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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Suíça: Pessoas “sem religião” ultrapassam os religiosos pela primeira vez


Nos últimos 50 anos, a proporção de "nenhuma" afiliação religiosa entre a população suíça tem crescido constantemente.


Pela primeira vez na história suíça, o número de pessoas sem afiliação religiosa superou aqueles que seguem uma religião, conforme indicado pelas estatísticas do Serviço Federal de Estatística Suíço (FSO).

Em 2022, aqueles sem filiação religiosa, com uma proporção de 34%, ultrapassaram numericamente os católicos romanos (32%) e os protestantes reformados (21%), grupos que vêm diminuindo em tamanho nos últimos anos.

Os entrevistados restantes indicaram ser muçulmanos (5,9%) ou pertencer a outras comunidades cristãs (5,6%).

Ao longo das últimas cinco décadas, a parcela da população suíça identificada como "nenhuma" afiliação religiosa tem experimentado um crescimento constante. Partindo de apenas 1% em 1970, essa proporção alcançou 20% em 2010 e, desde então, aumentou mais de 13 pontos percentuais.

Região, idade e sexo

As estatísticas revelam variações significativas de cantão para cantão [região administrativa suíça]. Nas cidades de Basileia (56%) e Neuchâtel (53%), a maioria da população não possui afiliação religiosa, contrastando com os cantões centrais da Suíça, como Nidwalden (24%), Obwalden (22%) e Uri (19%), onde a proporção é inferior à metade.

A menor percentagem de não crentes é observada no Cantão de Appenzell Innerrhoden (15%), que mantém uma forte tradição católica romana.

Os indivíduos sem filiação religiosa, identificados como "nenhum", também apresentam uma distribuição etária distinta.

Apenas 16% daqueles com 75 anos ou mais não possuem afiliação religiosa. Em termos proporcionais, a faixa etária mais expressiva para pessoas sem filiação religiosa situa-se entre os 25 e 34 anos, totalizando 42%. Além disso, a ausência de afiliação religiosa é mais prevalente entre os homens, representando 36%, em comparação com as mulheres, que correspondem a 31%.

Razões para abandonar a religião

O estudo indica que uma parcela significativa só abandonou a religião em fases mais avançadas da vida. Aproximadamente metade deles tinha anteriormente filiação à Igreja Católica Romana, enquanto 40% eram membros da Igreja Protestante (ERKS nacional).

A razão principal para a renúncia é a perda de fé ou a ausência dela, conforme indicado pelo estudo (15% e 17%, respectivamente). Outro terço não estava de acordo com as declarações e opiniões sobre determinadas questões da comunidade religiosa à qual pertenciam.

Além disso, pouco menos de um terço das pessoas sem filiação religiosa se identificam como algo ou definitivamente espirituais.

A religião ou espiritualidade também têm um papel considerável ou muito importante em algumas situações para pessoas sem afiliação religiosa, como em momentos difíceis da vida (28%) ou em casos de doença (22%). Aproximadamente 30% desses indivíduos não acreditam em um ou mais deuses, mas sim em um poder superior.

Evangélicos: qual é a nossa missão aqui

Com base nestes dados, os cristãos evangélicos que são membros de igrejas livres, incluindo batistas, irmãos, pentecostais, independentes, entre outros, estão agrupados dentro dos 5,6% das "outras comunidades cristãs".

O codiretor da Aliança Evangélica Suíça declarou ao Evangelical Focus em 2020 sua observação sobre o processo de secularização "rápido e radical" na Suíça.

De acordo com Andi Bachmann-Roth, aproximadamente 200 mil evangélicos estão presentes na Suíça, em uma população total de mais de 8,7 milhões de pessoas.

"Percebemos que agora somos minoria e isso às vezes pode levar à frustração. Mas em todo este recuo vejo sobretudo uma oportunidade. Obriga-nos a perguntar-nos novamente: por que estamos aqui como cristãos? E qual é a nossa missão?", disse nesta entrevista.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Aumenta o número de homens sem amigos próximos, diz estudo


O número de homens que não tem amigos próximos cresceu, revelou uma pesquisa, que comparou dados de três décadas atrás para embasar o estudo.


A mudança social vivenciada pelo mundo resultou em um aumento de cinco vezes o número de homens que declaram não ter amigos próximos, segundo o estudo conduzido pelo instituto Survey Center on American Life.

O estudo, realizado entre 14 e 23 de maio, envolveu entrevistas com uma amostra aleatória de 2.019 adultos que vivem nos Estados Unidos e mostra que apenas 59% dos entrevistados, em geral, relatam ter um melhor amigo hoje, em comparação com 77% em 1990.

Há 30 anos, 55% dos homens diziam ter pelo menos seis amigos próximos, cenário completamente diferente atualmente: apenas 27% dos homens agora relatam o mesmo.

Cerca de 15% agora dizem que não têm amigos íntimos, em comparação com 3% em 1990, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Refúgio na família

Daniel A. Cox, pesquisador de opinião pública e diretor do instituto, disse que embora as mulheres também tenham experimentado um declínio nas amizades, apenas 10% relataram não ter amigos próximos.

Ele explicou que o declínio nas amizades íntimas é especialmente preocupante para jovens adultos e solteiros que tradicionalmente dependem de seus amigos para apoio emocional e pessoal.

Com a tendência de mudança, os dados mostram que os jovens estão cada vez mais se voltando para os pais em busca de apoio, à medida que a rede de amigos diminui.

Cerca de 45% dos rapazes relataram recorrer a amigos em busca de apoio quando enfrentavam problemas pessoais em 1990, em comparação com 22% que o fazem hoje. Cerca de 36% dizem que a primeira pessoa a quem pedem ajuda são os pais.

Isolamento faz mal

Entre as forças destacadas como fatores causadores da tendência de mudança nas amizades estão as pessoas que se casam mais tarde e têm maior mobilidade geográfica.

Estudos também mostram que os pais estão gastando duas vezes mais tempo com seus filhos do que as gerações anteriores e trabalham mais horas.

O estudo mostra que cerca de 53% dos entrevistados afirmam que a primeira pessoa com quem conversam quando têm um problema pessoal é seu cônjuge ou parceiro.

Para os homens, de acordo com um estudo anterior, são as mulheres que carregam o fardo da falta de sua falta de amizades.

“Os homens geralmente não se esforçam para manter amizades depois de casados”, disse a artista Lindsay Johnson, ilustrando um cenário.

“Os caras do trabalho são as únicas pessoas – além de mim – com quem meu marido fala, então quando alguns desses homens se aposentam, eles esperam que suas esposas sejam sua fonte de entretenimento e até ficam com ciúmes por terem uma vida”, contextualizou.

O Dr. Geoffrey Greif, sociólogo e autor deu um livro sobre o tema, intitulado Buddy System: Understanding Male Friendships (“Sistema de camaradagem: compreendendo as amizades masculinas”, em tradução livre), explicou que os homens desenvolvem amizades trabalhando ou fazendo coisas juntos, como assistir esportes e ir a eventos.

Entretanto, ele fez uma ponderação: “À medida que envelhecemos e assumimos mais responsabilidades no trabalho e em casa, os homens normalmente têm menos tempo para essas atividades compartilhadas, o que pode ser isolador”.

Ter amigos, explicou à publicação, “é um componente crítico de uma vida saudável, tanto para homens quanto para mulheres”. Os benefícios de saúde de ter amigos incluem: redução da pressão arterial, menor índice de massa corporal, menor probabilidade de sofrer de depressão e viver até 22% mais.

“O AMIGO AMA EM TODOS OS MOMENTOS; É UM IRMÃO NA ADVERSIDADE”. –PROVÉRBIOS 17:17

Fonte: Gospel+

domingo, 6 de dezembro de 2020

Eleitor brasileiro tem 60 dias para justificar ausência em votação - Veja aqui

 


O eleitor que não compareceu às eleições realizadas no último domingo (30) tem até 60 dias para justificar a ausência na Justiça Eleitoral. A justificativa deverá conter a documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. 

A requisição pode ser feita por meio do aplicativo de celular e-Título, pelo Sistema Justifica ou por meio do comparecimento a um cartório eleitoral para a entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), que pode ser preenchido aqui.

O requerimento pode ser enviado pelos correios ao juiz da zona eleitoral na qual o eleitor for inscrito, acompanhado da documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito. Veja a relação das zonas eleitorais.

O eleitor que deixou de votar e não justificou a ausência no dia da eleição poderá apresentar justificativa até 14 de janeiro de 2021 (ausência no primeiro turno) e até 28 de janeiro de 2021 (ausência no segundo turno).

O acolhimento ou não da justificativa apresentada ficará a critério do juiz da zona eleitoral em que o eleitor for inscrito. Enquanto não regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral, o eleitor não poderá, entre outras coisas, obter passaporte ou carteira de identidade e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial.

Fonte: Agência Brasil por Bruno Bocchini – Edição: Graça Adjuto – Foto: Antonio Augusto / Ascom TSE via Público A

domingo, 12 de julho de 2020

Uganda não registra mortos pelo Covid-19 e Parlamento agradece a Deus em oração

A Uganda, país situado na África, não registrou nenhuma morte por Covid-19, e isso foi motivo de orações de agradecimento.
Na última quinta feira (9), por exemplo, parlamentares de várias denominações se reuniram em oração durante o início da 5° e última reunião do parlamento.
A oração foi dirigida por Rebeca Kadaga, que é a presidente. Ela disse que além de estar agradecida, porque não houve nenhuma morte por coronavírus, também era grata pelos parlamentares serem tão produtivos em seus trabalhos.
Ela segue confiante e quer pedir ao governo a liberação dos cultos, seguindo todas as precauções necessárias de combate ao vírus.
"O fato de termos nos reunido aqui para orar é um testemunho de que podemos chegar a um acordo para orações científicas nos locais religiosos de culto", disse ela.
Receba também falou da sua gratidão pelo fato das equipes de saúde não esmorecerem e entregarem cada uma o seu trabalho com responsabilidade.
"A maioria dos funcionários trabalha em casa com apenas alguns na estação e entregou excepcionalmente, independentemente das circunstâncias", acrescentou, segundo informações do Parliament.
Mas devido aos bloqueios de algumas regiões, por causa do isolamento, a consultora de gestão do governo, Cecilia Ogwal (FDC, distrito de Dokolo), afirmou que aconteceram várias mortes de outra natureza.
"Perdemos mães grávidas devido a restrições de transporte e as pessoas foram mortas pelo pessoal da Unidade de Defesa Local reprimindo suspeitos de violar as diretrizes de bloqueio pandêmico", disse Ogwal.
As orações também foram focadas na harmonia entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, para que a boa e comunicação permaneça. Quem dirigiu essa oração foi Mary Karooro Okurut, que é o Ministro responsável pelos deveres gerais.
A diretora do gabinete do líder da oposição, Ruth Byoona, orou pelos funcionários públicos, para que permaneçam íntegros em seus ofícios e exerçam com dedicação e responsabilidade.
"Oramos por funcionários públicos que não sejam corruptos, não busquem auto engrandecimento ou procurem usar suas posições para acumular riqueza", destacou.
A Uganda também tem registros de ataques por perseguição religiosa e o fato de seus parlamentares se reunirem para orar em reconhecimento do cuidado de Deus pelo seu povo é um ponto bastante positivo.
Fonte: Gospel+

domingo, 21 de julho de 2019

Flordelis justifica ausência em homenagem a pastor

Passeata em memória a Anderson do Carmo ocorreu na manhã deste domingo

A deputada federal Flordelis publicou um vídeo, na tarde deste domingo (21), pedindo orações e ainda justificou por que não esteve no ato de homenagem ao pastor Anderson do Carmo, que ocorreu também neste domingo.
– Eu estou aqui para agradecer a todo o apoio e orações que estou recebendo. Quero dizer para você, continue orando, porque eu creio no poder da oração. Hoje está acontecendo um protesto de pedido de justiça. Eu creio que a justiça para esse crime cruel e covarde que foi feito com o meu marido vai acontecer. Eu só não fui lá pessoalmente porque estão explorando demais a minha imagem e a minha dor. Mas eu creio que a justiça será feita – declarou Flordelis.
Amigos e familiares se reuniram nesta manhã em memória ao pastor, que foi assassinado no dia 16 de junho, e também pediram justiça para o crime. Eles caminharam até o cemitério onde o religioso está enterrado e soltaram balões brancos.

O CASO
O pastor Anderson do Carmo foi assassinado na madrugada do dia 16 de junho na garagem de casa, em Pendotiba, Niterói (RJ). O laudo mostrou 30 perfurações pelo corpo, a maior parte nas costas, peito e região da virilha. Anderson era casado há 25 anos com Flordelis, pastora e deputada federal pelo Rio de Janeiro. Sempre ao lado da esposa, ele atuava como secretário-geral do PSD no Estado.

Dois filhos da pastora estão presos preventivamente, Lucas dos Santos, de 18 anos, e Flávio dos Santos Rodrigues, de 38 anos. O mais velho assumiu ter efetuado seis tiros. Lucas teria ajudado comprando a arma, mas não estaria em casa no momento dos disparos. Os agentes ainda estão investigando os pontos contraditórios.
Um terceiro filho teria afirmado, em depoimento, que não ouviu discussão, barulho de carro ou moto em fuga. Que quando chegou na cena do crime encontrou o irmão Flávio próximo ao pai, caído. Ele garantiu ainda que o celular de Anderson, que está sumido, foi entregue a Flordelis.
Ainda em depoimento, o filho disse que o pastor já recebeu uma mensagem com ameaça de morte e uma das irmãs ofereceu R$ 10 mil a Lucas para que cometesse o crime. Flordelis e três filhas já teriam colocado remédios na comida de Anderson, por isso, sua saúde estava debilitada.
Fonte: Pleno News
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