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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Ed René diz que todo nazista é apoiador de Jair Bolsonaro


O pastor ligado à esquerda critica os conservadores cristãos

O líder da Igreja Batista de Água Branca em São Paulo, pastor Ed René Kivitz, deu uma declaração polêmica em entrevista à Folha de São Paulo sobre sua visão a respeito dos conservadores que apoiam a reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Na visão do religioso, os conservadores do Brasil são racistas, machistas e homofóbicos.

Os conservadores querem um Brasil em que as hierarquias sejam mantidas, onde os brancos valem mais que os pretos, os homens mais que as mulheres, os ricos mais que os pobres, os heterossexuais mais que os homossexuais e assim por diante – disse o pastor desligado da Convenção Batista Brasileira.

Em outro trecho da entrevista ele declara que todo nazista é bolsonarista.

Nem todo bolsonarista é nazista, mas todo nazista é bolsonarista. Todo supremacista, quer seja social, racial, de gênero, é bolsonarista – disse.

Kivitz também critica os cristãos conservadores e diz que o Evangelho não é “uma nova moral” e que os textos sagrados são usados de forma literal; para ele, isso é um erro.

Quando interpreto o texto sagrado literalmente, eu caio num legalismo que, levado ao extremo, me faz apedrejar pessoas. O fundamentalismo fere o espírito do Evangelho também por tentar impor a parte para o todo – completou.

Fonte: Pleno News


segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Eleição 2022 trouxe o Congresso mais conservador da história


Partidos de direita dominaram a disputa por cadeiras na Câmara e no Senado

A eleição deste domingo (2) transformou o Congresso Nacional no mais conservador da história do período democrático do país, considerando o resultado obtido nos principais colégios eleitorais. Os partidos de direita, com predomínio das legendas do Centrão, conquistaram a maioria das cadeiras da Câmara e do Senado em disputa.

O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, elegeu as maiores bancadas para a Câmara em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Em São Paulo, o partido de Bolsonaro ficou com 17 cadeiras na Câmara, enquanto a federação PT /PCdoB /PV, que apoia o petista Luiz Inácio Lula da Silva, conquistou 11 vagas. No total, São Paulo tem 70 deputados federais.

Guilherme Boulos (PSOL) foi o campeão em São Paulo para a eleição de deputado federal, com 986.954 votos. A deputada Carla Zambelli (PL) foi reeleita e ocupou a segunda posição, com 935. 290 votos. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL), também reeleito, chegou em terceiro lugar com 731.574 votos.

O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles também conquistou uma vaga, sendo o quarto mais votado entre os paulistas, com 638.427 votos. Mas candidatos de direita que romperam com Bolsonaro tiveram dificuldades. Joice Hasselmann (PSDB-SP), a mulher mais votada em 2018 para deputada federal, teve apenas 13.413 votos e perdeu o cargo.

O PL de Bolsonaro se tornou o principal partido do Centrão e campeão de cadeiras na eleição para deputado federal no Rio, com 11 das 46 vagas em disputa. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (PL) foi o segundo mais bem votado no estado, com 204.889 votos.

Em Minas, o vereador Nikolas Ferreira (PL) teve 1,5 milhão de votos, sendo o deputado federal mais votado do país, com 93,54% das urnas apuradas no estado.

Na prática, a vitória de políticos do Republicanos, do PP e do União Brasil fortalece a bancada da direita no Congresso.

O PP do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), e o União Brasil, presidido pelo deputado Luciano Bivar (PE), negociam a formação de um único partido.

A configuração que sai das urnas aumenta a chance de o grupo ficar com os cargos mais estratégicos da Câmara a partir de 2023, incluindo a presidência da Casa, ampliando o domínio sobre a elaboração do Orçamento e a votação dos projetos de lei.

A eleição para o Senado também foi marcada pela vitória de aliados de Bolsonaro e políticos que colaram seus nomes à figura do presidente. Os partidos de direita emplacaram 19 nomes.

Os ex-ministros Sérgio Moro (União Brasil-PR), Damares Alves (Republicanos-DF), Marcos Pontes (PL), Tereza Cristina (PP) e Rogério Marinho (PL-RN) foram eleitos senadores.

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos-RS) também conquistou uma vaga no Senado e Magno Malta (PL-ES) volta à Casa.

*AE via Pleno News

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Igreja Presbiteriana do Brasil - Supremo Concílio decidirá como orientar fiéis contra pensamento de esquerda


A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), uma das instituições evangélicas mais tradicionais do País, em redutos locais, já abriu os púlpitos para a campanha das eleições presidenciais.

A igreja projeta criar uma comissão interna para definir regras gerais a serem repassadas aos seus pastores e arquiteta nos bastidores a aprovação de uma proposta para que os fiéis sejam orientados contra o "comunismo" e a "nefasta influência do pensamento de esquerda".

As informações são de Estado de S. Paulo e UOL.

Para se tornar uma diretriz da Igreja, a proposta ainda precisa de aprovação no Supremo Concílio, órgão máximo de deliberação da denominação.

A deliberação do assunto já está agendada para ocorrer entre os dias 24 e 31 de julho, em Cuiabá (MT).

O projeto demonstra a preocupação da Igreja em apresentar "a contradição entre Marxismo e suas variantes com o Cristianismo Bíblico" e criar orientações para "os declarados 'cristãos de esquerda ou progressistas' de suas inconsistências".


Trecho de documento da Igreja Presbiteriana pregando contra pensamentos de esquerda

O documento precisa ser aprovado na reunião em Cuiabá para se tornar um posicionamento oficial da instituição Nos bastidores, a proposta é apontada como uma pressão contra fiéis críticos ao movimento conservador.

A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora. Os integrantes do alto comando da instituição estão diretamente alinhados com o atual presidente e o apoiarão na tentativa de reeleição.

O relator da proposta é o reverendo Osni Ferreira, da Igreja Presbiteriana Central de Londrina (PR). No último dia 3, ele já usou o púlpito da igreja para pedir apoio à reeleição do Presidente Jair Bolsonaro (vídeo no final da matéria).

"Nós temos que reeleger Bolsonaro. Irmãos, não tem outro caminho para o Brasil. Olha a América do Sul inteira…", disse Ferreira no culto. O deputado Filipe Barros (PL-PR), aliado do atual governo e membro da igreja, estava presente e também foi escolhido pelo reverendo para sua campanha à reeleição na Câmara.

A comissão "anti-esquerda" deve ter como relator o reverendo Alfredo Ferreira de Souza, da Primeira Igreja Presbiteriana de Roraima, autor de estudos sobre "as raízes satânicas do comunismo". O grupo também deve ser formado por líderes como o próprio presidente do Supremo Concílio, Roberto Brasileiro Silva.

Roberto Brasileiro tem um filho, o advogado Gustavo Brasileiro, que já atuou como assessor especial do Ministério da Educação, e é pré-candidato a deputado estadual pelo Partido Novo em Minas Gerais.

Hernandes Dias Lopes e Augustus Nicodemus Lopes, pastores conhecidos por terem milhões de seguidores nas redes sociais e influenciarem o pensamento presbiteriano no Brasil, também foram indicados para compor a comissão.

Indicado por Bolsonaro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça também é associado à Igreja, assim como o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação) Milton Ribeiro.

Assista abaixo vídeo do culto onde o pastor Osni Ferreira pede votos para Bolsonaro:


Com informações Folha Gospel

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

‘Bolsonaro argentino’ é eleito, e coalizão conservadora decola


Javier Milei chamou o presidente Alberto Fernández de "tirano"

O economista argentino Javier Milei, admirador de Trump e de Bolsonaro, foi eleito deputado federal por Buenos Aires, no último domingo (14). Javier lidera também uma frente conservadora chamada A Liberdade Avança, que ficou em terceiro lugar na capital.

Apelidado de “Bolsonaro argentino”, Javier é ferrenho defensor do liberalismo econômico, contrário ao aborto e a favor da liberação do porte de armas. O político também apresenta fortes críticas ao socialismo.

Embora A Liberdade Avança tenha ficado em terceiro lugar, com 17% dos votos da capital, o “pódio” das coalizões em Buenos Aires contou apenas com uma frente governista: a Frente de Todos, que obteve 25,1% dos votos. A que alcançou o maior número de votos foi a coalizão de oposição Juntos pela Mudança, com 47% dos votos.

Javier comemorou a vitória em uma tradicional casa de shows de Buenos Aires, onde chamou o presidente argentino Alberto Fernández de “tirano”.

De acordo com o jornal argentino Diário Clarín, o economista ainda teria dito: “[Sou] um leão e venho derrubar esse modelo da casta política”, em referência ao seu bordão “a casta tem medo”.

Fonte: Pleno News


segunda-feira, 3 de maio de 2021

Presidente de instituto de pesquisa diz que ‘esquerda não deve temer evangélicos'

A esquerda continua visando a divisão do eleitorado evangélico, com vistas a voltar ao poder nas próximas eleições presidenciais, em 2022. Na visão do pesquisador e sociólogo Marcos Coimbra, é possível “estabelecer um diálogo” com os fiéis.

Coimbra, que é presidente do Instituto Vox Populi – conhecido por sempre apresentar pesquisas com números mais favoráveis aos candidatos de esquerda – afirmou em entrevista que “o eleitor evangélico não é todo igual e é perfeitamente possível estabelecer um diálogo” com os fiéis.

Desde que Lula (PT) deixou a prisão, o ex-presidente vem indicando o rumo que os militantes de seu partido, e demais legendas de esquerda, devem seguir na tentativa de se aproximar dos evangélicos, já que esse foi o segmento decisivo na eleição do presidente Jair Bolsonaro em 2018.

Em janeiro do ano passado, Lula afirmou que iria abordar pastores e fiéis na tentativa de voltar ao Palácio do Planalto: “Eu vou conversar com essa gente outra vez, o PT precisa conversar. O PT tem muita gente evangélica. O que não dá é pra você ficar quieto, o que não é uma pessoa contar uma mentira a teu respeito e você fingir que não viu. Tem que ir pra cima, com respeito, mas tem que ir pra cima”, disse o ex-presidente.

Agora, Coimbra repercute a mesma estratégia, afirmando que lideranças como Silas Malafaia e Edir Macedo não possuem uma influência muito forte no voto dos evangélicos: “O eleitor evangélico popular frequentemente vota sem dar tanta importância ao que o bispo da igreja está mandando ele fazer”, afirmou ao portal Brasil 247.

Esse tipo de eleitor tem mais a ver com a comunidade em que ele funciona, até com o pastor, mas não necessariamente com o bilionário lá que fica com a fortuna fabulosa dele articulando com o Bolsonaro. Então eu não tenho tanto medo do eleitor evangélico”, disse o presidente do instituto de pesquisa, transparecendo seu grau de isenção.

Ao final, afirmou que “com a ultradireita, com esse não tem diálogo”, em referência aos fiéis que rejeitam as principais bandeiras levantadas pela ideologia de esquerda atualmente, como aborto, ideologia de gênero e liberação das drogas, entre outros aspectos do progressismo.

Fonte: Folha Gospel

terça-feira, 13 de abril de 2021

Após 14 anos de governo de esquerda, Equador elege presidente conservador



Foram três tentativas até que Guilhermo Lasso conseguiu obter a maioria dos votos e se tornou o novo presidente do Equador


Na noite do último domingo (11), a população do Equador elegeu como presidente o empresário conservador Guillermo Lasso.

Foram 52,5% dos votos contra 47,50% de Andrés Arauz, esquerdista que representava o governo que há 14 anos liderava o país.

Lasso tentava a presidência pela terceira vez e obteve a vitória. “Agradeço a Deus por todas as bênçãos que concedeu ao povo equatoriano. Devemos isso a ele. Devo a ele todas as bênçãos que ele me deu durante minha vida “, disse o novo presidente durante o seu primeiro discurso.

Aborto e defesa da comunidade LGBT
 
Durante seu primeiro discurso, Lasso falou sobre temas polêmicos como a legalização do aborto.

O novo presidente diz que “acredita na vida desde a concepção” e que não pretende mudar este princípio. Ele se declara inimigo do socialismo do século 21 promovido pela Venezuela e Cuba, cujo capítulo equatoriano se identifica com a Revolução Cidadã liderada por Rafael Correa.

Aos grupos LGBT, ele disse: “Vou cumprir meu compromisso de protegê-los para evitar que sejam estigmatizados e escolhidos por seu modo de ver a vida”.

O presidente eleito encerrou seu discurso invocando a ajuda divina. “Peço a Deus que continue nos abençoando e nos dê sabedoria para governar”.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Onda de “direita” começa avançar nas universidades brasileiras

Grupos se formaram a partir de 2016, quando a polarização política começou a ficar mais evidente no país

As principais universidades do país já começam a ter grupos de estudantes de direita, ambientes que por seis décadas foram tomados por universitários de esquerda começam a viver uma renovação.
Instituições como Universidade de São Paulo (USP), de Campinas (Unicamp), Federal do Paraná (UFPR) e Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) já contam com grupos organizados de estudantes declaradamente de direita, tanto conservadores, quanto liberais.
Os estudantes de direita sempre existiram, mas viviam no ostracismo como lembra o professor do Instituto de Filosofia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Dennys Xavier. Com a polarização política após a crise econômica do segundo governo de Dilma Rousseff, esses grupos passaram a ganhar novos integrantes.
"Os grupos de direita sempre existiram em algum grau de organização, mas ainda estavam engatinhando dentro das universidades e no ostracismo. As eleições catalisaram isso e as redes sociais tiveram papel fundamental porque com elas aqueles que pensavam pela liberdade e direita viram que não estavam sozinhos", diz o professor em entrevista ao jornal Gazeta do Povo.
Na UFPR um grupo de 60 estudantes formam o UFPR Livre, para entrar é preciso passar por um processo seletivo para que a diretoria saiba se o candidato está alinhado com os "fins, princípios e valores" do grupo, como apurou o jornal.
Desde 2016 existe a Unifal Livre, um grupo de direitistas que nasceu após uma greve promovida pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). O movimento grevista impediu estudantes de assistirem às aulas e assim os estudantes alinhados ao eixo centro-direita da política, entre eles liberais e libertários, acabaram se unindo contra a greve.
Com informações Gospel Prime, Notícias Gospel via Plantão Gospel

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Novo chanceler diz que globalismo tem como marca a “teofobia”, a aversão a Deus

Desde que se tornou figura pública através da indicação de seu nome para chefiar o Ministério das Relações Exteriores, o diplomata Ernesto Araújo tem tido sua produção intelectual e discursos vasculhados pela imprensa. A ênfase no combate à ideologia de gênero e a defesa da fé, algumas das bandeiras conservadoras por ele adotadas, por vezes foi retratada pela grande mídia em tom jocoso.
Na última quarta-feira, 02 de janeiro, Araújo tomou posse e fez um discurso com ampla rejeição ao globalismo, um fenômeno marcado pela agenda progressista e abraçado pela Organização das Nações Unidas. Segundo o novo chanceler, a atuação da diplomacia brasileira será "em favor do que é importante para o Brasil, não as ONGs".
Na visão de Ernesto Araújo, o Brasil vinha atuando apenas no interesse de "exportar produtos e atrair investimentos", sem nenhuma afirmação de valores, o que deixou o país "sem poder para nada".
"O globalismo se constitui em ódio", disse o ministro. "É contrário à natureza humana", acrescentou, apontando que tal fenômeno nasceu "da mesma raiz ideológica" que defende que não há diferença entre homem e mulher e que os fetos são amontoados de células: "Vamos defender a soberania, a liberdade de expressão, a liberdade de crença, da internet, as liberdades políticas e os direitos da humanidade, o principal dos quais talvez seja o direito de nascer", garantiu.
Em seguida, o novo ministro listou países com os quais o Brasil buscará alianças sem pedir permissão às demais nações que tentam impor uma ordem global através da ONU: "Admiramos quem luta, por isso admiramos o exemplo de Israel, que nunca deixou de ser nação mesmo quando não tinha solo, em contraste com algumas nações de hoje que, mesmo tendo solo, igreja, castelo, já não querem ser nação", alfinetou.
"O problema do mundo não é a xenofobia, e sim a oikofobia", disse, referindo-se ao sentimento de ódio ao próprio lar. "Para destruir a humanidade é preciso acabar com as nações e afastar o homem de Deus. E é isso que estão tentando, e é contra isso que nos insurgimos", acrescentou, sinalizando que enxerga uma defesa da "teofobia", a aversão a Deus, na agenda globalista.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, ao longo do discurso, Ernesto Araújo fez menção honrosa ao professor e filósofo Olavo de Carvalho, apontando-o como um dos mentores da atual mudança cultural que o Brasil atravessa, "libertando o Brasil por meio da verdade" da mesma forma que o novo presidente optou por fazer na campanha e promete agir durante o mandato.
Fonte: Gospel+

sábado, 29 de dezembro de 2018

Acredito que Deus atua na história e Ele está de volta ao Brasil, diz futuro chanceler

O futuro ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, publicou um artigo apontando que Deus estará presente na administração Bolsonaro. O chanceler declarou ainda que a política brasileira deverá ser guiada pela Palavra d’Ele.
Araújo escreveu um longo texto para a revista The New Criterion, uma publicação conservadora dos Estados Unidos, e afirmou crer que a "Divina Providência uniu as ideias de Olavo de Carvalho à determinação e ao patriotismo do presidente eleito, Jair Bolsonaro". O filósofo em questão é um dos articuladores do movimento conservador brasileiro que elegeu o futuro mandatário.
O chanceler foi enfático ao criticar a postura politicamente correta que se impôs na sociedade e que constrangeu muitos políticos a excluírem a fé de suas rotinas em público: "Ao longo dos últimos anos o Brasil se tornou uma fossa de corrupção e aflição. O fato de que as pessoas não falavam sobre Deus e não traziam a sua fé para a praça pública certamente era parte do problema […] Agora que um presidente fala sobre Deus e expressa a sua fé de um jeito profundo e sincero, isso deve ser visto como um problema? Pelo contrário, eu estou convencido que a fé do presidente Bolsonaro foi instrumental, não acidental, para a sua vitória eleitoral e para a onda de mudança que está limpando o Brasil".
Os críticos de Araújo o consideram um diplomata ainda inexperiente, apontando a defesa de ideias mais radicais que ele adota em termos de diplomacia como um risco para o país. Fato é que, internacionalmente, o Brasil é visto como um "anão diplomático", por conta da postura adotada até aqui desde a retomada das eleições diretas para a presidência.
Ernesto Araújo aproveitou o artigo para rebater as críticas: "Meus detratores me chamaram de louco por acreditar em Deus e por acreditar que Deus atua na história — mas eu não me importo. Deus está de volta e a nação está de volta. Uma nação com Deus; Deus através da nação. No Brasil (ao menos), o nacionalismo se transformou no veículo da fé, a fé se tornou o catalisador do nacionalismo, e ambos acenderam uma empolgante onda de liberdade e de novas possibilidades".
Por fim, o futuro chanceler afirmou que a vitória de Bolsonaro nas urnas faz parte de "uma onda de mudança que está limpando o Brasil" de um sistema corrupto "que sufocou a economia":
"Um sistema tão estabelecido nunca reformaria a si mesmo. Apenas encontraria novas máscaras para estender seu poder […] Uma mudança de verdade apenas poderia vir de fora, dos domínios intelectuais e espirituais […] Então o que quebrou esse sistema? Olavo de Carvalho, a Operação Lava Jato e Jair Bolsonaro".
Fonte: Gospel+

sábado, 20 de outubro de 2018

Novo Congresso será o mais conservador de todos os tempos

A maioria das cadeiras da Câmara dos Deputados será ocupada por partidos de direita, segundo análise

A Câmara dos Deputados terá a maior taxa de renovação das últimas décadas, com a maioria de deputados federais representando as ideologias conservadoras no Congresso.
Em uma análise da nova composição da Câmara, os cientistas políticos Timothy Power e César Zucco dividiram as cadeiras dos parlamentares nas categorias “Direita”, “Centro” e “Esquerda”.
Os dados mostram que os partidos de direita, que defendem ideologias mais conservadoras, vêm ganhando força nas últimas legislaturas. Em 2010, a direita era representada por 190 parlamentares. Em 2014, esse número subiu para 238 deputados.
Já em 2018, entre 513 deputados federais eleitos, a direita será representada por 301 parlamentares. Isso significa que 58% da Câmara é composta por deputados conservadores.
Enquanto isso, os partidos de centro viram sua representação cair de 137 para apenas 75 deputados. As agremiações de esquerda, por sua vez, mantiveram a mesma representatividade da última eleição, chegando a 137 cadeiras.
A taxa de renovação foi de 53%, em relação a 47% nas eleições de 2014. Grande parte dessa renovação é representada pelo crescimento do Partido Social Liberal (PSL), do candidato à presidência Jair Bolsonaro, que saltou de um para 52 deputados federais.
Partidos tradicionais e de centro, como o MDB e o PSDB, perderam, respectivamente, 31 e 25 cadeiras. Partidos de direita com menos de 2% das cadeiras, como o PSL e o PRB, elegeram 95 deputados.
“Há muitos policiais (...) e também muitos representantes de igrejas evangélicas. Seguramente será o Congresso mais conservador de todos os tempos”, disse à BBC o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Análise Parlamentar (DIAP).
Entre os candidatos mais bem votados em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três maiores colégios eleitorais do Brasil, estiveram aqueles com forte discurso contra a criminalidade e a corrupção e a favor da defesa de valores morais tradicionais.
A bancada evangélica, composta por 84 parlamentares, deve aumentar o seu protagonismo no novo Congresso. A frente já identificou 87 deputados e senadores ligados a igrejas evangélicas, mas pode ver seu número aumentar com a identificação dos novos congressistas.
Os evangélicos também contam com apoio de outros grupos conservadores, como católicos e grupos de direita não liberal nos costumes. Segundo o site Congresso em Foco, a expectativa dos deputados é que a rede da “bancada da família” possa chegar a 180 congressistas.
Fonte: CPAD News

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ditadura e Democracia no Brasil - Uma confissão de esquerdistas

Você quer saber se a esquerda lutava pela democracia? 

Assista o vídeo, e veja, por exemplo, o que diz Fernando Gabeira e principalmente Eduardo Jorge, candidato a vice-presidente de Marina Silva.

Lamento não ter como tirar o "palavrão" desnecessário dito por Lobão no vídeo, o que repudio, mas concordo com o restante do conteúdo.

Vi no Facebook do amigo e Pr. Geremias Couto

ASSISTA AQUI

domingo, 26 de agosto de 2018

O que diz a Bíblia sôbre Direita e Esquerda? - Veja aqui





"O coração do sábio o inclina para a direita, mas o coração do tolo o inclina para a esquerda" - Eclesiastes 10: 2

É minha contribuição para um polêmico tema!

Por gentileza, calma... não fiquem com raiva de mim nem da Bíblia... rsrsrs

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