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terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Ministério Público recomenda fim do Pai Nosso em escola após queixa de professora



A Promotoria acatou a queixa de uma professora e recomendou o fim das orações em uma escola de Rifaina (SP).


O Ministério Público recomendou que uma escola municipal de Rifaina (SP) deixe de realizar atividades religiosas após uma queixa apresentada por uma professora.

Em uma representação, a docente relata que os alunos da EMEB João Etchebehere, de 5 a 10 anos, são chamados a orar o Pai Nosso com as professoras antes do início das aulas.

A autora da representação alegou que a escola se trata de um espaço público, que deve ser laico.

O MP acatou a queixa e recomendou o fim das orações na escola, sob a justificativa de que, embora ela seja alegadamente facultativa, é realizada com crianças, ou seja, sem plena capacidade de discernimento, informa o g1.

"É vedado aos entes federativos e seus órgãos estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança", argumentou o promotor de Justiça Alex Facciolo Pires.

A docente enviou um vídeo à Promotoria mostrando estudantes com as mãos em sinal de devoção e orando com as professoras.

Ela alegou ainda que houve constrangimento entre alunos de outras religiões. "Presenciei dois alunos serem expostos perante os demais por seus docentes justamente por expressarem que não compartilham da mesma fé", diz.

A professora também alega que apresentou sua queixa aos gestores da escola, mas foi informada de que esta tem sido uma prática da escola há muitos anos.

"Busquei expor a situação quanto à laicidade do espaço público para a secretária da educação, e como resposta recebi a informação que essa prática ocorre há muitos anos e não mudariam, e caso necessário fariam uma intervenção com os pais (abaixo assinado ou autorização)."

Promotoria recomenda o fim das orações

Com a denúncia da professora, o Ministério Público enviou um ofício à escola.

Por sua vez, a instituição de ensino confirmou que a oração do Pai Nosso com os alunos acontece desde sua fundação, há mais de 25 anos, mas sempre de forma facultativa. Além disso, nenhum pai reclamou da prática.

No entanto, a Promotoria reforçou que "as instituições públicas devem adotar uma posição neutra no campo religioso, buscar a imparcialidade nesses assuntos e não apoiar ou discriminar qualquer religião."

"O fato de nenhum pai ou mãe de aluno ter reclamado do posicionamento da escola é irrelevante", disse o promotor, em despacho emitido em 8 de dezembro.

A promotoria deu prazo de 15 dias para a escola se manifestar e recomendou o fim de todas as atividades ou elementos religiosos entre os alunos da rede municipal.

Fonte: Guia-me com informações de G1 via Folha Gospel

sábado, 2 de julho de 2022

Professora denuncia demissão por discordar de ideologia de gênero em escola do ES


Sentindo-se indignada, Deivilane Costa Carvalho usou as redes sociais para desabafar e denunciar a perseguição sofrida.

Professora de português, Deivilane da Costa Carvalho perdeu o emprego na escola municipal EMEF Álvaro Armeloni, em Cariacica, interior do Espírito Santo. Ela diz que sua demissão aconteceu por não aceitar a ideologia de gênero apregoada no local.

Segundo informa o jornal da Cidade, Deivilane lecionava para crianças de 9 a 14 anos, quando foi chamada na Secretaria Municipal de Educação e foi sumariamente desligada do cargo. A causa alegada foi insubordinação à direção da escola.

Sentindo-se indignada, a professora usou as redes sociais para desabafar e denunciar a perseguição sofrida.

“Jamais desrespeitei o corpo acadêmico e a direção. A minha posição contrária a uma política de doutrinação no ambiente escolar, que envolve ideologia de gênero, é o real motivo acobertado por aqueles que pediram minha demissão. A diretoria me viu como uma ameaça ao que eles estão implantando no colégio”, lamentou.

Em sua página do Instagram, a professora publicou uma foto na sala de aula com a descrição de dois versículos bíblicos:

“Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, aborreceu a mim.” João 15:18

"Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis." Romanos 12:14

Doutrinação

Deivilane foi dispensada de suas funções mesmo com investigação do Ministério Público que apura denúncias de doutrinação existente na escola. A professora acredita que a direção do colégio pensa que foi ela quem iniciou o processo junto ao MP e por isso se vingou.

“Após tomar conhecimento da apuração do MP, a direção da escola vinha me tratando de forma diferente dos demais profissionais. Fui perseguida e punida com a demissão, por apenas me posicionar contra a usurpação dos direitos dos pais de educar. A escola estava entrando em um campo que foge da sua função. Aluno vem para a escola para aprender as disciplinas e não ser ideologizado”, explicou.

Apoio da família

Os familiares dos estudantes fizeram um vídeo mostrando o momento da partida da professora, que recebeu um abraço coletivo dos alunos, em sua homenagem.

O vídeo viralizou nas redes sociais, embora a prefeitura de Cariacica e a direção da escola negam que a docente foi perseguida.

De acordo com informações do jornal Cidade, em uma rápida caminhada pelas dependências do colégio é possível ver vários cartazes, bandeiras e símbolos em apoio ao movimento LGBTQIA+.

Apesar de o vídeo mostrar o contrário, o secretário municipal de educação, José Roberto Martins Aguiar, afirma que Deivilane foi demitida porque não tinha boa convivência com as crianças.

“A professora Deivilane não soube conquistar os estudantes; ela mantinha um relacionamento conflituoso com os gestores da escola e com os demais professores, professoras e estudantes. Por isso rescindimos o contrato com a profissional, o que é um direito do município”, declarou.

Assista a despedida da professora:


Fonte: Guiame

domingo, 22 de agosto de 2021

Professora pede demissão de escola após nova política LGBT e testemunha em defesa de sua fé



“Estou animada com o que fiz, por ter despertado outras pessoas”.

Laura Morris, agora ex-professora da Lucketts Elementary School em Leesburg, Virgínia, virou manchete em 11 de agosto, ao pedir demissão por não concordar com a nova Política 8040 — Direitos de Alunos Transgênero e Gênero Expansivo”. 

Durante uma reunião do conselho escolar no condado de Loudoun, outros professores declararam que não iriam se referir aos alunos “por seus nomes e pronomes preferenciais”, como ditavam as novas regras.

A professora, que decidiu abandonar o emprego, disse que sua coragem em tomar tal atitude faz parte de “sua caminhada com o Senhor”. Sua demissão foi uma forma de protestar contra a ditadura LGBT que está se espalhando pelas escolas do condado.

Na ocasião, Laura disse que não queria mais “servir como uma engrenagem de uma máquina que diz para empurrar agendas altamente politizadas” para seus jovens alunos.

Testemunho de Laura Morris

A professora participou do programa “Tucker Carlson Tonight” da Fox News no final da semana passada, onde deu seu testemunho.

“Foi uma decisão muito difícil de tomar”, disse ela ao apresentador Tucker Carlson em uma entrevista que foi ao ar na quinta-feira (12), dizendo ao âncora que lamenta ter “deixado para trás” seus alunos e colegas. 

“Tem sido uma experiência de mudança de vida e eu me sinto honrada. Tudo isso foi feito pela graça de Deus. Eu tive proteção e provisão desde que tomei a decisão de me levantar e fazer o certo”, compartilhou. 

“Faz parte da minha caminhada com o Senhor. No que diz respeito ao impacto sobre os alunos, recebi tantos textos, tantos e-mails de famílias de alunos que ensinei no passado, e eles estão felizes por mim, porque eles sabem que fiz o que era certo, eu tenho o suporte deles”, revelou.

“Iluminar sem perder a própria luz”

Morris se referiu a um e-mail específico de um homem que escreveu para ela: “Dizem que uma vela pode iluminar milhares de outras sem perder sua própria luz”.

“Fiquei tão comovida com essas palavras, porque nunca teria me imaginado nessa posição, mas não me sinto nem um pouco diminuída pelo que aconteceu”, disse ela. 

“Na verdade, sinto as incríveis bênçãos de Deus derramando sobre mim tudo o que aconteceu. E estou tão animada com o que fiz, por ter despertado outras pessoas”, associou.

Segundo Laura, há muitas coisas sendo ditas nos condados e muita gente chateada de ambos os lados. São muitas as opiniões. “E estou percebendo cada vez mais que não é assim que as coisas vão mudar. Mas quando as pessoas fazem algo ousado e colocam as palavras em ação, as ações falam mais alto do que as palavras, e isso parece inspirar mais gente”, concluiu.

Sou professor, mas antes sirvo a Deus

Uma situação semelhante aconteceu com o professor de educação física, Tanner Cross, mas no caso dele, foi colocado em licença após seu discurso para o conselho escolar da Virgínia, nos Estados Unidos, no início de junho. 

“Não é minha intenção ferir ninguém, mas há certas verdades que devemos enfrentar. Condenamos as políticas da escola que prejudicam as crianças e contaminam a santa imagem de Deus”, disse o professor Tanner na ocasião. 

“Eu amo todos os meus alunos, mas nunca vou mentir para eles, independentemente das consequências. Eu sou um professor, mas primeiro eu sirvo a Deus, e não vou afirmar que um menino biológico pode ser uma menina e vice-versa porque é contra a minha religião. É mentir para uma criança, é abuso para uma criança e é pecar contra o nosso Deus”, acrescentou.

Os fatos estão acontecendo em meio a um intenso debate sobre as ideias em torno da ideologia LGTB.

Fonte: Guiame

Assista aqui (em inglês):

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Professora é presa depois de se masturbar na frente de alunos

Crime aconteceu em sala de aula com 19 crianças da educação primária

Amelia Ressler, uma professora substituta de 30 anos, foi presa nos Estados Unidos após se masturbar em sala de aula diante de alunos da segunda série da educação primária. O caso aconteceu na sexta-feira (5), no condado de Carroll, em Maryland.

A denúncia foi feita por colegas de trabalho da Mt. Zion Elementary School. O corpo docente tomou conhecimento do fato por meio de um vídeo que circulou na internet, gravado pela própria professora.

– É preocupante. É isso que é! Onde ela estava sentada [à mesa] não era como se fosse uma mesa fechada e não se pudesse olhar para cima e ver visualmente o que ela estava fazendo naquele momento – afirmou Ashley Hulsey, porta-voz do gabinete do xerife do condado de Carroll, segundo a emissora CBS 46.

Por meio de publicação no Facebook, o gabinete disse que as escolas do condado têm trabalhado diligentemente para “se comunicar com todos os pais dos alunos afetados”.

Como 19 alunos estavam presentes na sala de aula, Amelia responderá por 19 acusações de abuso sexual infantil. Sua pena pode variar de acordo com o depoimento dos alunos. Ela permanecerá presa por custódia até o julgamento.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Professora cristã é investigada por dizer que homossexualidade é “pecado”, na Paraíba


Um inquérito foi instaurado nesta terça-feira (14) para investigar uma professora que pontuou a homossexualidade como "pecado" numa live realizada e seu perfil pessoal no dia 1º de julho no Instagram.
Na ocasião, a professora Lourdes Rumanelly Mendes dos Reis fazia uma leitura do conceito de heteronormatividade, criado por Michael Warner em 1991, que se refere à homossexualidade como "desvio", "crime", "aberração", "doença", "perversão", "imoralidade" e "pecado".
A professora também leu o texto bíblico de Romanos 1:25-27, que diz: "Trocaram a verdade de Deus pela mentira [...] por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros [...]".
Lourdes Rumanelly é bióloga e teóloga, e atua como professora em escolas de João Pessoa, na Paraíba. Ela vinha discutindo questões biológicas sob a ótica cristã em uma série de lives, quando falou sobre a homossexualidade.
A investigação foi aberta na Delegacia Especializada contra Crimes Homofóbicos e Intolerância Religiosa da Polícia Civil da Paraíba, após denúncia protocolada pela Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB).
Por meio de nota, Lourdes Rumanelly lembrou que tem 13 anos de magistério e que nos vídeos vinha abordando um diálogo entre religião e ciência, com o objetivo de mostrar que ambos dialogam entre si. Ela diz que seu intuito era "expor o que as ciências naturais dizem acerca da constituição do sexo do indivíduo, endossando o que a Bíblia também relata sobre o tema" e destacou que não tinha a intenção de desrespeitar "os membros da comunidade LGBTQI+".
O advogado que registrou o boletim de ocorrência na Polícia Civil, José Baptista de Melo Neto, que preside a Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB-PB, argumenta que as palavras da professora podem ser consideradas crime, citando a decisão do Supremo Tribunal Federal de igualar o crime de homofobia ao de racismo.
O delegado Marcelo Falcone disse à reportagem do G1 que tem até 30 dias de prazo para levantar provas e concluir o inquérito. Disse ainda que a professora pode ser indiciada e o caso irá para a justiça.
Fonte: Guiame
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