asbury atraiu a atenção nacional e global. O interesse de igrejas, faculdades e universidades e outras comunidades de fé foi extremamente forte – e veio com o desejo de ouvir um relato em primeira mão”, disse Haseloff.

O derramamento recebeu uma ampla afirmação de autenticidade – que elevou os pedidos de equipes – que também testemunhou a fome crescente dentro da igreja de ver uma manifestação de Deus em nosso mundo atual”.

Entre 30 e 35 alunos da Asbury participaram das Equipes de Derramamento, enquanto cerca de 20 outros alunos foram de forma independente a lugares e compartilharam suas histórias.

Haseloff afirmou ao CP que as equipes tiveram "um impacto duplo", sendo o primeiro que "as equipes aumentaram a confiança de nossos alunos" para compartilhar sua fé e orar pelos outros, enquanto o segundo é o impacto mais amplo que têm na comunidade cristã.

O impacto nas igrejas elevou o desejo das igrejas de experimentar um mover de Deus e de ser uma comunidade de fé vital onde estão”, continuou ele. “Eles testemunharam que os horários de adoração se estenderam além da expectativa normal e experimentaram uma hospitalidade incrível – comunidades que recebem nossos alunos com muito amor, cuidado, bondade e generosidade.”

Compartilhando experiências

Abby Laub, diretora de Comunicações Estratégicas da Asbury, afirmou que as equipes de divulgação estão indo "por toda a região" para falar e que o número de membros da equipe compartilhando suas experiências com igrejas e outros "continua a crescer".

Nossos alunos são incríveis e aproveitaram as oportunidades de compartilhar com outras pessoas”, disse Laub ao CP. “Estamos recebendo muitos pedidos de todas as partes e é lindo ver como Deus ainda está se movendo por isso.”

Laub informou que, após as férias de primavera, a universidade realizou dois eventos nos quais alunos, professores e funcionários "compartilharam histórias e testemunhos em nossa própria comunidade".

De acordo com Laub, desde o encerramento do culto de adoração de 16 dias, houve um foco maior em pequenos grupos para que os alunos se conectem com mentores e se envolvam no discipulado.

Muitas pessoas se aproximaram para caminhar ao lado de nossos alunos no discipulado e na orientação”, disse ela, observando que alguns dos pequenos grupos “estão no campus e alguns estão fora do campus”.

Nossos professores e funcionários estão continuamente maravilhados com a forma como Deus trabalhou e ainda está trabalhando e permanecendo em uma postura de serviço e humildade.”

Durante 16 dias em fevereiro, o Hughes Auditorium no campus da Asbury se transformou no epicentro de um culto improvisado que atraiu dezenas de milhares de estudantes e pessoas de todos os Estados Unidos e do mundo para a pequena cidade de 6.000 habitantes.

Posteriormente, o movimento se espalhou para outras faculdades, tanto cristãs quanto seculares, com cultos espontâneos sendo realizados em ou perto de campi, igrejas e escolas secundárias cristãs.

Fonte: Guiame

sábado, 17 de dezembro de 2022

Universidade de Brighton pede a remoção da palavra 'Natal' por ser muito ‘cristocêntrica'



A “Nova Orientação de Linguagem Inclusiva” sugere que seja usado o termo “período de fechamento de inverno” para não ofender os não cristãos.


A Universidade de Brighton, na Inglaterra, aconselhou seus funcionários a evitar o uso da palavra “Natal” ao se comunicar com os alunos, por fazer parte de um vocabulário “centrado no cristianismo”. 

Segundo os argumentos da liderança, falar em Natal pode ser algo “ofensivo” para os não cristãos. 

A Universidade disse que as novas sugestões linguísticas estão na “Nova Orientação de Linguagem Inclusiva”, que contém nove páginas e que o material foi preparado com as contribuições de funcionários e alunos.

No documento enviado aos palestrantes, a sugestão é que no lugar da palavra “Natal” seja usado o termo “período de fechamento de inverno”.

‘O conselho é ridículo’

Segundo informações do Premier Christian News, a orientação foi criada para incentivar os funcionários a cumprir a “Lei da Igualdade de 2010”, que protege legalmente as pessoas contra a discriminação.

Graham Nicholls, diretor da Affinity — uma rede de mais de 1.200 igrejas e organizações evangélicas no Reino Unido e na Irlanda — disse que achou o conselho “ridículo”. 

Nicholls, que é pastor de uma igreja no condado de Sussex, disse: “O fato é que todo mundo sabe que esse período de férias está ligado ao Natal, que é uma festa cristã”.

É por isso que temos folga, é por isso que há decorações. Portanto, quaisquer que sejam suas afiliações religiosas, tentar retocá-las é apenas ridículo. Se é realmente ofensivo para os não cristãos, eu não tenho tanta certeza. Não estamos pedindo a ninguém que celebre o Natal conosco”, continuou. 

Universidade se defende

Um porta-voz tentou defender o posicionamento da universidade dizendo que “a palavra 'Natal' não é proibida no campus e que a orientação sugere alternativas e não dá mandatos”. 

Esta orientação foi produzida com nossa equipe e alunos e faz parte de nosso compromisso compartilhado de tornar Brighton um lugar onde todos se sintam respeitados e valorizados. A orientação é exatamente essa”, disse ele ao veículo de comunicação. 

As palavras não são 'proibidas' em Brighton, nem o Natal, como fica claro nas decorações e árvores de Natal em nossos prédios e em nossos campus”, disse ainda. 

Sobre a Nova Orientação de Linguagem Inclusiva

De acordo com o Dailymail, entre as sugestões das nove páginas da “Nova Orientação de Linguagem Inclusiva”, está que a palavra “Natal é muito cristocêntrica”.

Os professores também foram orientados, através do texto, a não perguntar aos alunos “qual é o seu nome de batismo?”, em vez disso, apenas perguntar “qual é o seu primeiro nome?”.

O “manual” ainda diz o seguinte: “A linguagem e o significado são fortemente condicionados pelas normas dominantes da cultura em que existem”.

Além disso, diz que “atitudes, equívocos e estereótipos predominantes estão embutidos nos modos de comunicação, e esses fatores às vezes se refletem — conscientemente ou não — na linguagem que usamos quando nos comunicamos e nos referimos aos outros”. 

Isso significa que a comunicação, tanto oral quanto escrita, pode ser ofensiva mesmo quando não é nossa intenção”, diz ainda o texto. 

‘Ignorem e tenham um bom Natal’

Andrew Allison, da Freedom Association — organização que defende as liberdades civis, entre elas a liberdade de expressão e de religião — fez um alerta: “Supõe-se que as universidades sejam lugares onde as ideias são debatidas livremente”.

Ele também sugeriu que os funcionários e alunos ignorem os conselhos da universidade, que ele também apontou como “ridículos” e que tenham um bom Natal.

Para Allison, o real objetivo da Universidade é “evitar o uso de linguagem centrada no cristianismo”.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Pregação do novo ministro da Educação contra banalização do sexo viraliza - COMENTO A NOTÍCIA

Um trecho de uma pregação do pastor Milton Ribeiro, novo ministro da Educação, vem sendo repercutido nas redes sociais por conta de sua reprovação à ênfase que é dada à sexualidade "sem limites" nas universidades.
Ribeiro, que é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos (SP), tem larga experiência acadêmica, pois além de sua formação em Teologia e Direito, possui um mestrado em Direito e um doutorado em Educação, e já atuou como vice-reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
"Aquilo que os mais antigos chamam de revolução sexual dos anos 1960, com a chegada da pílula, e de uma certa maneira, de uma liberdade maior nessa área sexual, o mundo foi perdendo a referência do que é certo e do que é errado em termos de conduta sexual, e isso foi trazendo muitas dificuldades, porque agora a gravidez indesejada não é mais um risco", diz o pastor ao introduzir o assunto.
A mensagem enfatiza que parte do relativismo vem de um conceito filosófico que busca encontrar o sentido da vida: "Depois que passa esse período dos anos 1960, para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo, veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa, não importa se é A, B, se é homem, se é mulher, se é esse, aquele, se é velho, se é novo, não interessa! O que interessa é aquele momento".
"'E tem mais', eles explicam assim. 'Se for feito com amor, tudo vale'. Se você tem sexo com seu vizinho, que é casado, com a sua vizinha, mas é com amor, no problem. Nenhuma dificuldade. Foi feito com amor, essa é a nossa sociedade, é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos. Na universidade, é mais do que veladamente estabelecido. É um valor da nossa sociedade contemporânea. Eu e você, os nossos filhos sobretudo, estão sofrendo esse tipo de pressão", lamentou.

Fonte: Gospel+

ASSISTA AQUI


MEU COMENTÁRIO:

Perfeitamente bíblica, compreensível e pertinente a mensagem do atual Ministro, que a bem da verdade, não era Ministro, mas sim pastor e no púlpito da Igreja onde serve. Seria constrangedor para todos, se ele tivesse pregado o contrário disso.

A "grita geral" que acontece em casos assim é que, no mundo atual, mormente no Brasil, se fala muito em democracia e tolerância, mas de forma parcial. Quem for conservador tem que tolerar o contraditório, mas quem é liberal não suporta ver o diferente de si mesmo em qualquer cargo ou função.

Tenho por certo, que o novo ministro saberá com habilidade e inteligência, se posicionar nos limites da lei, mantendo os direitos legais de quem pensa diferente, e na mesma proporção, não cercear os que pensam iguais a ele, talvez esse seja o medo de muitos.

Se o Rev. Milton Ribeiro deixasse hoje de ser ministro, já teria sido válida somente a sua nomeação, por conta da mensagem que viralizou, afinal de contas, para tirarem um texto, talvez fora do contexto, tiveram que ouvir a mensagem toda e ainda várias vezes (rsrsrs), afinal de contas está escrito: "assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei". - Isaías 55:11

Simples assim. Deus abençoe e dê muita sabedoria ao novo Ministro da Educação. Oremos por ele. 

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Onda de “direita” começa avançar nas universidades brasileiras

Grupos se formaram a partir de 2016, quando a polarização política começou a ficar mais evidente no país

As principais universidades do país já começam a ter grupos de estudantes de direita, ambientes que por seis décadas foram tomados por universitários de esquerda começam a viver uma renovação.
Instituições como Universidade de São Paulo (USP), de Campinas (Unicamp), Federal do Paraná (UFPR) e Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) já contam com grupos organizados de estudantes declaradamente de direita, tanto conservadores, quanto liberais.
Os estudantes de direita sempre existiram, mas viviam no ostracismo como lembra o professor do Instituto de Filosofia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Dennys Xavier. Com a polarização política após a crise econômica do segundo governo de Dilma Rousseff, esses grupos passaram a ganhar novos integrantes.
"Os grupos de direita sempre existiram em algum grau de organização, mas ainda estavam engatinhando dentro das universidades e no ostracismo. As eleições catalisaram isso e as redes sociais tiveram papel fundamental porque com elas aqueles que pensavam pela liberdade e direita viram que não estavam sozinhos", diz o professor em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.
Na UFPR um grupo de 60 estudantes formam o UFPR Livre, para entrar é preciso passar por um processo seletivo para que a diretoria saiba se o candidato está alinhado com os "fins, princípios e valores" do grupo, como apurou o jornal.
Desde 2016 existe a Unifal Livre, um grupo de direitistas que nasceu após uma greve promovida pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). O movimento grevista impediu estudantes de assistirem às aulas e assim os estudantes alinhados ao eixo centro-direita da política, entre eles liberais e libertários, acabaram se unindo contra a greve.
Com informações Gospel Prime, Notícias Gospel via Plantão Gospel
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