Mostrando postagens com marcador tratamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tratamento. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de abril de 2024

Por medo de críticas, pastores brasileiros escondem burnout



Pastores evangélicos citam o versículo "Seduziste-me, Senhor, e eu me deixei seduzir. Foste mais forte do que eu e me venceste no teu amor", do livro de Jeremias (20,7), para descrever as dificuldades do sacerdócio. Deus precisaria seduzir, enganar, persuadir ou iludir —dependendo da tradução— a pessoa chamada ao trabalho religioso para ela abdicar de interesses pessoais e confortos em nome do serviço ao próximo.

Pastores brasileiros, entretanto, são vistos mais como sedutores financeiros do que como pessoas seduzidas pela fé. Na semana passada, um leitor desta coluna (Juliano Spyer, colunista do jornal Folha de São Paulo) ironizou a ideia de que pastores poderiam sofrer de burnout. Para isso acontecer, ele defendeu, pastores precisariam trabalhar. "E é muito mais fácil viver de dízimos que, em seus bolsos, se transformam em mansões, carrões, jatinhos e vida nababesca." 

Essa visão generalizada, porém, não reflete a realidade de um grupo composto majoritariamente por pobres periféricos. "A maioria das igrejas evangélicas são pequenas, com 50 ou 100 pessoas", conta Gutierres Siqueira, jornalista e autor de "Quem Tem Medo dos Evangélicos". "Muitos pastores não recebem salário da igreja. Eles têm seus empregos e pagam o dízimo como os outros membros."

Homem rezando sobre a Bíblia
Patrick Fore na Unsplash

Conversei com profissionais da saúde para conhecer as queixas desses religiosos. O psicólogo e pastor Daniel Guanaes, que atende pastores há 17 anos, enfatiza que o esgotamento não é resultado da pregação nos cultos, mas da exposição diária ao sofrimento. "A rotina deles inclui atividades como sepultar, acompanhar vítimas de violência e aconselhar casais atravessando crises de relacionamento." Mas, para Daniel, é insuficiente apresentar pastores como heróis. "Tem uma beleza nesse altruísmo, mas isso tem um preço: abrir mão de cuidar de si e da própria família."

O teólogo e psicoterapeuta Zenon Lotufo Junior, autor de "Teologia e Plenitude Humana", observa que pastores também adoecem ao tentar conciliar as contradições na doutrina cristã. Enquanto pregam sobre um Deus de amor, também lidam com a ideia de um Deus rigoroso e vingativo, o que pode criar conflitos internos. E Zenon acrescenta que aqueles que se desencantam com sua atividade têm mais um motivo para angústia: eles continuam a pastorear quando já não creem, porque é a única coisa que sabem fazer.

Existem organizações que oferecem ajuda por meio de profissionais que têm a mesma crença. Os associados do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos atendem em todos os estados cobrando honorários simbólicos ou gratuitamente. Mas muitos pastores dispensam o tratamento por acreditar que pedir ajuda é o mesmo que demonstrar fraqueza e ter pouca fé. "Mas quando eles têm azia, tomam remédio", brincou um interlocutor.

A matéria é de Juliano Spyer, colunista do jornal Folha de São Paulo e autor do livro: "O Povo de Deus: Quem são os evangélicos e por que eles importam", lançado em 2020.

OU www1.folha.uol.com.br/colunas/julian cc

segunda-feira, 20 de março de 2023

REVERENDO QUEM?



REVERENDO QUEM? - Por Pr. Prof. Izaldil Tavares


A palavra Reverendo, do latim, "Reverendus", significa "digno de destacado respeito". A palavra alude a padres e a pastores evangélicos.

As igrejas reformadas, muitas pelo desprezo que devotam a pastores pentecostais, procuram manter o termo para si; porém, indevidamente, porque pastores são homens dignos de respeito - enquanto mantiverem essa condição - à parte disso, obviamente, abandonaram o seu ministério.

Todo pastor é servo de Deus, que zela pelo rebanho do Senhor, independentemente do ponto de vista teológico.

A origem e o uso da palavra antecede à Reforma Protestante, pois já era usada pela Igreja Católica, em deferência aos padres.
O pronome de tratamento correspondente é Vossa Reverendíssima (quando a pessoa fala "com" o pastor) e Sua Reverendíssima (quando a pessoa fala "do" pastor).
Não titubeie em chamar o seu pastor - ou o seu colega - de Reverendo; isso é sinal de ovelha ou de companheiro que o distingue com respeito e honra. Na Carta aos Hebreus, 13.7, há essa orientação.


"Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver". - Hebreus 13:7




Servo do Senhor Jesus Cristo, bacharel e pós-graduado em Teologia; especialista em Ciência da Religião. Consagrado ao Santo Ministério, como Evangelista, na Igreja Assembleia de Deus Bereana, em São Paulo, em 2013, e, ao pastorado, em 2018, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Pentecostal Russa do Brasil. Pastor Vice-Presidente da mesma igreja e membro do Conselho de Doutrina da COMADESPE/CGADB.

sábado, 11 de junho de 2022

A Igreja e o tratamento da dependência química: uma parceria necessária


Quem assistiu esta semana o vídeo do ator Sérgio Hondjakoff, o "Cabeção" de Malhação, da TV Globo, transtornado devido ao efeito de drogas, ameaçando matar o próprio pai com uma barra de ferro, deve ter sentido um pouco o sentimento de desespero que os familiares de quem possui dependência química vivenciam.

Particularmente, fiquei profundamente angustiada, não só pelo "Cabeção", mas principalmente por seus pais, em especial o Seu Francisco, que aparece na gravação caminhando lentamente, de costas, como quem está literalmente esgotado e abatido devido ao problema do filho.

Imagine você, pai ou mãe, estar diante de um filho que ameaça lhe matar com uma barra de ferro, porque não possui dinheiro para comprar drogas. A dor é indescritível! Seu Francisco não precisou dizer uma só palavra, nem mesmo mostrar o rosto, para a sua angústia mortal ficar evidente na gravação.

Essas situações, contudo, geralmente são frutos de um contexto muito complexo que envolve políticas públicas, cultura, família, escolhas pessoais e também a Igreja. Sim, a noiva de Cristo tem parte nisso, mas não como problema e sim solução.

Dependência de sentidos

Ao longo de décadas atuando no combate às drogas, posso afirmar com segurança que o grande sucesso das igrejas no tratamento da dependência química está na abordagem relacionada à fé. Isso é feito, basicamente, através das Comunidades Terapêuticas.

Os centros de tratamento mantidos pelas igrejas, como a Batista, que mantém a Cristolândia, um projeto de alcance nacional já reconhecido por seu excelente trabalho, se diferenciam das clínicas tradicionais exatamente pelo viés religioso e disciplinar.

Essa abordagem, diferente do que muitos imaginam, não é um fator impositivo, mas uma oferta alternativa ao dependente químico, que ao se deparar com uma compreensão diferenciada do mundo, baseada na fé, tem a oportunidade de construir um sentido de vida forte o bastante para resistir ao desejo pelo consumo das drogas.

Isso acontece, porque, muitas vezes o viciado em drogas é alguém que perdeu a sua razão de ser. Tudo o que ele enxerga gira entorno do vício. Emprego, estudo ou parentes, nada é suficiente para motivar a "vida sem graça" e "vazia" que esta pessoa acredita ter, onde o entorpecente exerce o papel ilusório de suprir essa e outras faltas.

Quando a Igreja oferece um tipo de tratamento baseado na fé em Deus, por outro lado, sendo algo digno de compreensão, aceitação e superação, é como se um novo horizonte fosse traçado na mente do dependente químico, pois o seu olhar sobre a vida tende a mudar de forma radical.

Os problemas familiares, profissionais, cultuais e até sexuais, muitos dos quais foram responsáveis pelo ingresso na dependência química, passam a ser trabalhados sob outra perspectiva, que não é a terrena, mas sim espiritual. O viciado compreende a natureza do seu vício, mas também o que ele precisa fazer para vencê-lo em todos os aspectos.

Aspectos esses que normalmente não são abordados numa clínica de reabilitação comum, onde o enfoque costuma ser no controle da abstinência, seus efeitos e sequelas, mas não na fenomenologia do vício, o que envolve a vida do dependente como um todo.

Conclusão

É lamentável que por muitos anos e até hoje, aqui no Brasil, as comunidades terapêuticas mantidas pelas igrejas tenham sido combatidas.

Os governos esquerdistas, principalmente, agiram de forma feroz contra esses projetos, os acusando de violar direitos humanos e de fazer proselitismo religioso.

A grande verdade, porém, é que a Igreja tem feito um excelente trabalho na luta contra a dependência química, através dessas comunidades. Se quisermos evitar situações como essa do Cabeção, precisamos investir muito mais na parceria do Estado com as instituições religiosas, algo que já vem sendo feito neste governo.

Se fazer proselitismo religioso significa salvar a vida do dependente químico, reestruturar a sua família e tirá-lo das ruas, então que isto seja feito hoje, amanhã e pelo tempo que for preciso.

Não é uma luta fácil, mas sem dúvida este pode ser o melhor caminho.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Pastor Virgínio se licencia da presidência da Assembleia de Deus em Sergipe


Liderança, que está à frente da denominação há cerca de 40 anos, explicou que a licença tem relação com a necessidade de cuidados com a saúde


O pastor Virginio de Carvalho Neto, pastor-presidente da AD em Aracajú (SE), e também presidente da Convenção de Ministros e Igrejas Assembleias de Deus no Estado de Sergipe (CMIADESE), informou, em comunicado oficial, que se afastou da direção da Igreja e Convenção para se dedicar aos cuidados com a saúde.

Sem explicitar maiores detalhes, o líder, que está à frente daquela Igreja há cerca de 40 anos, explicou que ficará ausente das funções pelo período de 90 dias. 

No comunicado, o pastor Virginio de Carvalho Neto também destaca que o período servirá para "renovação de forças para continuarmos a missão que o bom Deus nos confiou".

Com o seu afastamento, o pastor Leonaldo Soares Santos, vice-presidente da instituição, assume interinamente o comando da igreja.

"Diante do exposto e baseado nos termos do Parágrafo Único do Artigo 5º, combinado com o Artigo 18 do nosso Estatuto Social, assume interinamente a presidência da CMIADESE e consequentemente a função de pastor presidente da igreja, em Aracaju, o pastor Leonaldo Soares Santos", resume. 

Ainda no documento, o pastor Virginio diz contar com "a vossa compreensão e o apoio para o bom andamento dos trabalhos".

Fonte: Sergipe de Hoje


Confira abaixo o comunicado na íntegra


segunda-feira, 27 de julho de 2020

Ludmila Ferber completa dois anos de tratamento do câncer

Pastora Ludmila Ferber falou sobre o momento vivido por ela após várias etapas de recuperação da doença

A cantora e pastora Ludmila Ferber lembrou em suas redes sociais, nesta segunda-feira (27), que o tratamento realizado por ela contra um câncer de pulmão está completando dois anos. Em uma publicação no Instagram, Ferber lembrou das lutas que vem passando desde 2018, quando foi diagnosticada com a doença, que evoluiu para metástase no fígado e nos ossos.
– Nem parece que já fazem dois anos em tratamento contra o câncer. Nem parece que estou no meio de mais uma quimioterapia experimental. Nem parece que ainda estamos nos guardando por conta dessa pandemia, que mudou o curso do mundo de uma hora pra outra. Nem parece que estou há mais de quatro meses sem trabalhar – escreveu.
No texto, ela também agradeceu pela graça de estar viva e pela oportunidade dada por Deus de realizar coisas boas, sonhos e sua missão. Apesar do quadro, a cantora e pastora continua participando de eventos e programas onde dá seu testemunho de fé e fala sobre a luta contra a doença.
– De cara lavada sentindo a leveza de viver realmente pela Graça de Deus, de ser milagrosamente provida e de ter mais uma oportunidade de realizar coisas boas, seus sonhos, a missão. Como você – completou.
Fonte: Pleno News

terça-feira, 12 de maio de 2020

Brasileira se destaca ao tratar Covid-19 com anticoagulante

Pneumologista conseguiu alcançar alta taxa de recuperação de pacientes

Uma pneumologista brasileira ganhou destaque em uma das revistas científicas mais conceituadas do mundo, a Science, ao apresentar um artigo que teve ótimos resultados no combate à Covid-19.
O estudo em questão, conduzido pela doutora Elnara Negri, trata do uso do anticoagulante heparina, usado para reversão da trombose, em pacientes com o coronavírus. Ao redor do mundo, médicos de diversos países também têm comprovado a eficácia do método.
Elnara, que foi a primeira médica no Brasil a observar os bons resultados do medicamento, relatou que o maior problema de pacientes com casos graves de Covid-19 não está no pulmão propriamente, mas na coagulação da rede sanguínea do órgão.
– A evasão em cascata de proteínas do sangue leva à coagulação, o que impede a oxigenação adequada – destaca a médica.
A pneumologista conta que percebeu o fato ao atender a primeira paciente com Covid-19, uma idosa com dificuldades para respirar e com problemas circulatórios em um dedo do pé.
– Ficou roxo, ao mesmo tempo em que houve uma queda abrupta na oxigenação – relatou.
Com base na conclusão, Elnara publicou um estudo preliminar, no dia 20 de abril, detalhando a experiência no Hospital Sírio Libanês, onde ela atua, em 27 pacientes com Covid-19. No tratamento, as pessoas com baixa oxigenação no sangue receberam heparina, com a dose sendo reforçada a cada vez que a coagulação aumentava.
Dos 27 pacientes atendidos por Elnara, um não recebeu acompanhamento porque foi transferido para outro hospital, dois mantiveram-se em estado grave, e 24 se recuperaram da infecção, incluindo quatro que tinham sido submetidos à ventilação mecânica. A taxa de recuperação é a mais alta já vista desde o início da pandemia, segundo a conceituada revista Science.
A médica destaca que nem todos os hospitais têm utilizado o medicamento "porque nem todos os colegas acreditam no tratamento", mas ela ressalta que o momento atual é uma guerra e todos os avanços devem ser considerados para salvar vidas.
– Eles querem tudo baseado em evidências com estudos randomizados. Acontece que nós estamos no meio da guerra, e por isso nesse caso, a nosso ver, a observação clínica associada aos dados de autópsia deve ser levada em consideração – finaliza.
Fonte: Pleno News

terça-feira, 5 de maio de 2020

Israel desenvolve anticorpo para combater coronavírus


O combate ao vírus chinês ganhou um novo reforço, segundo anunciou o Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, ligado ao Ministério da Defesa.
Em comunicado, o instituto afirma ter desenvolvido um anticorpo para o coronavírus e que apenas aguarda que a patente seja preparada, para depois entrar em contato com empresas farmacêuticas.
A informação é que o anticorpo desenvolvido é capaz de atacar e neutralizar o vírus nas pessoas doentes e poderá ser produzido em escala comercial.
"De acordo com os pesquisadores, liderados pelo professor Shmuel Shapiro, a fase de desenvolvimento do anticorpo foi concluída", acrescenta a nota.
O ministro da Defesa de Israel, Naftali Benet, esteve no laboratório do instituto, em Nezz Ziona, ao sul de Tel Aviv, a fim de conhecer os avanços da pesquisa.
Ao falar sobre o anticorpo, afirmou que ele "ataca o vírus de forma monoclonal” e que se trata de uma “grande conquista".
"Estou orgulhoso do pessoal do Instituto de Biotecnologia por esse avanço. A criatividade e o pensamento judaico atingiram grande resultado", disse o ministro em nota.
De acordo com a publicação digital Times of Israel, pesquisadores israelenses disseram que a descoberta é a "primeira desse tipo em nível mundial".
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Enfermeiros e médicos aceitam Jesus após pastor pregar em hospital das Filipinas


O bispo Joseph Castillo orou pela equipe médica de um hospital de Manila e apresentou a eles a mensagem do Evangelho.


Um pastor visitou a equipe médica de um hospital de Manila, capital das Filipinas, para evangelizar e orar por aqueles que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

O pastor americano Joseph Castillo relatou nesta quarta-feira (1) que médicos e enfermeiros se entregaram a Jesus depois de ouvir sua pregação de 15 minutos, feitas na UTI, sala de emergência e alas para tratamento do Covid-19.

"Mais 80 médicos e enfermeiros foram salvos hoje no hospital que tem mais casos de coronavírus nas Filipinas", disse em sua página no Facebook.

Ele disse ainda que, 24 horas depois de sua visita, o administrador do hospital o informou que "4 pacientes receberam alta e 7 pacientes tiveram melhora no estado de saúde".

Um vídeo registra Castillo falando aos funcionários do hospital, vestindo máscara e mantendo uma distância segura. Na ocasião, ele destacou o poder de cura e vida que há em Jesus Cristo.

"Esse é o mesmo Jesus que ressuscitou dos mortos. É o mesmo Jesus que curou doentes. Ele não é menos poderoso dentro de você do que quando Ele era quando estava na Terra", disse o pastor à equipe médica.


"Deus pode esvaziar alas inteiras do hospital, curando os enfermos, assim como Ele fez há dois mil anos. Porque Jesus está voltando, e a Bíblia diz que antes de Ele voltar nós veremos pandemias, guerras e rumores de guerras. Estamos nos dias em que Jesus está prestes a voltar", acrescentou Castillo.

Ele também incentivou os profissionais de saúde a "não crer no Jesus dos livros de história, mas do Jesus que mora dentro do coração de vocês".

Em seguida, ele fez uma oração que foi repetida pela equipe médica: "Pai Celestial, venho a Ti agora, em nome de Jesus. Eu creio que Seu Filho morreu pelos meus pecados e no terceiro dia ressuscitou dos mortos. Eu te peço Pai, para enviar Seu Filho para viver em meu coração, para viver em meu espírito, para viver em meu corpo, para me dar vida, para me ajudar, me fortalecer e perdoar meus pecados. Desse dia em diante eu pertenço a Ti".

Ele também intercedeu por médicos, enfermeiros e funcionários, para que todos tenham o sistema imunológico fortalecido e para que eles e seus familiares sejam protegidos.

Fonte: Guiame 

domingo, 29 de março de 2020

Quatro pacientes de coronavírus saem da UTI após tratamento com hidroxicloroquina


As pessoas estavam internadas em estado grave na UTI do Hospital Igesp, em São Paulo.


Após usarem por uma semana a hidroxicloroquina, quatro pacientes que estavam internados em estado grave em uma UTI do Hospital Igesp, em São Paulo, receberam alta.

O coordenador da UTI do Hospital, Dante Senra, explicou que, no total, 12 altas foram dadas a pacientes com coronavírus e altamente suspeitos e que acredita que o hospital seja o primeiro a utilizar o medicamento.

A substância, utilizada no tratamento de doenças como artrite, lúpus e malária, tem se mostrado efetiva em limitar a replicação do novo coronavírus in vitro e provocar melhoras em pacientes tratados com o remédio.

Dante ainda explicou que não há comprovação do efeito do uso do medicamento e, portanto, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

De acordo com o médico Dante não há comprovação do efeito do uso do medicamento, com isso, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

As autoridades do Ministério da Saúde pedem que as pessoas não utilizem a substância para prevenir o Covid-19, já que só pode ser administrada sob orientação médica.

A hidroxicloroquina pode provocar diversos efeitos colaterais, como cegueira e problemas cardíacos.

Caráter experimental

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que a eventual liberação dos remédios terá caráter experimental e valerá apenas para pacientes internados em estado grave. Ele reiterou que os dois componentes têm efeitos colaterais fortes e não podem ser estocados para serem usados em caso de eventual gripe.

"Hoje, (os medicamentos) são usados em pesquisas clínicas, com autorização dos comitês de ética dos hospitais, em associação com outros medicamentos. Caso o Ministério da Saúde libere a prescrição, poderá ser usado para pacientes graves, internados em hospitais. Não é para ser usado por quem está gripado e acha que se tomar esse medicamento e não vai ter complicações", destacou Gabbardo.

Nos últimos dias, foi divulgado um estudo realizado na França em que a cloroquina — usada para tratar a malária — e a hidroxicloroquina — prescrita para casos de artrite reumatoide e lúpus — diminuíram a contagem viral.

Na sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que o governo norte-americano estuda a utilização dos medicamentos no tratamento do novo coronavírus.

Sobre a autorização do presidente Jair Bolsonaro para que o Exército amplie a produção dos medicamentos, o secretário-executivo disse que a medida tem caráter preventivo no caso de um eventual aumento da demanda futura. No Brasil, o produto é fabricado em laboratórios privados, das Forças Armadas e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

"Esses medicamentos já são fabricados no Brasil e existem nas farmácias. Em função da possibilidade da utilização para casos graves de coronavírus, estamos pensando na necessidade de ampliação da produção. É isso que o presidente autorizou: que o Exército possa ampliar a produção de medicamentos", explicou.

Ele lembrou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringiu a venda dos remédios com a retenção de atestado apenas para pessoas com as três doenças tratadas pelos medicamentos: malária, lúpus e artrite reumatoide.

Fonte: Guiame

domingo, 24 de novembro de 2019

Ludmila Ferber: “Tenho me ancorado na minha fé”


Revista VEJA
Depoimento dado a Raquel Carneiro

Em uma entrevista à revista Veja, a pastora Ludmila Ferber deu um forte testemunho de fé. Ela revelou que "ainda não venceu o câncer, mas está no caminho".
Ela falou sobre o diagnóstico da doença no pulmão e explica que foi tardio, já com metástases no fígado e ossos.
"Em 2017, passei quase os últimos seis meses do ano com uma tosse muito forte. Como minha agenda é agitada, só fui investigar quando uma das minhas filhas me pediu com veemência que eu fosse ao médico. Então, em fevereiro de 2018, fui diagnosticada com câncer no pulmão, com metástases no fígado e nos ossos." 
Ludmila disse que os médicos lhe deram seis meses de vida, e foi aí que ela descobriu o significado do termo "perder o chão"
"A princípio, os médicos me deram seis meses de vida. Entrei em choque. Minha primeira reação foi desabar no choro. Entendi naquele dia o que significa de fato "perder o chão". Sou divorciada e tenho três filhas (de 25, 27 e 29 anos). Meu coração foi direto nelas. Pensei: não posso morrer, não é agora. Sou o esteio da minha família. Tenho uma missão na Terra. Não acabou."
A pastora afirmou que uma quimioterapia mais forte fez com que ela piorasse, passando então, para um tratamento experimental.
"Desde então, tenho me ancorado na minha fé. Mesmo assim, o ano passado foi extremamente difícil. Meu caso é inoperável. É uma mutação rara da célula do câncer. Entramos com a quimioterapia mais forte que há para o meu caso, administrada em quatro ciclos de três dias por mês. Mas só piorei. Não estava fazendo efeito, e fui definhando. Não valia a pena continuar com aquilo. Entramos então com um tratamento experimental. Superei etapa por etapa. Cheguei viva um ano depois do diagnóstico, em fevereiro de 2019, mas ainda me sentindo muito mal."
"Forte como uma leoa"
Apesar de todas as dificuldades, fazendo tomografias a cada dois meses, a pastora Ludmila Ferber diz que vive "forte como uma leoa", viajando e se apresentando em igrejas.
"Hoje estou em um segundo tratamento experimental, encabeçado por duas equipes médicas, uma no Rio de Janeiro e a outra em São Paulo, que consiste em uma quimioterapia oral por catorze dias seguidos e catorze dias de pausa. Assim tenho vivido. Faço tomografias de dois em dois meses, e elas praticamente não mudaram em relação ao diagnóstico do ano passado. Os exames são um fato. Mas vivo numa realidade paralela: eu me sinto forte como uma leoa, continuo viajando, fazendo apresentações musicais em igrejas, no Brasil e lá fora. Lancei recentemente dois singles pela Sony: Um Novo Começo e O Caminho do Milagre. Continuo trabalhando. O câncer é no pulmão, mas não desisti de cantar por causa dele, apesar de tossir com frequência. Faço de tudo para não aparentar a doença. Você nunca vai me ver abatida no Instagram, por exemplo."
"Nunca Pare de Lutar "
"Ainda lido com os efeitos colaterais da medicação: muita ânsia, retenção de líquidos. Perdi um pouco de peso, mas sempre fui magra: acho até que estou “menos magra” do que antes do tratamento. No começo de tudo, um momento marcante foi quando perdi o cabelo. Estava com minhas três filhas, e, enquanto uma raspava minha cabeça, outra segurava o celular. A terceira, que mora fora, nos acompanhava via FaceTime. Tivemos esse momento especial. Por enquanto estou concentrada em lutar pela minha vida. Tenho um senso forte de destino. Nunca questionei Deus por causa da doença. Uma das minhas músicas se chama Nunca Pare de Lutar, e estou vivendo isso. Sou um exemplo de guerreira para minhas filhas, e continuarei sendo. Apesar de tudo, percebi que não tenho medo de morrer. Existe um versículo na Bíblia que afirma que “viver é Cristo, e morrer é lucro" — só brinco de dizer que esse lucro eu não quero tão cedo (risos). Quero viver, amo a vida. Amo a vida com todos os desafios, dores e dificuldades que ela traz. A vida é um tesouro. Enquanto há vida, há esperança. Quero transmitir isso às pessoas. Ainda não venci o câncer, mas sigo no caminho. O que vem amanhã, não sei."
Ludmila diz acreditar em curas inexplicáveis, após seu pai ter câncer de estômago e que apesar dos pesares, só tem a agradecer.
"Meus médicos estão maravilhados com o resultado até agora. Eles não podem dizer que compartilham do meu sentimento de fé, mas sei que me entendem. Meu pai teve câncer de estômago aos 60 anos. E, de um dia para outro, os exames pré-operatórios mostraram que não havia mais nada. Então acredito, sim, em curas inexplicáveis. Por enquanto, estou muito feliz de estar viva. E, apesar dos pesares, sei que só tenho a agradecer. "
Fonte: VEJA de 27.11.2019, edição nº 2662 via Folha Gospel

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Em tratamento contra um câncer, Ludmila Feber lança música chamada “Um novo começo”

A cantora evangélica Ludmila Feber lançou na última sexta-feira (17) nas plataformas digitais uma nova música, chamada Um Novo Começo. Em tratamento contra um câncer no pulmão há cerca de um ano, Ludmila compôs uma letra que faz alusão ao momento atual da sua vida.
A nova música de Ludmila Feber deve fazer parte de um novo CD contendo nove faixas musicais, ainda sem data de lançamento. A música Um Novo Começo inspira a fé nas promessas de Deus diante das dificuldades naturais da vida, conforme o trecho abaixo:
"Depois da noite

Vem um novo dia
Depois tempestade
Vem a calmaria".


Há pelo menos três anos sem lançar novas músicas, após ter sido diagnosticada com um câncer no pulmão no início do ano passado, Ludmila Feber ficou um tempo em repouso para o início dos tratamentos, incluindo a quimioterapia iniciada em maio.
Por conta do tempo afastada, alguns boatos se espalharam sobre a sua condição de saúde e a cantora precisou vir a público falar da sua situação. "Gente querida, gente abençoada, tô viva pra a glória de Deus!", disse ela em fevereiro desse ano.
"… parece que lançaram uma nota de que eu havia partido pro Senhor, não!, ainda não, eu ainda tenho um chamado a cumprir. Todos os dias da minha vida já estão contados no livro da vida de Deus", completou.
Em outra ocasião, Ludmila destacou que a sua força para superar o câncer vem de Deus e que está confiante na cura, quer física ou em espírito, frisando que apesar das circunstâncias tudo é para a glória do Senhor.
"Quando você está lutando por sua vida, sentindo dor e sem forças, você não tem disposição para postar nada. Eu escolho as minhas guerras e entendo que eu preciso continuar lutando porque essa guerra não é só minha, essa guerra é para a glória de Deus", disse ela.
Veja Ludmila Ferber cantando Um novo Começo abaixo:
ASSISTA AQUI

domingo, 24 de junho de 2018

Pregador Luo conta que está lutando contra a depressão: “Esse deserto está quase acabando”


O rapper cristão contou que já luta contra a doença há 8 meses, mas que já está sendo curado.


O rapper cristão Pregador Luo revelou o motivo de estar afastado das redes sociais. Ele contou em um vídeo publicado em sua conta oficial do Instagram que ainda está lutando contra a depressão, mas que já está saindo dela. No vídeo, ele diz: "Vim aqui explicar um pouco da minha ausência, tanto no palco, de shows, nas redes sociais", coloca.

"Na verdade, eu não me afastei só disso, eu me afastei da vida nesse período, porque eu estava sofrendo uma crise de depressão que durou oito meses. Na verdade ainda está durando, mas eu tenho fé que eu estou saindo disso, que eu estou sendo curado e que esse deserto está quase acabando", disse.

"Nesse período, como disse, foi terrível. Não foram dias fáceis, não foram meses fáceis. Eu sei que muita gente está nesta situação também. Se você é uma dessas pessoas procure ajuda em Deus, procure ajuda nas pessoas, mas também nos médicos porque eles podem ajudar você assim como eles me ajudaram", explicou.

"Eu quero sair disso eu estou saindo disso em nome de Jesus", finaliza o vídeo que vem acompanhado de uma legenda onde o rapper dá mais informações sobre seu estado.

"Estou saindo da #Depressão, graças a Deus! Foram dias sombrios que ofuscaram toda a beleza da minha vida. Dias que quase puseram fim a minha existência, quase. Eu não tinha fome, sono, apenas choro e dor. Chorava várias vezes ao dia. Algumas vezes com motivo, outras sem motivo nenhum", diz ele no texto.

"Sempre percebi que sou um cara melancólico, e passei por outras depressões ao longo da vida. Mas também sempre lutei contra isso. Sei que a vida é um presente e não um fardo. Me foquei no valor desse presente. Mas dessa vez o pranto me abateu de tal forma, que desisti de tudo. Passei quase 8 meses com dificuldade para me relacionar, sair de casa, trabalhar, compor, levantar da cama… Deixei de viver. Meu problema na coluna e a cirurgia de coluna pela qual passei só fizeram agravar esse quadro", explica.

"Mesmo tendo uma boa esposa, uma boa casa, uma carreira dos sonhos, eu me vi destituído de tudo. Minha alma passou a não valorizar mais nada. Eu me sentia refém da situação, sem poder fazer nada a respeito. O que me levou a isso? Traumas, decepções, stress, angústias, perdas, mas sem dúvida, o desequilíbrio químico no cérebro. Por isso a depressão. Ela não é algo apenas emocional, mas orgânico, configura uma doença. É uma patologia de fato", salienta o rapper.

"A deficiência na produção e nos níveis de neurotransmissores no cérebro altera completamente o estado de espírito e de humor. Se você sofre de algo parecido, procure médicos que possam ajudar você a detectar essa doença. Eu estou vencendo essa luta e saindo desse deserto pela força do Senhor, porque pessoas queridas oraram por mim e se achegaram para dar apoio. Mas também estou me restabelecendo graças aos médicos que me ajudaram e aos remédios que eles me receitaram", colocou.

"Não deixe que o mal te vença, mas vença o mal com o bem. O bem que existe nas pessoas, na vida e em você. A noite pode ser longa, fria e cheia de temores, mas ela não é capaz de impedir que um novo dia nasça. O melhor está por vir, já estou voltando", finalizou.

ASSISTA AQUI

Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...