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terça-feira, 29 de novembro de 2022

Polícia diz que orações de mulher perto de clínica de aborto são “assédio”



Mesmo estando em uma zona livre e pública, Livia Tossici-Bolt foi impedida de orar silenciosamente.

Uma mulher na Inglaterra foi impedida de orar silenciosamente em um espaço público, com policiais afirmando que suas orações poderiam causar “intimidação, assédio ou angústia”.

Mesmo estando fora da “zona de tampão”, onde orações e aconselhamento próximo a clínicas de aborto são proibidas por lei, Livia Tossici-Bolt e sua amiga foram abordadas por dois “Oficiais Credenciados de Segurança Comunitária”, que monitoram a zona, na cidade de Bournemouth.

Os policiais solicitaram que as mulheres saíssem do local, reclamaram que estavam muito perto da chamada "zona de censura” e disseram que as orações eram intimidação e assédio.

Todo mundo tem a liberdade de orar silenciosamente em um local público. Eu nunca sonharia em fazer algo que causasse intimidação e assédio. Cumprimos as novas regras instituídas pelo conselho e não rezamos dentro da zona de censura”, comentou Livia.

Mesmo assim, esses patrulheiros tentaram nos intimidar e impedir que exercêssemos nossa liberdade de pensamento e expressão – na forma de oração – que tem sido parte fundamental de nossa sociedade por gerações”.

Os oficiais também levantaram preocupações sobre a proximidade das mulheres de uma escola local. Um deles alegou que as crianças poderiam fazer perguntas e Livia respondeu: “Não há nada de errado em fazer perguntas”.

Depois do episódio, Tossici-Bolt apresentou uma queixa contra as autoridades por violar seu direito de orar em um espaço público, como apoio da ADF Internacional.

O princípio das chamadas “zonas tampão” corrói os princípios básicos da democracia – ou seja, neste país, podemos ter diferentes pontos de vista e crenças”, declarou Lois McLatchie, oficial de comunicações da ADF UK. 

Estamos firmemente contra o assédio de mulheres. As forças policiais e as autoridades locais já possuem uma vasta legislação para prevenir e penalizar o assédio de mulheres em qualquer circunstância, muito menos perto de um centro de aborto. Novas ‘zonas de censura’ vão muito além do que é justo ou necessário – reprimindo as liberdades civis que permitem aos voluntários oferecer ajuda genuína, ou mesmo apenas orar, em um espaço público”.

“Zonas de censura” em discussão no Parlamento

O caso acontece enquanto o parlamento discute a implantação nacional de “zonas tampão”, como as de Bournemouth. A lei em debate proíbe “informar”, “aconselhar”, “influenciar”, “persuadir” e até “expressar uma opinião” do lado de fora de clínicas de aborto. 

A legislação levantou preocupações com censura e liberdade de expressão e foi criticada por membros da Câmara dos Lordes, como o liberal-democrata Peer Lord Beith, que chamou a nova política de “restrição mais profunda à liberdade de expressão que já vi em qualquer legislação do Reino Unido”.

Fonte: Guiame

sábado, 15 de abril de 2017

Pastor evangélico viola menina para lhe "tirar feitiço", vítima tem 12 anos


Uma menina de apenas 12 anos de idade foi várias vezes violada sexualmente pelo pastor do templo evangélico que frequentava, na cidade de Campos Novos, no estado brasileiro de Santa Catarina, depois de o religioso a ter convencido de que as violações eram uma forma de cura.


O pastor conseguiu manter relações sexuais com a menina convencendo-a de que ela estava possuída por um feitiço e que só o sexo "com um homem de Deus" poderia libertá-la.

As violações aconteceram entre Junho e Agosto do ano passado, mas só foram conhecidas publicamente esta quinta-feira, depois de o pastor, que é casado e tem filhos, ter sido preso.

Além da menina de 12 anos, o pastor tentou violar igualmente outras duas menores, uma de 15 e outra de 16 anos, usando o mesmo argumento, mas não conseguiu pois as famílias delas interferiram.

O delegado (inspetor) Luís Eduardo Machado Córdova, que comandou as investigações, contou que a menina violada repetidas vezes ficou calada durante meses porque o pastor, após as violações, lhe disse que, se ela contasse o caso a alguém, o feitiço a mataria.

Mas há algumas semanas a menina não suportou mais carregar o peso do trauma das violações sofridas e contou tudo à mãe, que procurou a polícia. Na sua narrativa, a menina contou que o pastor, que é o líder local da Igreja Mundial do Novo Nascimento em Cristo, em algumas visitas dela ao templo começou a assustá-la afirmando que alguém tinha feito um feitiço muito forte contra ela.

E que só havia um jeito de desfazer esse feitiço, manter relações sexuais sete vezes com um homem de Deus, que tinha de ser casado e ter uma família abençoada, ou seja, alguém como ele. A certa altura, a menina, apavorada, procurou o pastor e submeteu-se às violações, acreditando que realmente precisava submeter-se àquelas provações para continuar viva e ter uma vida feliz.

Tendo dado certo o seu plano, o pastor tentou então concretizá-lo com as outras duas menores, usando exatamente o mesmo argumento do feitiço, mas, dessa feita, através de um telemóvel comprado em nome de uma auxiliar do templo. Através desse telemóvel, o pastor fez-se passar por um rapaz que tinha estudado com as duas adolescentes e, por mensagens, disse-lhes que o pai dele era bruxo e que tinha feito um feitiço contra elas e que elas deveriam procurar o religioso para se aconselhar.

As duas adolescentes procuraram o pastor no templo e ele repetiu a história contada à menina de 12 anos de que só fazendo sexo com ele se libertariam, mas, talvez por serem mais velhas, elas não cederam e contaram às famílias.

Publicado originalmente em CM via Notícias Cristãs

MEU COMENTÁRIO

É lamentável que, atitudes como essa venham manchar o povo evangélico, em especial seus líderes.

Esse tipo de atitude traz um grande alerta sobre quem são aqueles que estão sendo ordenados ao ministério da Palavra e ao pastoreio do rebanho do Senhor.

Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos livre dos lobos devoradores que tem se infiltrado entre nós.

Oremos!


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Marco Feliciano divulga vídeo mostrando “armação” contra ele



Patrícia Lelis acusa pastor de assédio sexual e tentativa de estupro



Depois de semanas de silêncio, o pastor Marco Feliciano resolveu se manifestar sobre todas as acusações feitas contra ele por uma estudante de jornalismo de 22 anos no início do mês. A jovem diz ter sido vítima de agressões e assédio sexual no dia 15 de junho, no apartamento do parlamentar em Brasília. Usando as redes sociais, ele publicou um vídeo onde apresenta um resumo das maiores contradições do caso e também uma campanha para comprovar sua inocência.
Reunindo depoimentos em vídeo, a maior parte do programa Conexão Repórter do SBT, destaca uma declaração do jornalista Alexandre Garcia e uma do delgado que investiga o caso.
A produção mais se assemelha ao trailer de um filme. O narrador conduz a história usando uma entonação dramática, onde os principais pontos são destacados. Ele não cita a estudante pelo nome, mas mostra várias vezes o seu rosto.
O assunto vem ocupando espaço na mídia e gerou uma série de campanhas contra o pastor, que sempre foi conhecido pela sua defesa da família tradicional. Feliciano vinha dizendo que não falaria sobre o caso, obedecendo orientação de seus advogados. Agora divulga esse vídeo, que foi cuidadosamente produzido.
Ao longo de cerca de 5 minutos, são apresentadas as contradições da principal acusação – a hora e o local do pretenso estupro. Há registro de câmaras de segurança que mostram Marco Feliciano em uma reunião no Ministério do Trabalho na hora em que a estudante diz que estava com ele.
Também ressalta que é necessário se registrar na portaria antes de subir para os apartamentos funcionais. Não há registro da visita da acusadora no 15 de junho. Ao fazer os Boletins de Ocorrência (BOs) na polícia de São Paulo e de Brasília, ela não forneceu o endereço correto.
A narração diz a certa altura que foi tudo “um jogo sujo da pior espécie”, classificando a situação como “Um ataque cruel contra um homem e a sua honra”.  Reflete basicamente o ponto de vista do congressista: trata-se da história da “jovem que tentou seduzir o pastor e ouviu um não” e por isso “procura vingança”.
O material diz que Talma Bauer, assessor de Feliciano, agiu por conta própria, cedendo à chantagem e não comunicou o congressista do que estava ocorrendo.
No final, destaca a comparação feita por Feliciano de sua situação com a história bíblica de “José do Egito”, que foi acusado injustamente de um crime e acabou pagando por ele.
“A verdade não depende de retoques”, afirma o narrador na parte final da produção. Ele sentencia: “Pastor Marco Feliciano, você provou sua inocência!”. Aproveita ainda para lançar a campanha que usa a hashtag #somostodosFeliciano e uma página de Facebook criada para divulga-la.
A investigação da polícia civil de São Paulo de fato já descartou as denúncias da jovem que teria sito mantida em cárcere privado por Bauer e outras duas pessoas. O delegado responsável pela apuração dos fatos já havia avisado que a estudante poderá responder por falsa comunicação de crime e extorsão.
Existem vários vídeos gravados por Emerson Biazon, que serviu como uma espécie de intermediário no que parece ser um caso claro que extorsão.
Contudo, ainda falta por parte do pastor Marco Feliciano uma explicação mais clara sobre o motivo de seu assessor ter dado tanto dinheiro para “por uma pedra” sobre algo que não ocorreu.

Fonte: Gospel Prime


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Nada do que ela diz é verdade, afirma Marco Feliciano no Conexão Repórter - ASSISTA AQUI

O programa Conexão Repórter do SBT, apresentado por Roberto Cabrini, que foi ao ar na madrugada desta segunda (15), abordou o caso envolvendo o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) e que tem sido amplamente noticiado nas últimas duas semanas.

Cheio de reviravoltas, contradições e com muitos detalhes que ainda precisam ser esclarecidos, as denúncias da estudante de jornalismo Patrícia Lelis, 22 anos, dão conta que ela foi assediada, agredida e vítima de uma tentativa de estupro por parte de Feliciano.

O deputado sempre negou as acusações, mas vinha mantendo silêncio desde que a história vazou para a imprensa, no último dia 3.

Ao longo de uma hora, Cabrini mostrou várias versões do que teria acontecido, que incluíam duas entrevistas com Patrícia e uma com o parlamentar. Também ouviu Talma Bauer e Emerson Biazon, que são elementos-chave dentro da trama que parece ter saído de uma produção de Hollywood.

A polícia está investigando o caso em duas frentes, pois Patrícia registrou dois Boletins de Ocorrência (BO) diferentes. Em São Paulo, denunciou Talma Bauer, Emerson Biazon e Marcelo Machado por coação e cárcere privado. Já na capital federal as acusações são contra Marco Feliciano por assédio sexual.

Um programa, 4 versões

Logo no início, o Conexão Repórter lembrou as polêmicas na trajetória política de Feliciano, chamado de “radical”, “moralista” e “homofóbico”. Foram apresentadas as versões do deputado, da jovem que o acusa, do chefe de gabinete e de um dos ‘intermediários’ de Patrícia.

Os primeiros minutos mostraram uma visita ao apartamento ocupado pelo congressista em Brasília, onde a jovem alega que o crime ocorreu. Aparentando tranquilidade, Feliciano começa a entrevista afirmando que está falando a verdade, pois nesse momento “Ao faltar com a verdade iria destruir com a minha vida”.

Disse que não teria problemas em admitir seus erros, mas não tem o que confessar. Classificou os relatos de Patrícia como uma “História fantasiosa, lunática”, insistindo que se trata de injúria e calúnia contra ele.

Ao subir no prédio para realizar a entrevista, o jornalista do SBT mostrou que é necessário fazer um registro na portaria. Não há nenhuma entrada com o nome da estudante nos livros de entrada do prédio, o que indicaria que Patrícia nunca esteve na residência do pastor.

Feliciano também questiona alguns pontos do relato da estudante, a qual insiste que o estupro só não se consumou por que uma mulher que estava no corredor do prédio teria ouvido seus gritos e batido na porta do apartamento. Ela nunca foi identificada. Insiste na tese de que não haveria motivos para ela demorar 40 dias para procurar a polícia, mostrando convicção que pode haver “alguém” querendo lhe prejudicar com tudo isso.

O principal argumento de defesa do parlamentar do PSC é que na data e horário em que Lélis relatou no B.O como o momento das agressões, Feliciano estava em audiência com o ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira. Fato confirmado pelas imagens das câmeras de segurança do prédio. O pastor ficou mais de uma hora no local e também há registros do momento em que ele sai.

Esse não é o único problema na versão de Patrícia. Nos dois relatos feitos a polícia ela caiu em contradição, indicou endereços diferentes. Nenhum deles correspondem ao local onde o deputado mora. “Ela nunca entrou aqui”, assegurou o parlamentar a Cabrini, ao falar sobre a sua residência. Além de negar qualquer tipo de relacionamento com a estudante, o pastor explicou que esteve com ela apenas três vezes e nenhuma delas os dois estiveram sozinhos.

Ao repórter disse não ter conhecimento das negociações de seu assessor com Patrícia, ignora o porquê ele ter dado dinheiro a ela. Diz que o dinheiro não é seu nem foi dado por sua ordem. Garantiu que só tomou conhecimento dessa situação pela imprensa.

O pastor assegurou ter convicção que “Deus é justo” e comparou toda essa situação com o que passou José do Egito. Dirigindo-se aos evangélicos, Feliciano lembrou que o personagem bíblico “foi condenado por uma calúnia. José foi preso, mas eu não serei”.

Patrícia não muda de versão

Por sua vez, Patrícia Lelis repetiu no programa de TV o mesmo relato que deu à imprensa desde que o caso veio à tona. Como provas, apresentou os prints de conversas que supostamente teve com o deputado através do WhatsApp.

Ao ser indagada por que demorou 40 dias até registrar a queixa na delegacia, asseverou que sabia contra quem estava lutando. “Marco Feliciano tem tudo que eu não tenho: apoio, dinheiro e foro privilegiado”, sublinhou.

Contou detalhes sobre a manhã onde teria sido assediada sexualmente, tendo se deslocado até o apartamento de Marco Feliciano para uma reunião do partido. Reforçou a ideia de que Feliciano lhe fez proposta financeira para que fosse sua amante e que ela não aceitou.

Diante da recusa, o parlamentar a teria ameaçado com uma faca, exigindo que se despisse. A jovem diz que o vestido que ela usava naquela data teria “uma marca” que comprovaria o uso da arma branca. Mas ela não foi mostrada para a equipe de TV. Deu alguns detalhes do que teria se passado no apartamento até que apareceu a mulher que teria batido na porta.

Lelis nega que tinha interesses no partido, mas que como conhecia o presidente da sigla, o pastor Everaldo Pereira, o procurou para denunciar o ocorrido. Segundo ela, a resposta foi a oferta de “um saco de dinheiro” em troca de seu silêncio. Algo que assegura nunca ter pedido nem aceitado. Para a jovem, é revoltante que embora tenha procurado vários políticos não recebeu crédito. “Toda a bancada evangélica estava sabendo”, disparou, sem citar nomes.

O pastor Everaldo Pereira admitiu que a jovem teve um encontro com “a parte executiva do partido”. Mas negou que tenha oferecido dinheiro para a estudante. Classificou os relatos dela como “totalmente mentirosos” e “criminosos.

Na parte final da entrevista, Roberto Cabrini perguntou sobre o primeiro caso de estupro que ela diz ter sofrido. Um relato que nunca foi totalmente esclarecido. Quando procurou a polícia, ela não sabia descrever o homem, que teria entrado em sua casa para consertar uma máquina de lavar. Na ocasião ela tinha 15 anos.

No final, Patrícia explicou que não perdoa marco Feliciano, usando “nojo” e “ódio” para se referir a ele, reclamando sobretudo que ele “acabou com a minha imagem”.

Em uma breve aparição frente às câmeras, a mãe de Patrícia diz ter certeza que os fatos descritos pela filha realmente aconteceram.

Emerson filmou para se proteger

Toda a situação teria se resumido ao confronto das versões de Maro Feliciano e Patrícia Lelis se não fossem os vídeos gravados pelo assessor político Emerson Biazon. Entregues à polícia e também repassados para alguns órgãos de imprensa, as filmagens feitas por ele mostram o que aconteceu em São Paulo nos dias em que Patrícia relatou no BO que estava sendo ameaçada, coagida e sob cárcere privado.

Aprecem então o nome dos três “intermediários” que teriam de algum modo servido para receber dinheiro vindo do deputado e que chegariam até as contas da jovem. Arthur Mangabeira e Marcelinho são citados, mas não aparecem nas filmagens.

Biazon explica que resolveu filmar o que pôde para comprovar sua inocência após ter percebido que poderia ser envolvido de alguma maneira.

Além dos vídeos disponibilizados por ele, o programa do SBT mostrou imagens das câmeras de segurança do hotel, as quais comprovam que não houve sequestro.

Emerson disse a Cabrini que a jovem queria dinheiro. Ela teria tentado vender a história de seu envolvimento com Feliciano para vários jornalistas, mas nenhum aceitou pagar. Sendo assim, ela decidiu aceitar uma oferta de Bauer pelo seu silêncio.

O papel de Biazon seria o de intermediário, mas antes do encontro com Talma Bauer no hotel, o assessor de Feliciano já teria dado 50 mil reais a Arthur Mangabeira, algo que Patrícia desconhecia. Num dos vídeos fica clara a negociação da estudante com Bauer e que ela tinha alguma influência sobre ele, a ponto de pedir que ele “fizesse alguma coisa” contra o primeiro intermediário, que a enganou, repassado apenas 10 mil.

Ainda que Lelis negue constantemente ter pedido ou recebido dinheiro, além dos vídeos, Emerson forneceu tanto à polícia quanto ao SBT outros prints de conversas que teve com ela, onde fica evidente que existia uma negociação acontecendo ao longo de vários dias.

Isso é facilmente comprovado pelo fato de ser Bauer quem pagou tanto a passagem da jovem até São Paulo, quanto o hotel onde ela se hospedou, além de ter dado dinheiro para suas despesas durante a estadia dela na capital paulista.

Quando a polícia deteve Emerson e Bauer, no início das investigações, havia 20 mil reais em espécie, que fariam parte do pagamento à Patrícia. Ela passou o tempo todo da reportagem afirmando que não recebeu nada.

Pelo relato de Baizon, as negociações iniciadas por Arthur com Bauer começaram em um milhão de reais, foram baixando até 300 mil, sendo que o primeiro pagamento “fechou” em 50 mil. Ele finaliza dizendo ter certeza que Lelis quer “vingança” contra o deputado. Negou que o chefe de gabinete estivesse armado ou feito ameaças, algo que faz parte do B O de Patrícia. Ao mesmo tempo, assegura que Bauer falou o tempo todo com Feliciano, o qual estaria a par de tudo.

Bauer teria agido para evitar um “mal maior”

Talma Bauer também foi ouvido pela reportagem do SBT. Afirmou que existia uma manipulação por parte de Patrícia. Ele, como chefe de gabinete, queria “evitar um mal maior”. Portanto, tirou de suas economias o dinheiro dado à jovem.

Frisou que tomou várias atitudes sem comunicar ao chefe, por que as coisas estavam “indo bem”. Ele diz que ela usaria esse dinheiro para “pagar a faculdade”. Enfatiza que os relatórios da jovem são mentirosos. Após ser detido e prestado depoimento à polícia duas vezes sobre as declarações da estudante, ele está livre das acusações de coação e cárcere privado.

Ao Conexão Repórter, o delegado Luís Roberto Hellmeister, do 3º DP de São Paulo, onde o primeiro BO foi lavrado, disse que Patrícia pode passar de vítima a suspeita dos crimes de extorsão e falsa comunicação de crime. No final do programa, foi dada a informação que Talma Bauer pediu exoneração do cargo que ocupava no gabinete de Feliciano “até tudo ser esclarecido”.

Fonte: Gospel Prime


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