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terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Apresentação de cantora cristã Aymée Rocha viraliza na internet



Canção da cantora cristã Aymée Rocha convida evangélicos a repensarem suas ações


Viralizou neste sábado (17) o vídeo do Dom Reality, reality show musical promovido pelo empresário Paulo Alberto, onde a cantora Aymeê Rocha apresenta uma canção que leva os evangélicos brasileiros a repensarem suas ações e focarem no que a sociedade precisa.

– Fazemos campanhas para nós mesmos/ eventos para nós mesmos/ estocamos o maná para nós/ oramos por nós e pelos nossos/ o Reino virou negócio/ o dízimo importa mais que os corações – diz trecho da canção Evangelho de Fariseus.

Os jurados do programa, entre eles Alex Passos e Marcos Freire, elogiaram a jovem pelo posicionamento, mas deixaram claro que ela terá dificuldades em ampliar sua canção.

– O que você quer falar, as pessoas não querem ouvir (…) O mercado não quer isso, a igreja não quer isso. As pessoas do mal não querem, mas as pessoas do bem precisam ouvir isso – disse Alex Passos.

Marcos Freire, que lidera a ONG Baluarte, contou sobre os trabalhos que desenvolve com crianças na África. Chorando, ele expõe a dificuldade de encontrar pessoas que deem suporte para este tipo de projeto.

– Minha irmã, não pare de cantar essas verdades, não pare de alertar ao povo que está apático, pensando só em seus interesses, que está trabalhando para prosperar, mas não para tirar as pessoas da pobreza – disse o cantor bastante emocionado.

Várias personalidades evangélicas publicaram o vídeo do programa, destacando a importância da mensagem da canção e também o alerta dado por Marcos Freire. Entre eles a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o pastor Luiz Hermínio e o pastor Thiago Santana.

Fonte: Folha Gospel

Assista:

domingo, 10 de outubro de 2021

‘Se adequar ao politicamente correto é escarnecer do sacrifício de Jesus’, exorta pastor

A rejeição a gestos de aproximação com segmentos da sociedade ou religiões guiados pelo politicamente correto, que não comungam dos valores cristãos, foi exposta pelo pastor Roberto José dos Santos, da Assembleia de Deus em Abreu e Lima (PE).

O meio assembleiano tem tido dias agitados desde que o bispo Abner Ferreira compareceu a um evento ecumênico no Vaticano, onde interagiu com o papa Francisco e líderes de diversas religiões, com objetivo de celebrar um pacto de preservação do meio ambiente.

Na última segunda-feira, 04 de outubro, o pastor Altair Germano foi contundente em sua crítica, afirmando que “depois do ecumenismo e do sincretismo religioso, a próxima militância de alguns pentecostais brasileiros (acadêmicos, líderes, políticos etc.) poderá ser pela ordenação de homossexuais ao ministério”.

Já o pastor Roberto José optou por expressar sua reprovação às influências externas de maneira mais contida, porém ainda assim, firme: “Pessoas que negociam valores doutrinários bíblicos e se adequam ao ‘politicamente correto’ no presente século, escarnecem do sacrifício de Jesus, zombam dos heróis da fé (Hebreus 11) e cospem na história de homens como William Tyndale”, escreveu, referindo ao tradutor da Bíblia para o inglês, que pagou com a vida pela iniciativa.

“Estamos vivendo uma geração de ‘pessoas’ doentes, apóstatas e vazias de Deus”, lamentou Roberto José, acrescentando ao final de sua publicação um resumo da história de William Tyndale.


Fonte: Gospel


sábado, 2 de junho de 2018

Pastor alerta sobre “fariseus digitais” e chama atenção para o testemunho cristão

"Você já se sentiu envergonhado do modo como alguns cristãos se expressam, em um legalismo fanático, revelando a antítese da vida e dos ensinamentos de Jesus?", esse foi o questionamento que incomodou um dos editores da revista inglesa Premier Christianity, Martyn Eden.
Eden observou como a internet tem sido utilizada como palco de intrigas por várias pessoas, incluindo os cristãos, algo incompatível com os ensinamentos de Jesus Cristo. Para o autor, os "cristãos correm o risco de se tornar fariseus digitais" e isso reflete o distanciamento da centralidade do evangelho em nossos dias.
"Alguns dos comentários que tenho lido são tão desagradáveis ​​que é difícil pensar que vieram de alguém que tenha entendido a centralidade da graça e do amor que caracterizou a vida e o ensino de Jesus", disse ele em uma publicação do Premier Christianity.
Como pesquisador, Eden observou também que alguns utilizam o evangelho para tentar justificar opiniões, mas que sem perceber acabam confundindo a vivência com a teoria: "Há uma enorme diferença entre levar a sério a doutrina cristã e usá-la para agredir verbalmente qualquer pessoa com quem se discorde", disse ele.
Eden citou como exemplo a repercussão do sermão feito pelo Bispo Curry no casamento do Príncipe Harry e Meghan, na Inglaterra. Muitos ressaltaram o fato do Bispo defender o direito ao "casamento homossexual", aproveitando a visibilidade de Curry para criticá-lo.
"Isso [a união gay] é um problema real, mas não foi citado em seu sermão e ninguém poderia cobrir todas as doutrinas cristãs em um sermão de casamento de 13 minutos", destaca Eden, sugerindo que a ênfase da mensagem estava no amor e na graça de Deus, algo comum a todos os cristãos.
Outros temas também foram citados pelo autor, como a legalização do aborto, por exemplo: "É uma questão moral e espiritual complexa e a visão cristã tradicional é pela vida", disse ele, mas ressaltando que mesmo ciente de qual é a vontade de Deus, não devemos utilizar esse conhecimento para justificar "respostas extremistas" aos que discordam de nós.
Por fim, Eden aponta que a única forma de saber lidar com discordâncias em uma época tão marcada por confrontos ideológicos, é tendo o evangelho de Cristo como referência. "Todas as nossas diferenças deveriam ser expressadas com graça e amor. Se queremos falar como cristãos, temos que lembrar a centralidade da graça e do amor no ensino de Jesus", explica ele.
"Isso inclui amar aqueles com quem discordamos (Mateus 5: 43-47). Se desejamos mostrar que somos semelhante a Cristo, precisamos nos manifestar sem arrogância e ódio", conclui.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 16 de março de 2018

Pastor alerta cristãos que satirizam a morte de Stephen Hawking: "O luto é algo sério"


Jackson Jacques criticou as pessoas que usaram as mortes de Stephen Hawking e Marielle Franco para 'fazer teologia' e defender posicionamentos políticos.


"O momento da morte é um momento da gente se calar". O alerta do pastor Jackson Jacques veio logo após a reação dos usuários de redes sociais a duas notícias das mortes de Stephen Hawking (físico teórico e cosmólogo britânico que se declarava ateu) e Marielle Franco (vereadora do PSOL-RJ, que foi assassinada a tiros no bairro do Estácio, na Região Central do Rio).

Segundo o pastor, muitas das reações que ele viu a estas notícias o entristeceu, incluindo até mesmo cristãos.

"Eu não digo todos, mas alguns cristãos usaram a a morte dele [Stephen Hawking] para fazer teologia logo em seguida à morte dele. Alguns memes, algumas brincadeiras. Bom, o que eu queria dizer para vocês aqui? É que a morte é um terreno muito santo e nós devemos pisar com muito cuidado nesse terreno", destacou.

"Essa mulher que morreu, Marielle Franco deve ter pessoas que estão sofrendo muito [por sua morte]. Nós devemos estar aí para consolar, para orar por essas pessoas", acrescentou.

Pastor Jack - como é conhecido nas redes sociais e por ovelhas de sua igreja - lembrou que, independente das diferenças que muitos cristãos (incluindo ele) pudessem ter com as ideologias que Hawking e Marielle seguiam, a atitude correta diante destes fatos trágicos sempre deve ser a de respeito.

"Essas pessoas possuíam família, possuíam pessoas [amigas] que amam elas e, nesse momento [essas pessoas amigas, famílias] estão sofrendo. Nós deveríamos ter o mínimo de decência, o mínimo de cordialidade e saber nos calarmos. O momento da morte é um momento da gente se calar, é um momento da gente lamentar, de estar em luto ou no mínimo de respeitar o luto do próximo", afirmou.

Ele ainda lembrou uma cena do filme "Tróia", na qual Aquiles mata Heitor, ele respeita o fato do pai de Heitor estar em luto.

"Até para aqueles que são lutadores, guerreiros, existe um mínimo de cordialidade, um mínimo de respeito pela dor do outro [...] Eu acho que a gente deveria ter isso", disse. "Aqueles que fizeram piadas [sobre isso] deveriam também questionar a sua forma de se sensibilizar com o sofrimento do outro".

"Não podemos deixar que um conhecimento mais profundo de Bíblia venha a nos tirar um conhecimento simples do Evangelho. Jesus nos manda orar por aqueles que nos amaldiçoam e Jesus nos manda amar o próximo como a nós mesmos", finalizou.

Fonte: Guiame

sábado, 23 de dezembro de 2017

Sua Igreja ainda celebra o Natal ou lá nem se fala mais nisso?


Os tempos mudaram, e infelizmente muitas Igrejas cristãs evangélica deixaram a prática litúrgica de celebrar o Natal como o nascimento de Jesus.

Me recordo que desde criança, até mesma na minha juventude, os ensaios de peças e músicas natalinas tinham seu início lá pelos meados de setembro e outubro.

Com a correria da vida e os novos costumes já existem igrejas que o fazem antecipadamente muito fora da data, e muitas outras nem alusão se faz ao evento.

Em alguns casos no dia de Natal nem há mais culto algum, afinal as famílias envolvidas exclusivamente com os "comes e bebes", nem podem ir à Igreja e, em alguns casos é um culto sem qualquer menção da data, nem hinos, nem na mensagem, enfim, nada que se celebre o Natal de Jesus.

Não é saudosismo, mas uma forma de chamar a atenção ao que não deve morrer em nosso meio.

Existem países que não se fala em nascimento de Jesus, mas apenas em "Festas Natalinas". A Igreja de Jesus Cristo deve ser um bloco de resistência à esse esfriamento espiritual que interessa ao anti-cristo, pois esse espírito é contrário a tudo que glorifica ao Senhor,  e traz à memória do ser humano, o plano que vai da manjedoura ao calvário, quando tudo foi consumado, e ao terceiro dia quando Cristo ressuscitou.

Hà pais que não se interessam e não fazem questão que seus filhos participem de qualquer celebração, afinal ficam eles desobrigados de irem à Igreja nesse dia.

Como pastor de Igreja tenho lidado com essa realidade e lutado contra ela, portanto, façamos a nossa parte.

Ainda dá tempo, vá à Igreja, leve a sua família, se ninguém preparou nada, peça ao seu pastor a oportunidade para cantar um hino de Natal, recite uma poesia ou declamem um jogral em grupo. Vamos inculcar nas nossas crianças as histórias bíblicas acerca do Natal.

O Pai deu o Filho, o Filho se entregou, Maria aceitou o desafio, José se rendeu ao conselho do anjo, os pastores foram atrás seguindo a estrela e o magos do oriente levaram presentes e O adoraram.

Você, como cristão vai ficar de fora da festa?

ASSISTA O VÍDEO ABAIXO C0M O MEU CONVITE



terça-feira, 3 de outubro de 2017

Abandonando o mexerico (fofoca)


Por Pr. Luciano Subirá

"Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; nem conspirarás contra o sangue do teu próximo. Eu sou o Senhor. Não odiarás a teu irmão no teu coração; não deixarás de repreender o teu próximo, e não levarás sobre ti pecado por causa dele." (Lv 19.16,17)

A ordem de Deus é clara: ninguém deve andar com mexericos no meio do povo de Deus.

A definição que o dicionário Aurélio dá de mexericar é: "Narrar em segredo e astuciosamente, com o fim de malquistar, intrigar ou enredar. Andar com mexericos; fazer intrigas". E na definição de mexeriqueiro, encontramos o termo "leva-e-traz", ou seja: fofoqueiro.

E a implicação espiritual desta prática não pode ser definida com nenhuma outra palavra, a não ser: pecado. Mexericar é desobedecer a Deus; portanto, é pecado e ponto final. Mas o versículo seguinte a esta proibição divina nos revela que não peca somente que faz o mexerico, mas também quem dá ouvidos a ele! Note a expressão: "não deixarás de repreender o teu próximo, e não levarás sobre ti pecado por causa dele". A Bíblia está dizendo que quando alguém dá ouvidos ao mexeriqueiro, está sendo cúmplice com ele, está levando sobre si pecado por causa da outra pessoa. A única forma de não pecar junto com o que traz o mexerico, é repreendê-lo e recusar dar-lhe ouvidos.

Sempre aconselho os irmãos do rebanho que pastoreio: se alguém vem falar mal de alguém, pegue esta pessoa, leve-o até "fulano" e faça falar na frente dele. Se a pessoa aceitar, dê ouvidos e tente ser o pacificador. Se a pessoa se recusar a fazê-lo, não a ouça e repreenda-a por estar sendo mexeriqueira. Infelizmente, a maioria não pratica este princípio, mas aqueles que o fazem tem visto que ou ganham o mexeriqueiro, tirando-o do pecado, ou no caso de não conseguir isto pelo menos não serão mais procurados por aquela pessoa.

O mexerico é uma voz maligna, e infelizmente pode ser encontrada em qualquer igreja. Os estragos que ele tem causado são incalculáveis. Quanta intriga, divisão, separação, inimizade, geradas pela língua que destila veneno! O cristão tem que estar perto o suficiente da Palavra de Deus afim de abafar esta voz. Não falo apenas de vencer a tentação de pessoalmente mexericar; mais do que isto, falo de nem mesmo dar ouvidos a um mexeriqueiro. Pois mesmo que você nunca abra sua boca contra ninguém, ainda pode pecar mexericando. Basta ser cúmplice, dando ouvidos ao que mexerica.

Não temos que controlar a vida de ninguém. Se alguém está em falha, devo admoestá-lo, uma vez que isto é um mandamento bíblico:

"Irmãos, se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não seja tentado". (Gl 6.1)

Note que a Bíblia fala sobre corrigir a pessoa. Não é brigar com ela, mas falar-lhe com espírito de MANSIDÃO, ou seja, amorosamente. Mas se não falo com a pessoa que falhou, não tenho direito de sair espalhando a fraqueza dela com mais ninguém! Se orarmos ao menos metade do que mexericamos, a igreja será um lugar bem diferente!

Precisamos reconhecer que o mexerico é instigado por Satanás; portanto, ele não é apenas a voz de uma pessoa que está pecando, mas é uma voz maligna!

Instigado por Satanás

Quando escreveu a Timóteo, Paulo tratou da questão das viúvas, mostrando quando é que a igreja deveria sustentá-las e quando deveria rejeitá-las, instruindo-as a casar-se novamente. E ele atribui isto a dois tipos de problemas que esta situação estava gerando; um deles era o mexerico. E ele mostra que por trás do mexerico estava o próprio Satanás, instigando-o:

"Mas rejeita as viúvas mais novas, porque, quando se tornam levianas contra Cristo, querem casar-se; tendo já sua condenação por haverem violado sua primeira fé; e, além disto, aprendem também a ser ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas também faladeiras e intrigantes, falando o que não convém. Quero pois que as mais novas se casem, tenham filhos, dirijam sua casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer; porque já algumas se desviaram, indo após Satanás." (1 Tm 5.11-15)

Paulo atribui o ser "faladeira e intrigante" a seguir Satanás. É óbvio que o diabo não apareceu pessoalmente a estas mulheres mandando que fofocassem, mas fez isto de maneira invisível, pois o agir dele é espiritual; é ele que está por trás instigando o mexerico. E quando a pessoa segue este caminho, está seguindo a Satanás, pois ele é quem instiga a intriga!

Já é tempo de compreendermos a implicação espiritual do mexerico e não mais dar lugar ao diabo. Além de ser classificado como instigado por Satanás, a Bíblia ainda nos revela que o mexerico é algo que Deus abomina:

"Há seis coisas que o Senhor detesta; sim, há sete que ele abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre irmãos." – (Pv 6.16-19)

Há uma outra tradução que diz no versículo 16: "há seis coisas que o Senhor detesta e a sétima ele abomina", o que dá um peso ainda maior ao que estamos dizendo, pois a sétima coisa que Salomão relaciona é: "o que semeia contenda entre irmãos".

A voz do mexerico nunca edifica ninguém. Tampouco produz unidade, harmonia, comunhão ou amor. Pelo contrário, é um instrumento de divisão, de mágoa, e muita dor. E Deus o abomina! Mexericar é pecado. É tornar-se instrumento de Satanás. É fazer-se abominável a Deus. E mostra falta de caráter, de fidelidade ao Senhor e ao corpo de Cristo.

"O que anda mexericando revela segredos, mas o fiel de espírito encobre o negócio." (Pv 11.13)

O que vê seu irmão falhar, e em vez de espalhar a quem encontra, decide guardar silêncio, é chamado fiel de espírito. Há muita diferença entre um e outro! Precisamos aprender a guardar a nossa língua. Cresci ouvindo meu pai citar o ditado: "quem    muito fala, muito erra". E é bíblico, pois encontramos uma expressão semelhante no livro de Provérbios que mostra as consequências do uso da língua:


"O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre seus lábios traz sobre si a ruína" (Pv 13.2)


Devemos zelar com o uso da nossa língua; Tiago disse que ela pode ser inflamada (ou instigada) pelo inferno (Tg 3.6). Quando escreveu aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo chamou o "intrometer-se na vida alheia" – e é exatamente isto que é o mexerico – de um andar desordenado:


"Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia" (2 Ts 3.11)

Acostumamo-nos tanto com os mexericos, fofocas e intrigas, que ainda não tomamos consciência da gravidade deste pecado. Ao escrever sua primeira epístola, o apóstolo Pedro comparou o pecado de entremeter-se na vida alheia aos “piores” pecados que costumamos relacionar:

"Que nenhum de vós, entretanto, padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se entremete em negócios alheios". (1 Pe 4.15)

Jesus Cristo declarou que daremos conta no dia do juízo de toda palavra fútil que sair de nossa boca (Mt 12.36). É hora de darmos um basta ao mexerico. Se o encaramos como pecado, e enxergarmos o estrago que ele tem trazido ao Corpo de Cristo, acredito que haverá peso em nossos corações ao nos envolvermos em sua prática. Caso contrário, nossa consciência permanecerá cauterizada nesta área e seremos impedidos de crescer.

Fonte:  Portal Guiame
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