Mostrando postagens com marcador Jornalista. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jornalista. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de abril de 2025

Pr. ERIVALDO DE JESUS conta sua história no podcast "Confradesp em Revista"





Pr. Erivaldo de Jesus conta a história da sua vida, conversão e ministério ao Pr. Tiago Bertulino no Confradesp em Revista



No Episódio 12 do Podcast da CONFRADESP, "CONFRADESP EM REVISTA", você conhece a história de vida, o testemunho de conversão do Pastor Erivaldo de Jesus, que em um bate-papo bem descontraído com o Jornalista Tiago Bertulino, em quase uma hora e meia, deu detalhes de como conheceu Jesus, os ministérios por onde passou até chegar na AD Belém SP, de onde veio sua motivação para comentar a Bíblia do Pregador Pentecostal.

Por volta de 27 minutos do podcast, Pr. Erivaldo de Jesus fala da sua consagração como Evangelista em 1.993 na COMADESPE e cita patriarcas que lideravam a convenção à época.

De forma espontânea o jornalista e pastor Tiago Bertulino também descobre como surgiu o característico bordão "está escrito...", e muito mais.

Atualmente o Pr. Erivaldo de Jesus está cooperando na obra de Deus como Pastor Setorial da Assembleia de Deus em São Paulo - Ministério do Belém, Setor 18 - Vila Espanhola.

O podcast revela uma inspiradora história de vida, conversão e chamada ministerial que vale a pena conferir.

ASSISTA AQUI NA ÍNTEGRA

quinta-feira, 11 de julho de 2024

“Narcomilícia evangélica”: teólogo diz que não dá para ser bandido e cristão



Gutierres Fernandes destaca que líderes e membros de comunidades evangélicas devem se posicionar e dizer com clareza que não há compatibilidade entre crime e fé



O jornalista e teólogo Gutierres Fernandes Siqueira, autor do livro "Quem tem medo dos evangélicos? Religião e democracia no Brasil de hoje", defende que líderes e membros de comunidades evangélicas devem se posicionar e afirmar com clareza que não existe compatibilidade entre crime e fé, pois não é possível ser cristão e ser bandido ao mesmo tempo, ou impor violência nas comunidades – inclusive a outros cultos religiosos – e se dizer servo do Senhor.

Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Ministério do Belém, em São Paulo (SP), Gutierres Siqueira comenta que a ligação entre traficantes e religião é uma questão cultural da América Latina mas que, no Brasil, existe preconceito contra evangélicos, que são alvo de generalizações – o que contribui para o surgimento de termos como "narcomilícias evangélicas", dito recentemente pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em entrevista exclusiva a Comunhão, Gutierres Siqueira admitiu a relação entre alguns traficantes do Rio de Janeiro e igrejas evangélicas e apontou os perigos dessa situação. Confira a seguir.

Comunhão As estimativas indicam que, daqui a alguns anos, os evangélicos serão maioria no país. Quais serão os principais reflexos disso para o Brasil?

É difícil falar como será exatamente o Brasil evangélico, ou de maioria evangélica, algo que deve começar a partir da década de 2030, mas eu apostaria que a tendência, depois disso, é um platô, é um crescimento baixíssimo ou até uma estagnação. E que a gente ficará com uma composição bem clara no Brasil, de pessoas sem religião – um número grande –, uma quantidade grande ainda de católicos e um grande número de evangélicos, sendo maioria. O Brasil vai continuar sendo um país de cultura católica, porque a formação dos últimos 500 anos foi católica. Isso não vai se desfazer de uma hora para outra. Esse processo levará muito tempo ainda. O Brasil evangélico tende, sim, a inserir alguns valores cristãos na sociedade, como já vem inserindo. Um exemplo disso é a visão empreendedora que os evangélicos têm e que até se reflete na economia. Apesar disso, a alma nacional não vai se tornar evangélica, pelo menos não ainda. Isso vai requerer um longo processo.

Hoje, na sua opinião, quais são as principais percepções errôneas em relação aos evangélicos?

Eu creio que o principal erro de percepção da elite cultural brasileira é ler os evangélicos apenas como um grupo político. Embora a política esteja permeando boa parte do discurso público dos evangélicos, o que move o crescimento da igreja evangélica, isso nas últimas décadas, é uma percepção de que ela oferece uma mensagem de conforto e apoio espiritual. As pessoas não estão indo à igreja por causa de política. Pelo contrário, a política pode até eventualmente afastá-las. As pessoas estão buscando o Evangelho como um meio de conforto que elas não encontram em outros lugares.

Por que ainda há tanto preconceito contra os evangélicos, mesmo em um cenário de grande ascensão?

O preconceito sempre nasce do desconhecido. A elite cultural brasileira ainda nutre preconceito contra os evangélicos porque no seu ciclo social não há muitos evangélicos. Eles não os conhecem. Os evangélicos não são parte do grupo de amigos, de parentes, de professores, de pessoas que frequentam os mesmos restaurantes que eles. São pessoas que não são do seu convívio social, só têm aquela relação burocrática. Não é uma relação de amizade, não é uma relação de integração. Por isso, eu posso falar que são dois mundos completamente diferentes, ainda que habitem lado a lado.

Deve-se a esse preconceito, na sua opinião, a questão levantada recentemente pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, sobre as narcomilícias evangélicas?

Eu acho que a fala do ministro Gilmar Mendes foi descuidada, generalizante. Ele colocou ali um problema bem localizado do Rio de Janeiro de uma forma que parece ser um problema maior do que ele desenhou. A narcomilícia, de fato, é um problema, e as igrejas deveriam protestar contra isso, mas não é um problema necessariamente religioso. É um problema da situação da segurança do Rio de Janeiro, em que diversos grupos vão se formando em torno da violência e vão buscando a sua própria identidade. É bom lembrar que, no Rio de Janeiro, há milícias e tráfico de drogas há muitos anos. São ligados a grupos como jogo de bicho, escolas de samba e outras organizações sociais. Então, não é um problema necessariamente religioso. É um problema da organização social da cidade do Rio de Janeiro.

Quais são os principais problemas em relação a essa nomenclatura/classificação? Por que é uma fala preconceituosa e injusta?

Eu tenho dificuldade com o termo narcomilícia evangélica, ou traficantes evangélicos, porque "traficante religioso" é algo muito cultural, é da cultura latina. Vemos na mídia traficantes mexicanos que veneram santos, traficantes colombianos que se dizem católicos fervorosos. A máfia italiana até ajudava a construir igrejas. Antigamente, no caso do Brasil mesmo, no Rio de Janeiro, a ligação maior dos traficantes era com o candomblé, com as religiões de matriz africana, onde eles iam buscar proteção, o "fechamento do corpo". Agora, eles estão buscando isso nas igrejas evangélicas, mas a ideia supersticiosa é exatamente a mesma. Então, isso é um problema, acima de tudo, cultural.

Quais os riscos dessa associação entre o tráfico e a religião evangélica no Rio de Janeiro? 

É claro que existem, sim, alguns traficantes que usam a linguagem evangélica, especialmente no Complexo de Israel, no Rio de Janeiro, o que é extremamente perigoso, porque usam, inclusive, o discurso de visões, sonhos, como o "escolhido de Deus" para uma determinada missão. Então, é claro que, embora isso não seja culpa diretamente dos evangélicos, o discurso evangélico, uma vez inserido em um contexto de poder e violência, é extremamente perigoso. E devemos ficar bastante atentos para que esse processo não saia, ou pelo menos não se expanda, além daquilo que já é, ou que já existe ali no Rio de Janeiro.

Como lideranças e instituições evangélicas devem responder à associação entre narcotráfico, milícias e fé?

Eu acho que a liderança evangélica, é claro, tem que se defender e mostrar que não é meramente um problema religioso a figura do "traficante evangélico", entre aspas, mas também não precisa ficar só na defensiva. É preciso reafirmar os valores do Evangelho na sociedade. É preciso afirmar, com muita clareza, que não existe compatibilidade entre crime e fé, que não existe modo de ser cristão e ser bandido, que não existe modo nenhum de impor violência, impor inclusive violência a outros cultos religiosos nas comunidades, e se dizer um servo do Senhor.

Qual é a principal mensagem que o senhor gostaria que os leitores levassem em relação ao tema narcotráfico e “milícias evangélicas”?

Sobre o tema da milícia evangélica, os leitores devem ter ciência de que o problema existe, ele é bem localizado, em um contexto do Rio de Janeiro, e que esse problema deve ser combatido junto com uma revolução na segurança pública do Estado. É inadmissível termos, ainda, bairros e comunidades inteiras sob o domínio de bandidos, sejam eles religiosos ou não, sejam eles ligados à escola de samba ou a milícias de policiais.

Como autoridades governamentais, lideranças religiosas e sociedade civil devem abordar essa questão?

A questão é que o Rio de Janeiro precisa urgentemente rever o seu papel de Estado e se fazer presente em todas as sociedades, em todas as comunidades. Enquanto isso não existir, veremos barbaridades e situações bizarras como essa, como aqueles que são bandidos, literalmente, mas que se identificam com outros grupos sociais.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Morre a jornalista Cristiane Daciolo, mulher do ex-presidenciável Cabo Daciolo




Nota de Falecimento - Cristiane Daciolo - Esposa do Cabo Daciolo


Na madrugada de terça-feira, 29 de agosto, a jornalista Cristiane Daciolo, esposa do ex-deputado federal Cabo Daciolo, faleceu após uma longa e corajosa batalha contra o câncer. O casal, que estava junto há mais de 20 anos, deixa três filhos.

Cristiane foi diagnosticada com leucemia em 2018 e desde então enfrentou uma difícil jornada de tratamentos, incluindo um transplante de medula óssea.

A notícia de sua partida foi inicialmente compartilhada pelo jornalista Geremias Couto, um amigo próximo da família.

O político Cabo Daciolo frequentemente expressava seu amor e admiração por sua esposa em suas redes sociais, compartilhando fotos e mensagens de carinho.

Durante as eleições presidenciais de 2018, Cabo Daciolo conquistou a simpatia de muitos brasileiros por sua autenticidade e franqueza. Embora não tenha vencido as eleições, ele obteve uma quantidade significativa de votos, superando políticos renomados.

A notícia do falecimento de Cristiane gerou uma onda de comoção nas redes sociais, com mensagens de apoio e solidariedade inundando o perfil de Cabo Daciolo no Instagram.

"Batalhou contra o câncer mas hoje Deus a recolheu! Todas as vezes que nos encontramos foi para orar no monte e em casa, mas ela estava sempre ligada aos céus! Vamos orar para que o Senhor console o coração do Daciolo e de seus filhos", destacou a pastora Priscila Seixas.

A partida de Cristiane Daciolo é um lembrete do impacto que o câncer tem nas vidas das pessoas e da importância de continuar a busca por tratamentos e curas para essa doença devastadora.


Com informações: Life News e O Globo




segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Pr. Almir Júnior é entrevistado pelo Programa Cubatão e Sua Gente da TV Câmara



Neste episódio do Programa Cubatão e Sua Gente, veiculado pela TV Câmara, você vai conhecer a linda história do Jornalista e pastor Almir Junior, nascido e criado na Cota 200.

Almir Júnior serve a Deus como coordenador do Departamento de Comunicação da AD Cubatão SP e da COMADESPE, Pastor Setorial no Setor "9"- Vila Esperança, Presidente do Conselho da Juventude da COMADESPE, e Membro do Conselho Nacional da Juventude da CGADB.

Almir Júnior sempre aproveitou as oportunidades para servir, tanto como jornalista, como obreiro na Igreja, e portanto se tornou um destaque na Cidade.


ASSISTA AQUI










quarta-feira, 26 de abril de 2023

Jornalista da Globo bloqueia seguidor que contestou pauta LGBT com valores bíblicos



O jornalista Marcelo Cosme, que trabalha para a Globo News, fez uma publicação nas redes sociais defendendo a ideologia LGBT como uma forma de militância política. Ao receber um contraponto de um seguidor que enfatizou valores bíblicos, reagiu de forma intolerante anunciando o bloqueio do mesmo.


Marcelo Cosme é homossexual e vive em uma união civil com o médico Frankel Brandão. Na publicação feita no Instagram, o jornalista global afirmou que "ser bicha é um ato político", reproduzindo a frase do filósofo espanhol Paco Vidarte.

No restante da legenda, o jornalista repetiu um dos principais lemas da militância, dizendo que "o Brasil é o país que mais mata LGBT" e que emprestar "sua voz e sua cara" para o movimento seria uma forma de contribuir para o fim da violência e combater "o ódio".

Diante de todo esse discurso, um seguidor decidiu que faria um contraponto e terminou por suscitar a ira do jornalista militante: "Deus nos chamou para gerar frutos não para ser árvores infrutíferas", escreveu.

A reação de Marcelo Cosme foi imediata e intolerante: "Bloqueado!". A ideia de promover formas de combate ao "ódio" proposta ficou comprometida diante da falta de flexibilidade do ativista em conviver com o pensamento divergente no ambiente das redes sociais.

De acordo com informações do portal Pleno News, a decisão de bloquear o divergente e impedir o debate foi alvo de muitas críticas de outros seguidores do jornalista, que também recebeu manifestações de apoio por parte dos que concordam com sua visão de mundo.


Fonte: Pleno News

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Tensão marca funeral de jornalista cristã morta com tiro em Jerusalém


Shireen Abu Aqleh, do canal Al Jazeera, foi atingida enquanto cobria operação militar

Acontece nesta nesta sexta-feira (13), sob tensões, o funeral da repórter palestina-americana Shireen Abu Aqleh, morta nesta quarta (11), enquanto cobria uma operação do exército israelense no campo de refugiados palestinos de Jenin, na Cisjordânia.

Antes do início ao funeral, centenas de pessoas se reuniram em frente ao hospital Saint Joseph, em Jerusalém, para acompanhar, em um trajeto a pé, a ida do caixão de Abu Akleh para a Igreja Ortodoxa Grega. A polícia israelense acompanhou o cortejo e bloqueios policiais foram montados na área.

Após conflitos com a população, a polícia decidiu que o transporte seria feito de carro. O corpo foi levado de volta ao hospital e depois transportado de carro, segundo a Al Jazeera.

Depois de velado, o corpo da jornalista, que era cristã e nascida em Jerusalém Leste, será sepultado próximo ao local onde seus pais estão enterrados, em um cemitério na área da Cidade Antiga de Jerusalém.

As circunstâncias da morte de Shireen Abu Aqleh seguem obscuras. O canal Al Jazeera acusa as forças de Israel de ser a responsável pelos disparos que mataram a repórter “deliberadamente e a sangue frio”. O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, por outro lado, nega que o exército tenha aberto fogo contra os profissionais de imprensa e diz que a correspondente provavelmente foi atingida por tiros palestinos.

Uma primeira autópsia foi realizada na Cisjordânia logo após sua morte, mas nenhuma conclusão final foi divulgada. A morte da repórter provocou uma onda de comoção nos territórios palestinos, onde suas reportagens são acompanhadas há mais de duas décadas.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Morre o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor, aos 81 anos


Arnaldo Jabor estava internado desde o dia 17 de dezembro do ano passado no Hospital Sírio-Libanês

Morreu, na madrugada desta terça-feira (15), aos 81 anos, o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor. O carioca estava internado desde o dia 17 de dezembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com a família, a morte foi causada por complicações do AVC.

No final de dezembro, um boletim médico havia apontado que Jabor teve uma melhora progressiva do quadro neurológico e encontrava-se consciente.

SOBRE ARNALDO JABOR

Além de trabalhar como jornalista e analista político, Jabor também atuou como produtor, cineasta, roteirista e dramaturgo. Ele faz parte da equipe de colunistas dos telejornais da TV Globo desde 1991, mas, antes de trabalhar na emissora, ele seguia carreira no cinema, onde teve como principal trabalho a direção do filme Eu Sei Que Vou Te Amar, de 1986.

Além dessa obra, que chegou a ser indicada à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes, Jabor trabalhou nos filmes Toda a Nudez Será Castigada (1973), O Casamento (1975) e A Opinião Pública (1967). No cinema, Jabor dirigiu sete longas, dois curtas e dois documentários.

Nos anos 90, Jabor se afastou do cinema por “força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional”, segundo seu site oficial.

A partir de 1991, Jabor passou a escrever crônicas para jornais e a fazer comentários políticos em programas de TV da Globo.

No Jornal da Globo, dividia os comentários com Paulo Francis e Joelmir Beting. A partir dos anos 2000, assumiu sozinho a coluna. Em 2010, voltou a filmar depois de 24 anos afastado do cinema, quando assinou o roteiro e a direção de A Suprema Felicidade. O filme foi indicado e levou categorias técnicas (direção de arte, figurino) em festivais brasileiros e internacionais.

Durante a pandemia de Covid-19, Jabor continuou gravando as colunas para o Jornal da Globo em casa. Recentemente, o jornalista tinha voltado para a redação da TV Globo, em São Paulo.

O último comentário feito por ele foi ao ar no dia 18 de novembro.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

“Vou continuar a lutar de forma cristã”, diz jornalista presa na China em greve de fome


Presa por reportar o surto de Covid-19 em Wuhan, Zhang Zhan está com a saúde debilitada. Uma organização cristã está pedindo sua libertação imediata para que ela receba atendimento médico.

A jornalista cristã Zhang Zhan, presa na China por reportar o surto de Covid-19 no país comunista, está com sua saúde debilitada, após protestar por meio de uma greve de fome.

A Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma organização cristã que trabalha pela liberdade religiosa no mundo, está pedindo a libertação imediata de Zhang para que ela possa receber os cuidados médicos necessários.

De acordo com a organização, a jornalista está há sete meses em prisão preventiva, onde foi alimentada à força por oficiais, ao fazer greve de fome. Ela também foi acorrentada e teve as mãos amarradas durante 24 horas por mais de três meses. 

Na última reunião com seu advogado em janeiro deste ano, Zhang informou que continuava fazendo uma greve de fome parcial, como maneira de protesto. "Vou continuar a lutar de forma cristã, mesmo que custe a minha vida. Vou fazer que eles [as autoridades chinesas] se arrependam, e eu continuarei a orar para que o grande amor de Deus me guie”, disse. 

Em 2 de agosto, os pais de Zhang Zhan foram informados pelas autoridades penitenciárias de que a jornalista foi hospitalizada no final de julho e está gravemente doente, devido a uma desnutrição.

O presidente da CSW, Mervyn Thomas, denunciou que a deterioração da saúde da cristã era "alarmante", a ponto dela precisar usar uma cadeira de rodas.

Pedimos urgentemente às autoridades chinesas que libertem Zhang Zhan em liberdade condicional o mais rápido possível e garanta que ela receba atendimento médico imediato e adequado”, solicitou Thomas.

"Pedimos ainda às autoridades que garantam que sua família tenha permissão para se encontrar com ela diretamente e receba informações precisas e oportunas de profissionais médicos sobre sua condição e status”.

Zhang está entre os vários jornalistas que foram detidos pelo governo chinês por noticiar os primeiros estágios do surto de Covid-19, em Wuhan, em maio de 2020. A profissional foi condenada a quatro anos de prisão por "provocar brigas e provocar problemas" em um julgamento a portas fechadas em dezembro do ano passado.

"A Sra. Zhang foi ilegalmente presa por exercer seus direitos fundamentais à liberdade de expressão", protestou Mervyn Thomas. 

Fonte: Guiame

sábado, 3 de julho de 2021

Jornalista incomodada esbraveja: "Parem de falar em Jesus"

Mariliz Pereira Jorge se mostrou incomodada com o nome de Jesus.

A jornalista Mariliz Pereira Jorge, colunista da Folha de São Paulo, esbravejou no Twitter contra as citações ao nome de Jesus, usando como argumento a laicidade do Estado.

“O Estado é laico. Parem de falar em Jesus”, escreveu ela com um palavrão no final.

A jornalista claramente se incomoda com a liberdade religiosa, já que tenta distorcer o termo “Estado laico” para defender que o nome de Jesus não seja mais citado.

Essa não é a primeira vez que um jornalista de veículo de esquerda se incomoda com posições religiosas. A jornalista Miriam Leitão, da Rede Globo, protagonizou um claro desconforto com a oração feita pelo presidente Jair Bolsonaro quando venceu às eleições de 2018.

Na ocasião, ela também falou em laicidade do Estado e usou a palavra “preocupação” para descrever seu incômodo com o fato de Bolsonaro ter sido abençoado na época.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Leda Nagle pede desculpa por noticiar Fake News sem antes checar a veracidade

Denúncia de "conspiração" para matar Bolsonaro é falsa e não foi feita por diretor-geral, diz a própria PF


A Polícia Federal afirmou ao Estadão que Tweets denunciando uma "conspiração" para matar o presidente Jair Bolsonaro não foram escritos pelo diretor-geral da instituição, Paulo Maiurino, e sim por alguém utilizando uma conta falsa para se passar por ele. O conteúdo já não está mais no ar.

O vídeo da jornalista Leda Nagle lendo os Tweets como se fossem verdadeiros viralizou.

O vídeo ganhou repercussão antes que a jornalista "tivesse efetuado a checagem completa da informação".

Leda Nagle pediu desculpas por ter disseminado uma notícia falsa afirmando que o ex-presidente Lula tinha um plano para matar o atual chefe do Executivo federal, Jair Bolsonaro.

A informação constava em um tuíte atribuído ao novo diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Gustavo Maiurino.

Leda leu a mensagem em uma live no seu canal de YouTube. A conta da qual ela tirou a notícia, porém, era falsa.


sábado, 9 de janeiro de 2021

Pastor e jornalista Adão Nereu Barbosa morre de Covid-19

O jornalista e pastor evangélico Adão Nereu Barbosa faleceu aos 62 anos, na última terça-feira (5), tornando-se uma das 200 mil vítimas brasileiras da Covid-19.

Ex-apresentador do Globo Esporte, Adão estava internado desde o dia 24 de dezembro no Hospital Estadual de Bauru (SP). Ele foi enterrado no Cemitério Jardim do Ypê, interior de São Paulo, na quarta-feira (6).

Por 15 anos, o comunicador esteve à frente do jornal esportivo da TV Globo Oeste Paulista, atual TV TEM. Quando aposentado, Adão decidiu dedicar a vida ao evangelho e tornou-se pastor.

Sua esposa, Iracema Antonelli Barbosa, também está hospitalizada devido ao novo coronavírus. O casal teve três filhos: Tatiana, Adanson e Mateus.

Antes de sua internação, o jornalista anunciou seu diagnóstico nas redes sociais e disse que o filho Mateus estava cuidando dele durante a internação de Iracema. Ele mencionou ainda que havia perdido 9 quilos na luta contra a doença.

Fonte: Pleno News via Folha Gospel


quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Jornalista cristã que denunciou início da pandemia na China é condenada a 4 anos de prisão


No auge do surto na China em fevereiro, a jornalista chinesa de 37 anos viajou a Wuhan, para documentar como o vírus estava se espalhando.

Uma repórter cristã que via seu trabalho como a “vontade de Deus” foi condenada a quatro anos de prisão em Xangai, depois de documentar o surto de coronavírus na cidade chinesa de Wuhan (China), em fevereiro.

Zhang Zhan, de 37 anos, foi declarada culpada pelo Tribunal Popular da Nova Área de Pudong (Xangai) na manhã da última segunda-feira (28), por "criar brigas e provocar problemas", relata o South China Morning Post. A expressão é frequentemente usada para silenciar cidadãos chineses que se opõem ao Partido Comunista da China.

Zhang Zhan compareceu ao julgamento em uma cadeira de rodas e estava com a saúde debilitada”, disse o advogado Zhang Keke. “Ela não disse imediatamente se apelaria [contra a sentença]”.

No auge do surto na China em fevereiro, a jornalista chinesa de 37 anos e ex-advogada viajou de Xangai a Wuhan para testemunhar a gravidade do vírus em primeira mão, informou a Reuters. Por vários meses, ela compartilhou vídeos de ampla circulação que mostravam hospitais lotados, ruas vazias e cidadãos preocupados com suas finanças.

Em sua reportagem, Zhang criticou o governo, acusando o Partido Comunista Chinês de silenciar denunciantes sobre o vírus e alertando que o bloqueio de Wuhan havia sido decretado de maneira muito dura.

Em seu último vídeo, Zhang afirmou: “A maneira do governo administrar esta cidade tem sido apenas intimidação e ameaças. Esta é realmente a tragédia deste país”.

Depois desse vídeo publicado em maio, Zhang parou de responder às mensagens e seus amigos souberam mais tarde que ela havia sido presa e levada de volta a Xangai, acusada de “espalhar mentiras e inventar informações falsas”.

Na prisão

Ela fez greve de fome no final de junho e, em dezembro, estava com dores de cabeça, tontura, dor de estômago, pressão baixa e infecção na garganta, de acordo com a Reuters.

Seus advogados disseram ao tribunal que a polícia amarrou suas mãos e a alimentou à força com um tubo. Os pedidos ao tribunal para libertar Zhang sob fiança antes do julgamento e transmiti-lo ao vivo foram ignorados, disse seu advogado.

Antes de sua detenção, ela vinha tentando fazer campanha pelos parentes de luto das vítimas do vírus, que buscavam indenização. Cristã devota, Zhang supostamente via seu trabalho como “obediência ao chamado de Deus”.

"Eu a avisei sobre ir para Wuhan quando todo mundo estava tentando ir embora", disse sua amiga e colega advogada, Li Dawei. "Ela é uma cristã convicta e disse que aquela era a vontade de Deus, que ela tinha que fazer isso e dizer a todos a verdade".

Quando um de seus advogados a visitou na prisão, ela teria dito que gostaria de ter uma Bíblia e citou para ele trechos de 1 Coríntios: “Fiel é Deus, que não permitirá que vocês sejam tentados acima do que podem”.

Condenação

Zhang foi a primeira jornalista cidadã conhecida a enfrentar processos judiciais por suas atividades. Outros jornalistas cidadãos que desapareceram sem explicação foram Fang Bin, Chen Qiushi e Li Zehua.

Chen Jiangang, um advogado chinês de direitos humanos, disse ao The New York Times que a extensão da sentença de Zhang mostra o compromisso do Partido Comunista da China em preservar sua narrativa do surto.

Sempre que o Partido Comunista Chinês pensa em um caso como político, o que eles usam é a repressão. Supressão extremamente cruel”, disse Chen.

Qual foi o crime de Zhang Zhan?” Ele continuou. “Ela apenas foi a Wuhan, viu algumas coisas, falou sobre elas. É isso".

Leo Lan, um consultor de pesquisa e advocacy da Chinese Human Rights Defenders, disse ao The Washington Post que o veredicto “mostra que nunca saberemos a verdade sobre a pandemia”.

A sentença pesada de Zhang Zhan terá um efeito dissuasor de silenciar outras pessoas que testemunharam o que aconteceu em Wuhan no início deste ano”, disse ele.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Jornalista da Veja associa oração por Bolsonaro a saudação nazista


O jornalista Ricardo Noblat e sites de esquerda retrataram um gesto de oração como uma saudação nazista.


As mãos estendidas de pessoas orando pelo presidente Jair Bolsonaro foi retratada por um jornalista da Veja e sites vinculados à esquerda como uma “saudação nazista”. O gesto de oração aconteceu na última sexta-feira (8) na entrada do Palácio da Alvorada, após entrevista com jornalistas.

A informação enganosa de que os apoiadores de Bolsonaro teriam feito uma saudação nazista foi publicada inicialmente pela Revista Fórum, que mais tarde alterou o texto para dizer que o gesto "lembra a saudação nazista". O conteúdo foi publicado também pelo portal Brasil 247 e Catraca Livre, que também fizeram alterações na notícia falsa.

O jornalista Ricardo Noblat, que possui um blog político no site da Veja, publicou no Twitter a imagem das mãos em oração ao lado do retrato da saudação nazista que era feita a Adolf Hitler. "Não passa de mera coincidência!", comentou. 


A imagem utilizada pela Revista Fórum foi capturada de uma transmissão da emissora CNN Brasil, que noticiava o conteúdo da entrevista coletiva com Bolsonaro. "Antes de Bolsonaro entrar no carro e ir embora, os apoiadores do presidente fizeram uma oração por ele", diz a publicação da CNN.

Também é possível ver o momento de oração em um vídeo publicado pelo canal Foco do Brasil no YouTube, que registra a voz de um homem (a partir de 13’30’’) perguntando a Bolsonaro: "Posso orar por você, rapidinho?"



No mesmo texto, a Revista Fórum disse ainda que "o próprio slogan da campanha de Jair Bolsonaro na eleição de 2018, 'Brasil acima de tudo, Deus acima de todos', faz referência direta a um bordão da Alemanha nazista, o 'Deutschland über alles' que, em português, significa 'Alemanha acima de tudo'. O trecho, inclusive, fazia parte do hino nacional alemão, mas foi suprimido ao final da Segunda Guerra Mundial".

Entretanto, o site E-Farsas esclarece que o slogan utilizado na campanha de Bolsonaro não teve inspiração na Alemanha Nazista, mas sim no brado da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro, que fez parte de sua trajetória militar.

"O suposto gesto nazista registrado na 'foto' (na verdade um frame extraído de uma transmissão realizada pela emissora CNN Brasil) trata-se tão somente de um gesto chamado imposição de mãos durante um ato de oração", conclui o site E-Farsas.

"A disseminação de uma única imagem, que desconsidera um contexto muito mais amplo, e que tenha como objetivo justificar uma determinada narrativa para estigmatizar uma ou mais pessoas, também é uma forma de disseminar notícias ou informações falsas", acrescenta o E-Farsas.

Fonte: Guiame
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...