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quarta-feira, 6 de março de 2024

Médicos cristãos não poderão ser forçados a realizar cirurgias trans, nos EUA




Decisão distrital sobrepõe a mandatos da administração Biden



Nesta segunda-feira (4), o Tribunal do distrito de Dakota do Norte, nos EUA, decidiu que os profissionais de saúde cristãos podem se recusar a realizar cirurgias eletivas de desfiguração corporal em indivíduos que se identificam como trans.


A decisão sobrepõe a dois mandatos da Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA e do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, que, conforme o Christian Post, “exigiria que os empregadores religiosos fornecessem seguros de saúde que cubram cirurgias trans que mutilam o corpo e forçariam os cirurgiões com objecções religiosas a realizar procedimentos como castração para homens e mastectomias duplas eletivas para mulheres ou enfrentariam acusações de discriminação com base na identidade de género”.


O julgamento sumário parcial foi concedido a favor da Aliança de Empregadores Cristãos, justificando que “se o CEA tivesse de cumprir estes mandatos, os seus membros teriam de violar as suas crenças religiosas sinceramente defendidas, o que é um exercício inadmissível ao abrigo da Primeira Emenda e [da Lei de Liberdade Religiosa]. Lei de Restauração].


A crença religiosa sincera da CEA é que o homem e a mulher são realidades imutáveis ​​definidas pelo sexo biológico e que a mudança de género é contrária aos valores cristãos”, enfatizou o tribunal, acrescentando que embora “proteger o direito dos pacientes transgênero ao acesso a cuidados de saúde cruciais e proteger os trabalhadores da discriminação sexual seja certamente um interesse imperioso, os Réus aqui nada mais fizeram do que identificar um interesse amplamente formulado numa tentativa de justificar a aplicabilidade geral dos mandatos do governo.

 

Com informações Christian Post via CPAD News

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Médico cristão é demitido por não usar pronome trans



David Mackereth disse que é impossível uma pessoa mudar de sexo



O médico cristão David Mackereth, demitido por não usar pronomes trans para se referir a alunos, disse que seu caso não é isolado. A demissão ocorreu em 2019, e o docente britânico se manifestou apenas nesta segunda-feira, 12, em entrevista à Fox News.

Mackereth disse também que pediu a médicos e profissionais de fé que "se levantem" e "afirmem a verdade" nas batalhas contra a ideologia de gênero. O professor tem 60 anos e perdeu o emprego de médico de pronto-socorro depois de se recusar a usar os pronomes preferidos de um paciente transexual.

"Disse a eles: 'Como um cristão em boa consciência, eu não poderia fazer isso'", contou o médico, referindo-se ao episódio que culminou em sua demissão. Seu empregador da época disse que, se o professor deixasse de usar os pronomes preferidos dos pacientes, tal atitude seria considerada "assédio" pela Lei de Igualdade do Reino Unido de 2010.

Médico demitido por não usar pronomes trans diz que é impossível para alguém mudar de sexo

médico trans
Pronomes de preferência transexual foram a causa da demissão do médico britânico David Mackereth | Foto: Freepik

Mackereth entrou com uma ação no Tribunal do Trabalho contra seu ex-empregador por discriminação religiosa. Três meses depois, o médico saiu derrotado da disputa judicial. A Corte decidiu que suas crenças bíblicas sobre gênero eram "incompatíveis com a dignidade humana".

"Se o Cristianismo não é protegido pela Lei da Igualdade aqui no Reino Unido, então certamente a Lei da Igualdade é inútil", disse Mackereth.

O veredicto foi parcialmente anulado em maio de 2022, pelo Tribunal de Recursos do Trabalho. Porém, o Judiciário ainda considerou que sua demissão foi justificada. O médico é assessorado juridicamente pelo Centro Jurídico Cristão, uma empresa privada que defende a liberdade religiosa.

Mackereth acredita que a "ideologia transgênero" precisa ser combatida no Ocidente e argumenta que seu caso é importante para todos, no que se refere à liberdade de expressão. "Como um médico cristão, coloco a verdade no fundamento do que faço", disse. "É simplesmente impossível para uma pessoa mudar de sexo. Então, não posso concordar com isso."

Fonte: Revista Oeste


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Médico que orava por pacientes tem vitória em tribunal


Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, comemorou a vitória do cristão no tribunal.

O doutor Richard Scott, de 62 anos, cristão residente na Inglaterra, foi investigado e punido durante 3 anos por orar por seus pacientes. Na segunda-feira (26), ele ganhou uma ação contra o Serviço Nacional de Saúde.

Segundo informações, durante os anos de 2019 a 2021, Scott foi ameaçado de ser tirado da lista de profissionais do Serviço Nacional de Saúde, caso ele não obedecesse às regras de um curso de ”limites profissionais”, a fim de mudar sua maneira de tratar a fé com seus pacientes.

Vale ressaltar, que o curso que Scott foi obrigado a participar, é feita para profissionais que cometeram assédio sexual.

Diante dessa situação, Richard contestou sua participação no curso, e por esse motivo foi submetido a avaliação psicológica.

Apesar do Conselho Médico Geral, ter entendido na ocasião, que o médico não tinha quebrado nenhuma regra e que "a discussão de fé nas consultas não é proibida", o Serviço Nacional de Saúde abriu um processo contra Scott.

No entanto, nessa segunda-feira (26), os advogados concordaram que o Dr. Richard pode orar pelos pacientes, seguindo as devidas orientações do Conselho Médico Geral.

Segundo Richard Scott, ele sempre orou pelos pacientes seguindo as regras profissionais, e as reclamações sobre isso foram feitas por grupos anônimos.

Atuando na medicina há 35 anos, Scott considera esse processo um "caça às bruxas implacável".

"Infelizmente, tenho visto uma profunda intolerância de algumas partes do NHS em relação às crenças cristãs e uma completa falta de compreensão do que é a oração e como ela impacta positivamente a vida das pessoas", disse.

"O preço para mim e minha família nos últimos anos foi imenso e espero que o assunto esteja finalmente encerrado. Espero que este resultado seja como um encorajamento para outros profissionais cristãos de que é mais do que 'ok' compartilhar sua fé e que vale a pena lutar pela liberdade," concluiu.

Andrea Williams, executiva-chefe do Christian Legal Center, comemorou a vitória do cristão no tribunal.

"Estamos muito satisfeitos que Richard Scott tenha sido novamente justificado e que a justiça tenha prevalecido", declarou.

"Não há evidência de que a prática do Dr. Scott de orar com seus pacientes tenha interferido de alguma forma na entrega de um excelente tratamento – na verdade, muito pelo contrário. Ele viu muitos pacientes se livrarem do vício em bebidas e drogas e se tornarem membros ativos da sociedade por meio de seus cuidados espirituais," ressaltou.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 29 de março de 2021

Médica canta louvor para pacientes com Covid-19: “Se você desistiu, Deus não vai desistir”


Com um violão nas mãos, a médica Brunna Falluh cantou a música “Raridade” em frente aos leitos dos pacientes da UTI.

Você é um espelho que reflete a imagem do Senhor. Não chore se o mundo ainda não o notou. Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor”. Com as palavras da música “Raridade”, uma médica levou fé aos pacientes com Covid-19 internados na UTI do Hospital M'Boi Mirim, em São Paulo.

Com um violão nas mãos, a médica Brunna Falluh cantou a música de Anderson Freire enquanto caminhava em frente aos leitos dos pacientes, a maior parte intubados. O momento foi filmado e viralizou nas redes sociais, chegando a registrar, até a manhã deste domingo (28), mais de 1,4 milhão de visualizações.

Eu não queria que os pacientes se sentissem sozinhos. Queria que eles escutassem uma sinfonia que não fosse a dos aparelhos”, disse ao G1 a médica de Taubaté (SP), que faz residência no M'Boi Mirim há cerca de um mês.

Em sua conta no Instagram, Brunna, que também ministra louvor na igreja, mencionou um texto bíblico na legenda do vídeo: “Disse Jesus: ‘Eu sou a luz do mundo’. A Deus toda honra e glória”.

Brunna atualmente faz parte da equipe de cuidados paliativos, realizados para reduzir o sofrimento do paciente, quando o tratamento já não funciona e não há possibilidade de cura. 

Buscamos soluções para momentos em que não há solução. Ficamos ao lado deles pela família, que não está ali”, explica a médica.

O M'Boi Mirim, administrado pelo Albert Einstein, tem quatro alas intensivas e se tornou referência no atendimento a pacientes com Covid-19. Na linha de frente contra a doença, os profissionais da saúde são marcados pela batalha diária dos pacientes.

Brunna lembra do dia em que testemunhou uma ligação de despedida para a família. “Com a doença, a família não tem acesso ao paciente e a saída são as chamadas que mantemos com as famílias. Nesse caso, [a paciente] estava muito frágil e toda família se reuniu para dizer palavras de carinho e lembrar o legado dela. Minutos depois que desligamos ela faleceu. Todos nos emocionamos muito e aquilo me marcou”, conta.

O vídeo que viralizou, segundo a médica, é apenas parte do que ela vê todos os dias no hospital. “Todos os dias nossa missão é ser mais humano, mais próximo em um esforço incansável por aqueles que estão ali”, destaca.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Igreja vira polo de combate à Covid-19 com ajuda de médicos voluntários

Um projeto chamado de Médicos pela Vida Brasil dará início às atividades de combate à Covid-19 para tratar precocemente pessoas do grupo de risco e profissionais da linha de frente. A iniciativa é do pastor da Igreja Morada, Henrique Maia, que é médico clínico geral.
Focado em pessoas já diagnosticadas ou com suspeita, com sintomas leves do 1º ao 5º dia e acompanhantes de diagnosticados positivos para Covid, a ação também atenderá profissionais da Saúde, da área da Segurança e trabalhadores da linha de frente, com comprovação com o principal objetivo de prevenção, além de pessoas pertencentes ao grupo de risco, como: idosos, hipertensos, obesos,  diabéticos e doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
Para o médico toxicologista e nutrólogo, Sandro Benites, essa será uma ação pioneira dentro do Brasil. "Não existe abordagem em massa contra a Covid. Estamos criando uma plataforma, que ninguém imaginou, para o tratamento precoce do vírus", explicou.
"O tratamento preventivo só será realizado mediante a autorização e não garante imunidade para os pacientes. Importante salientar que os medicamentos prescritos no Polo Morada, não serão distribuídos no local. Com a receita, os pacientes deverão ir até às Unidades de Saúde da Rede Pública para a retirada", esclareceu o médico cirurgião vascular, Dr. Mauri Comparin.
O médico intensivista e clínico, Dr. César Augusto Sobrinho, explicou que os pacientes que receberem a receita e começarem o uso dos medicamentos, serão monitorados pela telemedicina, especialmente nos primeiros dez dias de atendimento. "O paciente que entrar em contato com o vírus e desenvolver a doença, será acompanhado, evitando que evolua para as fases mais avançadas e mais graves dessa doença."

Voluntariado
A igreja que já tem uma rotina com voluntários, nesse momento muda o foco e convoca profissionais da saúde para fazerem parte da ação.
"Se a pessoa puder doar algumas horas para nos ajudar no enfrentamento da Covid-19, será bem-vindo. Todo voluntariado é necessário nesse momento. Temos a ciência que com a divulgação dessa ação e a procura aumentará", explicou o anfitrião do Polo, médico clínico geral e pastor da Igreja Morada, Henrique Maia.
Serviço
Para ser voluntário, é preciso ser médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem, assistente social ou formandos dessas áreas do penúltimo e último semestre.
Fonte: Guia-me com informações de A Crítica via Folha Gospel

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Pastor internado com Covid-19 desperta do coma após oração de médico

O pastor Benjamin Thomas esteve sob os cuidados do Dr. Robin Varghese e sua equipe e despertou do coma após um clamor do médico a Deus.


Enquanto o novo coronavírus ainda estava devastando as vítimas no Hospital 'Mount Sinai' em 19 de abril, o Dr. Robin Varghese ficou preocupado com o fato de, aparentemente, não haver nada que ele pudesse fazer para ajudar a pastor do Queens (Nova Iorque), Benjamin Thomas, a reverter seu delicado quadro de saúde, causado pelo vírus.

"Eu estava de plantão naquela noite e ele estava na pior forma e muitos dos membros da nossa equipe que estavam torcendo por ele também estavam perdendo as esperanças, assim como eu", disse Varghese em um vídeo compartilhado pelo ‘Mount Sinai’ com o site 'The Christian Post'.

Apenas algumas semanas antes, no final de março, Thomas estava ocupado, exercendo o seu ministério em sua congregação, na Igreja de Deus do Queens.

Ele e sua congregação haviam participado de um jejum anual de 21 dias por avivamento. Naquela época as pessoas estavam apenas começando a entender a ameaça real do vírus e o distanciamento social ainda era relativamente novo. No entanto, disse Thomas, sua igreja sentiu o peso do momento suficiente para começar a orar pelos profissionais de saúde também.

Então, em algum momento próximo ao final de março, Thomas desenvolveu uma febre que se recusava a baixar.

"Tomei Tylenol, Motrin, mas a temperatura não estava caindo", lembrou o pregador, que tem mais de 50 anos. Ele disse que está trabalhando há mais de 30 anos e nunca teve de se retirar de seu trabalho em razão de alguma doença até então.

Em 23 de março, ele foi a uma unidade de atendimento de urgência e lhe disseram que eles não estavam aceitando pacientes com febre "ou qualquer coisa". Ele acabou sendo aceito por uma instituição de saúde a alguns quilômetros de distância e eles lhe deram as temidas notícias.

"Eles fizeram o teste para Covid-19. Eu testei positivo. Disseram-me que não poderia ir para casa", disse ele em depoimento já relatada em sua casa, em East Meadow.

Ele foi levado ao Hospital Plainview, onde recebeu antibióticos, mas eles não puderam admiti-lo porque "não havia espaço no hospital".

Thomas disse que lhe disseram que se sua condição piorasse em casa, ele deveria ligar para o 911 (emergência) e ele seria enviado de volta ao hospital. Depois de tomar os antibióticos e ficar em casa, a febre não baixou. Ele também começou a sentir falta de ar. Quatro dias depois, em 27 de março, sua esposa já preocupada ligou para o 911. Ele foi levado às pressas para o Centro Médico da Universidade de Nassau. Sua esposa não pôde acompanhá-lo devido às restrições da Covid-19.

O que aconteceu nas próximas semanas, disse o pastor, ele só se lembra pela memória de outras pessoas.

"Eu entrei na ambulância. É tudo o que me lembro", ele disse.

Thomas disse que quando chegou ao centro médico foi colocado em um ventilador.

"Eles me disseram que eu disse 'me coloque no ventilador', algo que não me lembro de ter acontecido. Eu estive lá por quase duas semanas. Eles estavam tentando me transferir para o Monte Sinai, onde estaria sob os cuidados do Dr. Varghese. Minha família recorreu a ele: 'Você pode nos ajudar?'", relatou o pastor.

Nesse momento, sua igreja iniciou uma corrente de oração pelo pastor e a mobilização se tornou internacional.

Em sua declaração gravada no Monte Sinai, o Dr. Varghese, cirurgião cardíaco e também diretor da UTI de cirurgia cardíaca no Monte Sinai, explicou o quão difícil era transportar o pastor.

"Planejamos trazê-lo para o Monte Sinai e fizemos isso realmente no final de março. Transportá-lo era um movimento de alto risco, porque ele estava recebendo o máximo suporte de oxigênio. Mas felizmente, ele chegou à nossa unidade de terapia intensiva", afirmou.

Clamor

"Durante as primeiras duas semanas de abril, não estávamos avançando muito e houve um ponto em particular que foi a noite de 19 de abril", acrescentou o médico.

O cirurgião explicou que ele e sua equipe fizeram tudo o que podiam para salvar a vida de Thomas, mas nada funcionaria. Então, naquela noite, Varghese disse que foi ao quarto de Thomas e clamou a Deus pela vida do pastor.

"Naquele momento, eu realmente entrei no quarto dele já tarde da noite e estava de plantão como eu disse e realmente confessei a Deus que não havia mais nada que eu pudesse oferecer. O Senhor tinha que assumir. Demos a ele tudo o que a medicina moderna poderia dar", disse o cirurgião cardíaco.

Entrada do hospital Mount Sinai, em Nova York, onde o pastor Benjamin Thomas ficou internado. 
Foto: Mount Sinai Hospital)

Resposta

Varghese contou que depois de clamar a Deus, ele decidiu se aprofundar ainda mais no estudo do caso e teve algumas ideias novas, que ele e sua equipe implementaram para tratar o pregador do Queens. A partir de então, o pastor começou a apresentar melhoras.

"Aquela foi realmente a pior noite dele e, desde então, ele começou a fazer um progresso muito lento, mas constante. Seus pulmões estavam destruídos pelo vírus Covid-19 e ele esteve em coma induzido por mais de seis semanas. Em meados de maio, começamos a ver a esperança de que ele conseguiria e estamos muito felizes que ele continuou a progredir e despertou do coma", disse Varghese.

"Somos gratos por todas as pessoas que continuaram orando por ele, porque sabemos que essa foi uma parte muito importante de sua recuperação, juntamente com os cuidados de nossa equipe de terapia intensiva", afirmou o médico.

O capelão do Monte Sinai, Rocky Walker, disse que, quando falou pela primeira vez com Thomas, depois que saiu do coma, pediu que ele falasse dos 54 dias que ele perdeu enquanto estava em coma. Thomas chorou quando soube dos dias perdidos.

"Isso apenas uma amostra o poder de Deus. Não podemos entender ou explicar o que aconteceu com os outros, mas sabemos o que aconteceu aqui. E estamos muito agradecidos", disse Walker.

Thomas detalhou esse momento emocionante, dizendo:

"O capelão foi o primeiro que [veio e me contou sobre isso]. O capelão Rocky veio até mim e disse: 'Pastor, eu estava com você desde o primeiro dia. Sob meus cuidados, há muitas pessoas afetadas pelo Covid-19'. Ele disse: 'Não sei o que aconteceu com os outros, mas você é o único que eu sei que voltou à vida nessa área. O seu caso foi o pior de todos eles'".

"Ainda não vi nenhuma foto. Eles ainda não me deram, porque não querem que eu sofra um grande choque", explicou o pastor.

Família
Foi difícil não apenas para Thomas, mas para sua esposa e para a filha do casal, de 17 anos.

Ele explicou que, quando o vírus começou a varrer o estado na época em que ele foi hospitalizado, sua esposa estava sozinha com a filha. Ela não pôde visitá-lo e ninguém pôde visitá-la por causa do lockdown.

Ela ficou tão deprimida que precisou ficar internada por 17 dias.

"Ela entrou em pânico. Ela não sabia o que fazer. Ela não podia me ver. Ela entrou em depressão. Ela ficou no hospital por 17 dias. O mesmo hospital em que eu estava. Quando eu estava me transferindo, ela estava em outro andar recebendo tratamento. Ela passou por um período muito difícil, Deus deu a ela a força. Ela não desistiu", disse Thomas.

"Pela graça de Deus, superamos essa questão. E pela graça de Deus, superei o COVID-19. Voltei para casa no dia 2 de julho. Estou me recuperando, recebendo visitas limitadas", disse ele.

Gratidão
O pastor disse que está agradecido por ter um médico como Varghese, que sabe o poder que tem a oração.

Varghese é "um grande homem de Deus", disse ele, que não teve medo de "exaltar o nome de Jesus" em seu tempo de necessidade.

O pastor do Queens, que ainda está se recuperando em casa e terá que ser auxiliado com oxigênio por um tempo, disse que espera voltar à sua congregação eventualmente. Atualmente, ele se conecta com os fiéis através do Zoom e outras plataformas online.

Ele pediu à igreja que continue orando porque, isso traz resultados.

"Nunca desista. A oração funciona. Não importa o que aconteça. Nós vemos milagres ... eu sou um milagre vivo. A oração da igreja funciona", disse ele. "Eu 'morri' duas vezes pelo menos nos últimos quatro meses e Deus me manteve. Deus me trouxe de volta para cumprir esse propósito"

Fonte: Guiame

sábado, 11 de julho de 2020

Dra. Nise Yamaguchi foi impedida de frequentar o Hospital Albert Einstein, após 35 anos de trabalho


Depois de 35 anos de dedicação, Hospital Albert Einstein proíbe a Dra. Nise Yamaguchi de freqüenta-lo.

A decisão foi sumária, inclusive impedindo o atendimento de pacientes da médica, consignando uma espécie de perseguição, por conta de seus posicionamentos profissionais.

Nise Yamaguchi denuncia perseguições em todo o mundo, inclusive com o cerceamento de publicações de profissionais que se posicionaram a favor da utilização da Hidroxicloroquina.

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Todos precisam saber e você precisa falar - Uma live da OGC - ASSISTA AQUI


Pr. Carlos Roberto Silva é entrevistado pela OGC - médicos com uma missão


Tema da Live: Todos precisam saber e você precisa falar 


1* - Quais as motivações que nos levam a  seguir como exemplo e testemunhar em qualquer lugar o amor do Cordeiro que foi morto e Reviveu ?

2* - Todos nós estamos comissionados e habilitados a pregar o evangelho a toda criatura, o problema é que nem todos se sentem comprometidos com tão honrosa missão, ou simplesmente, acreditam que isso é uma matéria apenas para os missionários. Mas estão redondamente enganados. Comente sobre o assunto!

3* - Em todos os ambientes, no trabalho que fazemos, nas redes sociais que usamos, em uma saída não convencional e etc... Precisamos anunciar e proclamar Jesus ?

4* - A OGC - médicos com uma missão, tem como objetivo desafiar a igreja brasileira para que possamos dentro de duas décadas mobilizarmos um contigente de 500 jovens missionários, para que os mesmos possam se tornar profissionais médicos e desta forma podermos adentrar em países fechados , onde não há liberdade religiosa. Qual a sua perspectiva e interpretação sobre este assunto? É possível  alcançar este alvo 🎯




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quinta-feira, 4 de junho de 2020

Dra. Nise Yamaguchi ora para que o Brasil supere a pandemia: “Que haja cura"


A médica participou de uma live e teve a oportunidade de pedir a Deus que o Brasil encontre 'cura em direção à vida plena'. Assista.


Na última quarta-feira (3), a OMS noticiou que voltará a fazer testes com a hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19. No Brasil, uma grande apoiadora da utilização do medicamento é a Dra. Nise Yamaguchi, que emocionou o Brasil dias atrás ao fazer uma oração sincera durante uma live, pedindo a Deus que o país supere a pandemia do coronavírus.

Além de orar pela cura da nação (vídeo abaixo), a médica oncologista também contou ao jornalista Oswaldo Eustáquio sobre o uso da cloroquina e abriu o coração ao compartilhar seu amor pelo Brasil, que a levou a aceitar um importante convite para trabalhar no hospital Albert Einstein, em São Paulo.

"Quando eu estava na Alemanha, aos 23 anos de idade, e recebi um convite para vir trabalhar no Albert Einstein, aqui em São Paulo, fiquei uma noite pensando: 'onde precisam mais de mim? Na Alemanha, na Suíça ou no Brasil?' Eu eu pensei: 'no Brasil'. Eu estava sendo chamada para ser oncologista e também me perguntei: 'Eu tenho estrutura emocional e espiritual para ser oncologista para o resto da minha vida?'. Eu respondi a mim mesma que sim", relatou.

"Mas eu não imaginei que a tarefa que me seria pedida, depois das lutas com câncer, com Aids, com imunologia, imunoterapia, com direitos de pacientes, com vampiros da Saúde fosse me pedido cargo máximo de orientar dentro de um comitê de crise", acrescentou.

Em sua oração, Yamaguchi declarou que todos precisam de ajuda para vencer desafios e reconheceu o poder absoluto de Deus para vencer qualquer dificuldade.

"Eu sei que ninguém sozinho pode nada e somente Tu podes tudo. Os pacientes que já faleceram desnecessariamente, deram suas vidas e isso não pode ser em vão. As famílias que sofrem as perdas são um exército de almas e bênçãos que podem se multiplicar para ajudar outras pessoas", destacou.

"Que o legado de todos aqueles que se foram permaneça impregnado nos nossos corações para nos dar força e coragem de vencer todas as dificuldades e barreiras", acrescentou.

A médica ainda pediu a Deus que Ele capacite cada vez mais os médicos para curar enfermidades, porém também clamou por cura em níveis que vão além do fator fisiológico, mas também político e social.

"Eu peço que a Ciência continue se ampliando para dar mais capacidade de enfrentarmos todas as doenças, mas acima de tudo, que haja uma cura do sistema, uma cura da alma, uma cura em direção à vida plena, que as pessoas saibam nós que somos seres interdimensionais, universais, que nós não estamos sós", lembrou.

Fonte: Guiame

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domingo, 24 de maio de 2020

Médica se nega a assinar óbito sem ver o corpo e é demitida


Profissional denunciou perseguição da prefeitura de Manaquiri, no Amazonas

Uma médica que atuava na cidade de Manaquiri, no Amazonas, foi demitida após se recusar a assinar um atestado de óbito sem ver o corpo. Em seu relato, a médica comunitária Maria Conceição Saraiva da Silva, que trabalhava na cidade pelo programa Mais Médicos, denunciou que sua demissão aconteceu porque ela se negou a seguir ordens da irmã do prefeito Jair Souto, a secretária de saúde Maria Luíza Souto.
Tudo começou quando me pediram para assinar um atestado de óbito sem que eu pudesse ver e atestar a morte, o que é ilegal, e eu me recusei. Desse momento em diante teve início uma série de perseguições e boicotes – escreveu a médica em suas redes.
Maria conta que após esse episódio, se tornou alvo de perseguições, como ser transferida de local de trabalho, ter receitas médicas adulteradas por enfermeiras e até mesmo ter a folha de ponto alterada de forma que ela fosse prejudicada.
Às vezes que tive que ir fazer atendimento nas comunidades ribeirinhas me mandaram em botes sem o mínimo de condições, sem colete salva vidas, correndo perigo, sem toldo e no sol quente – afirmou.
Apesar disso, o que colocou fim em sua atuação em Manaquiri foi uma série de erros burocráticos que culminaram em seu afastamento pelo governo.
Estive nas últimas semanas em quarentena, obedecendo o que determinava um atestado médico que recomendava isolamento, por conta do meu filho que mora comigo ter ficado doente com suspeita de contaminação por Covid-19 e eu ter tido contato direto com ele. Os atestados foram enviados imediatamente tanto para a Secretaria de Saúde quanto para o Mais Médicos – declarou.
Ao retornar ao trabalho, ela soube de sua demissão.
Já encaminhei para o Mais Médicos os comprovantes da entrega dos atestados para a senhora Maria Luíza Souto, secretária de Saúde, tão logo soube que deveria me isolar. […] Além disso, aconteceram muitas outras situações que não valem nem a pena serem relatadas, e todas elas me forçaram a deixar Manaquiri na manhã desta quinta-feira, dia 14 de maio de 2020 – disse a médica.
A médica encerra o texto afirmando que aguarda um posicionamento do Ministério da Saúde sobre em qual cidade irá atuar. Ela também agradece ao povo de Manaquiri.
Por fim, quero dizer ao povo desse município que aprendi a amar sobre a minha gratidão por cada gesto de carinho, cada sorriso, cada olhar que carregarei comigo em meu coração para sempre. Se cuidem – escreveu.
Em nota, a Prefeitura de Manaquiri afirma que a médica não justificou sua ausência e que os médicos do programa Mais Médicos são contratados pelo governo federal e não pelas prefeituras. Já sobre as denúncias, a prefeitura afirmou que registrou um boletim de ocorrência contra a médica e que irá também abrir um processo judicial contra a mesma.
Fonte: Pleno News
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