Mostrando postagens com marcador alimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

ONG de Franklin Graham distribuiu mais de 50 mil toneladas de alimentos na Ucrânia



Grupo cristão internacional de socorro e evangelismo, a Samaritan's Purse ajuda os ucranianos como parte de sua missão de apoio a pessoas em todo o mundo.


A organização cristã internacional de assistência e evangelismo Samaritan’s Purse alcançou um marco significativo: acaba de cruzar o limiar de 50 mil toneladas em alimentos distribuídos na Ucrânia, país devastado pela guerra.

Com sede na Carolina do Norte, EUA, a organização compartilhou com a Fox News Digital, na segunda-feira (05), a atualização do trabalho de ajuda humanitária que realiza no país comandado por Volodymyr Zelensky.

Desde que o conflito Rússia-Ucrânia começou, em 24 de fevereiro, todas as semanas o grupo de caridade tem enviado suprimentos de emergência e alimentos para a Ucrânia para dezenas de pessoas inocentes apanhadas na mira da guerra.

"À medida que o inverno se aproxima, as coisas na Ucrânia só pioram", disse o CEO e presidente da Samaritan’s Purse, reverendo Franklin Graham, à Fox News Digital.

Ele disse que "muitas áreas perderam eletricidade e é impossível comprar comida nas partes orientais do país [que estão] mais próximas dos combates".

50 milhões de toneladas

E acrescentou: "A Samaritan’s Purse tem comprado e trazido alimentos para o país todas as semanas. Também estamos recebendo alimentos do Programa Alimentar Mundial".

Segundo Graham, "até esta semana, distribuímos mais de 50 mil de toneladas. Estamos trabalhando com nossa rede de igrejas em toda a Ucrânia para distribuir este alimento às pessoas necessitadas e lembrá-las de que Deus as ama."

"Precisamos continuar a orar para que Deus trabalhe nos corações dos líderes envolvidos para pôr fim ao conflito que trouxe tanta dor e devastação", disse o filho de Billy Graham.

A guerra

Dia 5 de dezembro de 2022 marcou o 285º dia de guerra entre a Rússia e a Ucrânia. A cada semana, a Samaritan’s Purse leva toneladas de alimentos para a Ucrânia, informou a organização.

"Lojas e lojas fecharam, não deixando as pessoas comprarem comida", justificou o volume de suprimentos para o país do leste europeu.

Na segunda-feira, atingiu a marca máxima de ter distribuído 50 mil de toneladas em alimentos.

A organização disse que em áreas perigosas, "lojas e comércios fecharam, não deixando como as pessoas comprarem comida".

Muitas das pessoas "desesperadas por comida só podem levar o que podem carregar – então a comida é dada às pessoas em sacolas de supermercado", disse a Samaritan’s Purse.

O grupo também disse à Fox News Digital que "alguns dos bravos pastores e líderes da igreja com os quais estamos fazendo parceria também estão levando essas distribuições de alimentos para a zona de conflito. Eles enfrentam condições perigosas para chegar aos pontos de distribuição".

"Esses heróis anônimos levam ônibus, vans e até mesmo seus próprios veículos carregados com alimentos e outros suprimentos de socorro da Samaritan’s Purse para pessoas que estão sofrendo profundamente no conflito", disse a organização.


A Samaritan’s Purse tem ajudado o povo da Ucrânia desde os primeiros dias da guerra. (Foto: Samaritan’s Purse)

Os pastores "também se oferecem para ajudar a evacuar os residentes – e algumas pessoas conseguiram ficar em segurança por meio dessas missões".

O próprio Rev. Graham visitou a Ucrânia duas vezes desde o início do conflito. Ele espera voltar em janeiro, disse o grupo.

Ambos os lados da guerra foram atingidos, já que explosões abalaram duas bases aéreas russas na segunda-feira (05) e várias cidades ucranianas sofreram danos causados ​​por mísseis, informou o Wall Street Journal.

Na Ucrânia, as pessoas inundaram abrigos antiaéreos, incluindo abrigos montados no sistema de trânsito subterrâneo, enquanto a Rússia lançava mísseis contra o país.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News Digital via Folha Gospel

domingo, 13 de março de 2022

Especialista escatológico diz que preços e crise de alimentos atingirão proporções épicas


Segundo o escritor, depois da invasão russa à Ucrânia, um efeito dominó vai desencadear uma crise global jamais vista pela humanidade.

De acordo com o escritor Michael Snyder, conhecido por abordar profundamente temas relacionados ao fim dos tempos, o mundo já vivia uma crise alimentar antes mesmo da invasão russa à Ucrânia.

No dia 6 de março, ele alertou através de um artigo no blog “The Economic Collapse”, que foi divulgado também no Charisma News, que até o final de 2022“ testemunharemos uma escassez muito séria de alimentos em nível global. 

O presidente do Banco Mundial, David Malpass, admitiu abertamente que já enfrentamos um enorme ‘choque de oferta’ como resultado da guerra na Ucrânia”, mencionou. 

O autor fala sobre diversos sinais sobre o tempo do fim em seu livro “7 Years Apocalypse” e diz que o “tempo é curto, por isso “é necessário avisar as pessoas sobre o que acontecerá num futuro muito próximo”. 

Efeito dominó

Snyder cita que a ONU já anunciou que os preços dos alimentos a nível mundial subiram 20,7% em fevereiro deste ano, se comparado ao mês de fevereiro de 2021. 

Além disso, o valor dos fertilizantes disparou, a produção agrícola já estava mais baixa devido aos fatores climáticos em todo o planeta e a pandemia chegou para piorar ainda mais a situação com os problemas na cadeia de suprimentos. 

Agora a guerra na Ucrânia chegou como um acelerador e, segundo Snyder, vai colaborar para a crise alimentar global num nível nunca visto antes. “Em condições normais, a Ucrânia exporta enormes quantidades de alimentos e é considerada um dos mais importantes ’celeiros’ de todo o planeta”, observou.

Ucrânia — o celeiro da Europa

O título “celeiro da Europa” atribuído à Ucrânia é devido à fertilidade de suas terras. Em 2011, foi o terceiro país que mais exportou grãos no mundo todo, com uma safra acima da média. 

Infelizmente, tudo mudou agora. Agricultores ucranianos foram forçados a negligenciar seus campos enquanto milhões fogem, lutam ou tentam se manter vivos”, disse.

Os portos que enviam trigo e outros alimentos básicos para todo o mundo, para serem transformados em pão, macarrão e ração animal, estão fechados. Ainda há preocupações de que a Rússia, outra potência agrícola, possa ter suas exportações de grãos derrubadas por sanções ocidentais”, continuou. 

Alta nos preços dos alimentos

A invasão russa à Ucrânia fez o preço global do trigo ser elevado em 55%. “E isso aconteceu uma semana antes da invasão, em meio a preocupações sobre o que poderia acontecer a seguir”, destacou.

Se a guerra for prolongada, os países que dependem das exportações acessíveis de trigo da Ucrânia podem enfrentar escassez a partir de julho, avisou o diretor do Conselho Internacional de Grãos, Arnaud Petit, à Associated Press.

Eu realmente não gosto de dizer que haverá ‘‘escassez a partir de julho’. Isso soa bastante sinistro. Mas, no momento, o preço global dos alimentos é o mais alto de todos os tempos”, reconheceu.

Rússia e a Ucrânia normalmente respondem por aproximadamente um terço das exportações mundiais de trigo e cevada. Agora que as exportações da Rússia serão bastante reduzidas e as exportações da Ucrânia serão praticamente inexistentes, alguns países enfrentarão quase que imediatamente uma crise extrema”, avisou.

Um bom exemplo é o Líbano que compra 60% do seu trigo na Ucrânia, já que a explosão no porto de Beirute, em 2020, destruiu seus principais silos de grãos. A Síria que já está devastada pela guerra anunciou que cortaria seus gastos.

Os altos preços que causaram tumultos em todo o Oriente Médio há uma década, agora vai alarmar várias nações. “Será muito pior que em 2011 e os desafios serão enormes para a Europa. A Ucrânia fornecia à União Europeia cerca de 60% do seu milho, necessário para a alimentação do gado”, disse ainda.

Condições climáticas e a crise de alimentos

Snyder disse que ficou surpreso ao saber que a safra de trigo na China, durante o inverno, pode ser a pior da história. Quem admitiu o fracasso foi o ministro da Agricultura no país.

Ele citou também que o Departamento de Agricultura dos EUA relatou que 71% de todo o trigo de inverno foi afetado pela seca, em 2022. “Já lutamos para alimentar o mundo inteiro mesmo nos melhores anos, e este definitivamente não será um dos melhores”, sentenciou.

Além disso, outro fator que vai aumentar o custo dos alimentos é o aumento dos preços da energia. O preço da gasolina também foi citado como um dos fatores mais preocupantes. “Os preços estão subindo rapidamente”, citou.

‘As coisas não voltarão ao normal, tudo vai piorar’

Muitas coisas das quais eu havia falado já aconteceram e tudo vai piorar daqui para frente. Essa guerra vai afetar cada ser humano desse planeta. Se você está esperando que as coisas voltem ao normal, então pare de esperar. A tempestade chegou e as coisas não serão normais no futuro”, avisou. 

Mas, o especialista em fim dos tempos também fala sobre uma esperança em tempos conturbados. “As pessoas precisam de esperança. João 3.16 nos fala da maior esperança que é Jesus. Se você ainda não aceitou Ele como seu Salvador, eu o exorto a fazer isso hoje mesmo”, disse ao apontar para a urgência de um posicionamento diante dos tempos atuais. 

Snyder diz que tem convicção de que “apocalipse bíblico de sete anos vai chegar antes de percebermos e devemos estar prontos”. Ele compartilhou sobre os sonhos de revelações que teve durante uma conversa no podcast com Steve Greene, do Charisma News.

Às vezes, Deus nos dá o que é chamado de sonho recorrente, onde você tem o mesmo sonho, várias vezes e várias vezes. Esses sonhos me levaram a proclamar sobre o apocalipse de sete anos”, compartilhou.

Segundo o autor, há um grande propósito por trás das catástrofes que estão ocorrendo. “Multidões vão perceber sua necessidade por Jesus. Acredito que veremos a maior colheita de almas em toda a história humana e o maior mover de Deus que o mundo já viu”, concluiu.

Fonte: Guiame

terça-feira, 1 de março de 2022

UCRÂNIA - Como ajudar a Igreja naquele país com Bíblias e alimentos - SAIBA AQUI




Após a matéria "Igreja na Ucrânia diz que precisa de mais Bíblias em meio à guerra" ter sido reverberada neste blog, fomos indagados através de comentários e até mesmo por mensagens no privado, sobre como ajudar a Igreja naquele país em momento tão difícil que atravessa, por conta da guerra desencadeada pela Rússia.

Sabemos que devem existir outras instituições e organizações que, por certo estão atuando nessa mesma frente, mas como ficou evidenciada a necessidade, queremos registrar o trabalho do Pr. Luiz Schimer.


O Pr. Luiz Schimer é ministro das Assembleias de Deus no Brasil, pastoreando atualmente na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), devidamente filiado ao Ministerio Unimad/ EUA - Canadá, presidido pelo Pr. Silvani da Silva, com sede na cidade de Danbury/EUA, filiado à COMADESPE e à CGADB
Pr. Luiz Schimer foi missionário na Ucrânia por cerca de 10 anos, passando em 10 Estados daquela nação. Nos últimos 12 anos está no Brasil, porém apoiando e arrecadando recursos para os missionários naquela nação.

O Pr. Luiz Schimer é obreiro apaixonado pela obra missionária como um todo, mas tem dedicado sua vida pelo trabalho no Leste Europeu, em especial na Ucrânia, onde trabalhou por 10 anos.

Segundo o pastor Schimer, as ofertas tanto podem serem enviadas através do seu ministério, assim como ele também pode disponibilizar o contato direto dos missionários, sendo que, se responsabiliza pelo envio de relatórios da aplicação dos valores naquela nação através do seu trabalho, aliás, é o que já com naturalidade no seu dia a dia com seus apoiadores.

Aqueles que forem tocados por Deus, e assim desejarem fazer, entrem em contato pelo telefone abaixo, também no aplicativo whatssapp, para mais informações:


(031) 993394299

(031) 993394299


OUÇA AQUI

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Assembleia de Deus é arrombada e alimentos arrecadados para doação são roubados


A liderança da igreja registrou boletim de ocorrência na Central de Polícia de João Pessoa.


Uma igreja foi arrombada e alimentos arrecadados para doação a famílias necessitadas foram roubados. O caso aconteceu na madrugada deste domingo (13), em uma igreja Assembleia de Deus no loteamento Parque do Sol, bairro Gramame, Zona Sul de João Pessoa. Além dos alimentos, foram levados um botijão de gás, um DVD Player e o purificador de água do local.

De acordo com o pastor da igreja, ao chegar para cumprir suas atividades religiosas, se deparou com a porta escancarada, a tranca violada e o ambiente tomado pela água. Ele relatou que o responsável pela invasão ao templo arrancou o purificador e deixou a água jorrando. Além disso, tentou levar a mesa de som, mas não conseguiu desconectar os cabos.

Uma das coisas que mais chamou a atenção é que o invasor levou até mesmo os alimentos, que foram arrecadados pelos membros da congregação para ajudar famílias carentes.

A liderança da igreja registrou boletim de ocorrência na Central de Polícia de João Pessoa, no bairro do Geisel. O templo não tem câmeras de monitoramento. Houve tentativa de resgatar imagens do sistema de segurança de uma casa vizinha, mas as câmeras estavam desativadas e não registraram o momento em que o crime foi cometido. Nenhum suspeito foi localizado.

Fonte: T5 via Folha Gospel

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Ditador da Coreia do Norte admite crise alimentar no país


Kim Jong-un culpou fenômenos climáticos e COVID-19 pela falta de comida

O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, admitiu durante a reunião do partido, em 14 de junho, que há escassez de alimento no país. “A situação alimentar das pessoas está ficando tensa", reconheceu aos principais líderes. O ditador culpou os tufões, que passaram pelo território em 2020, pela insuficiente colheita de grãos.

Mas a realidade é que o bloqueio completo nas fronteiras para impedir a entrada da COVID-19 impediu o acesso a suprimentos agrícolas como fertilizantes, pesticidas e outros produtos importados, principalmente da China. Além disso, Kim argumentou que o mundo todo está em crise e por isso a Coreia do Norte também foi atingida.

Quantos norte-coreanos foram atingidos pela crise alimentar atual?

A vigilância acirrada nas fronteiras também dificultou que ONGs enviassem comida para socorrer a população norte-coreana. De acordo com a ONU, estima-se que 10 milhões de pessoas, ou seja, 40% da população, precisem de ajuda alimentar urgente. Uma das consequências da escassez de alimentos é o aumento dos valores dos itens disponíveis. Um quilo de banana, por exemplo, está custando 225 reais.

Segundo o portal de notícias DailyNK, muitas famílias venderam as próprias casas para comprar comida. Isso fez com que o número de desabrigados aumentasse. Eles agora vivem nas ruas ou estações de trem. “É muito incomum para Kim Jong-un expressar publicamente as dificuldades da situação alimentar em uma reunião oficial e relatá-la à mídia central — os integrantes da família Kim são tratados como deuses na Coreia do Norte e raramente admitem problemas ou erros. É um sinal da gravidade da situação dentro da Coreia do Norte que o líder do país admita a crise que está enfrentando”, explica Timothy Cho*, cristão norte-coreano refugiado e colaborador da Portas Abertas.

Em abril, Kim advertiu os líderes que deveriam travar outra difícil “Marcha Árdua”. A expressão se refere ao período da Grande Fome que assolou o país na década de 1990. Estima-se que 3 milhões de pessoas morreram de desnutrição na época e muitos norte-coreanos fugiram para os países vizinhos em busca de melhores condições de vida. Porém, com as fronteiras completamente fechadas atualmente, a fuga do país número um na Lista Mundial da Perseguição 2021 fica mais difícil.

Por que a Coreia do Norte não aceita ajuda internacional?

O país comunista valoriza a autossuficiência e por isso não cede a acordos com outras nações que oferecem ajuda. Porém, os mais afetados pelas consequências do orgulho nacionalista é a população. “Se Kim continuar a rejeitar todo o apoio internacional disponível, e continuar se concentrando em armas nucleares, milhões de norte-coreanos comuns pagarão o preço”, reconhece Cho.

A Portas Abertas apoia norte-coreanos refugiados na China com alimentação, vestimenta, cuidados médicos e discipulado. “Esses suprimentos vitais ajudarão a manter vivos os irmãos e irmãs que os recebem. Também sabemos que muitos cristãos norte-coreanos continuam uma prática conhecida como ‘arroz sagrado’, compartilhando o que eles têm, mesmo que não seja muito, com os necessitados. Suas orações e apoio significam a diferença entre a vida e a morte para aqueles que recebem essa ajuda”, conclui o cristão.

*Nome alterado por segurança.

Apoie cristãos norte-coreanos na China

Você pode fazer a diferença agora na vida de cristãos norte-coreanos refugiados na China. Com uma doação é possível fornecer alimentos remédios e roupas para nossos irmãos e irmãs que enfrentam a fome. Ajude agora!

Pedidos de oração

- Interceda para que Kim Jong-un reconheça a humanidade dele e tenha um encontro real com Jesus. Que ele governe para o bem da população, com justiça, liberdade e responsabilidade.
- Clame pelos cristãos norte-coreanos que estão passando fome nesse instante. Que o Senhor os sustente de maneira sobrenatural, para que compartilhem o que têm com os outros e testemunhem sobre Cristo.
- Ore pelas organizações que trabalham enviando comida para o país. Que elas tenham sabedoria e recursos para encontrar novas maneiras de socorrer os norte-coreanos.

 

Fonte: Portas Abertas (21.06.21) via CPAD News

domingo, 12 de julho de 2020

Missão da Assembleia de Deus entrega milhões de refeições durante a pandemia

Mais de 40 milhões de refeições foram distribuídas por mais de 40 estados norte-americanos pela organização Convoy of Hope (traduzida como "Comboio da Esperança"), vinculada a Assembleia de Deus nos Estados Unidos.
Além disso, a organização entregou 12 milhões de refeições para mais de 700 comunidades em todo o mundo, em resposta a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
O Convoy of Hope, com sede em Springfield, no Missouri, tem trabalhado para garantir que crianças e famílias recebam comida, água e suprimentos de emergência. 
"Temos que continuar. Não é hora de parar. Milhões ainda precisam de nossa ajuda para superar essa crise", afirma Hal Donaldson, presidente do Convoy of Hope.
Recentemente, o time de futebol americano Pittsburgh Steelers, a Associação Nacional para Corridas de Carros de Série (NASCAR) e outros grupos fizeram parceria com o Convoy of Hope para distribuir alimentos para milhares de famílias. 

"Este é um ato unido de compaixão", diz Donaldson. "Empresas, igrejas e grupos cívicos estão se unindo para garantir que as pessoas sejam alimentadas".
Em uma ação recente na cidade de Adel, na Geórgia, os voluntários e parceiros do Convoy of Hope distribuíram alimentos e suprimentos domésticos para mais de 800 pessoas. 
Bethany Burrows, uma das voluntárias, disse que algumas famílias percorreram 64 quilômetros em busca das doações. "As filas de carros se estendiam por três quilômetros ao longo do dia", disse ela.
Fonte: Guia-me com informações de AG News via Folha Gospel

sexta-feira, 17 de abril de 2020

No Paquistão cristãos ficam sem acesso a ajuda alimentar, entregue só aos muçulmanos


Aproximadamente 45% da população total do Paquistão vive abaixo da linha da pobreza.


A International Christian Concern (ICC) tomou conhecimento de uma situação preocupante, em que os cristãos paquistaneses receberam ajuda alimentar para aplacar a crise humanitária em decorrência da Covid-19, mas não puderam ter acesso.

Isso marca o quarto incidente que o TPI documentou desde que o Paquistão é alvo de autoridades que tentavam combater a pandemia.

A Jihad Watch já havia relatado outros dois incidentes, um em 1º de abril e outro em 7 de abril, bem como em 11 de abril, um incidente no qual os cristãos foram forçados a fazer a profissão islâmica de fé para obter ajuda alimentar.

De acordo com uma publicação em vídeo no Facebook, os cristãos receberam ajuda alimentar em 2 de abril em uma vila situada na estrada Raiwind, perto de Lahore. Um pastor local, que não pode ter o nome revelado, confirmou o incidente quando contatado pela ICC.

No vídeo do Facebook, o jovem cristão afirma que um comitê local da mesquita distribuiu alimentos em 2 de abril para “famílias merecedoras”. No entanto, a gerência pediu aos cristãos da vila que deixassem o complexo da mesquita porque a ajuda alimentar era destinada apenas a muçulmanos.

"Se essa é a situação, então quais são os arranjos para os cristãos?", ele perguntou no vídeo do Facebook. “Quem vai nos alimentar? Não somos cidadãos do mesmo país?"

"Negar ajuda alimentar e discriminar cidadãos é crime", disse Aftab Hayat, líder de uma ONG paquistanesa à ICC. "Os cristãos frequentemente enfrentam discriminação e são vítimas de ódio religioso. No entanto, a situação para os cristãos no meio da crise do Covid-19 é alarmante e piora. Portanto, as autoridades devem tomar nota da situação em desenvolvimento."

Desde 21 de março, a maior parte do Paquistão está em regime de bloqueio, pois as autoridades buscam diminuir a propagação do coronavírus. No entanto, esse bloqueio nacional afetou significativamente as comunidades pobres e vulneráveis ​​do país. Isso inclui as minorias religiosas do Paquistão.

Aproximadamente 45% da população total do Paquistão vive abaixo da linha da pobreza, ganhando a maior parte de sua renda através de trabalhos diários. O bloqueio nacional impediu que muitos desses trabalhadores ganhassem salários diários e relatórios de fome já estão circulando.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Governo da Venezuela impede que igrejas doem alimentos para população


No mês passado, pastores foram presos por tentarem distribuir artigos de necessidade básica

A Venezuela tem sofrido uma grande queda desde 2014 com a escassez de alimentos remédios e artigos básicos. As organizações internacionais de direitos humanos advertem que a situação do país é muito grave com catástrofes de dimensões incalculáveis que já causam fome e desnutrição na nação.
As igrejas evangélicas não escapam dessa crise. Com os problemas humanitários, há cada vez menos cristãos frequentando os cultos. Ao mesmo tempo, há muitas organizações evangélicas internacionais querendo ajudar os venezuelanos com envio de medicamentos e alimentos em grandes quantidades, mas encontram dificuldades impostas pelo governo.
No mês passado, pastores foram presos por tentarem distribuir artigos de necessidade básica.
Esta crise na Venezuela tem sido amplamente documentada. Milhões de venezuelanos estão deixando o país e os que permanecem necessitam lutar contra a fome, as enfermidades e a falta de recursos. A venda de alimentos é racionada e alguns artigos como açúcar e o papel higiênico, por exemplo, desapareceram das prateleiras.
Além disso, a redução drástica do uso da água, energia elétrica e das unidades de transporte dificulta a ida das pessoas às igrejas. Sem contar que os pastores encontram dificuldades para adquirir terrenos e construir seus templos por conta de uma política que discrimina aqueles que não apoiam o regime de Nicolás Maduro.
Segundo o "Vice ministério de Política Interior y Seguridad Jurídica" do governo venezuelano, existe no país 15.017 igrejas evangélicas. Os católicos são maioria, mas são apenas 247 igrejas.
As últimas notícias ilustram um cenário religioso sufocado, já que o atual governo tem a tendência de ser mais aberto ao Islã por influência de Nicolás Maduro e seus aliados como o Irã e a Turquia.
Ajuda humanitária do exterior nem sempre é aceita pelo governo. Depois que uma grande quantidade de medicamentos foi doada pelo Cáritas, uma organização católica do Chile, e logo depois foi confiscada, ninguém mais se atreve a correr riscos.
A igreja como instituição recebe uma exigência pelo governo nacional para que tome as medidas econômicas necessárias e que abra um canal humanitário antes que se perca mais vidas, como os trabalhos sociais de todas as denominações na Venezuela foram afetados pela falta de doações.
Fonte: CPAD News
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...