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sábado, 8 de fevereiro de 2025

EM DEFESA DE UM HOMEM HONRADO: PR. WAGNER GABY (Presidente Sênior da IEADC)



EM DEFESA DE UM HOMEM HONRADO: PR. WAGNER GABY (Presidente Sênior da IEADC). - Por Gamaliel Seme Scaff (Desembargador do TJPR).



Não sou membro da IEAD, mas já fui. Apesar de não fazer parte da membresia assembleiana já há tempos, entendi por bem de vir em defesa do homem honrado que a preside nesta capital, pois o conheço há muitos anos e senti-me na obrigação de fazê-lo. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Curitiba, segundo dados da internet, conta atualmente com 163 igrejas com 35 mil membros. O Reverendo Wagner Gaby é o Presidente Sênior da IEADC nesta Capital.

Quem é Wagner Gaby? É advogado formado pela PUC/PR, foi perito criminal concursado junto á Polícia Civil do Paraná. Concursado, foi aprovado para servir como Capelão junto às Forças Armadas, onde se aposentou com a patente de Major Capelão R/1 do Exército Brasileiro. Além disso, é Mestre em Teologia e Mestre em Educação. Escritor com obras publicadas, é membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, membro fundador da Casa de Letras Emílio Conde. Recebeu os títulos de Cidadão Honorário de Curitiba e do Paraná. Mas de todos títulos que possui, aqui relacionados apenas em essência, o título que mais caracterizou este homem em toda a sua trajetória de vida, é o da honra e de um caráter ilibados.

BREVE RETROSPECTIVA.
O anterior Presidente da igreja, foi o saudoso e igualmente respeitado Pr. José Pimentel de Carvalho, que presidiu naquele templo-sede todo o campus congregacional desta Capital desde 1962 até 2011 quando faleceu aos 24 de fevereiro. Nesse mesmo ano, na forma estatutária da denominação, foi procedida uma eleição aberta aos membros em condições de votar, entre dois candidatos, lotando o tempo-sede com capacidade para 4.500 pessoas. O Pr. Wagner Gabi foi eleito com 3.805 votos em 27 de março do mesmo ano e empossado na mesma data.

De lá para cá, 2011-2025 está há 13 anos à frente da IEADC desfrutando de grande conceito perante toda a sociedade civil e autoridades civis e eclesiásticas, tanto do Estado do Paraná como também em nível nacional.

Prestes a completar o 14º ano à frente da denominação, aos 73 anos de idade, sem nunca ter tido qualquer mácula em sua vida pessoal de qualquer ordem, o reverendo pastor em seu 13º ano à frente daquele ministério passou a sofrer um verdadeiro levante contra si, não apenas no âmbito da denominação, mas tendo contra si expostas imputações variadas contra a sua imagem pública nas redes sociais por meio dos chamamos “fofoqueiros gospel”, pessoas não cristãs que exploram a crença e curiosidade de pessoas humildes e outras nem tanto, divulgando de forma escandalosa, traves e ciscos dos olhos de personalidades evangélicas, fazendo comércio desses escândalos, fantasiados de discípulos de Cristo e monetizando-se com os “likes” e visualizações de seus vídeos.

O Pr Wagner Gaby ficou viúvo da saudosa irmã Maria Aparecida dos Santos Gaby, mulher virtuosa que lhe foi dedicada adjutora. Homem prudente, não se permitiu tornar-se alvo de assédios indevidos e convolou novas núpcias com a valorosa irmã Melvi (Mel) Gaby, pedagoga que tem lhe sido adjutora honrada, ambos destinatários de grande respeito em toda a comunidade.

Sensibilizei-me com essa situação, pois conheço em bom termo os bastidores da IEADC. De fato, até o ano de 2006 eu e minha família pertencemos à essa honrada denominação da IEAD, no Paraná e em Curitiba. Cheguei a integrar honrosamente o corpo de ministros na IEADC como presbítero, tendo sido o mentor da sugestão de reforma estatutária da denominação, reforma essa sugerida ao então Pastor e Presidente Sênior José Pimentel de Carvalho, que prontamente a aceitou pedindo especial atenção ao capítulo da sua sucessão, o que foi feito com cuidado. Por questões de mudança da vice-presidência na época, a comissão de reforma estatutária da IEADC foi criada, mas inicialmente eu fui deixado de fora. Por sugestão do saudoso Pr. Eliezer de Lira e Silva, com sua dignidade característica, teria argumentado que não ficaria bem deixar quem teve a ideia da reforma estatutária de fora daquele importante trabalho. E assim fui integrado como o último membro convidado para aquele trabalho que foi competentemente presidido pelo então também presbítero Ariel da Silveira, hoje pastor da denominação.

Por razões pessoais e buscando evitar alguns entraves internos, já antigos com relação a minha pessoa e minha família, e procurando evitar o prejuízo de outros companheiros que eventualmente se dispusessem a tomar partido, deixei minha esposa e filhos em casa em oração e fui conversar com o então meu querido Pastor José Pimentel de Carvalho, como Jacó no Vale de Jabote, para pedir a benção dele para deixar silenciosamente a denominação, de modo a evitar desgastes e confrontos que se tornavam cada vez mais frequentes e evidentes da parte de um determinado co-líder, os quais pudessem, mais cedo ou mais tarde, trazer algum tipo de prejuízo a minha família e ao bom desenvolvimento dos trabalhos da igreja. Foi uma das decisões mais difíceis que eu e minha esposa tomamos na vida. Eu não era Desembargador ainda; era Juiz Diretor do Forum da Capital Paranaense. Após longa conversa, ele compreendeu a situação, abençoou-nos, orou por mim e pediu que orasse por ele, o que fiz com grande temor e reverência ciente que estava da estatura moral e espiritual daquele grande homem de Deus. É com base nessa experiência pretérita que me arvoro a dizer o que estou enxergando acerca do que está acontecendo, mesmo não integrando mais o rol de membros daquela honrada denominação, pedindo licença à boa gente assembleiana para fazê-lo.

ACUSAÇÃO SOBRE ACUSAÇÃO
O Reverendo Wagner Gaby não roubou os cofres da igreja, não desviou recursos, não prevaricou, não adulterou. Mas é curioso observar a ferocidade com que está sendo acusado. E quando uma acusação não leva ao suposto objetivo óbvio de sua destituição do elevado cargo, passa-se a outra que não trazendo o desejado resultado da destituição, avisa-se que haverá outra etc. Tornou-se um padrão nesse caso.

As ações repetidas parecem demonstrar que não se deseja a resolução de nada, mas sim e apenas a destituição do Pastor Presidente. Uma aparente ação contínua de “bater até cair” do personagem Hamlet de William Shakespeare.

Observem-se os fatos e acusações:

O APARTAMENTO DE "TRÊS MILHÕES DE REAIS".
Segundo ouvi de um certo presbítero do campus ministerial da IEADC numa entrevista com um desses "youtubers", dizendo-se escandalizado com isso e emprestando a si a angústia do Profeta Jeremias com citações bíblicas, acusava o Pr. Wagner Gaby, revelando que o valor do apartamento não seria de "três", mas sim de "dois milhões e duzentos mil reais". Portanto, quase um milhão a menos! - Logo a acusação pública não foi verdadeira quanto ao valor do imóvel.

A acusação primeira, segundo os boatos que ganharam todas as redes sociais de fofocas, era a de que o Pr Wagner Gaby teria comprado para si e para a sua novel esposa, irmã Mel Gaby com recursos da igreja. Porém, quando levado o fato à assembleia geral, a compra do imóvel não seria "para ele mesmo", mas sim para o patrimônio da igreja, adquirido EM NOME DA IGREJA. - Então a acusação pública de que havia comprado em seu nome com recursos da IEADC também não era verdadeira.

A única verdade seria a de que a compra não teria observado os trâmites regulares previstos estatutária ou regimentalmente. Uma possível irregularidade, se tanto. Jamais uma nulidade.

A INEXISTÊNCIA DE CASA PASTORAL DA IEADC
Aqui me permito fazer uma observação que me parece relevante:

A IEADC possuía uma casa pastoral que foi ocupada pelo Pr José Pimentel de Carvalho durante os longos anos que esteve à frente da igreja. Como não possuía imóvel próprio e próximo de passar o cajado a outro pastor, a igreja em assembleia decidiu doar aquele único imóvel pastoral da IEADC ao velho pastor. Com isso a IEADC ficou sem casa pastoral.

Ora, o Pr. Wagner Gaby é homem idoso, com 73 anos de idade, mas que tem imóvel próprio. Caso decida jubilar-se e passar a presidência da igreja a outro pastor que venha de fora, seja por aclamação ou eleição, a igreja estaria sem casa pastoral para acolher o novo pastor, obrigando-se a alugar ou adquirir outro imóvel às pressas. Assim, a compra do tal apartamento para a igreja, em nome da igreja, em que pese a suposta irregularidade alegada, seria proveitosa à instituição como forma de prevenir a futura e certa necessidade.

O INFELIZ ÁUDIO DE CLÁUDIA GABY
Explorou-se nesse episódio, um áudio vazado maldosamente por algum antipatizante do Pr Wagner, de uma conversa privada entre a filha deste, Cláudia Gaby e uma suposta amiga e confidente a quem se refere como "Dama".

Naquele áudio, analisado psicanaliticamente pelas notas Freudianas, vemos uma filha que se queixa da mulher que toma o lugar da falecida mãe e lhe toma a atenção do pai que antes era exclusiva para si e seu irmão. Isto é absolutamente natural. Nenhum filho ou filha recebe com pronta aceitação a substituição de um pai ou uma mãe, por um novo ou nova moradora da casa antes ocupada pelo ente amado que se foi. O filho terá maior dificuldade em aceitar um novo homem junto de sua mãe a tomar o lugar de seu falecido pai, enquanto que a filha terá maior dificuldade em aceitar uma nova mulher junto de seu pai a tomar o lugar de sua falecida mãe. Seus argumentos, suas queixas são de foro íntimo e não seriam da conta de ninguém. Mas não se respeitou isso. Pelo contrário, fez-se vazar o áudio e expor as palavras da filha, em detrimento da atual esposa do pai, não obstante seja pessoa digna, honrada e respeitada, no fundo porque tomou o lugar da mãe. Mas houve-se de tal forma a fazer parecer que o Pr Presidente não estaria no uso pleno de suas razões naquele momento, ligando-o à aquisição do apartamento.

Dessa análise decorre outra questão lógica:
O Reverendo Wagner e sua esposa Mel Gaby, em tese deveriam estar residindo no imóvel em que ele viveu até não muito tempo com a falecida esposa, irmã Maria cujas marcas de sua presença devem permear todo o imóvel, seja pelas louças, pela decoração, seja pela mobília, pelas cortinas e até pelos cheiros. Provavelmente tudo evocasse a lembrança dela. Natural, portanto, para o casal, o desejo justo e compreensível de residir em outro imóvel em que pudessem construir juntos, novas memórias. Isso é fator de saúde para o casamento e, portanto, mais do que justificável a intenção, especialmente vindo de um pastor que precisa dar bom exemplo de convívio marital. E é o caso do Reverendo Wagner.

Se a igreja adquirisse um imóvel pastoral, inexistente desde o pastor anterior, seria uma solução dupla, suprindo a igreja e permitindo esse pequeno passo de conforto emocional ao seu pastor. Afinal, mesmo tendo um imóvel próprio, nessas circunstâncias, seria mais do que legítimo que o pastor da igreja ocupasse o imóvel pastoral, querendo.

Mas o que fizeram em relação a isso os seus detratores?
Aproveitando-se daquele áudio infeliz, expuseram a filha, expuseram o pastor e fizeram parecer que as motivações do digno pastor seriam todas de má-fé, para proveito e deleite pessoal apenas, adquirindo com o dinheiro da igreja um apartamento em seu nome, o que nunca foi verdade. Vindo à luz os fatos, não obstantes os arroubos falaciosos do tipo “se ele quer comprar um imóvel de luxo, que o faça com o seu próprio dinheiro” dirigidas contra o pastor da igreja em assembleia geral, de modo público e desrespeitoso, publicável nas mídias sociais, como de fato foi, deliberou-se pela venda do imóvel recém adquirido, com o pronto assentimento do pastor, pondo em tese, um ponto final nessa questão.

A propósito, um apartamento naquela região de Curitiba, pelo preço noticiado, sem dúvida é um bom apartamento, mas está longe de ser considerado imóvel "de luxo". Imóveis "de luxo" nessas regiões de metro quadrado mais valorizado, como são os bairros do Batel e Centro Cívico (e arredores), têm seus preços próximos a 10 milhões de reais para cima.

O LEVANTE DO DIRIGENTE DA CONGREGAÇÃO DO CAPÃO DA IMBUIA
A princípio solucionada a rebeliosa indignação contra a compra do apartamento pela democrática deliberação de sua venda, parecia que as coisas tendiam a voltar aos trilhos, só que não.

Surge então a desobediência regimental ou estatutária de um dirigente de uma congregação do campus de Curitiba que não teria remetido as entradas, conforme previsto nas normas internas, para depois receber os suprimentos determinados a partir dos departamentos da sede (patrimônio, obras etc), mediante requerimentos próprios.

Que situação!

Se a direção da igreja-sede permitisse o precedente, os dirigentes das outras 160 congregações poderiam fazer o mesmo e o caos estaria instalado. Como resolver? Como de costume desde sempre na IEADC: troca-se o dirigente que é transferido para outra unidade ou é posto à disposição da sede até que se depurem os fatos e condutas. Mas neste caso, houve uma nova ação midiática para expor o Pr Wagner por parte do dirigente, que é advogado (o qual sempre o tive em alta conta), como se ele Wagner, é quem estivesse agindo como um tirano ao fazer cumprir as normas desde sempre conhecidas e vigentes há anos.

Ora, essa era a regra escrita, sabida e ressabida desde sempre. Só se mudou e eu não soube. Logo, quem errou mais nesse episódio? Parece fácil a resposta, mas não para os "fofoqueiros do gospel".

Quem instituiu esse sistema foi o Pr. José Pimentel de Carvalho quando chegou em Curitiba em 1962, vindo do Rio de Janeiro com a família para pastorear a IEAD em Curitiba. Criou um modelo que lembra o SISTEMA COOPERATIVO em que todas as unidades congregacionais faziam suas remessas de dízimos para a sede e a sede administrava os recursos, aplicando-os na medida de necessidade entre todas as demais, pois havia unidades congregacionais que tinham mais recursos enquanto outras eram muito carentes e necessitadas.

A ideia funcionou, pois, além da construção do templo sede, a administração da IEADC passou a padronizar as congregações com belas construções e equipamentos, fossem de bairros mais privilegiados, fossem em regiões de favela, oferecendo igualdade de tratamento entre elas. É exemplo bem-sucedido desse modelo de gestão, a bela congregação do Prado Velho que absorveu membros que residiam na região da favela de mesmo nome os quais jamais teriam condições financeiras de bancar ou sustentar aquela construção e estruturas e hoje quem lá visita, percebe a melhoria da qualidade de vida dos membros e o quanto de dignidade humana obtiveram por conta desse sistema inteligente de gestão. Os descontentamentos sempre foram pontuais e reconheço, nem sempre injustos. Mas para isso, existem os recursos e o diálogo natural entre os companheiros daquele corpo ministerial; nunca a rebelião.

A necessidade da congregação de Capão da Imbuia em relação ao seu telhado, por mais relevante que fosse, não justificaria da parte de crentes verdadeiros, o levante ofensivo e desrespeitoso à pessoa do Pr Wagner que, publicamente desafiado pelo então dirigente, estava tentando fazer valer a sua autoridade administrativa numa questão tão delicada já abalada pelo episódio anterior do apartamento, alçado nacionalmente a nível de escândalo. Tudo filmado, gritos, ofensas, palmas...e postado nas redes sociais, com enorme prejuízo à imagem pública do Pr Wagner, de novo, o qual procurava manter a ordem e as regras por todos conhecidas.

A congregação de Capão da Imbuia ficou envenenada pelo ressentimento por conta daquela falta de cuidado do seu dirigente, tomo a liberdade de respeitosamente observar. Mesmo com administração da sede tendo alugado um belo espaço após o ocorrido, a atitude do anterior dirigente trouxe não pouco prejuízo à integração do corpo da igreja que ainda sente a dor da ferida aberta. Sei disso porque minha irmã caçula também frequenta aquela unidade congregacional.

Desrespeitou-se ali a hierarquia pastoral, as normas previstas e conhecidas do regimento ou estatuto e a Palavra de Deus. Quem errou mais, para dizer o mínimo?

O PEDIDO PARA DESTITUIÇÃO DO PASTOR EM AGO
Esse novo capítulo, gerou a realização de uma AGO (assembleia geral ordinária), com cerca de 300 assinaturas do rol de noticiados 16.000 membros do campo, pedindo a destituição do Pr Presidente. Depois de algumas falas acaloradas de algumas pessoas, sempre enfatizando questão financeira (é sempre no financeiro a ênfase), fazendo lembrar certas agremiações partidárias, não uma igreja, o resultado deu ampla e folgada margem de aprovação ao que fora proposto em favor do Pr. Wagner Gaby. Foram 2.239 votos a favor dele e 377 contra.

"BATER ATÉ CAIR" OU DOBRAR OS JOELHOS E ORAR?
Que atitude é recomendada nas Escrituras Sagradas em relação às questões entre irmãos? Ou como devemos agir individualmente como seguidores de Jesus Cristo? É correta a forma como está sendo tratado o Pastor Presidente Wagner Gaby, sendo exposto desonrosa e publicamente sem que ele tenha prevaricado, adulterado ou roubado um centavo da igreja? Qual a razão dessa rebelião?

Essas são perguntas para serem levadas em oração a Deus, não em petição judicial perante a justiça dos homens, da qual eu inclusive, com muita honra, faço parte.

Esses episódios lamentáveis só têm escandalizado crentes, não crentes e o evangelho de Cristo. Tal proceder não afirma o cumprimento do evangelho, antes representa um ato de negação da fé, aos ditames da Santa Palavra do Senhor. Também configuram um atentado à autoridade do Pastor Sênior, que legitimamente foi escolhido e estabelecido na comunidade assembleiana de Curitiba, ao qual os liderados e co-irmãos, deveriam prestar honra e respeito e agir com discrição nessas questões internas.

AS DEMANDAS ENTRE IRMÃOS (QUE DIRÁ ENTRE LÍDERES).
A falta de justiça bíblica, evangélica e cristocêntrica no tratamento dessas questões é o que tem chamado a minha atenção, considerando que alguns dos que se levantaram contra o Reverendo Gaby, salvo engano, integram o corpo de ministros da denominação. Essas acusações porosas não estão vindo de leigos ou neófitos na fé, mas de co-pastores e presbíteros que deveriam ser os primeiros a tratar com discrição qualquer fato que pudesse trazer escândalo à denominação perante a sociedade.

Citar as escrituras para depois acusar, foi prática utilizada pelo diabo na tentação de Jesus no deserto. Não impressiona aos crentes que conhecem a Palavra e procuram viver por ela. A árvore se conhece pelos frutos, não pelo que se diz ser.

Quando a jovem virgem Maria foi escolhida por Deus para ser a mãe do Messias prometido, estava comprometida de José, noiva conforme o costume ocidental, porém, sem que tivessem coabitado. Quando seu futuro esposo soube de sua gravidez, perante a lei mosaica, ele teria o direito de levá-la à morte por apedrejamento pelo suposto ato de infidelidade. Mas o que fez José, segundo a Bíblia?

"Mas José, seu esposo, SENDO JUSTO E NÃO A QUERENDO INFAMAR, resolveu deixa-la secretamente". (Mt 1.19).

Observemos o que recomenda o Apóstolo Paulo acerca desse tema em ICo 6.4-9:

"4 Entretanto, vós, quando tendes a julgar negócios terrenos, constituís um tribunal daqueles que não têm nenhuma aceitação na igreja. 5 Para vergonha vo-lo digo. Não há, porventura, nem ao menos um sábio entre vós, que possa julgar no meio da irmandade? 6 Mas irá um irmão a juízo contra outro irmão, e isto perante incrédulos! 7 O só existir entre vós demandas já é completa derrota para vós outros. Por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano? 8 Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos próprios irmãos! 9 Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus?"

E também o escritor aos Hebreus (Hb 12.14):

"14 Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor! "

A NEGAÇÃO DE PEDRO E A TRAIÇÃO DE JUDAS.
Pedro e Judas, apóstolos de Jesus Cristo, praticaram atos de traição ao Mestre. Judas, por motivação política; Pedro por medo.

Judas cria que Jesus era o Messias e tanto cria que intentou usá-lo para os seus propósitos que eram exclusivamente políticos e visavam a libertação de Israel do jugo do Império Romano. Parece que Judas acreditava que se Jesus fosse precipitado contra as forças de Roma, certamente destruiria o poder romano, pois Ele era o Messias. Mas quando viu que Jesus se deixou prender ao invés de destruir as forças romanas, teve arrependimento, porém, ineficaz. Devolveu os trinta dinheiros e foi se enforcar, tal como fizera Aitofel, o conselheiro do Rei Davi que o traiu para colocar no trono a Absalão. Para alguns comentaristas, o Salmo 55 de Davi, retrataria a sua decepção com Aitofel. Quando Aitofel viu que tudo estava perdido, foi e enforcou-se (2Sm 17.23). É o mesmo espírito. O propósito de seu serviço ao Rei não estava ligado às questões do reino, mas à manipulação política dos meios disponíveis por vingança e para benefício próprio. Mas nesse processo Davi chegou a ser apedrejado e amaldiçoado por quem lhe devia favor.

Pedro, imediatamente à tripla negação de Jesus, lembrou-se do quê? DA PALAVRA; foi e chorou amargamente, em sinal de arrependimento e alcançou perdão do Senhor.

A Palavra: "Essa é a verdadeira ajuda numa necessidade dessas, e foi o que faltou ao infeliz Judas" (Martinho Lutero, comentário de 2Co 7.10, na Bíblia com reflexões de Lutero, SBB).

Urge que todos retornemos à Palavra do Senhor e abandonemos as nossas, com conserto entre os irmãos.

UM TESTEMUNHO DE VITÓRIA NA RECONCILIAÇÃO
Há muitos anos, quando eu e minha esposa voltávamos de Foz do Iguaçu, lembramos que um Pastor conhecido desde nossa juventude, tinha sido transferido para a cidade de Toledo, no oeste do Paraná e decidimos visitá-lo, pois estava no trajeto de retorno a Curitiba. Fomos recebidos com grande alegria em sua residência, acarinhados por sua esposa e abraçados por ele. Ainda estávamos em pés na sala quando alguém bateu palmas no lado de fora. Era um outro Pastor em viagem, vindo da última cidade em que aquele Pastor que visitávamos havia pastoreado (por muito pouco tempo). Ele o recebeu, juntamente com um outro irmão que o acompanhava e ali ficamos os cinco em pés na sala. Não quiseram tomar assento. Disse aquele outro Pastor que a visita era rápida, mas urgente e explicou. (Resumirei com minhas palavras a essência daquele diálogo).

"Pastor, eu estou a caminho de um trabalho evangelístico numa cidade da região juntamente com este companheiro que faço questão que seja nossa testemunha neste negócio, assim como esse casal de irmãos que aqui está. Mas antes de ir até lá, eu propus em meu coração de vir aqui pedir-lhe perdão. Quando o senhor foi transferido para a minha cidade como pastor de nossa igreja, eu fui um dos principais que se levantou contra o seu pastorado lá, pois não o conhecia, nem o entendia. Eu sei que lhe fiz sofrer demais. Depois que o senhor saiu de lá, por força daquele levante que ajudei a promover, a benção do Senhor se afastou de minha vida e meus negócios de uma maneira tal, que a minha empresa, única na região naquele tipo de prestação de serviço, inexplicavelmente começou a entrar em rota de grave declínio. Buscando entender o que estaria acontecendo, o Senhor tocou em meu coração que eu deveria vir até aqui, pedir-lhe perdão. Então eu lhe peço perdão em nome do Senhor Jesus e quero que ore por mim e me abençoe!".

Diante dessas surpreendentes, mas abençoadoras palavras, aquele Pastor que todos estávamos visitando, calmamente disse: "Realmente, você me fez sofrer demais. Eu achei que não iria suportar. Mas o Senhor me sustentou e a despeito de tudo o que aconteceu, eu te perdoo em nome do Senhor Jesus!".
Àquela altura dos acontecimentos, todos estávamos tocados pelo Espírito Santo do Senhor e com os olhos marejados. Eu nunca havia presenciado um gesto de tamanha grandeza e elevação espiritual vindo de Pastores que eu admirava os quais passei a admirar e respeitar ainda mais (agradeço a Deus pelo privilégio de haver testemunhado aquele momento solene).

Então, aquele Pastor visitado por todos nós, conclamou-nos com um "vamos orar" ao que o pastor visitante disse: "por favor espere. Vou me ajoelhar e gostaria que o irmão orasse me perdoando e me abençoasse impondo as suas mãos sobre a minha cabeça". Aquele Pastor disse que não era necessário fazê-lo, mas aquele pastor visitante insistiu e assim foi feito.

Ao final da oração, todos nós em lágrimas e tocados pelo Espírito do Senhor, fomos convidados pelo Pastor que era visitado por todos os quatro para sentarmos um pouco e tomarmos um cafezinho. Mas tanto aqueles dois, quanto eu e minha esposa que fôramos apenas para abraça-lo, já estávamos saciados com aquele momento sublime e seguimos viagem, cheios daquele mover especial que permaneceu em nós por todo o restante da viagem, emocionando-nos sempre que nos lembramos dele.

Talvez para um momento como este, o Senhor tenha nos levado até lá e permitido presenciar o que relatei.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Não somos perfeitos. Todos nós erramos, mesmo querendo acertar. Precisamos pedir perdão e perdoar para alcançarmos perdão. Está na oração do Pai Nosso.

Eu gostaria de não precisar ter escrito estas páginas, mas me senti na obrigação de fazê-lo e o fiz com muito respeito a todos e com um propósito absoluta e exclusivamente pastoral, não para chamar a atenção de ninguém, mas para convidar a Igreja do Senhor a dobrar os joelhos e a se colocar diante do Trono da Glória, em lágrimas se necessário, com uma intercessão por todos os irmãos envolvidos, mas especialmente pelo Reverendo Pr. Wagner Gaby, sua família e seu ministério, com um sentimento de conciliação e não de divisão, lembrando novamente das palavras do Apóstolo Paulo em I Ts 5.12-24:

"12 Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;13 e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros.14 Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.15 Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos.16 Regozijai-vos sempre.17 Orai sem cessar.18 Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.19 Não apagueis o Espírito.20 Não desprezeis as profecias;21 julgai todas as coisas, retende o que é bom;22 abstende-vos de toda forma de mal. 23 O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis até a volta gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo". Amém!

Que a Paz do Senhor seja com todos. Shallom!

"Soli Deo Gloria".
Vosso conservo em Cristo,

Curitiba, 07 de fevereiro de 2025.

Publicado originalmente no Perfil do autor no Facebook

OBS.: Os grifos são do Blog Point Rhema


MEU COMENTÁRIO:

Desde o início dos acontecimentos acima narrados pelo Des. Gamaliel Seme Scaff, e amplamente viralizados através das diversas plataformas de redes sociais, este blog nada publicou.

Primeiro, motivado pelo entendimento de que em nada ajudaria nem edificaria, e também pelo desconhecimento da origem e quem são seus autores (com todos respeito); tudo isso somado às supostas provas decorrentes de cortes de áudios e vídeos sem autoria, nem mesmo com contexto definido, compartilhados de forma apócrifa na internet, sob o manto de "minhas fontes". No caso do texto acima, a origem é assinada, definida e publicada em perfil público do autor no Facebook.

Nosso irmão em Cristo, Dr. Gamaliel Seme Scaff, presbítero consagrado na IADC pelo saudoso Pr. José Pimentel de Carvalho, muito embora, como menciona, não mais faz parte da membresia da AD em Curitiba, é conhecido por toda a nação cristã brasileira, mormente a assembleiana, desde a sua juventude, como músico guitarrista, não somente na igreja, como em muitas gravações, ocasião em que os músicos e cantores nas igrejas, à distância, o chamavam carinhosamente de "Seminho". Mesmo não o conhecendo pessoalmente, acompanho o seu trabalho no serviço cristão e, mais recentemente, como Desembargador junto ao Tribunal de Justiça do Paraná, uma honra para nós cristãos.

Nosso irmão se expressa baseado no conhecimento real dos atos constitutivos da IEADC, como parte integrante que foi da comissão que os elaboraram, inclusive com detalhes sobre a eleição do pastor Wagner Gaby hà mais de 13 anos, por último, conhece também as normas operacionais de administração da igreja, que constitui a relação Igreja Sede e Congregações, hà décadas, assim como também conhece a maioria dos protagonistas dos fatos.

Sua defesa pública ao Pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby, quanto aos ataques sofridos ate o presente momento, no meu entender, é honrosa, com base jurídica, serena, com espírito cristão e avalizada biblicamente.

Seu texto de defesa, é um verdadeiro conselho de recondução aos trilhos, de como se conduzir a resolução de problemas entre irmãos, algo hà muito tempo fora do prumo, lamentavelmente, não somente em Curitiba, mas em vários lugares do Brasil.

Em que pese este editor faça parte e represente instituições, este blog é estritamente de caráter pessoal, pelo que colabora em reverberar o que entende seja para edificação dos seus seguidores, considerando que o texto acima jamais terá o mesmo apoio dos áudios e vídeos publicados com a intenção de denegrir a imagem do Pr. Wagner Gaby e consequentemente a igreja que preside.

Pr. Carlos Roberto Silva
Editor do Point Rhema

quarta-feira, 26 de julho de 2023

Igreja Batista da Lagoinha se defende da acusação de praticar “cura gay”


É simplesmente inadmissível testemunhar a conduta de certos veículos da mídia", diz a nota


Nesta terça-feira (25), a Igreja Batista da Lagoinha emitiu uma nota à imprensa após acusações de praticar a iniciativa conhecida por "cura gay". Na sexta (21), a revista Veja publicou uma reportagem intitulada Como a igreja comandada por André Valadão promove a absurda "cura gay".

De acordo com o veículo, "a igreja comandada pelo pastor André Valadão promove uma suposta reorientação da sexualidade". A Veja informou que a prática da suposta "cura gay" acontece na Estância Paraíso.

A Estância é liderada pela pastora Ezenete Rodrigues e fica em Sabará, próximo de Belo Horizonte, Minas Gerais. Muito conhecida e respeitada, a Estância Paraíso tem sido local de renovo e auxiliado na restauração de milhares de pessoas há cerca de 16 anos.

A Estância Paraíso já recebeu muitos anônimos e famosos. Alguns dos visitantes foram Wesley Safadão, Daniela Araújo, Naldo e as irmãs Simone e Simaria. Em entrevista ao portal Pleno.News, em 2019, a pastora Ezenete contou mais detalhes do trabalho especial e abençoado.

Temos vários tipos de programação. Funcionamos toda semana e recebemos todo o tipo de pessoa, do Brasil e de fora. Pessoas com todos os tipos de problema. Deus tem feito maravilhas naquele lugar, lá tem remédio do Céu – contou.

Confira a íntegra da nota:

É simplesmente inadmissível testemunhar a conduta de certos veículos da mídia que, de forma leviana, vêm nos últimos dias distorcendo a genuína finalidade dos retiros espirituais da Igreja da Lagoinha.

De maneira irresponsável, esse jornalismo raso tenta associar essa grande obra de acolhimento e fé a uma absurda e inexistente prática da "cura gay". Raso porque uma simples checagem dos fatos desmontaria a pretensa tese.

Os retiros são espaços de acolhimento para todas as pessoas que buscam, pela Fé, tornarem-se melhores. Há, sim, um custo para cobrir despesas com hospedagem, refeições diárias e transporte.

Sim, nossos espaços também aceitam membros da comunidade LGBTQIA+ que se sintam, espontaneamente, desconfortáveis com a vida que levam. É um direito deles, afinal, buscar uma expressão religiosa.

Tentar resumir os retiros a uma pretensa e absurda cura gay é desrespeitar as milhares de pessoas que, só no último ano, procuraram auxílio espiritual, cuja essência reside na profunda reflexão e no aprimoramento dos ensinamentos cristãos.

No que couber, ações de reparação judicial serão desencadeadas para restabelecer a verdade dos fatos e reparar danos. Isso se faz necessário para repudiar uma postura que não apenas calunia a Igreja da Lagoinha, mas agride a liberdade de crença e a integridade dos fiéis.

É uma clara violação do dever jornalístico de informar com imparcialidade e ética, desrespeitando o sagrado princípio da veracidade dos fatos. Crimes e ofensas, à luz do Estado Democrático de Direito, não podem ficar impunes.

Fonte: Pleno News via Folha Gospel

sexta-feira, 21 de abril de 2023

Filha da bispa Sônia Hernandes a defende e diz não ver ‘amor de Jesus’ em Malafaia; Pastor rebate - ASSISTA AQUI


As críticas do pastor Silas Malafaia às declarações da bispa Sonia incomodaram a filha da líder da Igreja Renascer, Fernanda Hernandes, que afirmou que o líder assembleiano não reflete "o amor de Jesus".

Quem morreu na cruz foi Cristo. Por todos nós! Eu não enxergo na atitude do Silas Malafaia o amor de Jesus Cristo. Minha mãe, bispa Sonia, me ensinou o verdadeiro evangelho que vivo e prego, e o maior dos mandamentos continua sendo: amemos uns aos outros”, escreveu Fernanda Hernandes no comentário de uma publicação no Instagram.

A declaração de Fernanda repercutiu nas redes sociais, e o pastor Silas Malafaia respondeu afirmando que esse tipo de discurso é característico dos "falsificadores" do Evangelho.

"Denunciar o pecado agora virou discurso de ódio. Só se for para os falsificadores da Palavra, conforme Paulo denuncia em 2 Coríntios 2:17 e 2 Coríntios 4:2. O Deus de amor – porque ninguém tem o amor igual ao de Deus – vai botar gente no inferno", introduziu Malafaia em um vídeo.

"Vamos ao texto áureo da Bíblia, palavras de Jesus, para a gente entender? João 3:16,17: ‘Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus enviou Seu filho ao mundo não que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele’. Agora, olha a conclusão: quem n’Ele crê, não é condenado, mas quem não crê já está condenado", acrescentou.

O pastor ponderou que "a teologia do pecado" é algo amplamente estabelecido nas Escrituras e nas doutrinas das igrejas que se mantém fiéis à Bíblia: "Quer dizer que eu dizer que quem não crê em Jesus vai para o inferno é discurso de ódio? É falta de amor? […] Denunciar o pecado virou discurso de ódio? Só para falsificador da Palavra. Querido, só tem dois reinos: reino de Deus e reino do diabo. Não dá para ficar em cima do muro".

"Eu não julgo ninguém, e nem ponho ninguém no céu ou no inferno. Mas eu denuncio o pecado. Quer dizer, então, que se você pregar que adúlteros vão para o inferno; os que vivem na prostituição vão para o inferno; quem rouba, engana, vai para o inferno; homossexualismo vai para o inferno, é discurso de ódio?", questionou.

Fonte: Gospel+



MEU COMENTÁRIO:

Mais uma vez o pastor Silas Malafaia foi bíblico e cirúrgico em sua argumentação.

Denunciar o pecado e alertar o pecador de acordo com as Escrituras Sagradas é um ato de amor, senão vejamos:

Palavra de sabedoria

"Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno". - Provérbios 23:13,14

Palavra através de Profeta

"Eles sairão e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne". - Isaías 66:24

Palavras de Jesus Cristo

"E, se tua mão te faz tropeçar, corta-a; pois é melhor entrares maneta na vida do que, tendo as duas mãos, ires para o inferno, para o fogo inextinguível [onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga]E, se teu pé te faz tropeçar, corta-o; é melhor entrares na vida aleijado do que, tendo os dois pés, seres lançado no inferno [onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga]E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga". Marcos 9:43-48

Palavra através de Apóstolo

"Irmãos, se algum de entre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador salvará da morte a alma dele, e cobrirá uma multidão de pecados". - Tiago 5:19,20

A Bíblia sagrada é a nossa única regra de fé e prática - Desautorizar ou desacreditar na Palavra de Deus nas questões que envolve a realidade do inferno, é o mesmo que desacreditar nela por inteiro. Nesse caso acreditaríamos apenas naquilo que nos convém.

O ENSINO BÍBLICO SOBRE O INFERNO

Por três vezes no texto do evangelho segundo escreveu Marcos 9, Jesus adverte aos discípulos: "melhor é para ti entrares na vida-reino de Deus – aleijado, coxo e cego – do que ires para o inferno" (v. 43, 45, 47).

A cada advertência Jesus também acrescenta algo sobre o inferno: "para o fogo que nunca se apaga [ARA- inextinguível] (2x)" seguida de outro qualificativo: "onde o seu bicho não morre".

Que descrição terrível, porém  vinda da doce voz do Senhor!

Precisamos lembrar que os discípulos não se impressionaram com a descrição. Por quê? Embora fosse uma nova revelação no ministério de Jesus, a descrição já era conhecida pelos discípulos na leitura dos Profetas: "e sairão [os eleitos], e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo nunca se apagará; e serão um horror a toda a carne" (Is 66. 24).

Portanto, não é possível relativizar; segundo a Palavra de Deus quem crer será salvo da condenação, quem não crer já está condenado.

Ora, ninguém está obrigado a crer e, se não crer, é só não dar ouvidos a quem prega, afinal de contas é para isso somos dotados do livre arbítrio.

O que prega a Palavra, não pode obrigar quem quer que seja acreditar nela, e o que não acredita, não pode impedir de pregar o que acredita, ou impor mudanças na mensagem ou  na fé de outrem, simples assim.

Parabéns ao pastor Silas Malafaia pela postura e firmeza em um tema que não há controvérsia.


Pr. Carlos Roberto Silva

domingo, 26 de junho de 2022

André Valadão defende juíza que impediu aborto de criança estuprada


André Valadão também respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha?

O caso de uma menina de Santa Catarina, que foi estuprada aos 11 anos, trouxe de novo à tona a polêmica sobre o aborto. Isso porque a criança foi impedida de interromper a gestação.

A mãe da menina só descobriu a gravidez após 22 semanas (5 meses e meio). A criança foi então encaminhada a um hospital de Florianópolis para que um aborto fosse realizado, mas a equipe médica se recusou, já que as normas internas do hospital permitiam o ato até a 20ª semana. O caso foi parar na justiça.

A juíza responsável pelo caso, Joana Ribeiro Zimmer, concluiu que o aborto de um bebê com 22 semanas seria um homicídio e encaminhou a menina a um abrigo após um pedido da Vara da Infância. Agora ela está sendo duramente criticada por seu posicionamento.

Mas, segundo a juíza, a decisão foi uma medida protetiva para manter a criança longe do agressor e também evitar o aborto de uma gravidez em estágio avançado. Há suspeitas de que o estupro tenha ocorrido dentro da própria casa.

Entenda o caso

O estupro aconteceu no começo do ano, mas quando a mãe descobriu a gravidez já era tarde para a realização de um aborto dentro dos parâmetros da lei, já que o bebê estava em estágio avançado de desenvolvimento.

A mãe alega que realmente estava decidida pelo aborto como forma de proteção à filha, conforme o G1. “Diferente de proteger a filha, iria submetê-la a um homicídio”, disse Joana na decisão.

A juíza ainda explica que o aborto só não foi realizado “porque a menina estava institucionalizada [internada em um abrigo] pois, se estivesse com a mãe, teria sido realizado o procedimento sem a salvaguarda da vida do bebê”.

A magistrada ainda escreveu na decisão que a menina passou por três avaliações médicas recentes e que, em nenhuma delas, falou-se em risco para a saúde da menor.

Por outro lado, a advogada da menina, Daniela Felix, insiste em dizer que já havia uma decisão da Justiça que autorizava o aborto. Porém, como a criança foi encaminhada a um abrigo, isso impediu que a decisão fosse executada.

Na última decisão sobre o caso, nesta terça-feira (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. Vale lembrar que a menina agora está em sua 29ª semana de gestação (mais de 7 meses).


Juíza Joana Ribeiro Zimmer.

Defensores do aborto

A ex-coordenadora do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santo Antônio, em Blumenau, no Vale do Itajaí, a médica Daniela Lemos Mezzomo, explica que pelo Código Penal, em casos de estupro, risco de vida materna ou má formação fetal incompatível com a vida, não há limite de idade gestacional.

Vinte e duas semanas e dois dias não faria nenhuma diferença quanto a viabilidade, também, e nem deveria ter sido enviado para um juiz. A lei já autoriza. O hospital credenciado deve obrigatoriamente disponibilizar um médico para realizar o procedimento. Interpretam a lei como querem”, ela disse.

André Valadão

pastor André Valadão se manifestou em seu Instagram. Ao ser questionado pelos seus seguidores sobre a decisão da juíza, ele disse que “ela está certíssima”.

Não é porque a criança tem 11 anos que o bebê deixa de ser um ser humano”, disse.

Depois ele respondeu a outra pergunta: E se fosse sua filha? “Se fosse minha filha eu iria cuidar dela nas questões psicológicas e psiquiátricas e nós nunca iríamos abortar o bebê, em hipótese alguma”, reforçou.

Uma vida não deve ser assassinada! Não temos este direito. Bate coração, bate uma vida!”, escreveu ainda.

Por fim, um seguidor pergunta se o pastor André acha que o estuprador do caso em evidência merece pena de morte, punição que não é aplicada pela justiça brasileira.

Valadão responde: “Pena de morte é uma coisa muito séria, gente. Imagine uma pena sendo dada de forma errada a uma pessoa que é inocente. Ou seja, estaríamos matando alguém também”.

A probabilidade de haver erros em condenar pessoas a pena de morte é grande. (Não é o caso comprovado do estuprador) mas mesmo assim, NADA CONTRA A PRISÃO PERPÉTUA, pois em caso de erro, terá a ‘vida inteira’ para provar o contrário…”, escreveu na legenda da terceira publicação.

Outras opiniões

Os abortistas estão realmente preocupados com a trágica situação da menina grávida aos 11 anos ou vislumbraram apenas mais uma oportunidade de disseminar a defesa do assassinato intrauterino?”, questionou também a deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo.

Segundo a deputada, tanto o parto quanto o aborto são traumáticos para uma criança de 11 anos que já sofreu também com o trauma do estupro. “Um aborto não elimina o parto. Um aborto não é mágica que faz o bebê sumir”, considerou.

Após o aborto, ela continuou explicando, que o bebê deverá ser retirado morto de dentro da menina. “Todos precisam saber que após um aborto, seja legal ou não, a menina passaria em um processo para expulsar do seu corpo um bebê que foi propositalmente esmagado, envenenado ou estripado”, detalhou.

As pessoas realmente sabem como é feito o aborto? Por que preferir o trauma do parto de um bebê morto ao parto de um bebê vivo? Por que escolher a morte e não a vida depois que tantas coisas ruins já aconteceram?”, lançou as perguntas.

Juíza se retira do caso

Após a repercussão do caso, Joana Ribeiro Zimmer disse que não se manifestará sobre a audiência realizada e que as informações “foram vazadas de forma criminosa”.

Ela explicou que o caso tramita em segredo de justiça e que busca garantir a devida proteção integral à criança. Em seguida, informou que está deixando o caso, pois foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí, conforme informações do G1.

Ela disse ainda que aceitou a promoção e o convite que havia sido feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal da Justiça disse, na última quarta-feira (15), que “a juíza recebeu a promoção por merecimento”.

Com o julgamento do STF pelo não reconhecimento do direito ao esquecimento, qualquer manifestação sobre o assunto à imprensa poderá impactar ainda mais e para sempre a vida de uma criança. Por essa razão, seria de extrema importância que esse caso continue a ser tratado pela instância adequada, ou seja, pela Justiça, com toda a responsabilidade e ética que a situação requer e com a devida proteção a todos os seus direitos e garantias constitucionais”, a juíza escreveu em nota.

Folha Gospel com informações de Guia-me, G1 e TV Jornal

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