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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Jornalista da 'Época' menospreza infanticídio indígena e morte de recém-nascidos


A revista Época está tentando desviar o foco do infanticídio indígena para acusar a ministra Damares Alves do sequestro de uma criança.


Na última quinta-feira (31), uma jornalista da revista Época menosprezou o infanticídio indígena e também o assassinato de recém-nascidos ao tentar "desmentir" Damares Alves sobre o relato de Lulu, a garota resgatada pela ministra.

Na época do resgate, Damares ainda não tinha cargo no governo, mas já era ativista em defesa das crianças indígenas.

Tentando "desmentir" Damares, a jornalista Natália Portinari acaba menosprezando duas práticas horrendas de uma só vez: o infanticídio indígena e a morte de recém-nascidos.

"Estive no Xingu e ouvi a família de Lulu, a menina adotada por Damares, para a @RevistaEpoca. (1) segundo a ministra, Lulu foi adotada aos 6 anos. É preciso que fique claro: Lulu não foi salva de ser enterrada por Damares. Isso só ocorre com recém-nascidos", afirmou ela em uma sequência de posts no Twitter.

A repercussão das declarações de Natália no Twitter foi notavelmente negativa.
"Índios Kamayurás enterram vivos recém-nascidos doentes ou com deficiência. Mas para a @RevistaEpoca malvada é a ministra Damares q adotou uma menina da tribo, salvando-a de ser enterrada viva. Enterrem a maldita imprensa esquerdopata! É só o que falta, pois morreu faz tempo!", comentou um usuário da rede social.

"Ser enterrada (...) só ocorre com recém-nascidos'. E a jornalista ainda declara isso com a maior naturalidade do mundo...", comentou outro perfil.

"A Damares Alves salva crianças que foram enterradas vivas, o que a imprensa faz?[ ] investiga essa prática indígena nefasta pra ajudar a pôr fim [ x ] investiga se Damares salvou ou sequestrou", ironizou outro usuário.

No documentário "Hakani", por exemplo, imagens mostram que o infanticídio indígena não ocorre "só com recém-nascidos", como informou Natália. Ainda que fosse como ela destacou, este não continuaria sendo um grande problema?

Natália diz que participou da produção da reportagem publicada pela revista Época e também sustenta a teoria de que Lulu foi "sequestrada" por Damares. Porém, índios da própria tribo desmentem a informação.

Fonte: Guiame

Clique no vídeo abaixo para conferir o documentário "Hakani":



quarta-feira, 21 de março de 2018

Lula "fecha o corpo" em ritual de cerimônia indígena

O ex-presidente Lula esteve de um "ritual de proteção", realizado por representantes de mais de 20 etnias, incluindo diversos pajés.
O evento aconteceu na última quinta-feira, 15, em Salvador, no Fórum Social Mundial, porém somente agora as imagens foram divulgadas, conforme noticiou o Jornal Estado de São Paulo.


Conforme a imprensa, o objetivo da cerimônia seria "afugentar o fantasma da cadeia que o atormenta", recebendo, ao som de cânticos e chocalhos, uma fumaça ritual que garantiria proteção espiritual sobre seu corpo. Pela fisionomia, parece que Lula não estava gostando muito.

Os líderes indígenas apresentaram ao ex presidente, uma pauta de reivindicações dos povos indígenas, onde a priorizam a demarcação de territórios.
Lula está condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá.
Assista aqui:

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