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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Programa EM REVISTA - Debate sôbre exorcismo com o Pr. Roberto Cruvinel



DEBATE SOBRE EXORCISMO NO PROGRAMA EM REVISTA DA REDE BRASIL

  • Você acredita em exorcismo?
  • Alguém pode ser incorporado?
  • Você acredita que o diabo pode entrar em alguém?
O debate foi acalorado sôbre o tema Exorcismo e possessão demoníaca.

Participaram do debate: Pastor Roberto Cruvinel; Mariane Dombrova; Reverendo Aldo Quintão; Amanda; Dr Marcelo Gregório e Padre Cleodon.

Apresentação de Evê Sobral.

No vídeo abaixo está editado somente o debate, devidamente publicado no Canal do Youtube do Pr. Roberto Cruvinel, nosso companheiro da Comadespe.

Registro meus cumprimentos ao amigo e pastor Roberto Cruvinel, pela forma bíblica e aguerrida que tem defendido o evangelho de Cristo, assim como também o povo de Deus nesses programas.
ASSISTA AQUI
Para uma boa audição desligue o som do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.



segunda-feira, 23 de abril de 2018

250 padres aprenderão exorcismo em curso dado pelo Vaticano

Padres católicos de diversos países disseram à imprensa terem notado um aumento no número de fiéis relatando sinais de "possessão demoníaca"

O Vaticano acaba de abrir as portas para seu curso anual de exorcismo em meio a uma demanda crescente de comunidades católicas ao redor do mundo.
A prática é polêmica, em parte pela forma como é apresentado na cultura popular – particularmente, em filmes de terror. Mas também houve relatos de abusos cometidos em sessões de exorcismo em várias seitas religiosas diferentes.
O curso do Vaticano, com cerca de uma semana de duração, é denominado "Exorcismo e a Oração da Libertação" e começou a ser ministrado em 2005. Desde então, o número de alunos dobrou. O custo é de 300 euros (cerca de R$ 1,2 mil) e o currículo inclui abordagens da teologia, psicologia e antropologia.
Por que a demanda está aumentando?
Padres católicos de diversos países disseram à imprensa terem notado um aumento no número de fiéis relatando sinais de "possessão demoníaca".
No ano passado, o Papa Francisco disse a clérigos que eles "não deveriam hesitar" em encaminhar casos para exorcistas ao notarem "distúrbios espirituais genuínos".
Estima-se que meio milhão de pessoas busquem sessões de exorcismo a cada ano na Itália. Um relatório do centro de pesquisas cristão Theos afirmou, em 2017, que a prática está crescendo – em parte, pela expansão de igrejas pentecostais.
Algumas dioceses desenvolveram seus próprios cursos para atender à crescente demanda, como na Sicília (Itália), e na cidade americana de Chicago.
O padre americano Gary Thomas, que pratica exorcismos há 12 anos, diz que à medida que a sociedade passou a confiar mais em ciências sociais, caiu o número de igrejas que treinam exorcistas. Para ele, o declínio do cristianismo também abriu espaço a práticas supersticiosas.
Já Benigno Palilla, um padre italiano, disse ao portal Vatican News que a popularização de tarô e feitiçaria teria renovado a demanda para exorcismos.
No entanto, pouquíssimos casos realmente precisam do chamado exorcismo magno. Dos 180 casos que testemunhou, Thomas diz que apenas uma dezena precisou dessa modalidade, que necessita da aprovação de um bispo e envolve orações específicas.
Quando é que um exorcismo é autorizado?
Em 1999, a Igreja Católica fez a primeira grande atualização nas regras sobre exorcismo desde 1614, distinguindo a possessão demoníaca de doenças físicas e psicológicas.
Como consequência, o padre Thomas trabalha com um grupo de médicos, psicólogos e psiquiatras – todos católicos praticantes – para investigar a causa do sofrimento de uma pessoa antes de diagnosticar a possessão demoníaca.
Ele então tenta uma série de orações de esconjuro. Um exorcismo magno só ocorre como último recurso, diz o padre.
O que ocorre no exorcismo?
Em geral, o padre, pratica o ritual usando uma túnica branca de renda chamada sobrepeliz com uma estola roxa. A pessoa possuída pode ser atada, e água benta deve ser usada. O padre faz o sinal da cruz várias vezes em frente à pessoa ao longo do procedimento.
O padre convoca santos, reza e lê trechos da Bíblia nos quais Jesus expulsa demônios de pessoas.
Em nome de Jesus, ele pede ao demônio que se renda a Deus e vá embora, tantas vezes quanto necessário. Assim que o padre se convence de que o exorcismo funcionou, ele reza a Deus para que impeça o espírito maligno de importunar a pessoa afetada novamente, e que, em vez disso, a "bondade e paz do nosso Senhor Jesus Cristo" se apossem dela.
Quais são as críticas?
Há muitas críticas ao exorcismo e preocupações de que ele esteja sendo usado por sacerdotes religiosos para abusar de crianças e outras pessoas vulneráveis.
Houve casos de mortes em rituais associados ao exorcismo.
De maneira geral, há o risco de pessoas com doenças como epilepsia ou esquizofrenia serem erroneamente consideradas "possuídas" e, por isso, deixarem de receber tratamento médico adequado.
Com informações G1 via Gospel Geral 

segunda-feira, 26 de março de 2018

Feiticeiros se rendem a Jesus e tribo deixa de fazer sacrifícios de crianças em Uganda


Com a visita de missionários brasileiros, uma tribo de Uganda reconheceu Jesus Cristo e viveu uma grande transformação

A cidade africana de Kasese, a oeste de Uganda, é composta por tribos que há anos vêm realizando uma das práticas mais assombrosas da magia negra: o sacrifício humano de crianças e adolescentes.
Movido pelo forte desejo de mudar essa realidade, o pastor Joel Engel visitou a região com uma equipe durante a implementação do Projeto Daniel no país. Esta área abriga os povos pigmeus, canibais e feiticeiros que prestam culto literalmente a Satanás.
"Esse é o lugar mais endemoniado da terra. Ali se encontram três reinos e três demônios que se materializam — as pessoas os veem. Para eles, o Diabo é real", disse Engel em entrevista ao Guiame, que também acompanhou a viagem missionária.
Quando chegaram no local, que faz parte do Reino de Rwenzururu, o pastor Engel percebeu seria iniciada uma intensa batalha espiritual. "Quando eu peguei a palavra, eu percebi que estávamos cercados de feiticeiros. Eles estavam fazendo encantamentos contra nós. A sensação era que nós seríamos servidos no jantar [pelos canibais]", relata.
Diante de autoridades e representantes dos reinos da região, Engel começou sua mensagem de maneira diplomática, mas tinha a intenção de denunciar a matança de crianças e adolescentes. "Eu estava indignado com aquilo. Se nós fossemos naquele lugar e não mudássemos nada, não adiantaria a gente ir", observa.
Naquele instante, o pastor teve uma visão de Jesus que o deixou impactado. "De repente, eu senti no meu espírito Jesus sorridente dizendo: 'Obrigado por ter vindo'. Eu pensei: 'Como pode Jesus agradecer por termos vindo?' Eu não entendi aquilo. Mas a impressão que eu tive no meu espírito é que Ele estava esperando há muito tempo por aquele momento", ele conta.
"Saber que Jesus estava esperando que eu fosse àquele lugar e dissesse o que eu tinha que dizer, me esquentou. Eu simplesmente fui tomado e sentia vontade apenas de desafiar esse demônio que estava ali se alimentando de crianças há tantos milênios. Uma fúria brotou dentro de mim", lembra o pastor.
Mudando o tom de seu discurso, Engel deixou a diplomacia de lado passou a desafiar a situação daquelas tribos e os demônios a quem elas prestavam culto. "Eu senti que se eu obedecesse a Deus e desafiasse Satanás, nós venceríamos. Se eu quisesse amenizar ou fazer algo democraticamente, nós não sairíamos vivos", relata.
Depois de pregar o Evangelho, Engel abraçou cada um daqueles feiticeiros e afirma que "parecia que nesse aperto os demônios saltavam para fora". "Saindo os demônios daquelas pessoas, elas se tornaram dóceis. Depois daquele momento, parece que todos eles eram amigos", destaca.
Ao final da ministração, cerca de 90% das pessoas que estavam ali dobraram seus joelhos e reconheceram Jesus Cristo como Senhor.
Mudança de reino

Depois que a equipe se retirou de Kasese, as pessoas que dobraram seus joelhos foram torturadas pelo rei. No entanto, seu reinado já estava com os dias contados. "Naquela ministração que fizemos, nós lançamos um decreto para que o rei matador de crianças fosse retirado e Deus colocasse alguém em seu lugar. Deus me mostrou que Seus filhos seriam reis naquele lugar", conta Engel.
O pastor percebeu que essa direção se tratava de Dosweit, um jovem que estava trabalhando como intérprete da equipe de brasileiros. No passado ele foi um dos sacerdotes que sacrificava crianças. Mesmo tendo sangue real e sendo herdeiro do trono da tribo, que é composta por 6 milhões de habitantes, ele fugiu da região após ter uma visão de Jesus.
"Naquele momento, ele foi ungido e perdeu o medo de voltar lá", conta Engel. "Antes de irmos embora, nós o ungimos como rei e o recomendamos para o presidente de Uganda".
Duas semanas depois, o presidente de Uganda, Yoweri Museven, liberou os documentos necessários e uma escolta armada do exército para Dosweit. Enquanto ele foi reconhecido como rei daquela tribo, o rei antigo foi preso, acusado pela matança de crianças e jovens. "Aquele demônio foi destronado. A partir de agora não tem mais matança de crianças naquele lugar. Se essa fosse a nossa missão, ela já estaria cumprida", declara Engel.
Fonte: CPAD News

sábado, 15 de abril de 2017

Pastor evangélico viola menina para lhe "tirar feitiço", vítima tem 12 anos


Uma menina de apenas 12 anos de idade foi várias vezes violada sexualmente pelo pastor do templo evangélico que frequentava, na cidade de Campos Novos, no estado brasileiro de Santa Catarina, depois de o religioso a ter convencido de que as violações eram uma forma de cura.


O pastor conseguiu manter relações sexuais com a menina convencendo-a de que ela estava possuída por um feitiço e que só o sexo "com um homem de Deus" poderia libertá-la.

As violações aconteceram entre Junho e Agosto do ano passado, mas só foram conhecidas publicamente esta quinta-feira, depois de o pastor, que é casado e tem filhos, ter sido preso.

Além da menina de 12 anos, o pastor tentou violar igualmente outras duas menores, uma de 15 e outra de 16 anos, usando o mesmo argumento, mas não conseguiu pois as famílias delas interferiram.

O delegado (inspetor) Luís Eduardo Machado Córdova, que comandou as investigações, contou que a menina violada repetidas vezes ficou calada durante meses porque o pastor, após as violações, lhe disse que, se ela contasse o caso a alguém, o feitiço a mataria.

Mas há algumas semanas a menina não suportou mais carregar o peso do trauma das violações sofridas e contou tudo à mãe, que procurou a polícia. Na sua narrativa, a menina contou que o pastor, que é o líder local da Igreja Mundial do Novo Nascimento em Cristo, em algumas visitas dela ao templo começou a assustá-la afirmando que alguém tinha feito um feitiço muito forte contra ela.

E que só havia um jeito de desfazer esse feitiço, manter relações sexuais sete vezes com um homem de Deus, que tinha de ser casado e ter uma família abençoada, ou seja, alguém como ele. A certa altura, a menina, apavorada, procurou o pastor e submeteu-se às violações, acreditando que realmente precisava submeter-se àquelas provações para continuar viva e ter uma vida feliz.

Tendo dado certo o seu plano, o pastor tentou então concretizá-lo com as outras duas menores, usando exatamente o mesmo argumento do feitiço, mas, dessa feita, através de um telemóvel comprado em nome de uma auxiliar do templo. Através desse telemóvel, o pastor fez-se passar por um rapaz que tinha estudado com as duas adolescentes e, por mensagens, disse-lhes que o pai dele era bruxo e que tinha feito um feitiço contra elas e que elas deveriam procurar o religioso para se aconselhar.

As duas adolescentes procuraram o pastor no templo e ele repetiu a história contada à menina de 12 anos de que só fazendo sexo com ele se libertariam, mas, talvez por serem mais velhas, elas não cederam e contaram às famílias.

Publicado originalmente em CM via Notícias Cristãs

MEU COMENTÁRIO

É lamentável que, atitudes como essa venham manchar o povo evangélico, em especial seus líderes.

Esse tipo de atitude traz um grande alerta sobre quem são aqueles que estão sendo ordenados ao ministério da Palavra e ao pastoreio do rebanho do Senhor.

Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos livre dos lobos devoradores que tem se infiltrado entre nós.

Oremos!


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Vaticano tem dificuldades de achar exorcistas: “Os padres têm medo”

Exorcista veterano Vincenzo Taraborelli reclama que não encontra sucessores

Frei Vincenzo Taraborelli conta que recebe dezenas de pessoas diariamente que buscam por libertação. Aos 79 anos, ele lembra que vem praticando exorcismos – rituais para a expulsão de demônios – há 27 anos. Passou a exercer essa atividade “por acaso”, quando foi procurado para ajudar um colega padre.
“Não sabia o que era, não tinha estudado isso”, resume. “Ele me disse o que fazer, eu era completamente ignorante”, contou ele à BBC.
Apesar do início inesperado, Taraborelli continua sendo um dos exorcistas mais ocupados de Roma. Trabalha três dias por semana em uma sala sem janelas no fundo de sua igreja, que fica próxima da Santa Sé. Na parede, está visível um documento oficial que atesta suas qualificações como exorcista. Ele explica que consegue atender até 30 pessoas por jornada.
Sua reclamação agora é que o Vaticano está com dificuldades em achar sacerdotes mais jovens para praticar a atividade. A maioria dos padres não parecem atraídos pela ideia de enfrentar    fiéis perturbados e lidar com espíritos do mal. “Eu disse ao bispo que não consigo encontrar ninguém que queira fazer isso. Muitos têm medo. Mesmo padres têm medo… é uma vida difícil”, reclama Taraborelli.
Há muitos dentro da própria Igreja que são céticos, argumentando que a “possessão” não passa de uma superstição medieval ou um mito. Para eles, as pessoas que alegam estar possuídos por demônios na verdade sofrem de problemas psicológicos ou psiquiátricos
“Antes de fazer exorcismos, insisto com as pessoas para que procurem um psicólogo ou um psiquiatra. Tenho contato com muitos psicólogos, que mandam seus pacientes para cá”, esclarece.
Em geral, ouve o que os fiéis que o procuram têm a dizer, depois os convida a rezar. “Se a pessoa não está muito bem, tento acalmá-la. Convido-a rezar comigo. Mas muitas dessas pessoas já estão perturbadas quando chegam aqui”, conta.
Existem rituais específicos para o exorcismo da Igreja Católica. Em meio à pilha de papéis sobre  sua escrivaninha, mostra a cruz que usa para expulsar os espíritos do mal. Entre as muitas histórias que coleciona a mais notável é de uma mulher casada que ele acompanhou durante  13 anos.
“Um outro homem, um satanista, queria essa mulher”, recapitula o Frei. “Ela disse não. Então esse homem disse a ela: ‘Você vai pagar por isso.’ Duas vezes por semana ele lançava feitiços para atraí-la. Então eles (marido e mulher) vieram me procurar”, recorda. Na primeira sessão de exorcismo, “Eu disse ao demônio ‘Em nome de Jesus, eu ordeno que você se vá’, ela começou a vomitar pequenos alfinetes de metal, cinco de cada vez”. Também regurgitou  tranças de cabelo, pedrinhas, pedaços de madeira. Parece algo do outro mundo, não? Mas é coisa desse mundo.”
A ideia de que uma pessoa ser possuída por demônios é antiga, sendo relatada várias vezes na Bíblia, mas no cenário contemporâneo europeu é visto com ceticismo. O recente assassinato do padre francês Jacques Hamel, de 85 anos, teve um relato curioso. Enquanto ele celebrava a missa em sua igreja na cidade de Rouen, na França, em julho, dois militantes do Estado Islâmico invadiram o local.
Enquanto esfaqueavam Hamel, testemunhas contam que o padre se defendeu gritando “Vá embora, Satanás!”, numa tentativa de fazer um exorcismo. A suposta possessão dos jihadistas é usada para explicar seu comportamento.
Frei Taraborelli parece concordar. “Quem tem fé sabe que o demônio existe, você pode ler nos textos sagrados. Depois, você só precisa olhar (à sua volta) e ver como o mundo está hoje em dia. As coisas nunca estiveram tão ruins. Esses atos de violência não são humanos. Tão terríveis, como o Estado Islâmico”, conclui.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 31 de março de 2016

Deputado expulsa demônios no plenário da Câmara


Dia 23 de março o deputado cabo Daciolo (PTdoB/RJ), conhecido por seus testemunhos de fé na plenária da Câmara, fez uma convocação. Ele pediu que nesta quarta (30), os evangélicos brasileiros estivessem em oração e jejum pelo país.
Ele faz campanha para que fosse levantado “Um clamor pelo Brasil” lembrando que somente Deus pode mudar os rumos da nação. Instou que a Igreja se unisse nesse propósito. Ele já vinha fazendo isso desde o final do ano passado, quando afirmou que Deus faria uma “limpa” no país se os crentes clamassem.
Seus discursos quase sempre são recheados de citações bíblicas e de palavras proféticas. Nesta terça (29), ele voltou a mencionar diante dos deputados sobre o que considera seu papel: “abrir a boca e falar de Deus aqui dentro”.
Dirigindo-se a todos os “soldados de Cristo sobre a terra”, citou textos bíblicos e disparou: “o que está acontecendo hoje com o Brasil é uma guerra espiritual”.
Lendo trechos dos evangelhos de Lucas e Mateus, falou sobre libertação na perspectiva bíblica. “O reino de Deus está próximo!”, bradou. Em seguida, clamou para que “todos os demônios que cercam essa nação saiam dessa nação em nome do Senhor Jesus”.
Também pediu o “fora” de uma série de políticos cujos nomes estão envolvidos em escândalos de corrupção no país, não só os de Dilma e Lula. “Fora rede Globo e todos os demônios que a cercam”, decretou. Para o parlamentar, “essa nação vai ser espelho do mundo para honra e glória do Senhor Jesus Cristo”.

Sempre polêmico

Daciolo é ex-bombeiro militar do Rio de Janeiro e ficou conhecido por ter sido expulso do seu antigo partido (PSOL) após ter protocolado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.
O texto original diz que “todo poder emana do povo”. A mudança apresentada pelo parlamentar, que contraria o partido, seria para “declarar que todo o poder emana de Deus”.

Fonte: Gospel Prime
Assista:

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Policiais militares exorcizam homem durante abordagem. - Assista!

Agente impõe as mãos e ordena: "Sai em nome de Jesus".

Um vídeo divulgado nas redes sociais está fazendo “sucesso” pelo inusitado. Pelo menos cinco policiais participam da prisão de um homem que não teve a identidade divulgada. A ação policial ocorreu no interior de Goiás, numa cidade não identificada no vídeo.
Durante a contenção, o homem reage e os agentes, armados e fardados, o deixam imobilizado durante todo o tempo. No vídeo é possível ver que um dos policiais grita: “Liberta seu corpo, Jesus. Sai em nome de Jesus”. É ouvida a voz de outra pessoa, que não aparece diante da câmera, sugerindo que se busque auxílio: “Vocês não têm o número de um pastor não? Tem que chamar um pastor”.
A Polícia Militar de Goiás apura o caso e não emitiu parecer oficial sobre o que seria um ritual de exorcismo. O comando da PM confirma que o vídeo é autêntico e diz que já identificou os envolvidos, que poderão sofrer sanções disciplinares.
O assessor de imprensa da PM de Goiás, tenente-coronel Ricardo Mendes, afirma que os policiais foram atender a ocorrência de um indivíduo alcoolizado e que agrediu algumas pessoas.
O advogado criminalista Romero Ferraz Filho critica a ação policial. “Me parece que a conduta alheia ao procedimento [normal]. Porém, não acredito que tenha ocorrido abuso de autoridade. O grande problema é que, como agente público, ele representa o Estado, que estabelece que cada cidadão tem o livre arbítrio para escolher sua religião”. Com informações de G1



Vídeo mostra policiais militares "exorcizando"
jovem em Goiás


Para uma boa audição,
Desligue o som do Stúdio Rhema no
canto superior esquerdo do vídeo

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