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sexta-feira, 21 de abril de 2023

Perito do caso PC Farias - Ricardo Molina urina em Bíblia e ameaça a ex-mulher





Ricardo Molina aparece em vídeo proferindo xingamentos e com mãos sujas de sangue


O perito Ricardo Molina, conhecido por participar de investigações de casos famosos, como a morte de Paulo Cesar Farias, o PC Farias, tesoureiro da campanha eleitoral do ex-presidente Fernando Collor, virou alvo de uma investigação policial sob suspeita de agredir e ameaçar a ex-esposa Janinne Jasem, de 28 anos.

Em um vídeo gravado por Janinne, Molina aparece com as mãos e os braços sujos com o próprio sangue e urinando em uma Bíblia, que está aberta no chão. Em outra gravação, o perito aparece dizendo “morre, vagabunda” e “vou mijar na sua cova” enquanto aparece arremessando bolsas, sapatos, e outros itens de Janinne pela janela.


ATENÇÃO: O VÍDEO ABAIXO RETRATA CONTEÚDO SENSÍVEL

De acordo com a coluna Na Mira, do site Metrópoles, que divulgou o caso, a ex-esposa de Molina contou que as ameaças e agressões começaram ainda em 2021 e pioraram com o passar do tempo. O casal decidiu se separar em outubro de 2022, e a mulher ficou em um apartamento do perito.

Segundo o veículo, horas antes de a sequência de vídeos ser gravada, Molina e Janinne decidiram conversar em um restaurante, mas houve um desentendimento e o perito se exaltou e chegou a agredi-la.

À Polícia Civil, Janinne relatou que Molina tomou pertences dela, mas acabou devolvendo após funcionários presenciarem a confusão.

Após os dois deixarem o local, Molina seguiu com as ameaças e ofensas até que, ao chegar na residência do casal, houve uma discussão mais forte e o perito passou a urinar na Bíblia que pertencia à ex-mulher.

Isso vai me dar um grande prazer. A Bíblia da mulher: aqui ensina ela a chupar um p**, mas ela não aprendeu. Mas eu vou c**** também, mijar é pouco – diz.

Diante do ocorrido, Janinne procurou uma delegacia para registrar ocorrência e requerer medidas protetivas, que foram deferidas pela Justiça. 

Um inquérito foi aberto para apurar o caso de violência doméstica no âmbito da Lei Maria da Penha.

Com informações Pleno News


MEU COMENTÁRIO:

Ricardo Molina joga fora qualquer prestígio que tinha do ponto de vista profissional ou social,. Mostrou-se além de um homem desequilibrado, uma criatura sem filtro, sem limites, sem escrúpulos e, em pensando que atacava somente sua ex-mulher, ofendeu não somente a ela, mas a todos quantos são cristãos e teem a Bíblia Sagrada como regra de fé e prática. Acima de tudo ofendeu a Deus, de quem é a própria Palavra.

Lamentável em todos os sentidos, pois ainda que não haja punição penal por conta dos homens, jamais ficará livre da pena transcrita no livro em que ele pisou, insultou, desfez e blasfemou:

"O Senhor é conhecido pelo juízo que fez; enlaçado ficou o ímpio nos seus próprios feitos. Os ímpios serão lançados no inferno e todas as nações que se esquecem de Deus". - Salmos 9:16,17  

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Netflix: série animada insulta cristianismo e minimiza pornografia infantil

A nova e última temporada de F is for Family, uma série animada da Netflix, traz diálogos carregados de insultos e provocações ao cristianismo, ao mesmo tempo em que minimiza a exposição de crianças a temas sexuais.

O desenho animado criado por Bill Burr e Michael Price pode ser classificado como uma comédia obscena, em que os personagens passam grande parte do tempo insultando a fé criança.

De acordo com informações do portal Faith Wire, "as crianças do programa também são submetidas a uma grande dose de sexualização de revirar o estômago".

No episódio “Screw Ups”, o sexto da nova temporada, um dos personagens, Sue, leva sua filha Maureen ao padre Pat para abordar sua “perigosa obsessão com fantasmas e ocultismo”. O encontro desemboca num diálogo sobre a comunhão e sua representação como o corpo e sangue de Jesus Cristo.

A menina diz que todo o assunto é confuso, e um coroinha, Jimmy, faz a provocação: “Não deveria fazer sentido. É religião”.

Durante o mesmo episódio, o coroinha e o padre zombam da Trindade, descrevendo-a com linguagem explícita e associando-a a uma orgia compulsiva.

Sexualização infantil

No episódio do Dia de Ação de Graças, chamado “Thank You So Much” (“muito obrigado”, em tradução do inglês), o desenho mostra famílias alinhadas na calçada enquanto um desfile de Natal acontece.

Um dos carros alegóricos faz referência a um burro, que projeta uma sombra obscena no rosto das crianças enquanto o mestre de cerimônias chama a atenção para o tamanho da genitália do animal.

Em outro episódio da nova temporada, “The Searchers”, os personagens Bill e Philip convidam seus amigos para assistir a um vídeo pornográfico que conseguiram em uma caixa de evidências na delegacia de Polícia.

Porém, o arquivo do vídeo tinha sido trocado por outro com um desenho animado, enquanto a pornografia acaba sendo exibida por engano para um grupo de crianças que fazem comentários obscenos sobre o conteúdo.

O Parents Television Council (PTC), uma entidade de monitoramento dos casos de sexualização infantil em programas de televisão e streaming, recentemente pediu uma investigação sobre outra série igualmente explícita, Big Mouth (também da Netflix) por considerar de que a animação infringe leis de pornografia infantil dos Estados Unidos (EUA).

Tim Winter, presidente do PTC, afirmou na ocasião que estava empolgado com “a chance de ir a um tribunal com a Netflix como ré e os criadores deste programa para produzi-lo e distribuí-lo como corréus”.

Mas quando você olha para a maioria das definições contemporâneas do que é pornografia – material sexualmente orientado com a intenção de agradar e excitar – acho que [a série animada Big Mouth] chega a isso. O fato de serem crianças envolvidas em conteúdo pornográfico, eu acho, torna-o pornografia infantil”, protestou Winter.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

OAB defende jornalistas que pediram suicídios de Trump e Bolsonaro


Felipe Santa Cruz disse que abertura de inquérito é uma tentativa de intimidação da imprensa e vai contra a liberdade de expressão

Após o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, anunciar um pedido de inquérito contra jornalistas que “instigaram dois presidentes da República a suicidar-se”, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) reagiu em defesa dos profissionais da imprensa.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (11), o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, e o advogado Pierpaolo Bottini, dirigente do Observatório Permanente da Liberdade de Imprensa da OAB Nacional, classificam a abertura de investigações policiais dos artigos jornalísticos como uma tentativa de intimidação da imprensa e algo contra a liberdade de expressão.

Criminalizar opiniões, parábolas ou críticas ao governante não é admissível dentro do Estado de Direito. Goste-se ou não dos artigos, é preciso maturidade democrática para conviver com críticas – apontou o documento.

Mendonça anunciou que pediria a abertura dos inquéritos em seu perfil no Twitter, no domingo (10). Embora não cite nomes, o ministro faz referência aos jornalistas Ruy Castro e Ricardo Noblat.

O primeiro publicou um artigo na Folha de S.Paulo sugerindo a Donald Trump o suicídio como saída política para a crise que atravessa nos Estados Unidos. No texto, ele disse que Jair Bolsonaro poderia imitar o presidente americano.

Já Noblat compartilhou um trecho desse texto nas redes sociais. Após a repercussão, ele disse que apenas divulgou o artigo como parte de um “clipping diário da mídia”, que costuma fazer. O jornalista desejou “vida longa” a Bolsonaro, “para que ele possa colher o que plantou”.

Na avaliação do ministro da Justiça, os dois jornalistas podem ser punidos com até dois anos de prisão com base no artigo 122 do Código Penal. O texto diz que é crime “induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou prestar-lhe auxílio material para que o faça”.

Alguns jornalistas chegaram ao fundo do poço. Hoje dois deles instigaram dois Presidentes da República a suicidar-se. Apenas pessoas insensíveis com a dor das famílias de pessoas que tiraram a própria vida podem fazer isso. Apenas pessoas irresponsáveis cometem esse crime contra chefes de Estado de duas grandes nações – publicou Mendonça em seu Twitter.

Outros membros do governo criticaram as publicações dos jornalistas. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, classificou o artigo como discurso de ódio e um “atentado contra a segurança do país”. A ministra Damares Alves, chefe da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, defendeu que a conta de Noblat no Twitter fosse encerrada.

Em julho, o jornalista já havia entrado na mira do Ministério da Justiça. Na ocasião, com aval do presidente Jair Bolsonaro, a pasta pediu que Noblat e o ilustrador Renato Aroeira fossem investigados pelo compartilhamento e pela criação, respectivamente, de uma charge sobre o presidente.

A ilustração mostra uma cruz vermelha, símbolo universal para serviços de saúde, com as pontas pintadas de preto, formando uma suástica nazista. Ao lado, uma caricatura de Bolsonaro segura uma lata de tinta preta e lê-se a frase “Bora invadir outro?”.

A charge foi produzida depois que o presidente sugeriu, em uma transmissão ao vivo, que seus seguidores entrassem em hospitais públicos para filmar os leitos de UTI e mostrar se eles estão realmente ocupados. Na sequência, foram registradas invasões a hospitais de campanha montados para tratar pacientes infectados pela Covid-19 e agressões a profissionais de saúde.

O jornalista Hélio Schwartsman foi outro alvo do governo federal. No início de julho, quando o presidente veio a público anunciar que havia testado positivo para a Covid-19, Schwartsman publicou uma coluna na Folha de São Paulo intitulada “Por que torço para que Bolsonaro morra?”. O texto recorre à ética consequencialista para embasar a retórica de que, se todas as vidas valem o mesmo, “a morte do presidente torna-se filosoficamente defensável se estivermos seguros de que acarretará um número maior de vidas preservadas” na pandemia.

Após a publicação, o Ministério da Justiça tentou enquadrar o jornalista na Lei da Segurança Nacional (LSN).

*Estadão via Pleno News

sábado, 13 de outubro de 2018

Edir Macedo que já apoiou o PT agora é chamado de "charlatão" por Fernando Haddad


Petista atacou líder evangélico, que apoia Bolsonaro, após participar de missa católica em São Paulo; IURD afirma que PT assalta estatais e cofres públicos

Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, subiu o tom contra seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), e aliados do capitão reformado.
Após participar de uma missa em uma igreja católica no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, o petista classificou como "fome de dinheiro" o apoio dado ao candidato pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da TV Record. Haddad também o chamou o religioso de "charlatão".
"Sabe o que é o Bolsonaro? Ele é o casamento do neoliberalismo desalmado, representado pelo Paulo Guedes, […] com o fundamentalismo charlatão do Edir Macedo. Isso é o Bolsonaro", disse.
"Sabe o que está por trás dessa aliança [entre Bolsonaro e Edir Macedo]? Em latim chama 'auri sacra fames': fome de dinheiro. Só pensam em dinheiro"
Fernando Haddad, candidato à Presidência pelo PT
Haddad e a candidata a vice de sua chapa, Manuela D’Ávila, participaram da missa para celebrar o dia de Nossa Senhora Aparecida. O petista tem se aproximado de católicos, uma vez que Bolsonaro é apoiado por líderes de igrejas evangélicas e possui o amparo da chamada "bancada da Bíblia" no Congresso.
Na quinta-feira, 11, Haddad se encontrou com Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A instituição, que não declarou apoio oficial ao petista, pediu para que eleitores escolham, neste segundo turno, candidatos comprometidos com a democracia.

Repúdio da Igreja Universal

A Igreja Universal respondeu a Haddad. Por meio de uma nota de repúdio, publicada em sua página na internet, a instituição afirmou que as declarações são caluniosas e preconceituosas.
"Com sua fala criminosa, o ex-prefeito de São Paulo desrespeita não apenas os mais de sete milhões de adeptos da Universal apenas no Brasil, mas todos os brasileiros católicos e evangélicos que não querem a volta ao poder de um partido político que tem como projeto a destruição dos valores cristãos, como a família, a honra e a decência."
A IURD lembrou do apoio que Edir Macedo prestou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à ex-presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2006 e 2010. "O apoio era muito bem-vindo. Agora, quando o líder espiritual da Universal declara que seu candidato é Jair Bolsonaro, o Bispo Macedo deve ser ofendido de forma leviana?"
"O candidato responderá na Justiça pelo ódio religioso que tenta espalhar e por suas calúnias"
Igreja Universal do Reino de Deus, em nota   
A Universal afirma que Haddad tenta incitar uma guerra religiosa ao fazer as declarações dentro de uma igreja. Também diz que quem é charlatão é o petista.
"Charlatão é o candidato que mente para o povo para ser eleito. Fome de dinheiro tem o partido político que assalta estatais e os cofres públicos para sustentar uma estrutura que a Justiça definiu como 'organização criminosa'."
Por fim, a IURD se defende ao dizer que seus programas sociais atenderam nove milhões de brasileiros, em 2017. "Moradores de rua, viciados em drogas, presidiários e seus familiares, mulheres vítimas de violência doméstica, idosos abandonados, policiais militares oprimidos, jovens da periferia das grandes cidades, empresários falidos. Toda essa assistência é prestada a custo zero aos cofres públicos."
Fonte: VEJA
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