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domingo, 23 de outubro de 2022

Prostituta encontra Jesus na prisão e tem vida restaurada



A americana Sharon Dutra teve uma infância difícil. Abandonada pela própria mãe, ela cresceu se sentindo rejeitada, desprotegida e não amada.

"O que me lembro da minha mãe é que ela trabalhava à noite. E ela tinha uma filha de um casamento anterior que tomava conta de mim, mas ela estava bebendo e festejando enquanto deveria estar cuidando de mim", contou Sharon, em entrevista à CBN News.

"Na manhã seguinte, minha mãe nos sentou e disse: 'Vou ter que colocá-la em um orfanato'. Eu nunca mais a vi".

Quando ficou mais velha, Sharon começou a usar drogas para anestesiar sua ferida de rejeição.

"Eu entrei no grupo errado, mas também me ajudou a meio que não sentir. Houve tanta traição, abandono e rejeição", revelou.

Por não se sentir amada por ninguém, a jovem nutriu um ódio de si mesma e passou a se automutilar.

"Algumas vezes comecei a me bater, apenas tentando sentir dor em meu corpo para não ter que sentir dor em minha mente, meu coração e meu espírito", disse.

Seu pai a trouxe para casa algumas vezes, mas ele era alcoólatra e se casou diversas vezes, o que fez Sharon ir e voltar para o orfanato.

"Eu ia morar com eles. Então eles se divorciaram e eu voltava para um orfanato. Então, onde quer que eu estivesse, não estava resolvido. Não me senti segura e não me senti desejada", contou.

Vivendo nas ruas

Aos 15 anos, Sharon estava vivendo nas ruas, viciada em drogas e buscando aceitação em qualquer lugar e pessoa.

"Usei drogas intravenosas por seis anos e meio e depois fumei crack por dois anos. Isso me fez sentir como se tivesse algum controle sobre minha vida", lembrou.

"Fui estuprada algumas vezes. Isso foi bem devastador. Quase senti que eu era uma pessoa tão ruim e tão indigna que alguém me machucando não estava fora de questão".

Antes dos 20 anos, a jovem estava casada e com dois filhos. "Eu costumava dizer a eles: 'Eu nunca vou deixar vocês como minha mãe me deixou'. E eu acreditei nisso na época. Mas meu ex-marido e eu estávamos em um relacionamento abusivo, então acabei voltando para as ruas", disse.

Com informações: Guiame

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Prostituta encontra Jesus após pastora orar pelo fim de ponto de prostituição


Kathy Tolleson orou pelo fim de ponto de prostituição em frente a sua casa e anos depois viu o fruto de sua intercessão.

Kathy Tolleson, uma pastora da Flórida, nos Estados Unidos, foi usada por Deus para resgatar uma prostituta de uma vida na escuridão. Há mais de 20 anos, ela e seu esposo foram chamados para o ministério em Dayton, uma cidade em decadência.

Obedecendo a voz do Senhor, o casal deixou seu negócio e se mudou para Dayton, numa casa de esquina ao lado de uma rua movimentada. A área era um ponto popular de prostituição e a noite, as mulheres se pocisionavam na rua, tentando conseguir clientes.

Inconformados com aquela realidade, Kathy e seu marido começaram a orar e ungir o local pelo fim do ponto e pela salvação das prostitutas. A pastora também colocou uma placa “proibido prostituição” em frente a sua casa, com a esperança de deter a prática.


Kathy Tolleson orou pelo fim de ponto de prostituição em frente a sua casa. (Foto: Facebook/Kathy Tolleson).

Anos depois, as orações de Kathy foram respondidas por Deus. Durante uma conferência feminina em sua igreja, uma mulher se aproximou e contou seu testemunho. Ela era uma das prostitutas que atuava em frente a casa da pastora e liderava a prostituição no local.

Enquanto estava na prisão, a mulher, que também era viciada em drogas, aceitou Jesus e teve a vida transformada pelo poder do Evangelho. “Ela acabou nascendo de novo, radicalmente nasceu de novo, na solitária”, testemunhou Kathy ao God TV.

A ex-prostituta perguntou se Kathy se lembrava dela, mostrando uma foto antiga. A pastora afirmou que ela está totalmente diferente, agora é uma linda mulher que reflete a glória de Deus.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Menina prostituída pelos pais é resgatada após ouvir Deus: “O inimigo não venceu”


Jessa Crisp foi explorada sexualmente desde a infância até que Deus bradou dos céus em seu socorro, transformando sua vida. Hoje, a cristã ajuda outras vítimas de tráfico sexual através de sua ONG BridgeHope.

Jessa Crisp foi criada para ser uma prostituta desde a infância pelos próprios pais, nos Estados Unidos. Enquanto as crianças de sua idade iam à escola, ela era traficada para homens que pagavam para abusar sexualmente dela.

Minha memória mais antiga era que me mostravam pornografia quando eu era criança”, relatou Jessa Crisp, em entrevista à CBN News.

Jesse vivia como uma prisioneira. Os pais, membros de uma seita, não permitiam que ela nem seus dez irmãos frequentassem a escola.

Você é burra demais para fazer qualquer coisa além de ser prostituta e é por isso que não pode ir à escola'', disseram os pais da menina.

A ideia que Jessa tinha sobre Deus era deturpada pelos falsos ensinamentos da seita que sua família vivia. “Fui ensinada que Deus era uma pessoa irada. Tive medo de conhecê-lo. Eu estava com medo dele no sentido de se eu não fizer tudo perfeito, se eu não for perfeita, então não vou ficar bem. Eu não vou ser capaz de passar por isso e viver”, lembrou ela.

Embora Jessa ainda não tivesse conhecido Deus, o Senhor já estava colocando em seu coração a esperança de viver melhor. “Lembro-me de estar de pé na janela do meu quarto e olhar para o quintal e ver as crianças indo para a escola, e fiquei tipo, 'Como é isso? Como é poder jogar e chutar uma bola?' Eu ainda sabia que havia algo escuro e maligno, e que havia algo claro e algo bom”, contou a jovem.


Jessa Crisp criou a ONG BridgeHope para ajudar outras vítimas de tráfico sexual.  (Foto: Reprodução/Facebook).

A menina começou a ansiar por sua liberdade e tentou fugir várias vezes. Não tendo sucesso em suas tentativas de fuga, Jessa se refugiava mentalmente sempre que conseguia. “Eu sonhava acordada que um dia seria resgatada, ou um dia seria capaz de viver em liberdade”, afirmou.

Em momentos de desespero, Jessa se cortava e pensava em suicídio. “Eu me sentia inútil. Eu não queria viver. Eu odiava quem eu era. Eu odiava o fato de ser mulher. Eu odiava o fato de ter nascido. Eu estava completamente destruída. Eu estava tentando descobrir como me matar”, revelou.

Uma voz em meio ao deserto


Jessa com Jody e Linda Dillow (Foto:Reprodução/CBN News)

Em 2007, aos 20 anos, a jovem participava de um acompanhamento para meninas da seita em um local remoto, quando teve um encontro sobrenatural com o Deus, enquanto caminhava sozinha.

O céu ficou completamente escuro, o trovão mais forte que já ouvi na minha vida aconteceu bem sobre minha cabeça. E então, dos céus veio este grande e enorme raio que tocou o chão tão perto de onde eu estava, a alguns metros de distância. E naquele momento, eu comecei a gritar: 'Jesus, se você é real, se você é real, me salve, me salve!'”, clamou Jessa.

Então, a jovem ouviu do céu a voz audível de Deus lhe dizendo: “O inimigo não venceu, eu reivindiquei a vitória!”.

Eu sabia, sem sombra de dúvida, que aquele não era o deus que me ensinaram, mas sim um Deus que se preocupou comigo e um Deus que viu todo aquele mal escuro que aconteceu em minha vida, todos os os traumas. Ele viu tudo e o Senhor era a luz. Também aprendi naquele momento que, como mulher, Deus pode falar comigo e que posso me comunicar com ele e que não preciso passar por intermediador de seita”, contou.

A partir daquele encontro sobrenatural, Jessa quis saber mais do Deus bondoso que havia conhecido e começou a ler a Bíblia.

Deus envia o resgate

Um ano depois, Jessa estava num hotel na cidade de Kansas City e uma mulher a viu e lhe deu um número de telefone, ao perceber que a jovem estava sendo traficada sexualmente.

Então, Jessa telefonou para a mulher em busca de socorro e ela lhe ajudou a comprar uma passagem de avião para Denver, Colorado, a fim de fugir de seu cativeiro. A mulher levou a jovem para um abrigo seguro, onde Jessa começou sua jornada de cura pela fé em Jesus.

Logo depois, a jovem foi adotada por Jody e Linda Dillow e obteve seu diploma escolar, formando-se como a primeira da classe. Mais tarde fez mestrado em terapia clínica em saúde mental.

Nessa época, Jessa conheceu e casou com seu marido John. Juntos eles fundaram a BridgeHope, uma organização humanitária para ajudar vítimas de tráfico sexual.

Jessa disse que sua vida foi transformada por Deus e que há esperança para todos que passaram por terríveis traumas.

Não importa o que a pessoa tenha experimentado, há esperança. Agora, vivo a vida com liberdade! Tenho tanta esperança, tenho tanta alegria! Eu tenho uma razão para viver. Eu tenho um propósito. Tenho a capacidade de experimentar emoções e ser capaz de experimentar um Deus que me ama e mudou minha vida completamente”, testemunhou.

Fonte: Guiame


Casamento de Jessa e John. (Foto: Reprodução/Facebook).

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Garotas abandonam as drogas e a prostituição após se renderem a Cristo

"Deus pode tocar meu coração e eu pude conhecer o amor de Deus por minha vida", testemunhou uma das jovens resgatadas.

Um grupo de adolescentes jovens conheceram a Cristo por meio de um trabalho voluntário de cristãos peruano. Do mundo das drogas e da prostituição para uma nova vida de esperança e santidade, graças ao amor de outros cristãos por vidas que estão perdidas no mundo.
As meninas, a maioria abandonadas pelos pais, contaram com o apoio da CBN e Promessa de Orphan que trabalhando em conjunto desenvolvem o importante trabalho de resgate.
"A verdade é que a maioria das meninas que estão aqui são menores, há muitos problemas de violência de gangues, ou prostituição infantil, as meninas sairam de casa, crescendo em lares disfuncionais e necessitam de ajuda para não se perderem de vez", diz Ursula Schelje, diretora do CBN Peru.
A atenção e o cuidado dispensados ​​a eles apontam para uma mudança radical de vida.
"Trabalhamos com as feridas internas que eles tiveram e a raiz pela qual eles vêm para aquele estilo de vida de pecado, de perdição; e a metodologia que usamos aqui é espiritual, fazemos aulas bíblicas, fazemos aulas internas de saúde, damos diferentes tipos de ensinamentos, transmitindo vida", diz Kezia Salazar, diretora da "Casa Hogar Clamor no Bairro para Ellas".
A "Casa Hogar Clamor no Bairro para Ellas" abriga cerca de treze meninas, mas ainda tem capacidade instalada para 60 ou mais
Os menores chegam em estado crítico, é o caso de Haziel Vera que teve muitos problemas em casa.
"Bem, eu vim para cá, porque eu caí infelizmente por causa de todos os problemas que eu tive, com drogas, eu me imergi no mundo das drogas. No começo eu fiz mais para se divertir, porque me ajudou a esquecer meus problemas e fui consumindo, mas no início era pouco, até que mais tarde foi aumentando", diz Haziel.
É aqui que ela conseguiu se restaurar e conhecer o amor verdadeiro.
"Deus pode tocar meu coração e eu pude conhecer o amor de Deus por minha vida. Houve uma pessoa que tinha morrido para mim, era alguém que tinha feito um sacrifício e ele me amava mais do que os meus pais, muito mais do que as pessoas com quem eu estava no mundo", diz Haziel .
Foi assim que ele começou a experimentar um amor desconhecido.
"Então eu soube que havia alguém, alguém esperando por mim, alguém que tinha cuidado de mim toda a minha vida, estava me mantendo e que alguém que realmente me amou com um amor sobrenatural, um amor que eu não entendo até hoje", conta a jovem.
"Temos sido capazes de ver, acredito que o milagre de Deus em suas vidas, eu percebi que o único que pode mudar a vida de uma pessoa é Deus e temos sido capazes de experimentá-lo na vida de cada uma dessas meninas, vimos o mudam não só no seu interior, mas até mesmo fisicamente, eles chegaram magros, de repente com um rosto muito escuro, muito ruim; e vê-los através da mudança, a transformação que Deus faz, eles parecem diferentes, eles estão cheios de luz, eles estão cheios de alegria, com a vida", explica Kezia.
Fonte: JM Notícia

domingo, 20 de maio de 2018

Igreja faz trabalho contra prostituição e Jesus muda a vida de garotas de programa nos EUA

Tudo começou em 2016, quando a rua da igreja foi tomada por prostitutas em busca de clientes

A igreja New Day Ministry, em Huntington, Virgínia Ocidental (EUA), tem realizado há alguns anos um trabalho de evangelização com prostitutas que trabalham nas redondezas da igreja.
A West 10th Street é conhecida por ter vários pontos de prostituição, mas o volume de mulheres trabalhando na área chamou a atenção da pastora Helen Wolfe que passou a planejar trabalhos de evangelização com as prostitutas.
O trabalho começou quando várias prostitutas começaram a abordar os membros da igreja, oferecendo seus serviços. O fluxo de mulheres vendendo seus corpos era tão grande que até mesmo a pastora chegou a ser confundida com uma delas.
“Alguém precisava acabar com isso”, declarou Helen inconformada com a situação. Foi então que ela começou a conversar com as garotas de programa enquanto caminhava em direção à igreja.
Algumas aceitaram ir para a igreja e começaram a contar suas histórias de vida, algumas possuíam profissões, mas foram empurradas para a vida da prostituição depois de se tornarem viciadas em drogas e não conseguirem mais sustentar seus empregos fixos e família.
“Não somos pessoas ruins”, disse uma delas. “Estamos apenas tentando sobreviver como todo mundo. É tudo o que estamos tentando fazer.”
Em Huntington a prostituição é crime e a pastora Helen Wolfe começou a confrontar os cafetões e até mesmo a fotografar e denunciar os clientes que pegavam as prostitutas, enviando as informações para a polícia.
O trabalho tem dois anos e várias prostitutas se converteram neste tempo, testemunhandoa mudança que tiveram em suas vidas após os trabalhos da igreja.
“Isso nos ajudou a construir um relacionamento”, disse Helen. “Eu conversava com as meninas, e eu dizia a elas que, ‘se vocês ficarem doentes ou cansadas eu estarei aqui por vocês. Vou ajudá-las’”.
Esse relacionamento aproximou a comunidade evangélica daquelas mulheres e mostrou para elas um novo significado do que é cristianismo. “Muitas dessas mulheres que se prostituíam aqui na rua decidiram mudar o rumo de suas vidas”, disse a pastora ao confirmar que a prostituição no bairro também reduzir.
“Você costumava dirigir da avenida Madison até o Go Mart e ver 25 a 30 prostitutas. Hoje você faz esse caminho e não as vê mais nas ruas. Está tudo tão quieto”, disse Todd Sweeney, uma das mulheres ajudadas pelo projeto que decidiu abandonar a prostituição. “Se você vier aqui à noite, verá pessoas sentadas nos bancos dos jardins. Você verá crianças do lado de fora brincando de novo. Talvez uma ou duas garotas parem na esquina, mas não ficam mais em frente à igreja. É como se houvesse um nível de respeito agora”, conclui ela.
Com informações WSAZ via JM Notícia
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