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quinta-feira, 20 de maio de 2021

França proíbe linguagem neutra de gênero em escolas por ser prejudicial às crianças


O Ministério da Educação da França emitiu um decreto para as escolas do país impedindo o uso da linguagem neutra

A França proibiu o uso da linguagem neutra de gênero em suas escolas, afirmando que a nova prática prejudica o aprendizado das crianças.

O Ministério da Educação emitiu um decreto para as escolas do país num esforço para acabar com a linguagem neutra usada através de pontos nas terminações masculinas e femininas das palavras da língua francesa.

A escrita dita 'inclusiva' deve ser evitada, que usa o ponto médio para revelar simultaneamente as formas feminina e masculina de uma palavra usada no masculino quando é usada em um sentido”, afirma o decreto.

O documento também acrescenta: “Além disso, essa escrita, que resulta na fragmentação de palavras e acordos, constitui um obstáculo para a leitura e compreensão da palavra escrita. A impossibilidade de transcrever verbalmente textos com esse tipo de escrita dificulta a leitura em voz alta, bem como a pronúncia e, consequentemente, o aprendizado, especialmente para os mais novos”.

Em entrevista ao Le Journal du Dimanche, o ministro da Educação da França, Jean-Michel Blanquer, disse que a linguagem neutra de gênero é um problema para os estudantes, principalmente para aqueles com dificuldades de aprendizado.

Colocar pontos no meio das palavras representa uma barreira para o ensino da língua francesa", afirmou.

A Academia Francesa, a instituição encarregada de preservar o idioma, também se posicionou contra o emprego da “linguagem inclusiva”, declarando ser prejudicial à prática e à compreensão da língua. 

Fonte: Guiame / Com informações The Christian Post / Foto: Divulgação/Internet (20.05.21) via CPAD News

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Projeto de lei quer proibir o uso de linguagem neutra em São Paulo

Um projeto de lei que proíbe linguagem neutra em âmbito estadual foi apresentado pelo deputado Altair Moraes (REPUBLICANOS) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

O PL 721/2020, apresentado em dezembro de 2020, diz que os ensinos básico e superior deverão respeitar o direito do estudante a aprender a língua portuguesa.

A justificativa da proposta é que as normas cultas e legais de ensino estabelecidas nas orientações nacionais de Educação, bem como no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) e na gramática elaborada nos termos da reforma ortográfica ratificada pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) sejam respeitadas.

Existe um movimento de minorias nas redes sociais em relação à utilização da linguagem não binária ou, a chamada linguagem ‘neutra’, que quer acabar com o gênero masculino e feminino das palavras. Isso é inadmissível!”, enfatizou o deputado que já se pronunciou a esse respeito no plenário da Assembleia Legislativa.

O PL deixa expresso, claramente, no seu artigo 3º, a proibição da denominada “linguagem neutra” na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos.

O descumprimento da norma prevê sanções às instituições de ensino privadas e aos profissionais de educação que desrespeitarem a lei ensinando conteúdos adversos, prejudicando direta ou indiretamente o aprendizado da língua portuguesa culta.

Casos

Em SP, o deputado estadual Douglas Garcia (PTB) denunciou em um vídeo a colocação de uma faixa com saudação aos novos alunos em linguagem neutra, que foi pendurada em uma Escola Técnica Estadual (ETEC), na Zona Norte da capital paulista.

Garcia reproduziu uma foto da fachada da escola onde aparece a faixa com a frase “Bem-vindxs bixes”. “Recebi denúncias de pais sobre LINGUAGEM NEUTRA na Etec Albert Einstein e fui imediatamente até lá!”, disse o parlamentar paulista no Twitter.

No Rio, o colégio Liceu Franco-Brasileiro, na Zona Sul do Rio de Janeiro gerou polêmica entre pais e responsáveis de alunos, ao emitir uma circular, informando que irá adotar “estratégias gramaticais de neutralização de gênero na instituição”.

A exemplo disso, a escola expôs como serão usados alguns termos nesse novo sistema. A expressão “queridos alunos”, por exemplo, será substituída por “querides alunes”, o que indica não haver inclinação, nem para o gênero feminino, nem para o masculino nas palavras.

Proposta nacional

Uma proposta semelhante foi apresentada pelo deputado federal Junio Amaral (PSL-MG). O Projeto de Lei 5198/20 proíbe instituições de ensino e bancas examinadoras de concursos públicos de utilizarem o gênero neutro.

A discussão vem tomando força depois que um colégio no Rio de Janeiro informou que adotaria uma “linguagem neutra” em seu discurso institucional. Essa linguagem tem sido usada para se referir a pessoas que não se identificam com os gêneros masculino e feminino.

O texto do Projeto de Lei 5198/20 será analisado pela Câmara dos Deputados.

Fonte: Guia-me com informações de ALESP via Folha Gospel

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

“Existem 360 milhões de surdos no mundo e somente 3% conhecem a Jesus”, alerta pastor


Ronilson Lopes explica aos cristãos que a comunidade surda é ainda um povo não alcançado.


comunidade surda está entre os povos menos alcançados, segundo o pastor Ronilson Lopes, da Igreja Metodista Central em Belo Horizonte. Ele pontuou em uma entrevista para o programa Bate Papo sobre a importância de evangelizar este grupo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem 360 milhões de surdos no mundo. O pastor Ronilson salienta que apenas 3% deles conhecem Jesus. Ele esclarece que é importante a igreja entender a Língua Brasileira de Sinais, pois ela é essencial para o alcance de quem tem a deficiência.

Ele explica que a Libras é a segunda língua mais falada do Brasil. Já o pastor Gidiel Câmara aponta que os surdos é um dos povos menos alcançados do mundo.

Ronilson explica: "São 9,7 milhões de surdos no Brasil e são 360 milhões de surdos no mundo. Somente 3% conhece Jesus. É um povo não alcançado. A gente dentro do tempo de missões tem a janela 10/40. A gente fala que os surdos estão dentro da janela 10/41".

O pastor salienta que o 41 se refere aos surdos. "Eles estão ali dentro da 10/41, para provocar uma discussão. O 41 é para lembrar que existem outros povos que não estão incluídos nessa janela. É uma nação", coloca.

O pastor Gidiel Câmara ainda pontua que assim como português e o inglês, a linguagem de surdos também é diferente em cada país, que possui a própria língua.

Ronilson ainda ressalta: "Eu acabei de chegar do Panamá. Nós fomos fazer um treinamento missionário. Levamos a equipe de surdos e eles impactaram o mundo. Tinham quatro nações presentes ali e nós fomos em um shopping. Lá tinha uma comunidade surda onde eles se reuniram", disse.

"A gente teve a oportunidade de ver uma pastora que era a única intérprete do Panamá e eu preguei no Panamá, ali naquele no shopping, para os surdos", contou.

Fonte: Guiame

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