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sexta-feira, 7 de julho de 2023

Justiça mantém condenação de Igreja Batista por colocar outdoor contra ativismo LGBT



Igreja Batista aguarda a decisão da Primeira Instância de Aracruz para decidir se vai ao STF. Caso polêmico do pastor André Valadão é citado em voto contrário do relator.


O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) decidiu não aceitar o agravo impetrado pela Primeira Igreja Batista de Aracruz (Pibara), a fim de suspender uma liminar requerida pelo Ministério Público do Estado (MPES), e acatada pelo juízo em Primeira Instância, que proibia a igreja de se manifestar contra a ideologia de gênero e ainda indenizar o movimento ativista.

Com a decisão, que saiu esta semana, o placar permaneceu inalterado em 2 a 1 contra a Pibara. A esperança era de que, quando o colegiado analisasse o voto divergente do desembargador, Fernando Bravin, em relação aos votos do relator, Samuel Meira Brasil Jr., e do presidente em exercício do Tribunal, José Paulo Calmon Nogueira da Gama, ambos contrários ao pedido de agravo da PIBARA, houvesse a reversão do voto do relator, o que não aconteceu.

Apesar de não citar o nome do pastor André Valadão, o relator Samuel Meira citou o fato da polêmica desta semana para justificar o seu voto em que mantém a decisão contrária ao agravo da Pibara, onde afirma que a liberdade de expressão tem limites.

  • "Para que todos possam ter a ideia do impacto e da força que uma palavra tem, nós podemos ver no recente episódio em que um pastor fez uma suposta alusão à vontade de Deus e incitou fiéis a matarem a população LGBTQIAP+. Não estou dizendo que isso aconteceu nesse caso (o da Pibara), mas estou demonstrando que não é qualquer expressão que está abrangida pela liberdade constitucional. Nós temos limites para qualquer princípio jurídico que possa ser instituído na nossa Carta Magna", justificou o relator.

Após a decisão contrária, o presidente da Pibara, pastor Luciano Estevam Gomes, explica quais serão os próximos passos a serem tomados pelo departamento jurídico da igreja. "Agora teremos que ser julgado em primeira instância aqui em Aracruz, e se perdermos, recorreremos ao STF", afirma.

Em sua última entrevista, o pastor Luciano já havia demonstrado sua preocupação com o resultado e disse que, para ele, uma derrota no TJES significaria uma derrota para a liberdade religiosa e de expressão. "O que está em jogo? A liberdade religiosa de todas as religiões do Brasil, mas infelizmente a maioria não está atenta a isso", alertou na época.

Entenda o caso

No dia 9 de junho de 2022, a Primeira Igreja Batista de Aracruz (PIBARA) instalou um outdoor em suas dependências, mas de frente para a rua, com os seguintes dizeres "A Bíblia é a única proteção contra o ativismo LGBTQIA+".

Imediatamente a foto do cartaz tomou as redes sociais, a imprensa nacional e se espalhou rapidamente pelo Brasil, gerando uma onda de protestos entre ativistas, influenciadores digitais, artistas e políticos.

Um mês depois, a instituição religiosa já acumulava quatro queixas-crime e 33 denúncias de ato criminoso homofóbico perante ao Ministério Público que, aliás, arquivou todas por considerar que não houve crime algum cometido pela igreja e pelo seu líder.

Entretanto, no dia 22 de julho, a juíza Ana Flávia Melo Vello, da 2ª Vara Cível de Família, Órfãos e Sucessões da Comarca de Aracruz, acatou a um pedido feito pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), em ação civil pública contra a igreja, determinando a retirada do outdoor no prazo de até 24 horas, sob pena de multa de R$ 2 mil ao dia caso a decisão não fosse cumprida.

Além disso, determinou que a igreja se abstenha de veicular qualquer mensagem em outdoor que contenha – na visão da juíza – caráter preconceituoso ou discriminatório à comunidade LGBTQIA+, seu movimento ou ativismo.

No final de julho, a igreja recorreu com um agravo para suspender a liminar, alegando que o outdoor era direcionado apenas ao "ativismo" do movimento LGBTQIA+ e não aos seus adeptos.

No dia 6 de junho, o desembargador Fernando Estevam Bravin Ruy deu voto favorável ao agravo impetrado pela Primeira Igreja Batista de Aracruz (PIBARA), no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), a fim de suspender uma liminar requerida pelo Ministério Público do Estado (MPES), e acatada pelo juízo em Primeira Instância, que proibia a igreja de se manifestar contra a ideologia de gênero e ainda indenizar o movimento ativista.

Com isso, o colegiado se reuniu para analisar o voto divergente do desembargador, Fernando Bravin, em relação aos votos do relator, Samuel Meira Brasil Jr., e do presidente em exercício do Tribunal, José Paulo Calmon Nogueira da Gama, ambos contrários ao pedido de agravo da PIBARA.

Apesar do placar de 2 a 1 contra a igreja, os argumentos consistentes utilizados no voto do Dr. Bravin fizeram com que o presidente em exercício, Dr. José Paulo – que tinha votado contra o agravo da PIBARA e poderia até promulgar a decisão final – elogiasse e remetesse ao relator, o voto de qualidade a favor do agravo, de modo que os votos contrários pudessem ser revisados.

Mas o placar permaneceu inalterado e o presidente da PIBARA, pastor Luciano Estevam Gomes, afirmou que os advogados da igreja aguardarão o posicionamento da primeira instância de Aracruz para ver se será necessário recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

MEU COMENTÁRIO:

O voto do relator que findou por nortear os votos dos demais desembargadores membros do colegiado, infelizmente foi baseado nos títulos das notícias veiculadas sobre a pregação do Pr. André Valadão, de forma equivocada, temerária e inverídica.

Quem assistir a gravação da mensagem, verá que o pastor André Valadão deixou claro que, a homossexualidade é um pecado, segundo a Palavra de Deus exarada na Bíblia Sagrada, mas não há qualquer menção, orientação ou fala que sugira incitação de fiéis a matarem a população LGBTQIAP+.

ASSISTA TUDO AQUI

André Valadão se pronuncia após ser acusado de incentivar que cristãos matem gays

sábado, 16 de julho de 2022

Famílias reagem ao ativismo LGBT+ da Disney e deixam executivos “em pânico”

A expressão "quem lacra, não lucra", se tornou um dito popular nas redes sociais, em referência à iniciativa de empresas que passaram a aderir às pautas do ativismo LGBT. A Disney, por exemplo, parece experimentar agora os efeitos dessa realidade, após ser alvo de boicote por parte das famílias americanas.

Conforme o GospelMais já havia antecipado, uma executiva de produção da Disney chamada Karey Burke teve um vídeo divulgado nas redes socais, onde aparece afirmando que a meta da gigante do entretenimento infantil é ter pelo menos 50% de todos os seus personagens vinculados ao mundo LGBT.

Como resultado, famílias americanas lideradas por figuras conservadoras resolveram reagir, criando um abaixo-assinado de boicote à Disney, o que vem se repercutindo em outras partes do mundo.

"A Disney, hoje, é refém de ativistas LGBT empenhados em corromper nossos filhos através da doutrinação homossexual", diz um trecho do abaixo-assinado, que cita como um dos exemplos uma cena do filme infantil "Lightyear", onde há um beijo lésbico.

"Os executivos da Disney estão em pânico e é por isso que precisamos da sua ajuda para avançar AGORA contra a empresa", incentiva o abaixo-assinado, que convoca os americanos para o boicote e pode ser assinado aqui.

"Imagine o poder que teremos se enviarmos uma promessa maciça ao CEO da Disney, comprometendo-nos a não ver nenhum filme ou espetáculo da Disney ou comprar qualquer produto que promova a ideologia do género", ressalta o texto.

Karey Burke, por sua vez, revelou que é mãe de duas crianças queer, segundo ela, sendo uma "transgênero e uma criança pansexual". Pelo cargo que ocupa na Disney, a preocupação das famílias americanas conservadores não é por menos.

O objetivo do abaixo-assinado é atingir meio milhão de assinaturas, a fim de que o documento seja entregue ao CEO da Disney, Robert Chapek. A expectativa é que a iniciativa sirva para demonstrar a insatisfação com o ativismo na empresa.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 12 de julho de 2022

Igreja sofre ataques por outdoor contra ativismo LGBTQIA+


Primeira Igreja Batista em Aracruz defendeu que a "Bíblia é a única proteção" das famílias contra o movimento

A Primeira Igreja Batista em Aracruz (Pibara), no Espírito Santo, tem recebido ataques por meio das redes sociais e sido alvo de protesto em razão de um outdoor posto na fachada do templo. O mural defende que “a Bíblia é a única proteção contra o ativismo LGBTQIA+”, e traz a ilustração de uma família protegendo crianças de uma chuva de arco-íris.

Em entrevista ao Pleno.News, o pastor Luciano Estevam Gomes, que lidera a igreja em questão, defendeu que as denominações cristãs “não podem ficar caladas” frente ao ativismo de gênero presente “nas escolas, nas propagandas, nos filmes, nos desenhos”, nem preocupadas com “os elogios da sociedade ou críticas”.

Nós precisamos separar o que é política e o que são as verdades bíblicas. As verdades bíblicas precisam ser pregadas como sempre foram pregadas em toda a Bíblia: por exemplo, os profetas denunciavam as falhas de reis, autoridades e do povo de um modo geral. Eles não ficava preocupados que iam ser mortos, perseguidos ou cancelados. A Igreja precisa denunciar o pecado. Não adianta cair nessa ladainha de que “a igreja precisa pregar sobre o amor”. O amor do Senhor é um amor transformador. Ele não é um amor que se acomoda – declarou.

O líder evangélico também conta que busca lidar com as retaliações “sem muito alarde”, mas sim “em oração”.

A gente entende que devemos levar isso sem muito alarde, em oração, sabendo que precisamos dizer sim que a Bíblia é a única contra esse ativismo. Evidentemente, quando eu falo sobre ativismo LGBT, eu não estou falando nada sobre a homossexualidade. Quem tem o mínimo de interpretação de texto vai ver isso na mensagem. E quem quer distorcer, acaba levando para o outro lado – avaliou.

Segundo o pastor Luciano, essa não é a primeira vez que a Pibara sofre perseguição por esse motivo, tendo sido até processada pelo Ministério Público.

Nós tivemos um outdoor que nós postamos protestando contra a colocação da Thammy Gretchen como representante do dia dos pais da empresa Natura. Na ocasião, nós fomos até processados pelo Ministério Público, que teve que arquivar o processo porque nós não falamos nada mais, nada menos que não é natural colocar uma mulher como símbolo do dia dos pais, quando a Bíblia diz ser o homem. Então, homens, feliz dia dos pais. O Ministério Público achou que não houve nenhuma ofensa. Como neste de agora, não há nenhuma ofensa – acrescentou.

Outdoor foi pichado com um pentagrama invertido, símbolo associado ao satanismo Foto: Arquivo Pessoal

O líder cristão também enumerou sugestões acerca da postura que a Igreja deve adotar para preservar os princípios bíblicos em meio às novas gerações.

Como proteger as crianças? A primeira coisa é o posicionamento. Famílias, igreja e autoridades participando dos conselhos municipais, protestando contra as coisas que são contra a Bíblia, que são contra os princípios e valores do cristianismo. Se nós nos calarmos, as pedras clamarão. Então é importante a Igreja promover seminários para discutir esses assuntos. (…) Eu acho que há muita coisa para se fazer, inclusive no âmbito denominacional. Nós não vemos as denominações se movimentando para fazer fóruns de debate sobre esses assuntos – observou.

Protesto realizado contra a Pibara em razão do mural contra ativismo LGBTQIA+ Fotos: Arquivo Pessoal

Por meio de vídeo nas redes sociais, a pastora e cantora Bruna Olly, da Igreja da Família, se solidarizou com o pastor Luciano e defendeu a atitude da Pibara.

Não é crime e não é perseguição. O movimento LGBTQIA+ considera como liberdade de expressão chutar a Bíblia em praça pública, colocar um crucifixo no orifício anal, mas quando uma igreja coloca dentro de uma propriedade particular um cartaz dizendo a Bíblia é a proteção que as famílias têm contra o ativismo LGBTQIA+, as pessoas criticam dizendo que isso é homofobia. Desde quando é crime você ter a sua opinião? E sim, a nossa opinião está pautada na Bíblia – assinalou.

Olly ainda falou sobre “liberdade” e “respeito” mútuo.

Deus ama todas as pessoas, sim, mas a Bíblia também deixa muito claro o que é e o que não é aceito aos olhos de Deus. E essa é a nossa crença, aquilo que nós queremos expressar. E nós não queremos impor isso a ninguém, não queremos impor a você, assim como nós não queremos que vocês imponham sobre nós ideias que não condizem com a Palavra de Deus. Tudo isso é respeito, é liberdade – pontuou.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Silas Malafaia rebate ativismo gay: “Jesus nunca foi trans”


Segundo o pastor Silas Malafaia, teorias como essa surgem a partir de pessoas que querem encobrir seus pecados e torcem a Bíblia.

Nesta segunda-feira (4), o pastor Silas Malafaia divulgou um vídeo no qual rebate teorias a respeito de Jesus Cristo. Sem citar o nome de quem estava refutando, o religioso rechaçou o que chamou de "vergonhosa manipulação científica do ativismo gay para tentar dizer que Jesus foi trans".

Povo abençoado do Brasil, [tem] um camarada aí dizendo que Jesus foi trans [e] usando pseudo-argumentos científicos. Olha como é que o cara é: se tivesse prêmio Nobel da idiotice, ele ganharia. Olha como é que ele deturpa as coisas, dizendo que nós fundamentalistas dizemos que só tem uma ordem cromossômica XX feminino e XY masculino. Não somos nós, não, ignorante, isso é a ciência que diz. (…) E você dizer que Jesus poderia ter sido produto de uma partenogênese? Filho, é impossível isso no ser humano. Você está falando asneira. (…) Olha só, quando um par de homens quer ter um filho, tem que fazer a fertilização in vitro e tem que buscar o óvulo de uma mulher. Quando um par de mulheres quer ter um filho, tem que buscar o sêmen de um homem. Não pode haver fecundação fora das relações heterossexuais. Homem com homem não reproduz nada. Mulher com mulher não reproduz absolutamente nada. Agora, deixa eu dar um dado científico sobre sexualidade: a sexualidade nas diferentes espécies cumpre três funções principais: dualismo (dois diferentes), complementariedade (dois diferentes que se completam) e fecundação. Pegue qualquer prática fora da prática heterossexual pra ver se consegue se adaptar – declarou.

Malafaia falou ainda que "o ser humano pode adquirir comportamentos fora da sua natureza".

Escute, o ser humano pode adquirir comportamentos fora da sua natureza. Ele é um ser inteligente, tem vontade e vive de modelos de imitação. Por algum acaso o ser humano nasceu para fumar, nasceu para cheirar cocaína [ou] pra encher a cara? Por que ele faz isso? Porque ele adquire comportamentos. Na mesma questão é a área sexual: o indivíduo pode adquirir comportamentos sexuais fora da natureza. Agora, preste atenção: gênero masculino e feminino só na gramática. O sexo é biológico. Sexo masculino e sexo feminino. O resto são comportamentos adquiridos. Agora, o cara dizer que Jesus era trans pelo nascimento dele… vocês têm que entender uma coisa: o mundo de Deus é o mundo do sobrenatural, [e] não tem explicação. Você crê pela fé. Você quer explicar a ressurreição? Você quer explicar Jesus andando sobre as águas? Você quer explicar Jesus gerado pelo Espírito Santo? (…) E pra acabar com essa conversa de que Jesus era trans, foi Jesus quem falou, em Marcos 10: 6-9: "Desde o princípio, Deus fez macho e fêmea. Deixará o homem seu pai e sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne". Deus nunca, nem Cristo, apoiou a relação de homem com homem e mulher com mulher. Jesus retifica o princípio da criação. Que conversa fiada é essa de que Jesus era trans? Só na cabeça de um tonto, inventando história que não tem nada a ver com ciência – explicou.

Segundo o pastor, teorias como essa surgem a partir de pessoas que querem encobrir seus pecados e torcem a Bíblia.

Eu estou aqui falando essas coisas porque eles querem encobrir o pecado deles torcendo a Bíblia e torcendo a ciência. É isso que eu quero dizer. Deus abençoe você e Deus tenha misericórdia dessa gente – concluiu.



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quarta-feira, 7 de abril de 2021

Conheça as mentiras e meia-verdades divulgadas pela propaganda pró-aborto


Escritora defende que o bebê no ventre materno já é uma pessoa e possui os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo.

Falar sobre aborto nunca é tarefa fácil. O tema, além de delicado, envolve questões morais, religiosas, científicas e éticas. Mas, basicamente, as pessoas se dividem em dois lados: pró-aborto e pró-vida. Enquanto alguns defendem a liberdade feminina e os “direitos reprodutivos” — uma das novas nomenclaturas da luta pela legalização do aborto, do outro lado está quem classifica esse ato como um assassinato de inocentes.

A realidade é que todos os títulos apenas suavizam o que é uma mera questão de vida ou morte. Para Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América (tradução livre)”, alguns mitos precisam ser derrubados. Ela aponta para as mentiras e “meia-verdades” divulgadas pelos defensores do aborto em todo o mundo.

A jovem autora também é comentarista e mora na cidade de Nova York. Foi embaixadora do Turning Point nos EUA, uma organização americana de direita, que defende narrativas conservadoras dentro de escolas e universidades. Recentemente, esteve em diversos programas de rádio e TV, nos Estados Unidos. Segue um resumo dos slogans mal-intencionados da propaganda pró-aborto, segundo a autora, e suas considerações, que foram divulgadas no site de notícias CBN News.

Danielle
Danielle D'Souza Gill, autora do livro “A Escolha: o aborto divide a América”. (Foto: Reprodução/Twitter)

“O ser humano passa a existir somente quando sai do útero materno”

Para refutar essa ideia, a autora especifica a vida desde a concepção. “Só no primeiro trimestre, desenvolvem-se os dedos dos pés, unhas, cotovelos, nariz, cabeça e hormônios", ela compartilhou. 

"E apenas 18 dias após a concepção, a tecnologia moderna pode detectar o batimento cardíaco do bebê. Podemos ver o coração batendo depois de cerca de 22 dias. Dizer que o bebê não é uma pessoa quando tem batimentos cardíacos é contra-intuitivo para a ciência e o sistema que usamos na Terra para determinar a vida”, continuou. 

Ao contrário daqueles que homenageamos, que viveram uma vida plena fora do útero, esses nascituros eram desconhecidos. Mas eles eram reais. Como nossos outros entes queridos, nossos filhos não nascidos eram pessoas vivas cheias de possibilidades. Eles tinham corações batendo e sangue correndo em suas veias. E eles eram nossos”, disse ao se referir aos bebês que tiveram suas vidas ceifadas. 

“As mulheres não são feridas no ato do aborto”

Essa é a outra mentira contada pela publicidade pró-aborto. Para Gill, o aborto é um duro golpe tanto para o corpo quanto para a natureza materna. “Nesse ato terrível, a mãe está desfazendo o processo natural de dar vida, que foi iniciado em seu corpo. Ela impede, não apenas a vida da criança, mas o ritmo acelerado  do movimento bioquímico e hormonal em que seu próprio corpo estava. Isso não pode deixar de ter ramificações para ela enquanto seu corpo processa o ataque”, disse. Sem contar que a mulher fica emocionalmente sensível e com um forte sentimento de culpa. 

Gill também escreve: “Estima-se que o risco de morte para uma mulher que faz um aborto aumenta em 38% para cada semana adicional de gestação. A cada semana de gravidez que passa, ossos fetais maiores e mais afiados estão sendo removidos à força, e eles poderiam perfurar o útero de uma mulher ou causar uma ruptura em seu corpo”, explica. 

Segundo a autora, o mais provável é o aumento do risco de sangramento excessivo e hemorragia porque a placenta está firmemente presa ao revestimento do útero nesta fase da gravidez e foi arrancada à força. Gill também conta em seu livro, o relato de uma mulher que havia passado por um aborto. “Emocionalmente, eu estava um caco. Chorei durante todo o procedimento. Fiquei muito triste, embora soubesse que era a coisa certa a fazer. Mas foi uma das experiências mais avassaladoras da minha vida”, disse a mulher. 

 “Os homens não são afetados pelo aborto”

Outra mentira. O homem sofre um golpe em sua identidade como protetor e como pai. Gill explica que, internamente, eles se sentem atacados quando permitem que seu próprio filho seja ferido. “Eles podem ser poupados da dor imediata que a mulher sente e até se esquecem mais fácil porque não passam pela experiência física, mas com o tempo vão se lembrar de que falharam em seus deveres”, disse.

Seguem dois testemunhos de homens que tiveram seus filhos abortados. Karl confessou que acabou pagando pelo aborto e isso teve um efeito traumático sobre ele. “Eu não sabia como iria sobreviver; eu não pulei de uma ponte, mas pensei em beber até a morte. Tenho pensado sobre o que aconteceu todos os dias nos últimos 32 anos”, lamentou.

 O outro homem se chama Chuck Raymond, cuja namorada de 18 anos fez um aborto no final da década de 1970. Na época ele estava em treinamento militar em West Point. Nos primeiros anos ele conta que não pensou muito nisso. “Depois eu percebi que a nossa escolha foi a mais trágica”, disse. 

Raymond comparou a angústia mental e emocional que se segue ao aborto a um tipo de PTSD [transtorno de estresse pós-traumático] que alguém pode ter depois de passar por um campo de batalha.

Conforme a autora, pode até parecer que os homens saiam impunes após a decisão de um aborto, mas não saem. “Eles são afetados de várias maneiras. Normalmente, depois de muitos anos, eles começam a refletir sobre o passado e não podem escapar daquele aperto no coração”, acrescentou. 

“Os fetos são humanos, mas ainda não são pessoas”

Esse parece ser o pior dos mitos sobre o aborto, de que os fetos não são pessoas com os mesmos direitos naturais de todos os seres humanos do mundo. Em seu livro, Gill escreve: "Assim que diferenciamos ‘humanos’ de ‘pessoas’ criamos o cenário para os horrores mais perversos do homem”, alertou.

Gill lembra que os nazistas usaram essa justificativa, alegando que os judeus são humanos, mas não pessoas. “Esta também é a desculpa usada para a escravidão, alegando que os negros são humanos, mas não pessoas”, apontou.

A autora finaliza citando Hillary Clinton. “Ela disse que acredita que os direitos pessoais começam apenas no nascimento. Em suas próprias palavras, quando concorreu à presidência em 2016: 'O nascituro não tem direitos constitucionais'. O argumento dela reforça que o feto não tem personalidade antes da viabilidade”, observou.

Tanto Gill quanto outros autores de livros que defendem a vida desde a concepção, declaram que “quando os mitos e as falsidades forem destruídos, a sociedade deverá lidar com a verdade devastadora de que o aborto tira a vida de uma pessoa tão real quanto cada um de nós”.

Fonte: Guiame

sábado, 22 de agosto de 2020

Nota de repúdio: Globo exibe música ‘Verdinha’, de Ludmilla, com apologia à maconha

Nota de repúdio

O Movimento #MaconhaNão vem a público manifestar repúdio à tentativa da Rede Globo em fazer apologia descarada ao plantio, tráfico e consumo de drogas, durante programa intitulado “Encontro com Fátima Bernardes”, programa diário, que é exibido no horário da manhã (11h).
A apresentadora Fátima Bernardes trouxe ao palco de seu programa a cantora de funk Ludmilla, que lançou a música Verdinha com letra sobre maconha, claramente uma apologia declarada e abusiva sobre a droga, não somente o uso, mas os crimes de tráfico e plantio, que são previstos no artigo 28 da lei 11.343 de 23 de agosto de 2006.
A cantora aparece como fazendeira em plantação de alface e canta ‘eu fiz um pé lá no meu quintal, tô vendendo a grama da verdinha a um real’.
Apesar da plantação ser de alface, a alusão à maconha é direta, inclusive a cantora e o elenco fumam. A referência é o clipe de Pour It Up, da cantora americana Rihanna.
É abusivo um programa de TV em horário que crianças estão assistindo, um programa que diz ter a função de esclarecer a sociedade sobre diversos assuntos, fazer campanha declarada ao crime, em um momento que a ciência afirma os prejuízos cognitivos que a maconha causa no cérebro do adolescente como é o caso da PESQUISA que foi publicada na REVISTA CIENTÍFICA THE LANCET, que afirma que menores de 17 anos tem risco 60% maior de não terminar o Ensino Médio devido ao uso precoce da maconha.
Outros estudos afirmam prejuízos cerebrais, cognitivos, devido ao fato de crianças e adolescentes ainda estarem em formação. Um estudo recente que avaliou os danos do uso de drogas por adolescentes revelou que a cannabis é mais prejudicial do que o álcool. O motivo para isso está no fato de que a maconha tem efeitos sobre o raciocínio, o comportamento e a memória, mesmo depois que as pessoas param de consumir a droga.
O estudo foi publicado no American Journal of Psychiatry e trouxe dados resultantes do acompanhamento de 3.826 estudantes a partir dos 13 anos de idade, que participaram de avaliações ao longo de quatro anos.
Outro fator a ser pontuado é que neste horário, famílias, crianças e adolescentes estão assistindo essa programação, pais permitem que seus filhos menores assistam TV, pois é um horário “inocente” na concepção das pessoas. Crianças estão sendo alienadas pela programação que tem em muitos programas conteúdos inapropriados, como esse dessa apresentação, que deve ser responsabilizada, por expor crianças a apologia ao crime.
Não podemos aceitar que passe impune mais esse descaso dessa emissora, que vem insistentemente provocando por meio de apologia às drogas toda a sociedade, colocando neste caso crianças expostas ao abuso infantil, já que claramente a musica e as falas da apresentadora e cantora claramente induzem ao uso, plantio, tráfico já que concordam e elogiam a referida musica Verdinha.
Abaixo, veja partes da música:
"Fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real / Eu fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real".
"Sou porra louca / Mas também sou dedicada / Em casa não falta nada / Trabalho pra estudar / Eu tenho alma de pipa avoada / Minha vizinha fala, fala, e não consegue acompanhar / Um dia eu vou poder falar toda verdade / A máscara que vai cair diante da sociedade / Bang, bang / Não me perturba / Vou tacar fogo em mais um / Só pra não ficar maluca"
"Fiquei loucona / Chapadona / Só com a marola / da ruama".
*Marisa Lobo é coordenadora nacional do movimento #MaconhaNão

Fonte: Gospel+

domingo, 16 de agosto de 2020

Juiz decide que fotógrafa cristã não pode ser forçada a trabalhar em casamentos do mesmo sexo


Um juiz federal em Kentucky, estado da região sudeste dos EUA, decidiu que a cidade de Louisville não pode forçar uma fotógrafa cristã a trabalhar em casamentos do mesmo sexo porque a "Constituição não exige uma escolha entre os direitos dos homossexuais e a liberdade de expressão".
O juiz distrital dos EUA, Justin R. Walker, decidiu nesta sexta-feira, 14, que Chelsey Nelson, uma fotógrafa de casamento e blogueira cristã, pode se recusar a fotografar e postar mensagens comemorativas sobre casamentos entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com a firma jurídica cristã Alliance Defending Freedom (ADF, sigla em inglês).
De acordo com um decreto local, conforme interpretado pelos funcionários de Louisville, Nelson enfrentaria penalidades substanciais, incluindo danos, ordens judiciais e relatórios de conformidade, se ela se recusasse a servir a um casal gay.
No entanto, o tribunal considerou: "Assim como gays e lésbicas americanos 'não podem ser tratados como párias sociais ou como inferiores em dignidade e valor', nem os americanos 'com uma fé profunda se exigir que façam coisas que as maiorias legislativas possam considerar impróprias ou rude.' 'Eles também são membros da comunidade.'"
O tribunal escreveu: "E de acordo com a nossa Constituição, o governo não pode forçá-los a marchar, saudar a favor ou criar uma expressão artística que celebre um casamento que sua consciência não tolera. A América é ampla o suficiente para aqueles que aplaudem o casamento do mesmo sexo e aqueles que se recusam a fazê-lo".
Afirmou ainda: "A Constituição não exige uma escolha entre os direitos dos homossexuais e a liberdade de expressão. Exige ambos."
O tribunal também negou o pedido da cidade para rejeitar o processo. Em fevereiro, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos apresentou uma declaração de interesse ao tribunal apoiando Nelson e sua liberdade artística.
Nelson só fotografa casamentos entre um homem e uma mulher devido à sua crença cristã, o que a portaria não permitiria, segundo autoridades municipais.
Segundo a lei, Chelsey não pode explicar aos clientes como suas crenças religiosas sobre o casamento afetam as escolhas artísticas que ela faz. Ela não consegue nem incluir essas crenças em seu site ou redes social.
"Esta interpretação da lei é uma violação da liberdade de expressão e de religião protegida constitucionalmente por Chelsey", disse a ADF em um comunicado. "E deve preocupar todos os que valorizam os direitos que temos na América de viver e trabalhar de forma consistente com nossas crenças, livre de punições governamentais".
O conselheiro sênior da ADF, Jonathan Scruggs, argumentou perante o tribunal, dizendo: "Assim como todo americano, fotógrafos e escritores como Chelsey deveriam ser livres para viver e trabalhar pacificamente de acordo com sua fé, sem medo de punições injustas do governo. O tribunal estava certo em suspender a aplicação da lei de Louisville contra Chelsey enquanto seu caso avança. Ela serve a todos. Ela simplesmente não pode endossar ou participar de cerimônias às quais se opõe, e a cidade não tem o direito de eliminar o controle editorial que ela tem sobre suas próprias fotos e blogs".

O ADF disse: "Se o governo pode nos dizer o que pensar, o que fazer e o que dizer, então não vivemos em uma América livre".
Folha Gospel com informações de The Christian Post

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Humorista canta que Jesus é gay e comunidade LGBT fica enfurecida

Um humorista francês despertou a fúria da comunidade LGBT por fazer uma paródia com um hino cristão dizendo que Jesus é um "viado". A emissora que levou o stand up ao ar pediu desculpas à militância, mas não se retratou com cristãos do país.
A emissora de rádio France Inter emitiu uma nota desculpando-se com a militância LGBT pelo uso de termos chulos por parte do comediante Fréderic Fromet para se referir à homossexualidade que ele atribuiu a Jesus Cristo.
O programa de rádio, transmitido também pelo YouTube, abre espaço para Fromet apresentar suas paródias, que no dia 10 de janeiro teve como base a música Jesus Está Voltando, que foi tema de um filme francês de comédia de 1988 chamado La Vie est un Long Fleuve Tranquille ("A Vida É um Longo Rio Tranquilo", em tradução livre).
A letra da paródia dizia "Jesus, Jesus, Jesus é um viado, não vejo por que isso te incomodaria […] Jesus, Jesus, Jesus é viado, LGBT, do alto da cruz porque o pregaste, porque não o f******", informa o portal francês Le Parisien.
Enquanto Fromet cantava, os apresentadores do programa não continham suas risadas. No canal da emissora no YouTube, a descrição do vídeo faz menção à polêmica com o Porta dos Fundos: "Um juiz brasileiro proibiu A Primeira Tentação de Cristo, uma ficção em que Jesus parece ter um relacionamento homossexual. Felizmente na França, os católicos são muito mais abertos!", tripudia o programa.
Assim que a transmissão repercutiu nas redes sociais, um grupo de ativistas LGBT fez uma denúncia contra o programa de rádio. O presidente do Comitê Idaho France, Alexandre Marcel, declarou que havia denunciado o humorista e a emissora de rádio à Promotoria de Paris por homofobia.
"Se Jesus, Maomé ou Buda são homossexuais, trans, bissexuais ou queer, não nos incomoda; mas calúnias homofóbicas serem usadas para falar sobre suas orientações sexuais nos incomoda e nos choca", disse Marcel.
Diante do rebuliço, o humorista Frédéric Fromet pediu desculpas à comunidade LGBT pela paródia: "Fui tão incompreendido que até me deparei com uma associação LGBT. Então a culpa é minha. Eu admito prontamente. Peço desculpas às pessoas que machuquei, enquanto reivindico o meu direito de cometer erros em um exercício que permanece muito perigoso", afirmou.
ANÚNCIO
A menção ao alto risco de fazer humor na França se deve, dentre outros fatos, ao episódio em que extremistas muçulmanos invadiram a sede da revista Charlie Hebdo em janeiro de 2015, matando jornalistas e chargistas a tiros, num atentado que reagiu à insistência do veículo em publicar edições com sátiras que eram consideradas ofensivas pelos islâmicos.
A prontidão da emissora e do humorista em se desculparem com a militância LGBT não passou despercebida de um político conservador francês. Robert Menard, prefeito de Beziers, apontou a covardia de Fromet, que teria escolhido Jesus para sua piada porque não teria coragem de insultar grupos religiosos que reagem com violência a esse tipo de provocação.
“Os ‘rebeldes’ do nosso tempo: covardes, submissos, sem talento”, escreveu Menard no Twitter. Segundo o político, Fromet atacou a fé cristã porque não gostaria de enfrentar o “disparo de um [fuzil] Kalashnikov”, finalizou.
Fonte: Gospel+

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